
PÉROLAS HERÉTICAS DE SEMINÁRIOS TEOLÓGICOS PERIGOSOS À FÉ CRISTÃ
Estou perplexo com aulas de teologia que alunos de seis seminários e faculdades teológicas "cristãs" no Brasil me mandaram pela internet. Tive a paciência de ouvir mais de 50 aulas na íntegra. Quero agradecer aos alunos que colaboraram por me enviar aquilo que eles chamaram de "aulas de professores polêmicos", "aulas de liberais", "palestras de ateus", "palavras de quem não crê na Bíblia", e faço questão de incluir o comentário feito por um professor a respeito de algumas aulas numa das Faculdades teológicas de São Paulo: "Aulas de quem vê na Bíblia o que o Diabo quer que vejamos" (por exemplo, um professor disse no que ELE acredita que apesar dos 2.000 erros na Bíblia, ela continua sendo a sua Palavra por essência. Que lindo!) Consegui também visitar as páginas virtuais dessas instituições para comparar qual a proposta deles (Quem Somos, Qual a Missão") e comparei com o conteúdo dessas aulas. Obviamente, não é minha intenção generalizar em dois aspectos: (1) Que todas as Faculdades e Seminários teológicos evangélicos brasileiros estão contaminados por heresias; (2) Que nessas 6 instituições, cujos alunos me enviaram aulas gravadas, encontraremos todos os professores e diretores (Reitores) também contaminados com as heresias que ou o Diabo implantou ou que o excitante desejo do docente herege de ser mais filósofo do que pastor e professor cristão nos moldes bíblicos se aflorou demais. Ao comparar as espetaculares razões existenciais de tais poços de heresias de ensinar a palavra de deus contra a Palavra de Deus, imaginei (perdoem-me os meus leitores) o APETITE INTELECTUAL que deve imergir no âmago da fecunda mente do docente, que de forma bem indecente, espiritualmente falando, propõe-se a afirmar com toda a sua convicção: Estaria a Bíblia falando a verdade, ou será que...." Uma das mais últimas novidades veio do Paraná, quando um Doutor em Divindade afirmou: "Se em nossas aulas você ficar entre a fé e a razão, opte pela fé. Se isso não for possível, com oração, é porque Deus está lhe abrindo os horizontes através de uma nova perspectiva teológica, que poderá ser simplesmente uma reinterpretação para erros bíblicos, o que prova o caráter da revelação progressiva de Deus." Sim, este seminário teológico no Paraná deve ser tão bom que é possível o aluno ficar entre a fé e a razão, e se com oração ele não puder ficar com a fé, Deus está se revelando mais para o aluno, fazendo com que ele descubra e reinterprete os erros da Bíblia.
A seguir, convido meus queridos leitores, que perdem seu precioso tempo com esse escritor e teólogo em formação, tido pelos maçons batistas e vários medalhões da Covenção Batista Brasileira e de outras Organizações e Lideranças tradicionais como polemista, causador de problemas éticos e pessoa de difícil relacionamento pessoal, que não sabe escrever e-mails e textos na internet, ou inapto para escrever livros, sim, convido-os a contemplar a filosofia de "mestres", "doutores", os quais postulam saber escrever e ensinar a verdade da Bíblia, mas não a verdade na Bíblia.
Pérolas teológicas para enriquecer seu conhecimento filosófico-cristão
Em primeiro lugar, quero afirmar que tudo aquilo que eu escrever aqui não são palavras minhas, e preciso enfatizar isso porque há aqueles inaptos para diferenciar o que alguém fala, escreve e crê de quando alguém se refere à fala, escrita e crença de outras pessoas. Então, para ser bem didático, os textos em vermelho referem-se ao que os fecundos mestres em teologia disseram de interessante em muitas aulas, mais de 50 delas. Quero, inclusive, omitir nomes de quem me enviou tais aulas e das instituições teológicas. Meu questionamento é com as pérolas. Quanto às instituições, eu as entrego nas mãos de Deus, mas não nas do deus ensinado por Paul Tillich, o teólogo preferido desse tipo de "crente".
