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SOBRE ESCOLHAS E RAINHAS


Pessoas certas, nos lugares certos, podem mudar os rumos da história. Pessoas erradas, nos lugares errados, também. Estas, para pior. Aquelas, para melhor. Pessoas certas, nos lugares certos, são como torrentes de águas em dias quentes; como abrigos seguros em dias de tempestade. Pessoas erradas, nos lugares errados, são como inundações que arrastam casas e pessoas; como terremotos que abalam os alicerces e destroem os fundamentos. Nada mais gratificante que uma pessoa certa, no lugar certo. Nada mais trágico e traumático que uma pessoa errada, no lugar errado.

Ester, a bela de Israel, foi “a mulher certa, no lugar certo”. Sua presença na corte de Assuero, aliada à grande coragem com que intercedeu diante dele em favor de seu povo, impediu que tivesse sucesso um plano de extermínio dos judeus. Duas frases, no livro que leva seu nome, são dignas de menção. A primeira é de Mordecai, seu primo e tutor, incentivando-a a lutar por seus compatriotas: “Se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para esta hora é que foste elevada a rainha?” (4:14). A segunda é da própria Ester, respondendo ao desafio: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã e jejuai por mim... eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se morrer, morri” (4:16).

Jezabel, a feiticeira, foi “a mulher errada, no lugar errado”. Sua presença indevida e idólatra na corte de Acabe, associada à maldade com que interferia em questões do palácio, resultou, dentre outras atrocidades, no extermínio cruel e violento de quase todos os profetas do Senhor que viviam em Israel. Duas frases, registradas nos livros dos reis, uma em cada um deles, também merecem ser mencionadas. A primeira descreve a influência que exercia sobre seu marido: “Ninguém houve, pois, como Acabe, que se vendeu para fazer o que era mau perante o SENHOR, porque Jezabel, sua mulher, o instigava” (1 Rs 21:25). A segunda demonstra o prejuízo que representou para o povo de Israel: “Vendo Jorão a Jeú, perguntou: Há paz, Jeú? Ele respondeu: Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?” (2 Rs 9:22).

Ester e Jezabel: duas mulheres, duas escritas. A primeira, salvação. A segunda, caos. A primeira, colocada por Deus no lugar em que precisava estar. A segunda, colocada por homens, em declarada rebelião à vontade de Deus, no lugar que jamais deveria ter ocupado. Enquanto a escolha de Deus salvava vidas e garantia a existência segura de toda uma nação, a escolha feita por homens sem temor de Deus em seus corações precipitava o povo à ruína e antecipava a chegada da morte para tantos quantos não atendiam aos interesses mesquinhos de uma vida marcada pelo ódio e pela ambição. A oração de um povo deve ser para que Deus mesmo coloque pessoas certas nos lugares certos, orientando escolhas e fazendo cumprir seus eternos propósitos.

Pastor Marcelo Gomes
www.espacopalavra.com.br

"A Verdade vos Libertará" (João 8:32)


O conceito da "verdade" vem desafiando a humanidade por milhares de anos. Filósofos da antiga Grécia debatiam a natureza da verdade. Eles discutiam se ela era real e absoluta, ou relativa e ilusória. Suas dúvidas podem ter sido refletidas numa questão de Pilatos: "Que é a verdade?" (João 18:38).

Hoje, a mesma pergunta surge continuamente em várias situações. É de vital importância que achamos a resposta para esta pergunta na área de religião. O que é verdadeiro? Posso conhecer a verdade?

Para ajudar-nos a responder a estas questões, vamos focalizar nossa atenção em um versículo do ensinamento de Jesus. Em João 8:32, ele disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Considere as implicações desta afirmação.

"A Verdade"
Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo. Em outra parte ele nos fala que a verdade é a palavra de Deus revelada. Quando ele falou com seu Pai (João 17:17), ele disse: "tua palavra é a verdade". Quando Jesus falou sobre a verdade, ele não estava falando sobre uma vaga abstração resultante de um intenso pensamento humano, meditação, lógica ou de um debate. Ele não definiu a verdade em termos subjetivos como uma coisa qualquer que as pessoas escolheriam acreditar. Jesus definiu a verdade como um fato revelado e eterno! A palavra de Deus é verdadeira independentemente do fato de eu concordar com isso, de eu aceitar e obedecer, ou rejeitar e contestar.

Outros que escreveram o Novo Testamento fizeram similares afirmações sobre a palavra de Deus, achada nas Escrituras. Em 2 Timóteo 3:16-17, Paulo disse: "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." Paulo também disse que seu ensinamento não tinha palavras de sabedoria humana, e sim palavras reveladas pelo Espírito Santo (veja 1 Coríntios 2:9-13).

Deus revelou a verdade como certa e absoluta. Deus não nos deu meramente idéias subjetivas para serem moldadas de modo a se ajustarem às nossas situações. Ele não aprova distorções ou modificações das Escrituras para que se ajustem aos nossos caprichos. Deus certamente não nos deixou num mar de dúvidas onde nada podemos saber com certeza.

Devemos escolher como responder a esta revelação de Deus. Nós podemos obedecê-la ou rejeitá-la. Temos a liberdade de aceitar tudo o que Deus disse, ou somente as partes que nos interessam. Mas quando decidirmos como responder a ela, devemos lembrar de que nada o que fizermos irá mudar a veracidade de suas palavras. Aproximadamente três mil anos atrás o escritor de Salmos disse: "Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu" (Salmo 119:89).

"Conhecereis . . ."
Jesus não mostra a "verdade" como um objetivo ilusório e inatingível. Ele diz: "Conhecereis a verdade". Jesus plenamente ensinou que podemos e devemos conhecer a verdade. Podemos conhecer a verdade hoje do mesmo jeito que o povo de Beréia o fez no primeiro século: Eles procuraram por ela nas Escrituras (veja Atos 17:11). Podemos distinguir o certo do errado. Paulo instruiu os Tessalonicenses: "Julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22). Ainda hoje é verdade que a "lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos" (Salmo 119:105).

As pessoas que escreveram o Novo Testamento confidentemente declaram que é possível saber a verdade. Em Hebreus 10:26, o escritor fala das pessoas que tinham "recebido o pleno conhecimento da verdade". João falou com pessoas que receberam este conhecimento da verdade (1 João 2:21). Paulo condenou aqueles que estão "sempre aprendendo mas que jamais podem chegar ao conhecimento da verdade" (2 Timóteo 3:7). Por que receberam tão severa crítica? Porque eles fracassaram em aprender a verdade, resistindo assim a palavra de Deus. Eles não compreenderam a verdade porque assim não a quiseram (veja 2 Timóteo 3:8). Nós podemos saber a verdade.

". . . Vos Libertará"
Isto pode nos fazer pensar, talvéz até um ponto de medo, sobre a responsabilidade dada por Deus de conhecermos a verdade. Para prevenir que sejamos esmagados por esta provocante passagem, não devemos perder esta grande promessa anexada neste trecho. Jesus acrescentou: "A verdade vos libertará".

A liberdade é valorizada universalmente. Inúmeras pessoas têm sacrificado suas vidas esforçando-se para assegurarem sua própria liberdade política ou de outrem também. Verdadeiramente em todas as nações do mundo, o encarceramento é considerado como uma severa punição para aqueles que violam a lei. Tão valiosa quanto a liberdade pessoal e política, também é aquela que Jesus nos fala em João 8:32. Só que esta liberdade é até mais significativa. Nossos pecados nos levam a conseqüências de vínculos espirituais e mortais -- eterna separação de Deus. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus!

Paulo nos lembrou deste benefício do evangelho em Romanos 1:16 ". . .é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego". Deus escolheu o uso de sua palavra, que é a verdadeira mensagem da Bíblia, para salvar-nos de nossos pecados.

Deus, contudo, não nos força a sermos libertos. Muitas pessoas são enganadas por Satanás e seus falsos mestres para que não possam discernir a liberdade do encarceramento (veja 2 Pedro 2:17-22). Infelizmente, muitas pessoas rejeitam a liberdade que Deus oferece e permanecem presas em seus próprios pecados. Jesus usou as palavras de um profeta do Velho Testamento, Isaías, para descrever a triste condição daqueles que não aceitam a liberdade divina: "Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados" (Mateus 13:15).

Muitas pessoas consideram a verdade incerta, mas Deus claramente revelou a verdade para que nós possamos conhecê-la. Muitas pessoas acreditam que os sentimentos subjetivos, aqueles que julgamos serem corretos, são os mesmos que os salvarão, mas Deus uniu a salvação com a sua objetiva verdade. Quando nós aprendemos e obedecemos a verdade revelada na palavra de Deus, podemos estar certos da nossa salvação. João nos falou do nosso relacionamento com Deus quando ele disse: "Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade" (1 João 2:3-4).

Deus nos providenciou a confiança e a segurança para estarmos aptos a conhecer a verdade. O mesmo Deus que nos criou e nos deu a habilidade de nos comunicar, tem também a habilidade de transmitir sua vontade para conosco de modo que possamos entendê-la. Devemos humildemente aceitar a responsabilidade de estudar, entender e obedecer sua revelação.

Num mundo desordenado pela dúvida e pela confusão religiosa, nós podemos achar esperança nas palavras de Jesus: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."

- por Dennis Allan

http://www.estudosdabiblia.net/d2.htm

A Maior Praga da História


"Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." [Gênesis 2:17].

A existência da humanidade sempre foi ameaçada pelo trinômio de pragas, guerras e fome, mas existe uma praga silenciosa que nos espreita e que supera essas três, se comparadas. Embora atualmente a população do mundo seja estimada em 6,7 bilhões de pessoas — e continua a crescer, apesar de guerras e catástrofes — 100% desse número tão grande (que é claro inclui você e eu) nasceu com uma condição que tem consequências infinitamente maiores!

Você sabia que, segundo a Bíblia, todos os seres humanos nascem neste mundo espiritualmente mortos? O ato de desobediência de Adão condenou todos, em todo lugar, a uma existência de morte espiritual e afastamento de um Deus Santo — cuja perfeição de Ser e presença exige a mesma perfeição daqueles que viverão com Ele eternamente. Como só existiu um ser humano perfeito, Jesus Cristo — Deus encarnado — o resto de nós é deixado para encarar as consequências do pecado.

