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Jeová como testemunha de Jesus


Se disséssemos a uma testemunha-de-jeová que Jeová foi testemunha de Jesus, isso seria considerado por eles uma grande blasfêmia de nossa parte. Por quê? Porque, freqüentemente, quando somos abordados por pessoas desse grupo religioso, geralmente se identificam como testemunhas-de-jeová, e não poupam palavras para declarar que o próprio Jesus também foi como elas, uma testemunha de Jeová. E, para apoiar sua afirmação, citam: “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra” (Ap 1.5; grifo do autor).

Testemunhas de Jeová ou de Jesus?

Não há um só versículo no Novo Testamento que afirme que os cristãos devem ser conhecidos como testemunhas de Jeová. Mas existem textos que declaram categoricamente que os cristãos devem ser conhecidos e chamados de testemunhas de Jesus. O que segue são alguns exemplos da explícita proeminência da expressão “testemunhas de Jesus”:

“E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração” (Ap 17.6; grifo do autor).

Jesus, depois de ressuscitado, ensinou que seus discípulos deveriam ser suas testemunhas em todas as nações, dizendo: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1.8; grifo do autor).

“Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas” (At 2.32; grifo do autor).

“E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas” (At 3.15; grifo do autor).

“Mas, para que não se divulgue mais entre o povo, ameacemo-los para que não falem mais nesse nome a homem algum. E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus” (At 4.17,18; grifo do autor).

Vejamos agora um versículo em que Paulo, como testemunha de Jeová (Is 43.10) perseguia as testemunhas de Jesus: “Bem tinha eu imaginado que contra o nome de Jesus Nazareno devia eu praticar muitos atos” (At 26.9; grifo do autor). Depois de convertido, tornou-se testemunha de Jesus: “Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome” (At 9.15-16; grifo do autor).

“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3.17; grifo do autor).

“Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo” (Ap 1.9; grifo autor).

“... ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita” (Ap 2.13; grifo do autor).

Jeová como testemunha de Jesus

Se é verdade que Jesus é chamado de testemunha de Jeová, como lemos em Apocalipse 3.14, por outro lado, não se pode negar que Jeová também é chamado de testemunha de Jesus. Jeremias 42.5 declara: “Então eles disseram a Jeremias: Seja o Senhor entre nós testemunha verdadeira e fiel...”. E como “testemunha verdadeira e fiel” Jeová deu testemunho de Jesus: “Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Há outro que testifica de mim [o Pai], e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro” (Jo 5.31,32; grifo do autor).

“E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou” (Jo 8.17-18; ênfase do autor).

“Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou. Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu” (1Jo 5.9,10; ênfase do autor).

O testemunho de Jeová a respeito de Jesus

Por várias vezes Jeová deu testemunho de Jesus. Vejamos:

1. No seu batismo

“E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.16,17; grifo do autor).

2. No Monte da Transfiguração

“E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o (Mt 17.5; grifo do autor).

Pedro referiu-se a esse acontecimento da vida de Jesus, do qual ele também participou: “Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido” (2Pe 1.17; grifo do autor).

Testemunhos equivalentes

Se Jesus foi testemunha de Jeová e Jeová foi testemunha de Jesus, qual a diferença entre os dois testemunhos? Não são iguais, equivalentes? E quanto a isso a Bíblia apresenta a declaração de Jesus: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). “Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta. Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim mesmo, é quem faz as obras. Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras” (Jo 14.8-11).
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Este artigo foi enviado por email. Depois avaliado pelo CACP e aprovado para publicação. Lembrando que cada autor é responsável pelo seu artigo. Os artigos não expressam necessariamente a opinião do CACP.

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I Pe 3.18 e a ressurreição de Jesus


I Pe 3.18 - mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito

As Testemunhas de Jeová negam a ressurreição corporal de Jesus. Declaram que sua ressurreição foi apenas espiritual, e que o corpo de Jesus foi desintegrado por Deus: Certa ocasião, Ele até mesmo fez com que o apóstolo Tomé pusesse a mão na marca do ferimento em Seu lado, de modo que Tomé cresse que Ele realmente havia sido ressuscitado (João 20:24-27). Não prova isso que Cristo foi levantado no mesmo corpo em que fora morto? Não, não prova (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra. STV. Edição de 1989. P. 144).


Resposta

Jesus ressuscitou corporalmente e não como espírito glorificado. Em Rm 8.11 lê-se que Jesus foi ressuscitado pelo Espírito Santo: E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito, que em vós habita. O texto em questão não declara que Jesus foi ressuscitado como espírito glorificado e, sim, que Ele foi ressuscitado corporalmente pelo poder do Espírito Santo. Tomé tocou no corpo ressurreto de Jesus e foi convencido da realidade desse corpo. Entretanto, admitindo-se que Jesus materializou um corpo para se apresentar a Tomé, isso significaria que Ele estaria enganando a Tomé, dado que o corpo seria apenas uma materialização e não o mesmo corpo crucificado e colocado no túmulo (Ver Lc 24.1-6). A Bíblia diz: Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do templo do seu corpo. Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito (Jo 2.20-22). E Jesus declarou: Vede minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne e nem ossos, como vedes que eu tenho. E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e estando maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel. O que ele tomou, e comeu diante deles (Lc 24.39-43).


Fonte:

Bíblia Apologética
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Há um só Salvador


Nós podemos verificar que uma das coisas que as Ecrituras afirmam, é que há somente um salvador. Quem é esse "um só salvador"? É Jeová!

"Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador."
Isaías 43:11

Nós sabemos que a Bíblia não se contraria. Há somente um salvador, e este salvador é Jeová. Mas vamos observar quem, mais adiante é chamado de salvador:

"aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,"
Tito 2:13

" Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo."
2 Pedro 1:11

"É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor."
Lucas 2:11

Como pode ser isto? A única resposta é: Jesus é Jeová. As Testemunhas de Jeová consideram somente o Pai como Jeová, mas Jeová é Triuno. O Pai é Jeová, o Filho é Jeová, e o Espírito Santo é Jeová. Quando tentamos mostrar às Testemunhas de Jeová que Jesus é Jeová, nos são apresentados versículos em que o Pai e o Filho são vistos separadamente, como em At 7:55. Isto se deve ao fato das Testemunhas não conhecerem a doutrina da Trindade, pois esta não afirma que o Pai é o Filho (como fazem os mórmons).

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Explicando Jo 10.30


Cristo era um com o Pai ou “um em propósito” com o Pai?

A MÁ INTERPRETAÇÃO: Jesus disse: “Eu e o Pai somos um As Testemunhas de Jeová não acreditam que essa passagem signifique que Jesus e o Pai sejam um em essência e tenham a mesma natureza divina. Eles apontam para João 17.21,22, onde Jesus orou ao Pai para que os discípulos “sejam todos um, assim como tu, Pai, está em união comigo e eu estou em união contigo” (tradução Novo Mundo, das Testemunhas de Jeová). “É óbvio que os discípulos de Jesus não se tornarão todos participantes da Trindade. Mas eles vêm para compartilhar a unidade de propósito com o Pai e com o Filho, o mesmo tipo de unidade que une Deus a Cristo” (Reasoning frorn the Scriptures, 1989, pág. 424).

CORRIGINDO A MÁ INTERPRETAÇÂO: Jesus era um com o Pai em sua natureza, mas distinto dEle pessoalmente. O Deus trino possui apenas uma essência, mas três pessoas distintas (veja os nossos comentários a respeito de Jo 14.28). Então, Jesus tanto era o mesmo em substância como também era um outro indivíduo além do Pai.

O contexto deixa muito claro que Jesus não está apenas se referindo a ser “um em propósito” com o Pai. Sabemos que isso é verdadeiro porque assim que os judeus ouviram Jesus dizer que era “um” como Pai, imediatamente pegaram em pedras para matá-lo, acusandoo de ter blasfemado. Não é que eles tivessem entendido que Jesus estivesse meramente dizendo que era “um em propósito” com o Pai (pois, na verdade, eles se consideravam a si mesmos como sendo “um em propósito” com o Pai). Antes, indignaram-se por ter Jesus reivindicado ser Deus sem ter, na opinião deles, qualificação para isso. Os judeus compreenderam precisamente aquilo que Jesus pretendeu comunicar.

Fonte: Geisler e Rhodes

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Eu Sou


Vários textos na "Bíblia" da STV foram adulterados, a fim de fundamentar heresias. Um deles se encontra em João 8:58 - texto o qual identifica Jesus como Jeová.

Veja abaixo, como o versículo se encontra na Bíblia Sagrada, e como ele foi distorcido na Tradução do Novo Mundo (Tradução da própria Sociedade Torre de Vigia):

Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU. João 8.58 (Almeida)

Jesus disse-lhes: "Digo-vos em toda a verdade: Antes de Abraão vir à existência eu tenho sido. - João 8.58 (TNM)

Mas por que há esta diferença? É por que João 8.58 identifica Jesus como Jeová, o Grande Eu Sou, que apareceu a Moisés:

"E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós." - Êxodo 3.14


Sendo assim, se a STV assume que Jesus é o EU SOU do Antigo Testamento, tem de assumir a doutrina da Trindade. Como a Bíblia não sustenta a religião do Corpo Governante, este tem de modificar sua "Bíblia". Antes de começarmos uma exegese destes textos, veremos o que a "organização de Deus" diz para se defender: "A expressão em João 8.58 é muito diferente daquela usada em Êxodo 3:14. Jesus não a usou como nome ou título, mas sim como maneira de explicar a sua existência pré-humana. Assim, note como outras traduções bíblicas vertem João 8:58: ..." Deve-se Crer na Trindade? p. 26

Neste ponto, a brochura cita algumas traduções que apóiam suas doutrinas. Como é de praxe, a STV sempre cita obras quando estas apóiam suas doutrinas; porém quando não é assim, as obras são consideradas "lixo".

Mas o ponto ao qual quero chegar, é que a brochura afirma que "a expressão em João 8.58 é muito diferente daquela usada em Êxodo 3.14". Verificaremos por que isso é uma mentira, com base nos seguintes dados:

Tanto Jesus, como Paulo, o autor de Hebreus, e os demais, sempre faziam suas citações usando a Septuaginta. A Septuaginta é a tradução para o grego dos livros do Antigo Testamento (escritos originalmente em hebraico). O fato de Jesus, Paulo, etc. fazerem uso da Septuaginta, indica que esta era de grande circulação, e também que todos conheciam o seu texto. Da mesma forma, o grego era a língua em que se deu o diálogo entre Jesus e os Judeus, descrita nesta passagem. Tendo isso como base, verificaremos o texto de Êxodo 3.14 na Septuaginta, e o compararemos com o texto grego de João 8.58.

kai eipen o Theos pros Mousen ego eimi o on. Kai eipen Outos ereis tois uiois Israel O on apestalken me pros umas. - (Ex 3:14 - Septuaginta)

eipen autois Iesous, Amen amen lego umin, prin Abraam genestai ego eimi.
(Jo 8:58 - Novo Testamento Grego)

Veja que tanto na Septuaginta, como no N.T. Grego, aparecem as palavras EGO EIMI, as quais significam "EU SOU". Desta forma, podemos ver claramente que quando Jesus disse "ego eimi", os Judeus logo ligaram com o "ego eimi" do Antigo Testamento. A STV pode adulterar o texto da forma que quiser, mas não poderá negar a verdade de que a mesmíssima expressão (EGO EIMI) aparece tanto em João, como em Êxodo.