Pérola 1- (Seminário Teológico Batista) - "O livro de Daniel foi, conforme sabemos, foi composto bem depois do cumprimento de muitas de suas profecias. Por favor, não me ousem a dedurar o pseudo-Daniel na Escola Bíblica Dominical em suas igrejas. (Risada da Classe) Inclusive, (risada do professor e depois, da classe), eu trouxe comigo uma citação da Bíblia de Jerusalém que tenho o prazer de compartilhar com vocês nesse slide:
"As guerras entre Selêucidas e Lágidas e uma parte do Reino de Antíoco Epífanes nele são narradas com grande luxo de pormenores insignificantes para o propósito do autor. Este relato não se parece com nenhuma profecia do Antigo Testamento, e apesar do seu estilo profético, relata acontecimentos já ocorridos. [...] Foi composto e imediatamente escrito por um autor que se oculta por trás de um pseudônimo, como já sucedera no opúsculo de Jonas." - Bíblia de Jerusalém, Introdução a Daniel"
Comentário do teólogo em formação que não deve escrever nada antes de concluir um curso de teologia formal - Se não foi Daniel quem escreveu o seu livro e, conforme os intelectuais da fé afirmam foi composto e escrito por volta de 167 e 164 a. C., bem depois do cumprimento das profecias registradas em Daniel, por que Jesus, o Filho de Deus, disse o seguinte:
"Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)"? - Mateus 24:15.
Então, temos um problema aqui: Se não foi Daniel quem escreveu, por que Jesus disse que foi? Segundo, se o suposto pseudo-Daniel (Daniel 9:1) escreveu os textos depois do cumprimento das profecias registradas no Livro de Daniel, esse pseudo-Daniel não era profeta coisa nenhuma! Por que, então, Jesus o chama de Profeta Daniel em Mateus 24:15? Será que é porque Jesus não teve o prazer intelectual de estudar nessa tão importante instituição batista que afirma capacitar seus alunos a compreender a Escrituras?
Pérola 2 - (Seminário Teológico Metodista) - "Pessoal, silêncio aí cara! Bom, eu quero apenas ... uhm, é...., eu quero pedir desculpas se na útima aula sobre Novo Testamento, [silêncio por favor] ... se na última aula eu magoei alguém quando disse que de fato muito do que a Bíblia diz que Jesus disse, na verdade ele não disse. Isso não tira o caráter de inspiração da Bíblia, pois mesmo Jesus não dizendo, está escrito alguma doutrina errônea sobre Jesus no Novo Testamento? Não!, de modo algum. E isso é que é o charme da inspiração divina, pois Deus deu inspiração para escreverem o que Jesus certamente teria dito, mesmo que não tivesse dito. Agora, embora não haja doutrinas errôneas, há erros de pensamento, de colocações, mas que não anulam, de modo algum, a mensagem final da salvação através da história narrada de Jesus."
Comentário do inapto teólogo em formação que não deve escrever nada antes de concluir um curso de teologia formal - Essas profundas explicações demonstram o método como nossos alunos em faculdades e seminários teológicos realmente não devem ser tratados como robôs. Pois de fato, se esses mestres da verdade ensinassem a inerrância bíblica como um fato, que toda a Bíblia é a expressão exata de Deus para nossas vidas, para eles seríamos robôs, programados para apenas repetir o que nos falam. O problema é que andam repetindo o que se absorve putredamente das bocas dessa corja de falsos mestres sem questioná-los, e se questioná-los, o questionador fica marcado, sofre represálias de alunos que compactuam com a fétida mensagem de quem não suporta mais a sã doutrina e precisa se adequar aos padrões do mundo teológico pós-moderno e aos desafios teológicos de um novo tempo na história cristã. Mas quanto ao comentário acima do filósofo-mestre, como ele sabe que Jesus não disse? Para quem tem fé na Bíblia como Palavra de Deus, sabemos que ela está correta. Mas para quem precisa fazer alta-crítica dEla, então que o faça fora de um ambiente que visa preparar os futuros pastores. O meu questionamento não se refere à liberdade do indivíduo perscrutar até que ponto a Bíblia está certa ou não. O meu questionamento é saber por quais motivos esse lixo teológico precisa ser ensinado como um fato, e não no máximo como uma heresia a ser refutada. Lamento também profundamente que haja "filósofos" em nosso meio ensinando que somos a salvação através da história narrada de Jesus. Que linguajar é esse? Essa colocação é absurda! Eu não fui salvo por uma história, por uma narração, mas pela graça de Deus mediante a fé num personagem histórico que morreu por mim. Será que na opinião desse professor o que lemos na Bíblia são fatos sobre Jesus, ou histórias inventadas sobre ele e sobre uma salvação nEle? Lamento, mas não posso compactuar com isso. Todos sabem que eu fui testemunha de Jeová por quase 17 anos. Será que as testemunhas de Jeová me fizeram um trabalho tão profundo em minha mente que nem me dei conta, a ponto de crer que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus? Desculpe minha ironia! Mas apesar das heresias delas, jamais questionaram a Palavra de Deus como plenamente inspirada por Ele. Só não canto "que saudades da professorinha que me ensinou o bê-a-bá" porque estudo num SEMINÁRIO TEOLÓGICO CRISTÃO, e louvo a Deus por meus professores. Eles não ensinam o que eu quero ouvir, nem a teologia que mais me agrada. Eles ensinam o que Jesus fica feliz em concordar: Uma teologia que move os alunos a pensarem com liberdade cristã sem se desviar das doutrinas fundamentais do Cristianismo.