O Senhor Jesus fez alusão à verdade da morte espiritual universal depois de um incidente em que exortou um homem a segui-Lo e ser Seu discípulo. Em vez de aceitar imediatamente, o homem se desculpou dizendo que primeiro precisava voltar para casa, esperar que seu pai morresse e então sepultá-lo:

"Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos." [Mateus 8:22].

Então, muitos anos depois, o apóstolo Paulo explicou aos crentes de Éfeso que eles estavam em um estado de morte espiritual, antes de aceitar a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal:

"E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados." [Efésios 2:1].

Portanto, à luz dessas coisas, pergunto: Você é uma pessoa morta, andante e falante que está sob a condenação de Deus? Na verdade é desalentador pensar nisso, mas a grande maioria das 6,7 bilhões de pessoas no mundo hoje se enquadra nessa categoria! Apenas os relativamente poucos que nasceram de novo — foram regenerados espiritualmente — estão livres da ira de Deus sobre o pecado:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus." [João 3:16-21].

Segundo o próprio Senhor Jesus Cristo, o caminho para o céu é estreito e extremamente restrito:

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." [João 14:6].

"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." [Mateus 7:13-14].

A posição teológica recentemente declarada pelo presidente George W. Bush (e defendida por muitos outros hoje em dia) é que todas as religiões oram ao mesmo deus e que existem muitos caminhos que levam ao céu. Mas, meu amigo, esses versículos citados anteriormente nos mostram que, com certeza, não é isso o que a Bíblia ensina. Qualquer "religião" ou qualquer sistema de crenças que não seja unicamente baseado em Jesus Cristo e no Evangelho apresentado na Bíblia — é definido pela Bíblia como falso.

O cristianismo genuíno distingue-se das "religiões" do mundo por sua exclusividade. Há apenas um Deus e Ele se apresenta a nós na pessoa de Jesus Cristo — o Caminho, a Verdade e a Vida! Todos os outros que tentam apresentar a si mesmos ou seu sistema de crenças como "portas" para o céu são tidos por "ladrões e salteadores" (João 10:7-8).

A natureza humana caída e depravada rejeita a exclusividade por causa de sua percepção de "injustiça", mas seja como for, Deus estabeleceu Seus termos para a salvação e eles devem ser cumpridos para que possamos receber a salvação. Simplificando, é do jeito dEle ou nada!

Então, se por acaso você que está lendo isto pensa que pode ser uma dessas pessoas espiritualmente mortas, aconselho que faça alguma coisa a respeito. Em vez de rejeitar tudo isto como sendo ridículo, faça um favor a si mesmo e busque o perdão que pode ser obtido por meio da Pessoa de Jesus Cristo. Não existe uma fórmula mágica de palavras que devem ser ditas ou boas ações ou atos específicos de adoração que devem ser feitos para receber o perdão. Se você sentir a necessidade de pedir o perdão de Deus, o processo sobrenatural já começou!

"Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia." [João 6:44].

Apenas confesse a Deus com seu coração que você é um pecador — você diz e faz coisas que sabe que são erradas — e peça a Ele para perdoá-lo e entrar na sua vida como Senhor e Salvador. É tudo uma questão de humildade e chegar-se a Ele com uma fé pura, como a de uma criança.

"Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele." [Marcos 10:15].

Mas saiba que Deus conhece a diferença entre aquilo que realmente vem do coração e tentativas fingidas de obter "uma saída de emergência do inferno". Profissões de fé feitas artificialmente são frequentes, mas casos de salvação genuína não são tão comuns.

Então, se Ele aceitar sua confissão de pecados e pedido de salvação, o resultado será nada menos que uma mudança de coração e de vida! Porque ser espiritualmente regenerado, ou "nascido de novo", envolve uma passagem literal da morte para a vida:

"Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida." [João 5:24].

Você já fez isso e sua vida reflete essa realidade? Se não, recomendo que faça, porque há apenas um pequeno passo entre você e a eternidade:

"Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação." [2 Coríntios 6:2].


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Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia a dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", clique aqui http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Tradução: Marcelo N. Motta, Blog PensandoBiblicamente
Data da publicação: 10/1/2009
Transferido para a área pública em 24/3/2009
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p307.asp

Vamos Enteder melhor As Tribos de Israel do Antigo Testamento.


Tribo de Israel (do hebraico שבטי ישראל) é o nome dado às unidades tribais patriarcais do Antigo Povo de Israel e que de acordo com a tradição judaico-cristã teriam se originado dos doze filhos de Yaacov (Jacó), neto de Abraham (Abraão).

As doze tribos teriam o nome de dez dos filhos de Jacó. As outras duas tribos restantes receberam os nomes dos filhos de Yossef (José) , abençoados por Yaacov como seus próprios filhos. Os nomes das tribos são: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, Benjamim, Manassés e Efraim. Apesar desta suposta irmandade as tribos não teriam sido sempre aliadas, o que ficaria manifesto na cisão do reino após a morte do rei Salomão. Com a extinção do Reino de Israel ao norte, dez das tribos desapareceriam e a determinação do seu destino até hoje é objeto de debate. As outras tribos restantes (Judá, Benjamin e Levi constituiriam o que hoje chama-se de judeus e serviria de base para sua divisão comunitária (Yisrael, Levi e Cohen).



O livro de Gênesis conta da descendência do patriarca Jacó, mais tarde batizado por Deus como Israel, e de suas duas mulheres e duas concubinas. Jacó teve ao todo 12 filhos, cujos nomes estão acima citados. Neste momento da narrativa, o cronista bíblico concentra-se no relato da história de José, de como ele foi separado de seus irmãos, como obteve importância política no Egito, e de como voltou a reunir sua família. A narração conta também que os 12 filhos de Jacó e suas famílias e criados obtiveram permissão para habitar a fértil região oriental do Delta do Nilo, onde teriam se multiplicado grandemente. Cada uma das 12 famílias teria mantido uma individualidade cultural, de forma que se identificassem entre si como tribos separadas. A narrativa ainda destaca que José teve 2 filhos, Manassés e Efraim, e seus descendentes seriam elevados ao status de tribos independentes, embora fossem sempre referidos como meio-tribos (encerrando um número fixo de 12 tribos). Ao final de Gênesis, Jacó, em sua velhice, abençoa a cada um de seus filhos, prenunciando o destino que aguardavam os seus descendentes no futuro.

Em Êxodo, a Bíblia conta como Moisés, membro da tribo de Levi, e seu irmão Arão, lideraram os hebreus das 12 tribos em sua fuga do Egito. Durante a narrativa, as tribos são contadas, e seus líderes e representantes são nomeados, demonstrando um forte senso de individualidade entre as tribos e as meio-tribos de José. À tribo de Levi são designadas as tarefas sacerdotais e os direitos e deveres diferenciados que estas tarefas implicavam. As demais mantiveram-se com os mesmos direitos e obrigações, embora, através do número de membros, algumas tribos já pudessem gozar de alguma superioridade política.


[editar] Hipóteses históricas
Para judeus e cristãos, não há dúvidas da veracidade do relato bíblico, e há pouco o que se discutir sobre a origem das Tribos de Israel fora do contexto bíblico.

No entanto, arqueólogos, historiadores e estudiosos da Bíblia argumentam sobre a origem das tribos.

Há teorias que sugerem que apenas algumas das tribos teriam realmente saído do Egito, e se fixado por alguns anos no entorno de Canaã, onde teriam encontrado outras tribos de origem hebraica autóctones da região. Sua afinidade lingüística e racial, em contraste com as diferenças encontradas nos vizinhos cananeus teria encorajado as tribos a agirem em regime de coexistência, e em algumas vezes, de cooperação, o que teria favorecido a conquista de Canaã (uma miríade de cidades-estado e pequenos reinos independentes) pelos hebreus. Neste caso, as tribos do Êxodo teriam sido aquelas de maior destaque na narrativa bíblica, ou seja, Judá, Levi, Simeão, Benjamim, e as meio-tribos de Efraim e Manassés, o que enfraqueceria toda a base histórica da narrativa do Êxodo. Já os arqueólogos notam que não há vestígios concretos da passagem de um povo, estimado em mais de 600000 pessoas, por 40 anos pelo deserto entre o Egito e a Palestina. Assim, a narrativa de Gênesis e Êxodo não tem uma base histórica, embora alguns pontos pudessem ter sido moldados para justificar com raízes familiares a união das 12 tribos.


[editar] As tribos como unidades geográficas
Moisés liderou as 12 tribos pelo deserto da Península do Sinai, e seu sucessor Josué tomou para si a tarefa de coordenar a tomada de Canaã. Para que ocorresse de forma ordenada, a terra de Canaã foi dividida entre cada uma das tribos e meias-tribos, que se encarregaram de conquistá-las, na maior parte dos casos sem o auxílio das demais. Uma das tribos, a de Levi, não recebeu uma porção territorial fixa, mas sim algumas cidades distribuídas por toda a Palestina.

O território de algumas das tribos, como Simeão e Aser, correspondiam a áreas mais tarde dominadas por filisteus e fenícios, respectivamente. Após a narrativa da conquista de Canaã, os relatos acerca destas tribos se tornam confusos, e as suas referências geográficas são praticamente inexistentes, ou inconsistentes, dando a entender que essas tribos deixaram de existir geograficamente, e seu povo foi absorvido ou por povos estrangeiros, ou por outras tribos israelitas, ou por ambos, embora ainda fossem contados como parte das 12 tribos.

A tribos de Dã é outro exemplo de mudança ao longo da Bíblia. Inicialmente, Dã é posicionada na metade sul da Palestina, em um pequeno território posteriormente conquistado pelos filisteus. Mas ao contrário de Simeão e Aser, o território de Dã continuou existindo, mas muito mais ao norte, ao redor da cidade de mesmo nome. Algumas interpretações colocam que Dã havia sido alocada desde o princípio em dois territórios disjuntos.

A meia-tribo de Manassés ocupou um vasto território nos dois lados do Rio Jordão, do Mar Mediterrâneo até a Síria, próximo a Damasco. Efraim foi posicionada na região central, incluindo as importantes cidades de Siló, Gilgal e Betel, cuja importância remete às histórias dos Patriarcas. Benjamim recebeu um territótio pequeno ao sul de Efraim, porém incluindo cidades importantes, como Gibeá, Jericó e Jerusalém. Judá posicionou-se num vasto território montanhoso e fértil ao sul, entre o Mar Morto e o Mediterrâneo, tendo Hebrom e Belém como cidades mais importantes. As demais tribos receberam territórios pequenos, ou com pequena importância na narrativa bíblica subseqüente.