Outra prova incontestável de que os Judeus entenderam que Jesus se auto-identificou como sendo o EU SOU do Antigo Testamento, é a seguinte: há cinco razões que podem condenar uma pessoa à morte por apedrejamento, segundo a Lei Mosaica:

1) - invocação de mortos (Lv 20:27)
2) - blasfêmia (Lv 24:10-13)
3) - falsa profecia (Dt 13:5-10)
4) - filhos rebeldes (Dt 21:8-21)
5) - adultério / estúpro (Lv 20:10; Dt 22:22-24)

Veja que os Judeus ajuntaram pedras para apedrejar a Jesus (Jo 8.59). Qual dos motivos acima citados Jesus estava se enquadrando, segundo a visão deles, para ser sentenciado? É claro que é por blasfêmia (veja Jo 10.30-33):

"Eu e o Pai somos um. Os judeus pegaram então outra vez em pedras para o apedrejar. Respondeu-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas procedentes de meu Pai; por qual destas obras me apedrejais? Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo."

Os Judeus entenderam claramente o que Jesus quis dizer com "EU SOU", pois por isso, por Jesus afirmar ser o grande EU SOU, o Deus, eles quiseram o apedrejar por blasfêmia. A Mesma expressão que eles conheciam da Septuaginta, ou seja, "ego eimi", a qual Deus usou para se identificar, Jesus estava usando para si. A Expressão "ego eimi" também se encontra em Dt 32.39, onde se encontra a afirmação de que somente Deus é o EU SOU (ego eimi).

Agora, iremos verificar mais um ponto contra a posição da STV sobre este versículo: a tradução errônea em sua "Bíblia". O texto grego não admite sob forma alguma a tradução de "ego eimi" para "eu tenho sido". O Pr. Esequias Soares da Silva, em seu livro Como Responder às Testeunhas de Jeová, vol. 1, p. 109 explica com clareza este fato:

"'EU SOU" no texto grego aqui é ego eimi e não permite em hipótese alguma a tradução "eu tenho sido". Essa tradução da TNM é uma violação inescrupulosa da gramática e uma distorção do que a Bíblia ensina. O verbo grego eimi, "sou", no infinitivo emai "ser", é defectivo e não tem perfeito nem aoristo. Esses "tempos" verbais (aspectos verbais) vêm suprimidos pelo perfeito e aoristo do verbo ginomai e se a expressão "eu tenho sido" fosse autêntica aqui, nessa passagem o verbo seria gegona. Além do mais, o verbo "ser" está desprovido de tempo, não encerrando portanto a idéia de tempo. Com isso, Jesus está dizendo que é eterno. A idéia de tempo aqui, nessa passagem, recai sobre a palavra prin "antes", e o acentuado contraste entre os verbos gregos "existisse" ginomai e eu "sou" (eimi) mostra que mesmo antes de Abraão existir Jesus já existia eternamente. Com isso, Jesus se identificou com o grande "EU SOU" de Êx 3.14."

Agora que vimos com clareza que Jesus é realmente o EU SOU, gostaria de frisar a importância que o texto da em reconhecê-lo como tal. Recomendo a leitura de Jo 8.21-59. Vejamos alguns textos desta passagem, onde Jesus afirma ser o EU SOU (ego eimi):

"Por isso vos disse que morrereis em vossos pecados, porque se não crerdes que EU SOU (ego eimi), morrereis em vossos pecados." (v. 24)

"Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do homem, então conhecereis quem EU SOU (ego eimi), e que nada faço por mim mesmo; mas falo como meu Pai me ensinou." (v. 28)

Veja agora dois versículos onde "ego eimi" se encontra na Septuaginta:

"E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós." - (Êxodo 3.14)

"Vede agora que eu, EU SOU, e mais nenhum deus há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro, e ninguém há que escape da minha mão."
(Deuteronômio 32.39)

Mesmo que a tradução de "ego eimi" fosse "eu tenho sido", o que vimos que não é correto, os Judeus teriam entendido o que Jesus disse, pois conheciam a Septuaginta, onde o próprio Deus se auto-proclamou como o Ego Eimi. A Septuaginta foi traduzida aproximadamente no ano de 250 a.C., e era de grande circulação, pois a língua grega dominava quase todo o mundo da época. Esta tradução visava a conveniência dos Judeus de fala grega que não conheciam o hebraico. Como o grego era a "língua popular" da época, sua leitura era muito abundante. Mesmo pessoas que conheciam o idioma hebraico, como Paulo, e o autor de Hebreus, faziam citações da Septuaginta, o que indica que os Judeus a liam com freqüência. O texto por si só é claro – Jesus se identifica como sendo Deus!
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Prof. Paulo Cristiano e Prof. João Flávio Martinez
Fundadores do CACP

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Como poderia Deus falar consigo mesmo?


Salmos 110.1 - Disse o SENHOR ao meu Senhor

Testemunhas de Jeová – Criticam a doutrina bíblica da Trindade argumentando que: o Senhor não pode falar consigo mesmo e se Jesus fosse Deus, como poderia Deus falar consigo mesmo? Argumentam que a Tradução do Novo Mundo traduziu melhor o texto: A pronunciação de Jeová a meu Senhor é.