Pérola 3 - (Faculdade de Teologia Batista) - "Precisamos discernir as verdades de Deus sobre o Jesus que salva, verdades estas reveladas num conjunto de livros, posteriormente chamado de Bíblia. Essas verdades foram ensinadas através de mistérios, tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento. Sobre o Novo, que é o nosso assunto em pauta, por que não considerar as parábolas de Jesus como mini-parábolas pertencentes a uma grande parábola, como a de Jó por exemplo? Ou seja, se Jesus ensinou por parábolas verdades do reino de Deus, porque Deus não inspiraria, e de fato como inspirou!, os que assumiram os nomes de Mateus, Marcos, Lucas e João a narrarem uma parábola grande quanto ao tamanho, quanto ao significado teológico e quanto ao poder de ajudar pessoas a serem transformadas? Queridos, foi-se o tempo dos literalismos. Eu não quero me importar quão exatos são os relatos dos milagres de Jesus, mas quero me importar, sim, eu quero me importar com os significados que essas narrativas problemáticas para um mundo moderno podem implicar no bem de nós. Por exemplo, se você visse pessoas que se odiassem passando fome, e Deus lhe pedisse para ajudá-las. O que você faria? Uma mágica multiplicadora de pães e peixes, ou falaria palavras que fizessem essas pessoas trocar os pães e peixes entre si e curassem sua fome de amor, paz, conforto, etc? Qual seria o maior milagre na vida dessas pessoas que se odiavam? Matar sua fome física ou matar sua fome espiritual, ou seja, seu ódio e rancor umas pelas outras? Será que estamos nos concentrando num Jesus mágico, daí as mágicas de hoje que surgem nas igrejinhas e igrejonas, ou nos concentramos no poder das palavras de um homem que mudou a história da humanidade?"
Comentário do teólogo em formação que não deve escrever nada antes de concluir um curso de teologia formal - Você conseguiu entender o que esse professor afirmou? Primeiro, perceba que para ele a história de Jesus narrada na Bíblia é uma grande parábola com mini-parábolas dentro dela. Ou seja, tudo é simbólico, tudo não aconteceu de fato, mas todas as parábolas juntas formaram a parabolona do homem Jesus. E por o tal professor encarar tudo simbólico, ele interpretou a multiplicação dos pães e dos peixes como um milagre maior, ou seja, Jesus não multiplicou pães e peixes de fato, mas fez a multidão que tinha uma fome espiritual de amor se amarem uns aos outros. Mas a questão é: Onde os relatos desses milagres de multiplicação de pães e de peixes dizem que o povo ali com fome se odiava? Quem disse que nós, os que cremos nos milagres de Jesus, afirmamos que ele fazia mágica? Que eu saiba, mágica é truque. O que esse representante do Diabo disfarçado de cristão está ensinando a seus alunos é que Jesus, na verdade, não tinha poder, não era Deus coisa nenhuma, para fazer algo sobrenatural. Jesus não só fez milagres como certamente, no decorrer do tempo, uniu pessoas na igreja, e isso vem acontecendo há quase dois mil anos! Infelizmente, esse bando de humanistas estão invadindo locais para ensinar filosofia mundana, e usá-la como meio de se interpretar a Bíblia. Na minha opinião, se essa turma quiser alegorizar tudo, que vão fazer isso em suas casas, em suas próprias escolas, mas não em locais destinados a formação de missionários e de pastores. Daí, meu caro leitor, tudo vira parábola. Seria como se eu dissesse a você que essas três asneiras ateológicas mencionadas acima não ocorreram de fato, que as gravações não existiram de fato, mas eu as inventei (o que não aconteceu) apenas para ensinar algo de bom a você: Não crer no que alguns estão ensinando sobre Jesus e a Bíblia. E depois, você ainda descobrisse que eu, Fernando Galli, também não existo, mas que eu teria sido um personagem polêmico criado, que não é teólogo formado e por isso, segundo aqueles que eu pego no pé, eu deveria calar minha boca. Então, esse blog seria a Bíblia do Fernando Galli, e quem segui-la será salvo das heresias e viverá no céu. Amado leitor, denuncie essas heresias. Espalhe-as! Se você é pastor e sabe que sua ovelha está num seminário aprendendo besteiras como essas, boicote isso! Estamos presenciando uma dicotomia entre academicismo e espiritualidade, o que não é bíblico. Eu respeito as diferenças de interpretação dentro da teologia cristã. Ninguém é dono da verdade, mas nós sabemos, pela fé, o que é mentira e quem a patrocina.