[editar] Período monárquico - União política
As tribos mantiveram certa estabilidade, independência e equilíbrio político durante o Período dos Juízes, visto que são relatados feitos notáveis de herdeiros da maior parte das tribos, sem particular destaque a nenhuma delas. Mas no final do século XI a.C., com o início do período monárquico e a coroação de Saul, as tribos se uniram pela primeira vez sob um único líder.

Entretanto, apesar da identidade racial, lingüística e religiosa, e das histórias que as uniam desde a sua criação, aparentemente havia uma certa cisão entre a tribo de Judá e as demais, visto que o profeta Samuel refere-se algumas vezes a Israel e Judá como entidades independentes unidas apenas por um contexto histórico. O rei Saul pertencia à tribo de Benjamim, e adiquiriu inicialmente a simpatia de todas as tribos, mas um movimento em Judá, liderado por Davi e apoiado pelos filisteus, terminou por vencer Saul. Davi foi coroado em Hebrom rei de Judá, enquanto o restante de Israel deveu lealdade ao filho de Saul, Isbosete. Houve uma guerra civil, com vitória de Davi. Ao poupar a Casa de Saul, Davi ganhou popularidade, e após vários feitos militares contra povos estrangeiros, viu as 12 tribos se unirem firmemente sob seu cetro. Seu filho, Salomão, manteve sua autoridade sobre toda a ISRAEL até sua morte.

Apesar desta união política, a própria narrativa deste período faz transparecer as profundas diferenças políticas e mesmo culturais entre Judá (e ao final do reinado de Salomão, também de Benjamim, já que os reis de Judá reinaram em Jerusalém, cidade benjaminita) e as demais tribos. Uma diferença marcante na carga de impostos aplicados a Judá e às outras tribos, favorecendo a primeira, principalmente numa época de constante expansão territorial e grandes obras, foi o estopim para a desunião que se seguiu.


[editar] Israel dividida
Com a morte de Salomão, uma facção liderada por Jeroboão viu nesta uma oportunidade para resgatar Israel do poderio de Judá. A aclamação de Jeroboão significou a divisão indissolúvel entre Judá (e Benjamim) e as demais 10 tribos, uma vez que o filho de Salomão, Roboão, foi confirmado rei em Jerusalém. Formou-se assim os reinos de Judá, ao sul, com sede em Jerusalém, e Israel, ao norte, com capital em Samaria.

Neste período, as tribos de Judá e Benjamim aparecem quase inteiramente fundidas entre si (ou seja, as referências a Benjamim desaparecem, embora seu território e suas cidades estivessem no coração do território de Judá), e o mesmo acontece com as outras 10 tribos do norte. Dentre as tribos do norte, ainda se observa traços de individualidade na meia-tribo de Manassés, mas de maneira geral não há mais distinção física ou cultural entre elas. A partir deste momento, as 12 Tribos de Israel passaram a ser uma alegoria, referindo-se ao seu estágio original de união em nome de Deus, representando o ideal do povo hebreu, especialmente no Novo Testamento, e não mais entidades políticas diversas.

De qualquer modo é possível que o sistema de tribos tenha permanecido, mesmo que apenas ao nível familiar devido à tradição de traçar genealogias, remetendo indivíduos aos filhos de Jacó. O reino teve início com Roboão, que era filho de Salomão e durou o periodo de 209 anos.Ele foi dividido por volta de 931 A.C e permaneceu assim ate o ano de 722 A.C. Neste reino dividido temos:o REINO NORTE também chamado de ISRAEL que foi formado pelas 10 tribos: Rúben, Issacar, Zebulom,Dã,nafitali, Gade, Aser, Efraim, Manasses, Simeão. Essas são as 10 tribos do reino Norte.


[editar] O destino das Tribos de Israel
Um dos elementos que mais intrigam os estudiosos é o destino das Tribos de Israel, sobretudo as 10 tribos do norte, cuja referência cessa completamente após as invasões da Assíria


[editar] As tribos perdidas
As conquistas assírias no século VIII a.C. abriram caminho para a conquista do reino do norte de Israel. A queda de Samaria significou o fim do estado Israelita. Seu povo, ou aqueles que sobreviveram, foram deportados para a Assíria e redistribuídos por todo seu território. Neste momento, as 10 tribos do norte desapareceram por completo do relato bíblico. O mais provável é que qualquer traço de união tribal tenha desfalecido com a fragmentação das comunidades israelitas, e que os hebreus que sobreviveram ao processo tenham se unido a estrangeiros e abandonado suas tradições.


[editar] A tribo remanescente: Judá e os judeus
Apesar da queda de Jerusalém, menos de 2 séculos depois, os descendentes de Judá, ao serem levados ao exílio no reino da Babilônia, mantiveram fortes laços culturais entre si. É possível que tivessem mantido esta união graças às profecias do profeta Jeremias, que previu que o exílio duraria 70 anos, e que o povo seria libertado e mandado de volta a Jerusalém ao final deste período; a fé conjunta na realização da profecia teria mantido a tradição da tribo de Judá intacta, se não fortalecida. É no período de exílio que surge pela primeira vez de maneira consistente o termo judeu, se referindo a todos os membros da tribo de Judá.

Passado o tempo previsto por Jeremias, Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia, e enviou os judeus de volta à Palestina, designando para eles a província de Yehud, de maneira geral, o mesmo território do antigo reino de Judá. Os judeus ali habitaram até o século II da Era Cristã. Sua religião passou a se chamar "judaísmo", a prática religiosa de Judá (distinta havia muito das práticas religiosas mais populares no Reino de Israel).

Entre o fim do exílio babilônico e a diáspora, os judeus nutriram um forte senso de união e resistência a dominação estrangeira, tão forte que, mesmo após sua expulsão definitiva da Palestina pelos romanos, os judeus mantiveram laços entre as distantes comunidades formadas por toda Ásia, norte da África e Europa, verdadeiras redes através das quais sobreviveram suas tradições. Durante este período, o termo "judeu" significando um seguidor da religião judaica suplantou o significado tribal do termo, e muitos estrangeiros de origem não semítica se declaravam judeus. De toda forma, através dos judeus e do judaísmo, a tradição da tribo de Judá sobreviveu até os dias de hoje.

Wikipédia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribos_de_Israel

Eu Enganado???


Algumas considerações sobre a possibilidade de um eleito de Deus ser levado pelo engano espiritual, que está desmedido em nosso tempo.


Como muitos tópicos na Palavra de Deus, a possibilidade de um crisão ser espiritualmente enganado é debatido com prós e contras. Aqueles que dizem que é impossível apontam para os dois versos seguintes como textos de prova:

"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." [Mateus 24:24].

"Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos." [Marcos 13:22].

Obviamente, eles acham que as palavras "... se possível fora..." significam que não é possível e afirmam que o Espírito Santo não permitirá isso. Entretanto, acredito que essa interpretação está errada e tende a levar alguns a adotar um falso senso de invulnerabilidade. O relato do engano de Eva deve definir o debate porque ela estava em um estado de perfeição antes de ser tentada por Satanás!

E, para mostrar que os tradutores da Bíblia não necessariamente queriam indicar impossibilidade pela frase "se possível fora", considere o uso que fizeram dela nos seguintes versos — onde a possibilidade certamente não é descartada:

"Porque já Paulo tinha determinado passar ao largo de Éfeso, para não gastar tempo na Ásia. Apressava-se, pois, para estar, se lhe fosse possível, em Jerusalém no dia de Pentecostes." [Atos 20:16].

"E, sendo já dia, não conheceram a terra; enxergaram, porém, uma enseada que tinha praia, e consultaram-se sobre se deveriam encalhar nela o navio." [Atos 27:39].

A única outra ocasião de seu uso é onde o Senhor Jesus Cristo orou por possibilidade, mas a vontade de Deus, o Pai, a tornou impossível.

"E, tendo ido um pouco mais adiante, prostrou-se em terra; e orou para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora." [Marcos 14:35].

Quando olhamos mais atentamente Mateus 24:24 e Marcos 13:22 (citados anteriormente), descobrimos que as palavras "se fosse" (na frase "se for possível") estão em itálico, indicando que foram fornecidas pelos tradutores. No grego, a frase é simplesmente ei dunatos — "se possível", que no português moderno definitivamente deixa a porta aberta para a possibilidade.

Adicionalmente, nos dois casos seguintes, o Senhor falou aos seus discípulos e os advertiu sobre a possibilidade do engano:

"E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos." [Mateus 24:3-5; ênfase adicionada].

"E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer? Disse então ele: Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Sou eu, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles." [Lucas 21:7-8; ênfase adicionada].

Por que incluir estas admoestações se não há possibilidade de um filho eleito de Deus ser enganado?

"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes." [1 Coríntios 15:33].

"Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará." [Gálatas 6:7].

"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus." [1 Coríntios 6:9-10].

Aproveitando que estamos no assunto do engano, precisamos destacar para aqueles que acreditam que uma pessoa pode perder sua salvação se cometerem qualquer um desses pecados após serem salvos — o próximo verso [1 Coríntios 6:11] coloca definitivamente essa falsa noção para longe! Ele diz:

"E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus."

Em outras palavras, os cristãos coríntios tinham sido feito eternamente justos à vista de Deus! Eles estavam separados para Seu serviço e declarados inocentes de todas as acusações. A justificação confere a mesma justiça de Cristo ao indivíduo — removendo para sempre a condenação do pecado e "rótulos" como fornicador, idólatra, etc. A realidade constante e a possibilidade do pecado permanece um fato feio para o cristão, mas louvado seja o Senhor — para nós a penalidade foi removida por meio da justificação. Não se deixe enganar, o Maligno não tem um gancho em que se agarrar nos filhos da graça!!