Resposta Apologética

Em primeiro lugar, Deus não está falando consigo mesmo, como argumentam as Testemunhas de Jeová. Quando afirmamos que Jesus é Deus, não estamos dizendo que Jesus é o Pai. As Testemunhas de Jeová confundem a doutrina bíblica da Trindade, tendo como objetivo dizer que os evangélicos são contraditórios no conceito da Trindade. Os cristãos não confundem as Pessoas da unidade composta de Deus (Um só Deus, três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo - Mt 28.19). O texto bíblico, diz claramente que o SENHOR estava falando com o Senhor. Ou seja, o Pai (SENHOR) falando ao Filho (meu Senhor). Não se trata de má tradução. Em segundo lugar, o fato do Pai falar com o Filho não o diminui em sua Divindade. No Novo Testamento encontramos muitas vezes esse diálogo, que em nada compromete a Divindade de Jesus. Esse versículo dentre outros com seus respectivos contextos revelam mais uma vez a gloriosa doutrina bíblica da Santíssima Trindade.


Fonte: Bília Apologética

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As Testemunhas de Jeová adoravam Jesus


Muitas Testemunhas de Jeová (TJ) já se converteram a Jesus, e outras pelo menos já abandonaram essa organização, por descobrirem que o seu Corpo Governante (a liderança mundial das TJs) vivem mudando de ensinos. Isso é prova cabal de que esses líderes não são guiados pelo Deus da Bíblia, mas pelo deus das trevas. Já mudaram mais de 300 vezes de ensinos, pelo menos que temos aqui catalogados. E o pior de tudo, esses ensinos, às vezes, mudam e retornam com o tempo na mesma forma anteriormente ensinado. Não queremos zombar das TJs, mas tais mudanças têm motivado críticos delas a chamarem a tais mudanças constantes de Luzes Pisca-Pisca, devido ao seu caráter vai-e-vem. O interessante é como o Corpo Governante trata das mudanças de ensinos de outras organizações religiosas, que mudam também de ensinos, mas sem atribuir necessariamente essas mudanças a ação exclusiva de Jeová Deus na vida da Igreja:

"É assunto sério representar Deus e Cristo de um modo, e depois achar que nosso entendimento dos principais ensinos e das doutrinas fundamentais das Escrituras estava errado, e, daí, retornar às mesmas doutrinas que, por anos de estudo, cabalmente verificamos ser erradas. Os cristãos não podem vacilar — ser indecisos — a respeito de ensinos fundamentais. Que confiança se pode ter na sinceridade ou no critério de tais pessoas?" - A Sentinela de 15 de abril de 1977, página 246, volume encadernado.

Se os cristãos não podem vacilar, o que dizer então do modo como a Liderança Mundial das TJs vem interpretando e reinterpretando se Jesus deveria ou não ser adorado, desde os idos de Charles Taze Russell, o fundador do movimento, em 1879, até hoje? Observe:

1ª LUZ (a) - Jesus foi adorado aqui na terra - "Cremos que o nosso Senhor Jesus, enquanto esteve na terra, realmente foi adorado e assim procedido corretamente." - A Sentinela de 15 de Julho de 1898, página 216, volume encadernado.

1ª LUZ (b) - Jesus foi adorado aqui na terra - "Muitos da Cristandade poderiam aprender numerosas lições com aqueles sábios gentios [Os Magos]: Eles caíram diante dele, prostraram-se, então fisicamente expressaram sua reverência. (2) Eles adoraram-no em seus corações [...]." - A Sentinela 1 de janeiro de 1906, página 15, em inglês.

Até aqui observamos Russell, embora não crendo que Jesus fosse o próprio Jeová, ensinando a adoração a Jesus, inclusive afirmando que a Cristandade deveria aprender a lição com os Magos que vieram adorar Jesus. Russell morreu aos 31 de outubro de 1916 crendo que deveria adorar a Jesus. E para piorar as provas contra essa seita, após a morte de Russell, a ele A Sentinela dirigiu as seguintes palavras, conforme trazidas do original:

"Charles Taze Russell, tu tens, pelo Senhor, sido coroado um rei. E pelas eras eternas teu nome será conhecido entre as pessoas, e teus inimigos virão e adorarão a teus pés." - A Sentinela de 1 de dezembro de 1916, página 377, volume encadernado.

Argumentando com as TJs: Como pode uma organização se achar a única verdadeira, se o próprio fundador, de 1879 até 1916 não recebeu do Verdadeiro Deus a "verdade" de que não se deveria adorar a Jesus? E como puderam ensinar que os inimigos adorariam Russell aos pés dele?

1ª LUZ (c) - Jesus continuou a ser adorado nos dias de Rutherford (1916-1942) - "Jeová Deus ordena a todos a adorarem a Jesus porque Cristo Jesus é a expressa imagem de seu Pai, Jeová." (A Sentinela 15 de novembro de 1939, página 339, volume encadernado, em inglês) "No milênio, os príncipes conduzirão as pessoas em sua adoração a Jeová e a Cristo." (Vindicação, Volume III, página 295, em inglês) "As pessoas de todas as nações que obtêm a salvação devem vir à casa do Senhor e adorá-lo ali; isso quer dizer que elas devem crer e adorar a Jeová e ao Senhor Jesus Cristo." (Salvação, página 151, em inglês).

1ª LUZ (d) - Jesus continuou sendo adorado nos dias de Nathan H. Knorr, até 1954 - "Agora, na vinda de Cristo para reinar como rei na capital da organização Sião de Jeová, para ali trazer um novo mundo justo, Jeová faz dele infintamente maior do que anjos e mensageiros divinos e concordemente ordena-lhes adorá-lo. [...] Visto que Jeová Deus reina agora como Rei [...] então todos os que deveriam adorá-lo devem também adorar e curvar-se [...] a Cristo Jesus, seu Co-regente no trono da teocracia." - A Sentinela 15 de outubro de 1954, página 313, em inglês.