Conclusão
Os meus críticos, em vez de tomarem firmes posições contra esses desvios doutrinários, querem resolver tudo na "ética" e no diálogo. Eu fico imaginando Jesus, ao ouvir de Pedro "Senhor, sê bondoso contigo mesmo, e de modo algum sofrerás esse destino", e daí ele chamasse Pedro e dissesse: "Senta aqui. Eu respeito muito seu ponto de vista. Mas...." Que nada! Jesus disse a Pedro: "Para trás de mim Satanás!". (Mateus 16:23) Os meus críticos poderão dizer: "Mas quem disse isso foi Jesus!" Sim, quando convém para eles, então eles admitem que Jesus disse. Mas quando é milagre, aí é parábola. Jesus nos deu um exemplo: Todas as vezes que o Diabo lhe impedir de se expressar e de falar a verdade de Deus, quer usando irmãos em Cristo, professores, pastores, seja lá quem for, e tentar lhe ensinar algo contrário do que está na Bíblia, não tenha medo em dizer: Arreda Satanás! Diálogo eu tenho com não-convertidos, recém-convertidos, fracos na fé, aqueles que estão em dúvida com doutrinas bíblicas devido ao assédio das seitas e filosofias mundanas, mas eu dialogar, com livrinho de ética debaixo do braço, com liderança - pastores e professores, e até doutores, quando não pós-doutores - que questionam a inerrância bíblica, os milagres de Jesus dentro de uma história inspirada por Deus, e que pregam um evangelho social, alegórico como a estorinha da Chapeuzinho Vermelho? Meu querido, a ética de Deus nesses casos é outra! Lugar de falsos mestres deveria ser fora da igreja, mas temos que suportá-los, o que não significa calar o nossa boca porque eles gozar de poder nas denominações e podem "queimar" aqueles que os denunciam. Mas eu insisto: Herege que não se arrepende, fora! Termino essas palavras afirmando que em breve estarei recomendando aos irmãos uma lista de bons seminários teológicos ao redor do Brasil.
Fernando Galli
Apologista cristão
Direitos Reservados - CACP© - Centro Apologético Cristão de Pesquisas - 1998-2008
1. A revista ÉPOCA de 12 de março de 2009, na página 72 traz um artigo interessante com o título A FÉ QUE FAZ BEM À SAÚDE – Novos estudos mostram que o cérebro é ‘programado’ para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor. Alguns trechos tirados desse artigo dizem que “A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais...”. “Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado idéia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: ‘Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal’. Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordam Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame.”
Se como diz o artigo em tela que novos estudos mostram que o nosso cérebro é programado para acreditar em Deus e que isso nos ajuda a viver melhor, por que há tantas pessoas que negam a existência de Deus?