Este não é o primeiro artigo que escrevo sobre a enganação e, provavelmente, não será o último. Por quê? Porque o engano espiritual está tão espesso hoje que pode-se até estender o braço e apanhar um punhado! Na minha opinião, em nenhuma outra parte ele é mais evidente do que no fato de tantos irmãos assumirem que outros são crentes genuínos simplesmente porque eles dizem que são. Então, se alguém se atrever a questionar a validade dessas profissões de fé, "Não julgueis para que não sejais julgados" é quase sempre uma resposta automática. Mas essa resposta é contrária ao ensino referente ao discernimento espiritual que aparece em todo o Novo Testamento. Devemos sempre dar aos cristãos professos o benefício da dúvida, mas ao mesmo tempo exercitar um princípio que o ex-presidente americano Ronald Reagan gostava de citar: "Confie, mas verifique." Em outras palavras, não devemos ser crédulos e apressados demais em acreditar nas profissões de fé! Uma falha geral para exercitar o discernimento apropriado está causando estragos em nossas igrejas, porque o joio agora excede em muito o trigo. O Espírito Santo habita nos crentes genuínos e, independente de quão imaturos e pouco instruídos eles possam ser, em algum grau o fruto do Espírito [Gálatas 5:22-23] sempre será evidente em suas vidas. É da mais alta importância que cada um de nós procure verificar esse fruto antes de abaixar a guarda e aceitar alguém como genuíno. Sob a melhor das circunstância o Diabo infiltrará alguns "debaixo dos nossos radares", mas a atitude permissiva e ultra-liberal que agora está sendo exibida pela maioria da cristandade é absolutamente catastrófica!

Nos anos anteriores à mania da contagem de cabeças do século XX, a maioria das igrejas exercitava restrições ao aceitar novos membros. Aqueles que faziam profissão de fé tinham de "caminhar o caminho e conversar a conversa" por um período probatório antes de serem recebidos na assembléia. Todos os membros da igreja em questão reconheciam sua responsabilidade de colocar de lado as questiúnculas políticas e as distinções sociais quando votavam — o único critério legítimo era se o candidato demonstrava ou não frutos espirituais em sua vida. Infelizmente, porém, essas medidas de bom senso há muito tempo caíram em desuso e hoje qualquer um que respire e possua o potencial de ocupar espaço em um banco na igreja será bem recebido com braços abertos.

Pode um cristão ser enganado? Não posso citar melhor exemplo que sim do que os muitos que são maçons e defendem ardorosamente a "arte" como sendo simplesmente uma organização dedicada a "tornar homens bons melhores". A avaliação míope deles deriva do ensino que é expressamente planejado para enganar e eles não conseguem ver a floresta a partir das árvores! Falando disso, acho que foi o famoso escritor John Steinbeck que contou de um passeio que fez pelas sequóias gigantes do norte da Califórnia. Seu pequeno cachorro o acompanhava e, por causa de um problema na bexiga, tinha de fazer freqüentes paradas ao longo do caminho. Mas quando eles entraram na floresta das árvores enormes, o cachorro obviamente tornou-se frustrado por causa de sua perspectiva que não havia "alvos" disponíveis!! O tamanho das árvores excedia em muito sua limitada percepção e, portanto, elas não existiam para ele. Esse é o mesmo princípio com a massacrante maioria dos maçons. Eles não têm uma pista sobre o que acontece no topo de sua pirâmide organizacional e as tentativas de adverti-los são rejeitadas — geralmente com a desculpa esfarrapada que nenhum estranho pode compreender seus ensinos. No entanto, os "segredos" deles estão na verdade disponíveis para todos que separarem um tempo para se informarem e o que aparece não é um quadro muito bonito. Entrar nos detalhes específicos está fora da abrangência deste artigo, mas recomendamos que todos os interessados leiam o seguinte:

http://www.espada.eti.br/free001a.asp
O que particularmente me entristece como ministro do evangelho é que o gnosticismo ocultista é a religião da Maçonaria e esse fato é mantido escondido do membro mediano. Aquilo que é ensinado abertamente na Sociedade Rosa-Cruz é velado em alegorias para o maçom. Por quê? Para enganar os incautos à medida que eles avançam pelos vários graus em sua busca por "iluminação". A maioria dos muitos milhares em todo o mundo que entram em uma loja maçõnica estão contentes com os aspectos fraternais e benevolentes da organização e raramente progridem além dos primeiros graus. Mas alguns poucos que exibem particular aptidão e uma disposição de avançar são cuidadosamente observados à medida que progridem pelos graus mais elevados. Em certo ponto — algumas fontes dizem que é no Trigésimo Grau — aqueles que forem considerados como possuidores de um potencial para coisas maiores e melhores são informados que o mestre a quem eles servem é nenhum outro senão Lúcifer. Então, se essa informação não os detiver, eles estarão no caminho para alcançar a "verdadeira iluminação" e servir um papel vital na organização. E, para aqueles irmãos que insistem que isso não é verdade, nós os desafiamos a atentarem para o considerável corpo de evidências que dizem o contrário! Os escritos maçônicos estão disponíveis na Internet em abundância e somente aqueles que separam um tempo para peneirá-lo (como fizemos e continuamos a fazer) podem considerar-se informados sobre a verdadeira natureza da Maçonaria.

Eis o que disse o apóstolo em Colossenses 2:2b-3; 8-9, ao advertir sobre o gnosticismo:

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência."

"Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade."

A "iluminação" ou "esclarecimento" oferecido pela Rosa-Cruz/Maçonaria é puro gnosticismo sem adulteração e precisa ser rejeitado pelo povo de Deus, pois Jesus Cristo é o divino repositório de tudo que é verdadeiramente alumiador. Precisamos orar poderosamente por discernimento espiritual porque as trevas estão se mascarando como luz e muitos do povo de Deus estão seguindo como mariposas atraídas por uma chama!

Assim, ofereço este pensamento em conclusão: Se os cristãos não podem ser enganados, por que, então existe hoje um terrível charco de doutrinas e ensinos conflitantes concernentes à salvação e à vida cristã? Deus não é autor de confusão [1 Coríntios 14:33], de modo que de onde você supõe que ela se origina? Eu enganado??? Irmãos, todos nós precisamos orar e pedir discernimento e estar dispostos a mudar nossas mentes quando o Espírito Santo expor o erro, em vez de obstinadamente nos agarrarmos àquilo que é falso. Manejar corretamente a palavra da verdade [2 Timóteo 2:15] nunca foi mais importante do que é agora porque as trevas estão descendo rapidamente sobre nós.


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Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

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Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Data da publicação: 8/2/2005
Patrocinado por: A. J. R. C. — Fortaleza / CE
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p231.asp

Emoções e a Carne


Em que ponto a verdadeira adoração termina e a emoção carnal inicia?

Durante este período do ano (o Natal), Mateus 2 é freqüentemente lido pois contém detalhes sobre o nascimento de Jesus Cristo. Nos primeiros dois versos ficamos sabendo que magos do oriente vieram a Jerusalém em busca daquele que tinha nascido Rei dos Judeus para que pudessem adorá-lo. Mas, devido a uma ignorância quase universal do ocultismo entre os cristãos hoje, poucos compreendem a surpreendente verdade expressa nessas palavras! De acordo com a Concordância de Strong, esses "magos" eram magos babilônios e, por implicação, homens cultos mas também ocultistas e praticantes da feitiçaria.

Meus amigos, esses homens eram zoroastristas e adoravam a Ormuz — um conceito gnóstico da luta universal entre as forças da luz e das trevas. Eles estavam saturados no misticismo ocultista e pagão, para dizer o mínimo! Todavia, milhões de cristãos ignorantes continuam a vê-los como pessoas espirituais porque "adoraram" ao menino Jesus. O ponto real é que eles meramente prestaram homenagem a Ele — um ato de respeito que provavelmente teriam oferecido a qualquer outro rei humano daquele tempo. A palavra grega traduzida como "adorar" em Mateus 2:2 é proskuneo e tem uma conotação de mostrar reverência pelo homem ou por Deus. Assim, é uma pena que a tradição católico romana tenha conferido a esses homens uma posição de respeito que eles certamente não merecem. E, a tremenda ironia é que aquilo que realmente ocorreu é perdido por aqueles que não compreendem os fatos. Por Sua mão soberana, Deus levou a elite dentre a principal organização ocultista daquele tempo a empreender uma longa e difícil jornada, para oferecer presentes e prestar homenagem ao Seu Filho! Aqueles presentes financiaram a fuga de José e Maria ao Egito, para escaparem da ira do rei Herodes.

Então, para mostrar outro exemplo em que o contexto da "adoração" não é claramente aquele de um crente em relação ao Seu Senhor, ofereço o seguinte:

"E, quando viu Jesus ao longe, correu e adorou-o." [Marcos 5:6].

Essa foi a ação do "maníaco de Gadara" antes de ser liberto da possessão demoníaca. Os demônios foram compelidos a mostrar uma atitude de respeito diante de Cristo, mas não o adoraram reconhecendo Sua dignidade intrínseca — o sentido em que os cristãos devem usar o termo — porque "Digno é o Cordeiro" [Apocalipse 5:12].

Como existem dois aspectos diferentes na adoração, vamos avançar para o ponto que quero tratar. E este é, você realmente honra ao Senhor ou meramente presta respeito/homenagem a Ele? Ir à igreja, ajoelhar-se e passar pelas moções de adoração formal são uma bobagem sem sentido se não forem motivadas pelo Espírito Santo. Assim, faça a si mesmo esta pergunta vitalmente importante e seja totalmente honesto: Qual é minha motivação para ir à igreja? — É para dar ou para receber? Se você é como a maioria das pessoas hoje (e admite isso), o serviço de adoração é um total enfado se a música não emocionar sua alma e/ou uma mensagem 'positiva' do pastor não elevar seu ânimo. Certo? Lembre-se que estamos sendo honestos aqui! Infelizmente, a maioria mostra pelas ações que não entende que o propósito de um serviço de adoração é dar, não receber. Devemos oferecer livremente a Deus nosso louvor, nossas orações e nossos recursos financeiros — desse modo honrando-o pelo que Ele é — não nos comportando como crianças cobiçosas que esperam receber presentes em troca. O apóstolo Paulo nos lembra disso em Atos 20:35, em que cita o Senhor dizendo que é mais bem-aventurada coisa dar do que receber. Mas, como somos egoístas por natureza, manter nossas prioridades é um constante problema.

Estão suas prioridades na ordem correta? Para descobrir, permita-me propor um teste que você pode fazer para revelar o que o motiva de verdade no que se refere à adoração.

(1) Como afetaria você se sua igreja restringisse seu programa musical aos cânticos congregacionais de um hinário fora de moda e se recusase a permitir a "Música Cristã Contemporânea" com todas suas representações na plataforma, orquestrações no estilo da Broadway e apelo emocional? Você poderia sobreviver sem as apresentações emocionantes de solistas que emulam os astros da música popular?