Como podemos perceber, de 1879 até pelo menos 1954, ou seja, durante 75 anos, por que Jeová não havia ainda revelado a elas o que hoje o Corpo Governante considera uma "verdade" - Não devem adorar a Jesus? Se fosse um assunto secundário, até poderíamos admitir que Deus tem o seu devido tempo, mas em questão de como adorar a Deus, será que poderíamos conceber que o Soberano Senhor Jeová, o Todo Poderoso, teria permitido que seus seguidores o adorassem dividindo a adoração com um ser criado, como pensam as TJs? Pois José do Egito, por dedução e atuação do Espírito Santo de Deus, em sua vida, negou-se a adulterar, mesmo antes de Jeová ter dado os Dez Mandamentos, então por que aqueles Estudantes Internacionais da Bíblia e depois, mesmo com o novo nome de Testemunhas de Jeová (1931), ainda não foram guiados pelo Espírito Santo de Deus a não render nenhuma adoração a Jesus até 1954, caso essa fosse uma verdade? Porque não são guiados pelo Espírito Santo de Deus! Interpretam a Bíblia a seu bel prazer, como faz qualquer outra seita exclusivista.

Amamos as TJs, como pessoas, mas não temos como concordar com essa doutrina que vai e vem, vai e vem, a qual ao mesmo tempo é ensinada pelo grupo como alimento espiritual que vem de Jeová. Observe a mudança:

2ª LUZ - Não se devia mais adorar a Jesus - "Conseqüentemente, visto que as Escrituras ensinam que Jesus Cristo não é uma co-pessoa trinitária com Deus, o Pai, mas uma pessoa distinta, o Filho de Deus [...], nenhuma adoração distinta deve ser rendida a Jesus Cristo, agora glorificado no céu. Nossa adoração deve ser apenas a Jeová." - A Sentinela 1 de janeiro de 1954, página 31, em inglês.

Argumentando com as TJs - E as Tjs que morreram adorando a Jesus? Serão salvas? Ou terão a desculpa e que Jeová e seu Corpo Governante que não haviam revelado a "verdade" ainda a elas?

Contudo, contrariando o que Russell certa vez disse, que uma nova luz jamais anula a anterior, mas soma-se a ela, a nova luz, ou nova interpretação, dizia que se podia adorar a Jesus. Veja:

3ª LUZ - Jesus poderia ser adorado (de novo!) - "Cristo deve ser adorado como Espírito Glorioso, vitorioso sobre a morte na estaca de tortura." - Certificai-vos de Todas as Coisas, página 104, edição de 1960 [a edição de 1970 retirou essa declaração].

Argumentando com as Tjs - Se de acordo com Provérbio 4:18, Jeová revela luzes para o Corpo Governante, por que Ele teria primeiro permitido adorar a Jesus, depois ensinado a esses líderes a não adorar, e depois que se poderia adorar de novo?

Mas a luz continuou a brilhar. E novamente adorar a Jesus não foi mais recomendado.

4ª LUZ - Jesus não deveria ser adorado (de novo!) - "Os trinitaristas que crêem que Jesus é Deus, ou no mínimo uma segunda pessoa do Deus triúno, não gostam das Testemunhas de Jeová dizerem que é antibíblico para adoradores do Deus vivo e verdadeiro render adoração ao Filho de Deus, Jesus Cristo." - A Sentinela de 1 de novembro de 1964, página 671, em inglês.

Argumentando com as TJs - Quando um ensino desses, tão importante, vacila entre duas opiniões, a que conclusão você chega? Que Deus faz assim, ou que o homem age assim, independentemente de Deus?

Mas o Corpo Governante mudou novamente, e Jesus agora poderia ser adorado de novo, de uma forma relativa, como quiseram ensinar antes em outros momentos dessa história de acender e apagar de luzes:

5ª LUZ - Jesus poderia ser adorado, mas de modo relativo e só pelos anjos - "Em vista de tudo isso, como devemos compreender Hebreus 1:6, que mostra que até mesmo os anjos ‘adoram’ o ressuscitado Jesus, Cristo? Caso se prefira a tradução "adorar", então se precisa compreender que tal ‘adoração’ é apenas relativa. Pois o próprio Jesus declarou enfaticamente a Satanás que "é a Jeová, teu Deus, que tens de adorar [uma forma de proskynéo] e é somente a ele que tens de prestar serviço sagrado". - A Sentinela de 1 de julho de 1971, página 415; A Sentinela de 15 de janeiro de 1992, página 23.

Aqui nos convém uma observação interessante. Em 1971, se considera a adoração relativa como possível a Jesus, mas 11 anos antes, lemos num livro das TJs:

"Adoração relativa, usando-se ajudas à devoção físicas, é contrária ao princípio cristão de adoração." - Certificai-vos de Todas as Coisas, página 244, edição de 1960.

E mesmo que se dissesse que essa declaração acima se referia apenas à adoração de imagens e não à adoração relativa a Cristo, a obra das TJs Estudo Perspicaz afirmou:

"Não existe um único caso nas Escrituras em que fiéis servos de Jeová tenham recorrido à utilização de ajudas visuais para orar a Deus ou tenham se empenhado numa forma de adoração relativa." (Estudo Perspicas das Escrituras, volume II, páginas 92, 93)

Quanta contradição nos ensinos do Corpo Governante! Além de contradição, palavras de confusão, bem típico do que o nome Babilônia quer dizer: Confusão, nome este que as Testemunhas de Jeová nos dão, por afirmar: TODAS AS RELIGIÕES, COM EXCEÇÃO DA NOSSA, SÃO PARTE DE BABILÔNIA A GRANDE, O IMPÉRIO MUNDIAL DA RELIGIÃO FALSA!