Por causa do orgulho humano. “Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus. Os seus caminhos atormentam sempre; os teus juízos estão longe da vista dele, em grande altura, e despreza aos seus inimigos. Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade. A sua boca está cheia de imprecações, de enganos e de astúcia; debaixo da sua língua há malícia e maldade.” (Sl 6.4-7). É a mesma razão – o seu orgulho – que levou o apóstolo Paulo a referir-se ao ateu como pessoa que propositadamente nega a existência de Deus mesmo diante de evidências incontestáveis: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;” (Rm 1.18-20). Afirmamos que a primeira demonstração da existência de Deus é a universalidade desta crença entre as nações da terra. Desde épocas remotas têm-se encontrado provas da existência de Deus. Não há século tão antigo nem país tão longínquo nem povo tão bárbaro que não apresentem testemunhos de sua crença na existência de Deus.
2. Quantos tipos de ateus existem em nossos dias?
Entendo que existem três tipos de ateus: primeiro, o ateu intelectual que busca razões para a negar a existência e que é então chamado de ateu militante. São aqueles sobre os quais o apóstolo faz referência como o homem natural. “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1 Co 2.14). Tais pessoas tiveram suas mentes entenebrecidas pelo Diabo. É o que diz mais o mesmo escritor: “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”.(2 Co 4.4).
3.Qual o segundo tipo de ateu?
O segundo tipo de ateu é o ateu prático. Com a boca confessa que crê em Deus, mas vive como se Deus não existisse. O apóstolo Tiago aponta isso dizendo, “Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo”.(4.13-15). Quem é que hoje faz seus caminhos, sempre dependendo da vontade de Deus?
3. Qual o terceiro tipo de ateu?
E o terceiro tipo de ateu é aquele que nega a existência de Deus porque teme encontrá-lo no dia do Juízo Final porque aprecia o pecado em que vive. “E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus”.(Jo 3.19-21). Assim, eliminando da sua mente esse pensamento de que Deus existe, sente-se mais livre para agir como se não devesse prestar contas a ninguém dos seus atos. Enquanto isso, diz a Bíblia: De Deus não se zomba porque que tudo o que o homem semear isso também colherá (Gl 6.7,8), E nós dizemos com muita convicção: “OS céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz. A sua linha se estende por toda a terra, e as suas palavras até ao fim do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol, O qual é como um noivo que sai do seu tálamo, e se alegra como um herói, a correr o seu caminho. A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até à outra extremidade, e nada se esconde ao seu calor”.(Sl 19.1.6).
4. Como se define o que é fé?
A Bíblia define o que é fé dizendo: “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” (Hb 11.1) E pela fé diz a Bíblia mais: “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.” (Hb 11.3) E então declara a Bíblia que a fé bem à saúde porque com ela nos achegamos a Deus para ser felizes:
“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” (Hb 11.6)
Pr. Natanael Rinaldi
O pastor Natanael Rinaldi, 80 anos, é sem dúvida um dos maiores apologistas cristãos brasileiros
Direitos Reservados - CACP© - Centro Apologético Cristão de Pesquisas - 1998-2008

"Quem diz a multidão que eu sou?" [Lucas 9:18b].
Há muito tempo que é uma prática comum dos navios de guerra disparar um tiro à frente, ou "diante da proa", de um navio suspeito para chamar sua atenção e demonstrar a disposição de entrar em batalha contra ele. Embora a intenção do Senhor no incidente que vamos discutir não seja considerada uma ameaça, ele definitivamente foi planejado para chamar a atenção de alguns sacerdotes que estavam se tornando hostis em relação a Ele. Eles seriam confrontados com um dever sacerdotal que, até onde podemos determinar na Bíblia, não tinha sido exercido na maior parte daqueles últimos 850 anos. (Provavelmente, eles ficariam com cara de tontos, tentando determinar os procedimentos que deveriam seguir!).
"E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo. E, tendo ele dito isto, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo. E, advertindo-o severamente, logo o despediu. E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele." [Marcos 1:40-45].
Este fato ocorreu bem no início do ministério do Senhor em Israel. Por volta daquele tempo, João Batista havia preparado o caminho para o Messias, pregando o arrependimento dos pecados e exortando o povo para a expectativa de Sua chegada. Então, depois de ser batizado por João no rio Jordão, o Senhor começou a demonstrar Suas credenciais messiânicas, ensinando e operando milagres estupendos. Mas, à medida que Ele percorria o interior do país, multidões de pessoas começaram a segui-lo por toda a parte, ansiosas por verem mais demonstrações de milagres — de modo que, na realidade, elas rapidamente se tornaram um obstáculo — e esse "fator incômodo" continuou ao longo do ministério terreal de Jesus Cristo.