(2) Qual seria sua reação se seu pastor derramasse seu coração e insistisse em pregar sermões sobre doutrina com 45 a 60 minutos de duração (ou mais) — desse modo deixando-o muito desconfortável com relação ao pecado em sua vida? E se ele verdadeiramente desse ouvidos à admoestação de Paulo em 2 Timóteo:

"Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina." [2 Timóteo 4:2; ênfase adicionada].

(3) Você poderia crescer espiritualmente sem uma dieta contínua de aconselhamento psicológico de auto-ajuda a partir do púlpito?

Meus amigos, é óbvio a partir da quantidade de mensagens de correio eletrônico que recebo que o povo de Deus está acordando para a realidade! Mais e mais pessoas estão expressando insatisfação com suas igrejas pois percebem que pouca ou nenhuma adoração genuína está ocorrendo ali. Os pastores desenvolveram uma obsessão tão grande com o Movimento de Crescimento de Igreja que sucumbiram a uma mentalidade pragmática — "qualquer coisa que funcione e traga resultados" — para preencher os bancos com gente. Essa é uma receita para o desastre espiritual! Os fins não justificam os meios.

A palavra grega ekklesia usada no Novo Testamento, é traduzida como "igreja" em nossas Bíblias, é uma reunião de crentes genuínos para o propósito de estudo bíblico, oração e adoração — como vemos definido na Concordância de Strong:

ekklesia — de um combinação do grego 1537 (ek) e um derivativo do grego 2564 (kaleo); uma chamado para fora, isto é (concretamente) uma reunião popular, especialmente uma congregação religiosa (sinagoga judaica, ou comunidade cristã de membros na terra ou santos nos céus, ou ambos); assembléia, igreja.

Um edifício não é uma igreja. A igreja é formada por cristãos nascidos de novo que se reunem dentro do edifício e, quando eles saem, aquela igreja em particular é dispersa. Então, se dois ou três (ou mais) deles se reunirem em torno da mesa de jantar da casa de algum deles para o propósito de adorar, isso também atende à definição de igreja! Durante os primeiros 200-300 anos da época da igreja, pequenos grupos de cristãos reuniam-se nas casas para a adoração e, se a presente tendência continuar, essa poderá voltar a ser a norma outra vez. Uma fome e sede de alimento espiritual estão gradualmente separando o trigo do joio, à medida que o povo de Deus gravita em direção à verdade da Palavra de Deus.

Assim, como um apelo para aqueles que pararam de ir à igreja, imploro que vocês procurem encontrar outros que concordem em se reunir com vocês em suas casas para a adoração. Esse certamente não é um novo problema conforme evidenciado pela seguinte exortação:

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia." [Hebreus 10:25; ênfase adicionada].

Precisamos uns dos outros. Os vários dons espirituais que foram conferidos a nós pelo Espírito Santo (todos os cristãos nascidos de novo têm pelo menos um dom; mas nenhum indivíduo possui todos eles) são para o propóstio de prover ajuda para os irmãos. Deus deseja que fiquemos unidos e essas habilidades sobrenaturais provêem a "cola" necessária para realizar isso. Além disso, observe no verso acima que ficar junto é cada vez mais importante à medida que "vemos que vai se aproximando o dia". Que dia está sendo referenciado por essa frase? É o dia do Senhor, que começa com o Período da Tribulação e a revelação do "homem do pecado" — o Anticristo. Os crentes em todo o mundo estão agora soando o alarme, por assim dizer, chamando a atenção para os eventos atuais que apontam claramente para a proximidade da hora. Além disso, a apostasia continua a forçar o povo de Deus para a separação, mas não devemos nos manter isolados e marginalizados.

Mas e as diferenças em posições doutrinárias que nos dividem em tantas denominações? A doutrina é vitalmente importante e não deve ser ignorada, mas se alguém exibe claramente o fruto do Espírito Santo em sua vida diária — precisamos aceitá-lo como um cristão genuíno e, se necessário, "concordar em discordar" em certas questões. Tenha em mente que a heresia pode e realmente existe com a crença verdadeira — de modo que precisamos amorosamente dar descontos para essas coisas e tentar resolvê-las se possível. Como regra, a contemporização é algo a ser evitado, mas os cristãos maduros devem poder concordar nos fundamentos essenciais — aquilo que é realmente essencial na fé — e tolerar as diferenças de opinião. Por exemplo, a centenária disputa entre arminianos e calvinistas não é um obstáculo para a adoração que não possa ser superado pelo tipo certo de tolerância. Desde que todos enfoquem a honra a Jesus Cristo e em fazer o melhor para viver para Ele, essas diferenças de opinião devem ser secundárias para esse objetivo. Os membros de uma mesma família freqüentemente não se olham nos olhos em certas questões, mas o amor os mantêm juntos.

Assim, se você achar necessário "sair do meio deles e separar-se" [2 Coríntios 6:17], procure outros que amem ao Senhor e queiram oferecer-se a Ele em adoração.

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." [Romanos 12:1-2].

O Espírito Santo o dirigirá a eles se você estiver disposto a ser dirigido.



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Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

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Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Data da publicação: 12/2/2005
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Adorando a Criatura em Lugar do Criador


Uma perfeita ilustração de "colocar o carro na frente dos bois".


Velhos ditados normalmente contêm uma mensagem de bom senso e "colocar o carro na frente dos bois" é um bom exemplo. A imagem absurda de uma junta de bois empurrando uma carroça em vez de puxá-la é ilustrativa de colocar as coisas fora da ordem correta. Encontramos esse princípio mencionado pelo apóstolo Paulo no seguinte texto:

"Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." [Romanos 1:18-25; ênfase adicionada].

A palavra grega traduzida como "criatura" é ktisis, item 2937 na Concordância de Strong, do grego 2936 (ktizo); formação original (apropriadamente o ato; por implicação a coisa, literal ou figurativa) — construção, criação, criatura, ordenança.

A frase "honraram e serviram a criatura" (as coisas criadas) nos leva a acreditar que Paulo pode ter tido Satanás em mente. Mas em qualquer caso, é evidente que grande parte da humanidade continua a praticar o panteísmo — identificando as várias forças e operações da natureza como sendo parte de Deus e adorando-as. Mas como Satanás é também um ser criado, todos os que adoram a "natureza" estão indiretamente adorando o diabo!!

Uma ilustração da inclinação dos seres humanos de se virarem ou se desviarem daquilo que é objetivado pode ser visto sempre que os bebês recebem um novo brinquedo. Freqüentemente eles terminam brincando com a embalagem e não com o brinquedo! Por que isso acontece? Acho que provavelmente devido ao fato de não compreenderem a função do brinquedo. Eles preferem a caixa por que é mais simples e faz sons agradáveis quando eles batem ou a esmagam no chão!

Como são espiritualmente mortos, os indivíduos não regenerados são incapazes de reconhecer, apreciar ou diferenciar entre o Criador e aquilo que Ele criou. Como resultado, muitos terminam adorando o universo material por que é o que eles podem ver e experimentar com seus sentidos. A necessidade humana inata por confirmação sensorial é a principal razão por que o panteísmo de uma forma ou outra está no centro de todas as religiões pagãs.

Talvez o exemplo mais óbvio desse tipo de crença possa ser visto no hinduísmo, em que os aderentes adoram uma imensa quantidade de deuses. Eles, juntamente como todos os gnósticos, acreditam na reencarnação — ciclos em que a alma retorna para viver novamente em um corpo. E esse corpo pode ser qualquer coisa, desde uma formiga até um elefante! É por isso que eles evitam matar as "vacas sagradas", os ratos, os macacos, etc. — porque qualquer coisa viva pode ser o tio Carlinhos reencarnado! O conceito de "carma" governa o nível de cada ciclo de reencarnação — isto é, o efeito total da conduta de uma pessoa determina se ela voltará como uma formiga, um elefante, ou se finalmente escapará do ciclo de reencarnação e alcançará o estado final e de total felicidade do Nirvana.

Bem no centro da crescente ênfase dada às questões ambientais está a crença que a "Mãe Gaia" (a Terra) está superpovoada e ficando exaurida de seus recursos. Os proponentes também insistem que o aquecimento global nos destruirá se algo não for feito rapidamente. Embora algumas dessas afirmações pareçam estar baseadas na observação científica, a verdade é que estão sendo dirigidas pelo panteísmo gnóstico. Acerca disso, o Deus da Bíblia diz o seguinte:

"Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão." [Gênesis 8:22].

"Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios." [2 Pedro 3:6-7; ênfase adicionada].

Assim, insistir que o homem vai destruir seu ninho é uma mentira perniciosa nascida no poço do abismo e promovida pelo gnosticismo ocultista! O homem pode poluir e exaurir os recursos da Terra, mas Deus reservou a destruição final dela para si mesmo. Um novo céu e uma nova Terra serão o resultado:

"Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?" [2 Pedro 3:12].

"E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles." [Apocalipse 20:11; ênfase adicionada].

"Vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe." [Apocalipse 21:1; ênfase adicionada].

Antes que esse ato final de julgamento ocorra, Jesus Cristo irá governar a Terra como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores durante mil anos:

"E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo." [Apocalipse 20:1-3; ênfase adicionada].

Sentado no trono de Davi em Jerusalém, Ele governará com "vara de ferro".

"Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro." [Salmos 2:9].

"E com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai." [Apocalipse 2:27].

"E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono." [Apocalipse 12:5].

"E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso." [Apocalipse 19:15].

Os eleitos entre as nações (tanto judeus quanto gentios) que sobreviverem ao Período da Tribulação e ao julgamento de Deus no Armagedom, entrarão no Reino para povoar a Terra. Neste ponto a humanidade finalmente experimentará a Utopia — o ideal pelo qual tantos ansiaram. A Terra será restaurada à sua beleza dos tempos do Jardim do Éden e o meio ambiente será perfeito em todos os aspectos. A justiça será exercida de forma rápida (a vara de ferro) e nenhum pecado oculto ficará sem punição. (Para um estudo mais aprofundado desse assunto, leia o artigo "Milênio — o Reinado de Jesus Cristo na Terra", em P196.)

Mas intencionalmente obscurecido por uma cortina de fumaça das questões do meio ambiente está a horrível possibilidade de os homens maus tomarem as questões em suas próprias mãos. O iluminismo gnóstico há muito tempo planeja governar o mundo colocando seu "cristo" no trono. O objetivo declarado deles é reduzir a população mundial em dois terços. O príncipe Phillip, da Inglaterra, pai do príncipe Charles, é o atual chefe da Maçonaria do Rito Escocês em todo o mundo. Certa vez ele disse que gostaria de retornar reencarnado como um vírus mortal para que pudesse ajudar a corrigir o problema da superpopulação! Mesmo assim, a maioria das pessoas ainda não compreende por que a princesa Diana tinha tanto medo daquela "realeza". Mas, uma vez que ela lhes deu um "herdeiro e um sobressalente", a utilidade dela terminou.