Errar, revisar, corrigir, é uma arte aprovada por Deus, mas errar, revisar, corrigir e se considerar a única religião verdadeira, a qual recebe de Deus as interpretações da Bíblia, através de um espirito santo com letras minúsculas NÃO pode ser algo aprovado por Deus. Isso se chama brincar com vidas, e com o próprio Deus.

Atualmente, veja o que ensina o Corpo Governante das TJs sobre se é correto ou não adorar a Jesus?

6ª LUZ - Jesus não recebe nenhuma adoração. Só Jeová deve ser adorado! - Portanto, a que conclusão chegamos? Que Jeová, e ninguém mais, é "o Deus verdadeiro e a vida eterna". Somente ele merece receber a adoração exclusiva de suas criaturas. — Revelação (Apocalipse) 4:11." - A Sentinela de 15 de outubro de 2004, página 31.

É importante observar que o Corpo Governante, enquanto admitiu a adoração relativa dos anjos a Jesus, ao mesmo tempo ensinava que só Jeová mereceria a adoração dos humanos. Também, a Tradução do Novo Mundo, a Bíblia dos TJs, edição de 1967, traduziu Hebreus 1:6 por "todos os anjos o adorem", mas as edições posteriores, evitando as provas de que se deva adorar a Jesus, traduziu o texto por "todos os anjos lhe prestem homenagem".

Argumentando com os TJs - Você não acha um ensino errôneo ensinar que Jesus deve ser adorado, depois ensinar que não, depois ensinar que sim, depois ensinar que a adoração a Jesus seria apenas relativa, depois que adoração relativa é idolatria, e finalmente que Jesus não deveria ser adorado? (Espere uma resposta) Você acha mesmo que o Corpo Governante, depois de tantas mudanças que vão e que vêm, ensina mesmo o que Jeová quer, ou o ensino deles é contraditório?


Fernando Galli
IACS - INSTITUTO APOLOGÉTICO CRISTO SALVA
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Apocalipse 1:18


Jesus é o “Alfa e o Omega” mencionados neste verso?

A MA INTERPRETAÇÃO: As Testemunhas de Jeová argumentam que todas as referências ao Alfa e ao Omega no livro de Apocalipse referem-se ao Deus Todo-Poderoso, e não ao Filho (Reasoningfrorn the Scriptures, 1989, pág. 412).

CORRIGINDO A MA INTERPRETAÇÃO: Existem duas fortes razões para considerar essas passagens como referências a Cristo e, por essa razão, como provas de sua divindade. Em primeiro lugar, a passagem em Apocalipse 1.7 fala de alguém que foi “traspassado” e que “vem". E obvio que esse que vem deve ser Jesus, uma vez que Ele (e não o Pai) foi traspassado na ocasião em que foi pregado na cruz. O verso 8 então nos diz que Deus é aquEle que “vem”. AquEle a quem os dois versos se referem como “vindo” é Deus, e aquEle que foi traspassado só pode ser Jesus Cristo.

Em segundo lugar, João faz uma declaração explícita a respeito da divindade de Cristo em Apocalipse 22.12.13:“E eis que cedo venho (...) Eu sou o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro”. Em Apocalipse 22.20 lemos:”Aquele que testifica estas coisas diz:Certamente, cedo venho. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!”. AquEle que está vindo é Deus, a segunda pessoa da Divindade, o “Princípio e o Fim”,Jesus Cristo.

Fonte: Geisler e Rhodes
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Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
Este artigo é um trabalho compilado.

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Adorar somente a Deus


Todos nós sabemos que somente a Deus se deve adorar. Somente Ele é digno de adoração. A adoração que não é dirigida a Deus, é idolatria, a qual é altamente condenada. Vamos estas coisas na Bíblia:

Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.Lucas 4.8

Guardai-vos para que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e os adoreis...Deuteronômio 11.16

Sendo assim, a adoração dirigida a qualquer outro ser ou objeto, que não seja Deus, é altamente condenada (Ex 20.4; Lv 26.1; Is 42.8). Por este motivo, se Jesus não fosse Deus, ele não seria e nem aceitaria adoração. Podemos verificar nas Escrituras, as várias vezes em que Jesus é adorado, e aceita a adoração:

Então os que estavam no barco adoraram-no, dizendo: Verdadeiramente tu és Filho de Deus."Mateus 14.33

"E eis que Jesus lhes veio ao encontro, dizendo: Salve. E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés, e o adoraram." Mateus 28.9

" E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem." (Cf. Hb 1.6 na TNM - Ed. de 1967)

Jesus tanto é adorado, como aceita a adoração, e até o Pai ordena que os anjos o adorem. Esta é uma prova incontestável da divindade de Jesus. A STV, como não pode contestar isto, fez algo impressionante: alterou a Bíblia. Em todas as passagens em que Jesus é adorado, a STV substituiu adorar por prestar homenagem.Parece ser uma acusação um pouco "forte", mas é a verdade.

A palavra grega que é traduzida para adorar, é proskyneo (se lê prosquinô). Proskyneo, se encontra relacionada ao Pai (Mt 4.10; Jo 4.24; Ap 7.11), a anjos (Ap 22.9), a homens (At 10.25), a Jesus (Mt 2.2, 8.2, Jo 9.38), e a ídolos (At 7.43). Esta mesma palavra, traduzida por adorar se referindo ao Pai, quando se refere a Jesus, a STV muda para prestar homenagem. Isto demonstra claramente que quando a Bíblia não sustenta uma crença da STV, ela (a Bíblia), é "adequada" a crença.