Os homens livres (ou pelo menos aqueles que pensam que são livres) nunca foram levados gentilmente à opressão e faz sentido para os iluministas que eles precisam ser destruídos para que o plano seja bem sucedido. Afinal, no modo deles de pensar, os milhões de mortos em uma conquista vão reencarnar — talvez em uma vida melhor do que antes — de modo que eliminá-los é algo plenamente justificável. Essa lógica draconiana segue o adágio que "Algumas gramas de prevenção valem tanto quanto um quilograma de cura". E, como aconteceu com a princesa Diana, o mundo livre — especialmente a América — muito provavelmente será eliminado quando não for mais útil. Quando as nações se tornarem um peso para os homens sem Deus e totalmente inescrupulosos, a liberdade e a justiça para todos serão tripudiadas sem hesitação.

Devem os cristãos se levantar em justa indignação e pegar em armas contra esse inimigo — uma segunda Revolução Americana? Os Movimentos Patriotas dos tempos anteriores aos incidentes em Waco e em Oklahoma City "brandiram os sabres" e fizeram pregações nessas linhas, mas hoje estão relativamente silenciosos. Táticas brutais das forças do governo rapidamente fizeram calar essas noções e demonstraram uma disposição de matar qualquer um que se atreva a tentar. Portanto, o povo de Deus não deve ser tentado a se envolver em rebelião contra o governo por que essa não é uma opção com respaldo nas Escrituras. Romanos 13:1-2 proíbe expressamente a rebelião contra as autoridades e o objetivo de Deus é que os maus ganhem a batalha, mas percam a guerra!

"Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação." [Romanos 13:1-2; ênfase adicionada].

A profecia bíblica nos diz que uma vitória temporária das forças do Anticristo é tão certa quanto a morte e os impostos. Precisamos nos acostumar com a idéia e direcionar todas nossas energias e recursos à propagação do evangelho de Jesus Cristo enquanto podemos — não em vãs tentativas de "recuperar nosso país". Precisamos trabalhar enquanto é dia, porque as trevas estão rapidamente descendo sobre nós.

Mas, a despeito da escrita na parede em letras bem grandes, muitos pastores continuam a pregar sermões patriotas e a exortar seus rebanhos a fazerem grandes coisas por meio das urnas eleitorais. Amados, sejam bons cidadãos e votem de acordo com suas consciências enquanto ainda temos esse privilégio — mas acordem para a realidade e compreendam que fazer isso é mais ou menos análogo a reorganizar as cadeiras no convés do Titanic! As últimas eleições presidenciais nos EUA foram pouco diferentes do que os eleitores tinham na antiga URSS — eles tinham a escolha de um candidato único, o que garantia o resultado e nós tivemos dois! Somos sortudos ou o quê?

É essa visão fatalista e/ou pacifista para o filho de Deus? Respeitosamente digo a todos os que se preocupam que é realismo baseado no bom senso e nas restrições apresentadas para nós pelas Escrituras. Em nenhum lugar no Novo Testamento encontramos justificativa para a rebelião contra as autoridades civis. Ah, mas e os comentários de Pedro e João diante do Sinédrio em Atos 4, e as palavras de Pedro em Atos 5?

"Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido." [Atos 4:19-20].

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens." [Atos 5:29].

Sob o governo romano, o Sinédrio tinha pouquíssima autoridade civil. Os judeus podiam praticar sua religião e o Sinédrio decidia as questões referentes a essas crenças, mas não podia impor a pena de morte — como foi claramente demonstrado pelo fato de eles levarem Jesus Cristo ao governador romano Pôncio Pilatos e pedir que ele O condenasse e executasse. Se Pedro, João e os outros apóstolos tivessem se recusado a obedecer Pilatos, certamente as conseqüências teriam sido muito sérias!! Assim, todos os pregadores que tentam usar a recusa dos apóstolos de obedecerem o Sinédrio como justificativa bíblica contra nosso governo precisam repensar suas posições!

"Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra." [Mateus 5:39; ênfase adicionada].

"Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas." [Mateus 10:16].

Todas as pessoas têm um direito básico de se defender e proteger contra os indivíduos que queiram feri-los fisicamente. No entanto, para o cristão, esse direito não se aplica no que se refere à autoridade governamental. "As potestades que há foram ordenadas por Deus" e não devemos nos envolver em resistência ativa e física contra elas. Mais cedo ou mais tarde os cristãos terão de encarar um decreto "converta-se ou morra" pelas forças do Anticristo e a única opção bíblica naquele tempo será fugir — não lutar e resistir. Se pegos, eles precisarão respeitosamente se recusar a receber o sinal da besta e depender pela fé que Deus lhes dará graça para enfrentar a morte com bravura e serenidade. Quando a antiga Roma punha os cristãos à morte no Coliseu, freqüentemente se dizia a respeito deles que "morreram bem". Despedaçados pelos animais selvagens e mortos pelos gladiadores, os mártires morriam louvando ao Senhor com seus lábios. Por causa de suas ações, somente a eternidade revelará quantos espectadores foram convencidos e se converteram por que sabiam que aquilo que tinham testemunhado estava muito além do comportamento humano normal.

"Preciosa é à vista do SENHOR a morte dos seus santos." [Salmos 116:15].

Assim sendo, tenha em mente que a história se repete e fique espiritualmente preparado para enfrentar aquilo que o futuro reserva para nós.



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Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Data da publicação: 24/4/2005
Patrocinado por: C. F. L.
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p242.asp

Arrependimento e Remorso São Duas Coisas Diferentes


"Se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis." [Lucas 13:3].

Quando o Senhor diz algo somente uma vez todos deveriam prestar atenção. Mas quando Ele repete uma mesma afirmação tintim por tintim no mesmo discurso, a ênfase adicionada não deve de modo algum escapar da nossa atenção!

As frases às quais nos referimos (uma das quais está no subtítulo) e o contexto imediato delas são como segue:

"E, naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus, cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios. E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis." [Lucas 13:1-5].

Aparentemente, Pilatos, o governador romano, tinha executado alguns judeus da Galiléia e, ao fazer isso, "misturou" o sangue deles com o sangue dos animais oferecidos em sacrifício pelos judeus. Provavelmente, essa punição não era incomum, porque o historiador judeu Josefo diz que muitos da região da Galiléia eram "as pessoas mais sediciosas no país". Mas, independente das circunstâncias, a resposta do Senhor provavelmente tomou todos eles de surpresa. Em vez de lamentar o fato de uma morte tão violenta, Ele aproveitou a oportunidade para dar uma lição espiritual fazendo-lhes a seguinte pergunta: Eram aqueles galileus mais pecadores por causa da terrível morte que tiveram? Sua resposta foi imediatamente seguida por uma pergunta similar em que somente as circunstâncias foram diferentes — a de uma torre que caiu e matou dezoito pessoas em Jerusalém. Eram aquelas pessoas mais culpadas do que as outras que viviam em Jerusalém por terem morrido daquela maneira? A segunda resposta Dele foi exatamente a mesma que a primeira!

Os judeus daquele tempo pensavam que, como eram o povo escolhido de Deus, somente os mais ímpios dentre eles sofreriam esse destino. Mas o Senhor corrigiu essa crença errônea informando-os que todos eles morreriam uma morte similar e estariam perdidos eternamente se não se arrependessem. Em outras palavras, à vista de Deus, todos eles eram pecadores condenados e não apenas aqueles que morreram sob aquelas circunstâncias. E o único remédio para a situação era o arrependimento e a crença Nele como o Messias:

"Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus." [João 3:18].

O Senhor sabia que um destino terrível aguardava o povo de Israel. No ano 70, o general romano Tito viria e destruiria Jerusalém e milhares seriam mortos ou levados como escravos. Aqueles que tinham se recusado a receber Jesus como seu Messias morreriam em seus pecados — ficando perdidos para sempre. Entretanto, isso não quer dizer que muitos cristãos não morreram também, mas como eles tinham se arrependido de seus pecados e creram, suas almas estavam seguras em Cristo.

A mensagem que João Batista, o Senhor, e Seus apóstolos pregaram era uma mensagem de arrependimento:

"E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia, e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus." [Mateus 3:1-2].

"Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus." [Mateus 4:17].

O apóstolo Paulo disse:

"Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial. Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento." [Atos 26:19-20].

Portanto, está fora de questão que a Bíblia ensina o arrependimento como necessário para a salvação — mas o que realmente significa arrepender-se? É meramente sentir remorso ou tristeza pelos pecados cometidos ou algo muito mais profundo do que isso?

Ao longo dos anos, milhões de pessoas têm derramado lágrimas, expressado tristezas por seus pecados e feito profissões de fé. Muitos delas fizeram (e continuam a fazer) obras de penitência para expressar sua sinceridade, enquanto outras sofrem na alma por causa de seus erros no passado e tentam "fazer melhor". Mas um fato triste é que ao longo do tempo, a maioria volta à vida normal e, independente do esforço que façam para serem boas, parece que nunca dura por muito tempo. Qual você acha que é o problema? Elas não estavam contritas o suficiente?

Meus amigos, esses indivíduos nunca nasceram de novo. O arrependimento que está associado com o renascimento espiritual envolve tristeza pelos pecados cometidos, mas também resulta em uma mudança sobrenatural da mente, do coração e de direção! O Espírito Santo de Deus literalmente vem habitar dentro do indivíduo, que passa a ser uma nova criatura:

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." [2 Coríntios 5:17].

Embora o indivíduo retenha a natureza pecaminosa do seu nascimento físico, sua vida não será mais caracterizada pelo pecado pois o Espírito Santo não permitirá que ele sinta prazer no pecado:

"Mas vós não aprendestes assim a Cristo, se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus; que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; e vos renoveis no espírito da vossa mente; e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade." [Efésios 4:20-24].

Se uma pessoa verdadeiramente se arrependeu de seus pecados — no sentido em que o termo é usado na Bíblia — sua vida nunca mais será a mesma. A entrada do Espírito Santo em seu ser interior arruína essa pessoa para o mundo e as "coisas" que anteriormente cativavam sua atenção irão gradualmente perder a atração à medida que ela "crescer na graça e no conhecimento" de Jesus Cristo:

"Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém."

Esse fato sólido como a rocha das Escrituras caracteriza sua profissão de fé? Você sabe bem no mais profundo interior da sua alma que é uma nova criatura em Cristo, ou ainda tem de admitir que simplesmente tem agido de forma mecânica para evitar embaraços?

Se você não tem paz no coração com relação à validade da sua experiência de salvação, exortamos que leia a Página de Salvação e também o artigo P154, "O ABC e XYZ da Salvação", prestando atenção especial aos onze testes contidos neste último. Nós os colocamos ali para que as pessoas possam determinar a diferença entre a genuína salvação de Deus e a falsificação de Satanás. Um verdadeiro filho da graça nascido de novo poderá dar uma resposta afirmativa às onze perguntas — pelo menos em certo grau. Os bebês não são crescidos o suficiente para apreciarem o sabor de certos alimentos deliciosos, mas eles gostam de comer! O mesmo princípio é verdadeiro com relação a um bebê em Cristo. Algumas das coisas relacionadas nos testes serão mais discerníveis para os cristãos maduros, mas até mesmo um recém-convertido poderá sentir um desejo de estudar a Bíblia, de orar, de ir à igreja, etc., o que não era o caso antes de eles receberem a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador. Mas se você sabe que essas coisas estão ausentes de sua vida, não finja ser algo que você não é.

Pregadores zelosos continuam a fazer muito mais mal do que bem ao tentarem dar às pessoas a certeza de que são salvas quando os indivíduos sabem que algo está errado e expressam suas dúvidas. Sei que isso acontece por que agi assim no passado. O desejo de levar outros a Cristo é compreensível e recomendável, mas nunca devemos exagerar ao tentar convencer uma pessoa contra aquilo que ela sente em seu coração. Satanás vai produzir mais do que joio suficiente sem que os cristãos sejam culpados de ajudar e instigar no processo.


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Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

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Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Data da publicação: 31/10/2005
Patrocinado por: L. O. G. — Florianópolis / SC
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p252.asp

A Partida de Xadrez Entre Deus e o Diabo


"… não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?" [Daniel 4:35b].
"… O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade" [Isaías 46:10b].

Minha crença pessoal é que o "querubim ungido para cobrir" (Ezequiel 28:14) — obviamente o principal entre os querubins, que, mais tarde, tornou-se Satanás — tomou conhecimento de todo o plano de Deus antes da fundação do mundo. Pois a Bíblia nos informa que esse plano incluía a escolha (eleição) e redenção de um grupo específico de pessoas antes mesmo do universo material ou as pessoas existirem (Efésios 1:4)! Assim, parece razoável concluir que a deslealdade do diabo imediatamente após a humanidade tornar-se realidade indica tanto conhecimento anterior como também intenção de opor-se a Deus. Essa progressiva batalha entre o bem e o mal é semelhante a uma partida de xadrez na qual cada lado ataca e responde, buscando alcançar a vitória. Mas é claro que o embate nunca foi, nem será jamais, uma "disputa equilibrada". Afinal, por melhores que sejam as circunstâncias em que o diabo possa se encontrar, é incontestável o fato de que ele é apenas uma criatura e não se compara ao nosso Deus soberano! Contudo, ele insiste em perseguir seu plano perverso e, de acordo com a Palavra de Deus, continuará a fazer isso até um determinado dia que se aproxima, quando Deus finalmente o lançará no lago de fogo (Apocalipse 20:10).

Como surgiu esse epítome de tudo o que é maligno e ruim? Por que um Deus onisciente o criou? Existem alguns indícios para a primeira pergunta, mas a resposta para a última permanece oculta nos desígnios secretos do Altíssimo. Contudo, em algum momento antes do que eu chamarei de a "segunda criação" (o céu com seus anjos, querubins, etc., sendo a primeira), o ser sobrenatural agora conhecido como Satanás vangloriou-se e persuadiu alguns dos anjos a segui-lo em rebelião. Sabemos que o diabo tem "seus anjos" porque os eventos de Apocalipse 12:7-9, que ainda estão no futuro, demonstram esse fato. Além disso, as narrativas de Isaías 14:12-15 e Ezequiel 28:12-16 referem-se claramente a um ser com características que estão além dos reis humanos de Babilônia ou de Tiro, respectivamente — ainda que Deus se refira a ele como tal! A passagem de Ezequiel pode eliminar toda a dúvida, pois nos diz que ele esteve no Jardim do Éden e era perfeito em seus caminhos até que se achou iniqüidade nele. Essa "iniqüidade" foi a origem do pecado: Desobediência a Deus, quando nada dessa natureza existia antes.

Portanto, um Salvador — o "Filho unigênito" (João 3:16) do plano eterno de Deus — tornou-se necessário uma vez que o pecado entrou em cena. Porém Sua chegada à terra só ocorreu milhares de anos após a queda do homem no Jardim. Nossa "partida de xadrez" ocorreu durante esse intervalo, no qual Satanás fez de tudo para calcular a próxima jogada de Deus. Assim que os primeiros humanos foram criados, ele deu início ao que veio a se tornar uma longa série de tentativas de frustrar o plano divino. Desta forma, em minha imaginação, quase posso ouvir suas afrontas no momento em que fez sua jogada inicial "para pôr o rei de Deus em xeque!" ao persuadir Adão e Eva a desobedecerem, introduzindo dessa forma o pecado no mundo. Essa tática é mais um forte indício de que ele sabia que o Salvador seria Deus encarnado (em um corpo humano) e, portanto, sem pecado! Em outras palavras, se toda a humanidade pudesse ser inundada pelo pecado, o plano de um Salvador — de acordo com sua lógica confusa — seria impossível!

Todavia, o lance de resposta de Deus malogrou toda intenção de uma rápida vitória visto que Ele Pessoalmente "cobriu" o pecado de Suas criaturas caídas. O princípio do sangue inocente sendo derramado para cobrir os pecados do culpado foi instituído no momento em que Deus imolou alguns animais para fazer túnicas de suas peles e vestir os seres humanos desprotegidos (Gênesis 3:21). Assim, um sacrifício de sangue como expiação pelo pecado passou a ser uma exigência daquele dia em diante — até que o derradeiro derramamento de sangue inocente acontecesse no Calvário, quando Jesus Cristo pagou a dívida de pecado de Seu povo.

Imediatamente após a queda, e antes de repreender Suas criaturas caídas em razão de sua desobediência, Deus disse à serpente algo que é designado "o Proto-evangelho" pelos teólogos (uma alusão ou arquétipo da mensagem do Evangelho):

"Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." [Gênesis 3:15].

Naquele momento o plano eterno dos séculos foi parcialmente revelado: Deus enviaria à humanidade um Salvador e Ele seria descendente de Eva — um humano! Assim, todo menino que nascesse daquele dia em diante, que pudesse ser esse Salvador, ou pertencesse potencialmente à Sua linhagem, tornar-se-ia um alvo da ira de Satanás. Quando examinamos cuidadosamente a árvore genealógica de Jesus Cristo, como nos é apresentada em Mateus 1:1-16 e Lucas 3:23-38, encontraremos vários exemplos no Velho Testamento de como o diabo tentou interferir e aniquilar a linhagem do Messias de Israel.

Por exemplo, o primeiro filho de Eva foi Caim e suas atitudes e ações pecaminosas foram claramente instigadas por Satanás. A oferta que Deus determinou pelo pecado exigia o derramamento de sangue, porém Caim insistia em oferecer frutas e hortaliças que ele cultivara para si próprio. Então, quando essa dedicação pela salvação por meio de obras pessoais foi reprovada, ele matou seu irmão mais moço Abel (cujo sacrifício fora aceitável), dessa forma, aparentemente pondo um fim a qualquer possibilidade de um Messias-Redentor nascer. Dentre os dois filhos não restou linhagem santa — Caim foi amaldiçoado por Deus, expulso para "a terra de Node" (Gênesis 4:16), e o "bonzinho" Abel fora eliminado. [Xeque!]. Porém, nada preocupante, pois Deus continuou a abençoar Eva com mais filhos — tanto filhos como filhas. (Gênesis 5:4) [Lance de Resposta]. E o terceiro filho de Adão e Eva foi Sete, um homem piedoso de cuja descendência procederia o Messias.

Quando esses filhos e filhas adicionais nasceram, os homens começaram a multiplicar-se rapidamente e isso tornou mais difícil o esforço de Satanás de tentar identificar aqueles que Deus pretendia usar. Com isso ele foi forçado a adotar uma abordagem de "tiroteio para todos os lados". Uma vez que ele não poderia mais estar absolutamente certo da linhagem exata, tornou-se claro que ele teria que usar todo o armamento de seu arsenal sobrenatural na tentativa de fazer com que todos se tornassem o mais corrompidos possível! Hei, funcionou com Caim, então por que não aplicar a mesma idéia com todos os homens e colocar o Rei de Deus em xeque?

Bem, como vemos no registro de Gênesis, capítulo 6, o plano do diabo foi quase perfeito:

"E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração. E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito." [Gênesis 6:5-7] [Xeque!].

Entretanto, o defeito de Satanás é ser orgulhoso demais para aceitar o conceito da graça divina. Ele achou que, se pudesse compelir Deus a julgar severamente essas criaturas caídas, isso eliminaria todos os possíveis herdeiros ao trono. Porém, no que diz respeito a Deus, a condição espiritual de todos os homens em toda a parte atingiu o fundo do poço quando Adão pecou, pois todos morreram nele [1 Coríntios 15:22]. Assim, quando essas pessoas foram impelidas à excessiva perversidade, era impossível que elas se tornassem mais mortas! Desde a própria origem, nasceram tão ruins e abjetas espiritualmente até onde é possível para um ser humano, e somente o favor imerecido de Deus poderia salvá-las. E, naturalmente, o mesmo é verdadeiro para nós hoje.