Uma prova clara disto, é que a TNM, edição de 1967, trazia em Hb 1.6 a palavra "adorar", mas na edição posterior, mudaram a tradução para "prestar homenagem". Esta é apenas uma das várias corrupções de texto da TNM.

Jesus é adorado, da mesma forma que o Pai é adorado. Jesus pode ser adorado, por que ele é Deus!

Inclusive, Charles Taze Russel e Rutherford (os dois maiores lídereres e presidentes das TJs) disseram que Jesus recebeu corretamente adoração - sabiam? (Cf. A Sentinela, 01/01/1906 - Pg. 15 ... Sentinela 01/12/1916, pg. 377, volume encadernado em Inglês).

E agora, será que as TJs teria coragem de dizer que seus fundadores são idólatras?

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Prof. João Flávio Martinez
É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.

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A Ressurreição Física de Jesus


É argumentado pelas TJ que Jesus não ressuscitou com o seu corpo do sepulcro. Vejamos o que é dito: “...sua volta nunca poderia ser com o corpo humano” (livro “Poderá viver... pág.143).

Pelo que vemos as TJs desacreditam da ressurreição de Jesus. Alegam que Jesus não poderia ser assunto ao céu em um corpo físico. Entretanto a Bíblia mostra que Jesus subia ao céu e voltará de lá em um corpo físico (leia: Jo.20:24-27, At.1:11 - TNM). Parece que as TJ desconhecem a passagem de II Reis 2, onde Elias foi assunto ao céu com o seu corpo humano, mostrando-nos assim que o céu é um lugar real. Alias o mundo espiritual é um lugar real. O Apóstolo Paulo nos fala que a ressurreição literal de Cristo é a nossa maior esperança, pois se Deus pode ressuscitar a Jesus em um corpo físico e imortal, também poderá ressuscitar o nosso. Veja que Paulo diz; “E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (I Cor.15:14).

Realmente o pregado pela Sociedade Torre de Vigia é vão, pois se não se crê na ressurreição literal de Cristo tudo é vão. Ainda bem que a verdadeira Igreja acredita na Bíblia literalmente. O diabo é que gosta de inventar falsas interpretações, que gosta de torcer a Palavra de Deus, que gosta de pegar o que é literal e inventar estórias malignas e sem fundamentos. Alias, os livros da Sociedade Torre de Vigia não observam nenhuma regra de interpretação bíblica, mas apenas aceitam as loucuras de alguns loucos que já morreram. Oremos para que Deus tenha misericórdia dessas pobres e moribundas almas.

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A Palavra era [um] deus-Testemunhas de Jeová


UMA CORRETA ANÁLISE GRAMATICAL DE JOÃO 1.1

A Tradução Novo Mundo das Escrituras Sagradas (obs.: das Testemunhas de Jeová), revisãode 1986,verte assim o texto de João 1.1:

"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus e a Palavra era [um] deus".

O objetivo deste pequeno trabalho é mostrar que a última parte do versículo ("a Palavra era [um] deus") foi traduzida de forma arbitrária, sem obedecer as regras gramaticais da língua grega dentro do contexto semântico do Novo Testamento. Entendemos que a tradução correta é aquela utilizada pela maioria das versões: "a Palavra era Deus".

Reativando este tema bastante discutido no passado, esperamos contribuir para o fortalecimento das convicções dos que amam e crêem na Palavra de Deus, e para trazer certeza aos que se encontram na dúvida.

Os termos gregos do texto em questão, representados pelos caracteres latinos correspondentes, ficam assim representados:

THEOS EN HO LOGOS. Segue-se a análise gramatical de cada palavra com sua tradução:

THEOS - substantivo, masculino singular, predicativo do sujeito.........[Deus]

EN - 3ª pessoa do singular Imperfeito do Indicativo, do verbo EIMI.......[era]

HO - artigo masculino singular (feminino em português).....[a]

LOGOS - substantivo, masculino singular, sujeito........[Palavra]

Estamos diante de uma oração onde dois substantivos (THEOS e LOGOS) são relacionados através do verbo de ligação (EN). O substantivo THEOS não vem precedido de artigo mas substantivo LOGOS está precedido pelo artigo definido HO. Em construções deste tipo, com o verbo na 3ª pessoa, o sujeito da oração é indicado pela presença do artigo diante do substantivo. Em grego não existe o artigo indefinido como em português ou inglês. Contudo, a ausência de artigo definido não indica necessariamente que a tradução deva ser feita com uso do artigo indefinido, seja em português, seja em inglês.

O professor Jean Humbeit, mestre conferencista da Sorbonne, em seu livro "Sintaxe Grecque", assim se expressa à página 44, quanto ao uso do artigo grego: (a tradução é minha)

"O artigo pode definir o indivíduo que está em questão e o conjunto de indivíduos que formam um grupo ou uma espécie. Inversamente, a ausência de artigo implica uma impossibilidade de definir um indivíduo em particular, ou é um meio de exprimir "a espécie em si mesma", sem considerar as individualidades que a compõem".

A ausência do artigo, portanto, possui duas alternativas: impossibilidade de definir o indivíduo ou um meio de exprimir "a espécie em si mesma". Voltando ao texto em questão e aplicando o critério acima para ausência do artigo, concluímos inicialmente que a tradução poderia ser de duas maneiras:

1. Considerando uma impossibilidade de definir um indivíduo em particular, teríamos a seguinte tradução:

THEOS EN HO LOGOS = A Palavra era um deus. Neste caso, "um deus" estaria indicando a impossibilidade de dizer qual dentre os deuses individualmente considerados "A Palavra" seria. Embora seja uma tradução gramaticalmente possível não é aceitável semanticamente no contexto da Bíblia, onde há um só Deus verdadeiro, isto é, não existe uma quantidade de deuses maior do que um possibilitando criar uma indefinição em torno do vocábulo 'Deus'.