Portanto, do ponto de vista de Satanás, parecia que ele tinha dado um tiro certeiro no Rei de Deus, pondo-O em xeque. E, a não ser que houvesse uma reação (algo impossível, pensou ele), seria "xeque-mate e ponto de vantagem para o deus deste mundo". Porém, o Senhor tinha um lance surpreendente reservado que o diabo jamais poderia antever. Embora o esperado julgamento contra o homem e também contra os animais tivesse sido decretado (Gênesis 6:7 e 13), havia ainda um aspecto que despertou a atenção e o interesse dos anjos no céu. Eles já sabiam que Deus havia providenciado um "reparo" temporário para o problema do pecado — o sacrifício de sangue inocente fora instituído para cobrir o pecado. Agora eles descobrem que Ele, no final das contas, planejava perdoar e remover tal pecado simplesmente como um ato de graça de Sua parte! Vemos essa verdade demonstrada na seguinte cena admirável:

"Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR." [Gênesis 6:8] [Lance de Resposta].

Dentre as grandes multidões da civilização pré-diluviana extremamente pecaminosa, Deus optou por oferecer Sua maravilhosa graça a apenas um homem e sua família. Quando as águas do julgamento precipitaram-se sobre o mundo, aquelas oito almas foram poupadas de uma população total que, naquela época, sem dúvida incluía milhões de pessoas. E entre aqueles poucos escolhidos estava Sem, o filho escolhido especialmente para levar adiante a linhagem de Jesus Cristo. Mas aquelas oito pessoas não eram pecadores exatamente como todo o restante? Certamente eram! Volte e considere Gênesis 6:5 (citado anteriormente), onde diz que "… toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente." Portanto, em algum momento o "toda" abrangia também Noé e sua família. Todavia, a monumental diferença é que por meio do princípio do favor imerecido (a definição de graça), Deus escolheu salvá-los e continuar a linhagem messiânica.

Então, após o dilúvio, os homens começaram a "se multiplicar e encher a terra" como Deus ordenara a Noé (Gênesis 9:1). Não obstante, ao continuarem a se espalhar, muitos deles se juntaram na terra de Sinar (Gênesis 11:2) para estabelecer cidades. Embora essa atividade por parte deles possa parecer trivial, ela era claramente estimulada pelo diabo — ainda que a Bíblia não declare isso de maneira específica.

O intelecto humano foi severamente afetado com a queda de Adão da graça. Porém, ao agruparem-se, juntarem seus recursos, e compartilharem conhecimento, os homens chegaram à conclusão de que lhes era possível realizar coisas tremendas. A Torre de Babel foi projetada para ser a realização mais notável de suas mãos — um zigurate, um templo no formato de uma pirâmide, mas com o topo achatado, construído para ser usado em um sistema astrológico e ocultista de adoração. Assim, Satanás adotou a estratégia de competir com Deus, estabelecendo uma religião alternativa baseada no conhecimento, e não na fé: Gnosticismo místico! [Xeque!].

Essa nova explosão de degradação motivou Deus às seguintes observações e atitude:

"E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade." [Gênesis 11:6-8] [Lance de Resposta].

Embora os princípios das "religiões de mistério" não tenham sido totalmente extintos das memórias daquelas pessoas, a confusão das línguas retardou o avanço do gnosticismo por muitos séculos depois. Agora, nestes "últimos dias", ele está ressurgindo com ímpeto!

Daí caminhamos até a chamada de Abrão (de quem Deus, mais tarde, mudou o nome para Abraão) de "Ur dos Caldeus" (Gênesis 12:1). Entretanto, para resumir, limitaremos as observações ao que Satanás fez e como Deus respondeu.

Deus prometeu a Abraão e Sara o milagre de um filho, sendo ambos idosos e Sara já há muito tempo fora da idade de conceber. Porém, em lugar de esperar com fé, Satanás obviamente os estimulava a "facilitar as coisas para Deus", levando Abraão a ter um filho com Hagar, serva de Sara. Desta união nasceu Ismael, e todas as honras espirituais e responsabilidades do primogênito, tradicionalmente observadas por aquela cultura, estavam reservadas para ele. O diabo não poderia estar mais feliz! Sem dúvida, o filho prometido jamais nasceria! [Xeque!].

Porém, Satanás teve de aprender uma lição, pois Deus confirmou Sua promessa e Sara (já com 90 anos de idade na época) ficou grávida! Isaque, o filho da promessa, nasceu. [Lance de Resposta].

Isaque teve filhos gêmeos — Esaú, o primogênito, e Jacó. Mais uma vez, os privilégios e responsabilidades espirituais estavam reservados para Esaú. [Xeque!]. Porém, Jacó literalmente comprou dele o direito de primogenitura por um prato de lentilhas! [Lance de Resposta].

Judá, filho de Jacó, como se viu depois, foi o escolhido, por meio de quem o Messias viria. Porém, ele se casou com uma mulher cananéia e teve três filhos — um tipo de união mista que Abraão certamente compreendia e evitava. (Gênesis 24:3) Seguramente, a linhagem será interrompida devido à influência pagã! [Xeque!].

Mas Deus Se desagradou da perversidade dos dois filhos mais velhos e matou a ambos! Então Judá isenta o terceiro do dever de casar com Tamar, viúva do filho mais velho. Essa obrigação, chamada de "lei do levirato" — literalmente casamento de cunhado — era observada em muitas culturas da época e, mais tarde, foi imposta por Deus a Israel. Porém, em uma mudança repentina dos acontecimentos, Judá é levado a ter um filho com Tamar, realizando, assim, o propósito da lei do levirato (embora não da forma usual). Perez, um dos gêmeos, nascido dessa união, deu continuidade à linhagem messiânica. [Lance de Resposta].

José, filho de Jacó, foi vendido como escravo por seus irmãos e experimentou muitos sofrimentos [Xeque!], mas Deus cuidou para que ele, no devido tempo, se tornasse o segundo homem em todo o Egito. Mais tarde, ele estaria no lugar certo na hora certa a fim de salvar sua família inteira (incluindo Judá) quando a fome ameaçou a sobrevivência deles. [Lance de Resposta]. Então, após a morte de José, os filhos de Israel tornaram-se escravos no Egito e precisavam desesperadamente de um salvador. Quando Moisés nasceu, Satanás obviamente percebeu "algo acontecendo" e incitou Faraó a matar todos os meninos recém-nascidos. Contudo, Moisés foi salvo do perigo pela filha de Faraó, cresceu na casa de Faraó e era o próximo a se tornar Faraó do Egito. Porém, uma vez mais, Satanás mostrou sua face repulsiva, incitando Moisés a matar um egípcio, obrigando-o a fugir e passar os próximos 40 anos na terra de Midiã cuidando de ovelhas. [Xeque!]. Depois, Deus enviou Moisés de volta ao Egito, operou milagres espantosos por meio dele, e libertou os israelitas da escravidão. [Lance de Resposta].

Na verdade, houve vários xeques e lances de resposta que ocorreram no Velho Testamento, mas não é possível enumerar todos na abrangência deste artigo. Mas, antes de prosseguir para a conclusão da "partida", o livro de Ester deve ser mencionado. Um estudo cuidadoso mostra que nem Deus nem Satanás são mencionados em suas páginas, mas ambos estavam obviamente trabalhando! O cenário foi durante a "Diáspora" — O cativeiro e dispersão dos judeus por potências estrangeiras, como os impérios babilônio e assírio. Por meio de uma sucessão de acontecimentos registrados nesse livro, a própria existência dos judeus em todo o mundo conhecido ficou ameaçada. O diabo sempre odiou Israel por causa da sua ligação com o Messias, e nessa tentativa planejada de um genocídio em massa (como na Alemanha Nazista) ele tentou exterminá-los. [Xeque!]. Porém, Deus operou por meio de duas pessoas (Ester e seu tio Mardoqueu) para "virar o feitiço" contra Hamã, o perverso e inescrupuloso partidário de Satanás, e impedir uma catástrofe. [Lance de Resposta].

Então, quando Deus finalmente enviou Seu Filho à terra, alguns magos que vieram de Babilônia informaram o rei Herodes do nascimento do Rei de Israel. Como Herodes considerou isso uma ameaça ao seu trono, imediatamente ordenou que todos os meninos recém-nascidos em Belém de dois anos para baixo fossem mortos. [Xeque!]. Deus, então, orientou José e Maria a tomarem o bebê e fugirem para o Egito até a morte de Herodes. [Lance de Resposta].

Mais tarde, eles retornaram para Israel e estabeleceram-se no povoado de Nazaré, onde o Senhor viveu até a idade adulta. Depois que Ele foi batizado por João Batista e iniciou Seu ministério terreno, Satanás se aproximou dEle e investiu contra Sua natureza humana de forma totalmente sobrenatural numa tentativa de fazê-lO pecar. Mas, com a ajuda do Espírito Santo, o Senhor resistiu àquele tremendo ataque e, pelo resto de Sua vida, conservou-Se firme de todas as audazes investidas do diabo.

E quando essa "partida de xadrez" foi finalmente concluída, o resultado continuou a reverberar por todo o céu, inferno, e toda a criação! Deus, o Filho, foi traído e falsamente acusado, açoitado e espancado até não ser mais reconhecido como humano, em seguida cravado em uma cruz de madeira e levado a sofrer uma morte horrível. [Xeque!]. Naquele momento — quando o sol escondeu sua face e a escuridão cobriu a terra — tenho plena certeza de que Satanás e todos os seus demônios ficaram maravilhados porque julgaram que não haveria mais nenhuma reação possível e a partida estava finalmente ganha.

Porém, no momento mais sombrio, o Senhor reuniu todas as forças que Lhe restavam e, com Seu último fôlego, simplesmente disse uma Palavra no original grego: tetelestai — está consumado! Entretanto, para o objetivo de nossa ilustração, foi um lance de resposta e Xeque-Mate!!! As regiões infernais provavelmente continuaram a celebrar sua aparente vitória, pois não perceberam que seu ímpio rei estava encurralado e o jogo verdadeiramente perdido. Porém, três dias depois, quando o Deus Filho, Jesus Cristo, ressuscitou vitorioso da morte, do inferno, e da sepultura, o pleno conhecimento e impacto de sua derrota tornaram-se óbvios e, então, o júbilo tornou-se uma terrível melancolia.

Meu amigo, você pode fazer todas as "jogadas" que lhe interessarem nesta vida, mas Deus vai vencer a partida. Então, não faz sentido tornar-se um soldado no exército de Deus, em vez de continuar a lutar em uma batalha perdida?


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Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

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Que Deus o abençoe.

Autor: Pr. Ron Riffe
Tradução: Pr. Luciano M. Tsuda
Data da publicação: 8/1/2007
Revisão: V. D. M. — Campo Grande / MS e http://www.TextoExato.com
Patrocinado por: J. S. L. e M. R. D. S. L. — Sorocaba / SP
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