2. Utilizando a alternativa restante que é um meio de exprimir "a espécie em si mesma", sem considerar as individualidades que a compõem, a tradução seria, então: "A Palavra era Deus." Fica assim indicado que "A Palavra" era da espécie de "Deus", que biblicamente é única, sem considerar as individualidades que a compõem. Esta tradução, além de gramaticalmente correta, tem um sentido semântico coerente com o conteúdo bíblico. Nas Escrituras, ora o termo 'Deus' é uma pessoa individualizada, ora é essência ou espécie.

Podemos concluir que a versão correta para o texto em estudo é: "a Palavra era Deus". Não está sendo dito que a Palavra era o Deus Pai, mas que a Palavra era Deus em essência, qualidade ou espécie. O substantivo THEOS (Deus) está numa função adjetiva, qualificando o sujeito da oração HO LOGOS (a Palavra).


Por Mário Hygino*

Referencia bibliográfica

Humbert, Jean. "Sintaxe Grecque". Paris: Libraire C. Klincksieck, 1954, pág. 44.
*Professor de português e grego.

Fonte: Jornal Desafio das Seitas nº 31
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A Divindade de Jesus-Testemunhas de Jeová


Divindade de Jesus - As TJ possivelmente apresentarão as seguintes citações para tentar provar que Jesus não seria Deus:

- João 14.28 "Ouvistes o que eu vos disse: vou e venho para vós. Se me amásseis, certamente, exultaríeis por ter dito: vou para o Pai, porque o Pai é maior do que eu."

Na ocasião em que Jesus disse isso, Ele estava ainda como Homem, logo, não poderia ser mesmo como o Pai. Jesus também foi feito um pouco menor que os Anjos (Hebreus 2.7), mas nem mesmo as TJs entendem que Jesus é inferior aos Anjos. Hoje, Ele não é menor que o Pai: "Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome" Filipenses 2.9.

Usam também algumas citações as quais dizem que Jesus foi enviado pelo Pai, e usam o seguinte argumento: "Qual é maior, o enviado ou quem lhe envia?" Este raciocínio não é coerente, se fosse, Jesus seria maior que o poder ativo de Jeová, visto que este foi enviado por Jesus (João 16.7). Ora, será que Jesus (um criatura, segundo as TJ), seria maior que o Espírito Santo (a força ativa de Jeová, segundo as TJ)? Será que uma criatura seria maior que o poder ativo de Jeová?

O fato de Jesus ter sido enviado pelo Pai, não indica que Ele era menor que o Pai. Os discípulos, certa vez, enviaram Pedro e João para Samaria (Atos 8.14), seriam Pedro e João menores que os outros discípulos? Paulo e Silas também foram enviados (Atos 17.10). Raciocinemos novamente: Seria Jesus, uma criatura ao ver das TJ, maior que o poder ativo de Jeová? Certamente que não! Mas Jesus enviou o Espírito Santo, e nem por isso Ele é superior ao Espírito de Deus, nem tampouco, o Pai é maior que Ele pelo fato Dele ter sido enviado. Veja também João 15.26, no qual Jesus afirma que Ele realmente seria que enviaria o Espírito Santo.

- Mateus 19.17 "E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos." Ora, usar este versículo para dizer que Jesus não seria Deus também não é um raciocínio coerente, pois, estariam as TJ dizendo que Jesus não é bom? Quando Jesus perguntou isso, Ele estava perguntando: "Como você me chama de bom se você não crê que eu sou Deus?" A Bíblia diz que Jesus é bom, e se só Deus é bom, logo, Jesus é Deus: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas." João 10.11. Esta citação prova que Jesus é Deus duas vezes: Primeiro - Jesus é bom, e só Deus tem esta bondade; Segundo - Ele é o Pastor, e fazia uma clara referência do Salmo 23.1.

- Mateus 24.36 "Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai." Este versículo, quando apresentado pelas TJ, é na verdade, mais "um tiro que sai pela culatra!", vejamos: Daquele dia e hora ninguém sabe, mas as TJ já disseram que sabiam da data e ano da volta de Jesus, e dizem que Ele já teria voltado em 1914! Ora, se só o Pai sabe, como elas poderiam saber? Jesus mesmo disse: "E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder." Atos 1.7. Como que as TJ ficariam sabendo da volta de Jesus? Vejamos agora o ponto em que elas usam: Nem Jesus sabia do dia e hora. No livro de Apocalipse, encontramos um fato diferente: Apocalipse 19.12 "Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo." Só Jesus sabe este Nome, podemos dizer que o Pai não sabe? Mais uma referência: Apocalipse 5.4 "E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele." - Ora, o Pai também não podia abri este livro. Eles podem dizer: "Mas o livro estava na mão do Pai". Sim, mas por que o Pai não o abriu? Nós que somos trinitarianos compreendemos claramente estas passagens, visto que o Pai ama o Filho e testifica Dele, tal como o Filho ama ao Pai, sendo os dois, um só (João 10.30), não temos nenhuma dificuldade em compreender estas passagens!

Quero ainda acrescentar algo aqui a respeito de Jesus. Nem Jesus sabia do dia e hora, verdade, pois ainda ele não tinha subido ao Pai (estava vivendo como homem), mas quando subiu ao céu todo o poder lhe foi dado no céu é na terra e um nome sobre todo o nome, agora pergunto ainda não sabe Jesus? É lógico que sim.
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Sou um ex-TJ, O amor é uma flor maravilhosa, mas para colhê-la devemos ter coragem de enfrentar os espinhos

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