É por isto que o Senhor advertiu o homem leproso a não contar para ninguém e apresentar-se ao sacerdote que estivesse de plantão no Templo naquele momento. Na Lei Mosaica, um leproso, ao ser curado da lepra, deveria pedir que um sacerdote o examinasse à procura dos sinais da doença e, se nenhum sinal fosse encontrado, o sacerdote faria um pronunciamento religioso de que a doença tinha sido curada. O propósito principal seria servir como um testemunho a todos os sacerdotes que o Messias tinha chegado.
Sabemos que um dos sinais messiânicos para Israel era que os leprosos seriam curados porque o Senhor incluiu isso em sua resposta a João Batista. Depois de ser lançado na prisão pelo rei Herodes, João ficou desanimado porque suas expectativas (como as dos demais judeus) sobre o que o Messias faria quando chegasse obviamente não estavam acontecendo. A crença deles era que o Messias organizaria um exército e os livraria dos odiados romanos, mas quando isso não aconteceu, muitos daqueles que tinham Lhe dado as boas-vindas como o Messias ficaram desiludidos. Portanto, João enviou alguns de seus discípulos para perguntarem a Jesus de forma bem clara e direta se Ele era o Messias.
"E João, ouvindo no cárcere falar dos feitos de Cristo, enviou dois dos seus discípulos, a dizer-lhe: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: Os cegos veem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho." [Mateus 11:2-5].
Sabemos que João tinha proclamado que Jesus era o Messias, por causa da declaração que fez imediatamente antes de batizá-Lo:
"No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." [João 1:29].
Mas, por causa de uma natureza humana caída e depravada, a fé de João vacilou quando ele ficou na expectativa de receber uma sentença de morte das mãos de Herodes. O Senhor, porém, gentilmente o confortou, instruindo os discípulos de João a voltarem e contarem sobre os milagres que viram e o que as pessoas estavam dizendo sobre eles.
Todavia, apesar dessa prova dramática e irrefutável que Ele era o Messias de Israel, a vasta maioria das pessoas permaneceu não convencida e não convertida! Grandes multidões O seguiram para todos os lugares e escutaram atentamente todas as Suas palavras, ansiosos pela próxima demonstração de poder milagroso. Mas o ponto que não queremos perder é que essas coisas de fato não podem mudar o coração humano! Não importa quão poderosa e persuasiva a evidência possa ser (e naquele momento ela não poderia ter sido maior!), aqueles que estão espiritualmente mortos não podem ser trazidos à vida pelo simples convencimento de que necessitam de salvação. Nem quando os homens tiveram o privilégio de ouvir dos lábios do próprio Deus as inspiradas pregações e ver Suas sobrenaturais demonstrações de poder — ainda assim a narrativa bíblica indica que só uma pequena parte deles respondeu com uma fé salvadora.
Quando eu era um cristão jovem, sempre me perguntava por que o Senhor simplesmente não chegava até eles e dizia que Ele era Deus. Mas, com o passar do tempo, finalmente aprendi que Ele fez isso diversas vezes! As sete declarações "Eu sou", encontradas no Evangelho de João, são os principais exemplos das declarações que afirmam Sua deidade, mas como os judeus esperavam um Messias humano, concluíram que Ele era apenas um desequilibrado ou blasfemo por fazer aquelas afirmações. Até mesmo um dos mais íntimos dos apóstolos só acreditou que Ele era mesmo Deus em carne depois da ressurreição! (Tomé, em João 20:28).
O que estou tentando dizer é o seguinte: Depois de serem confrontadas pelo Deus encarnado, ouvirem o maior pregador que já viveu neste mundo, e testemunhado demonstrações milagrosas do poder sobrenatural que autenticava Suas mensagens, a condição espiritual da maioria das pessoas permaneceu inalterada! Os israelitas no Monte Sinai servem como um exemplo clássico desse princípio. Deus falou com uma voz poderosa com todos (Êxodo 19:9) e eles viram coisas milagrosas acontecerem no monte (Êxodo 19:16-19), mas com o passar do tempo, somente alguns poucos demonstraram a realidade que seus corações tinham sido transformados como resultado daquela experiência. Esse tipo de comportamento continuou ao longo da história de Israel, quando, em muitas ocasiões, apenas um "remanescente" permaneceu fiel a Deus (1 Reis 19:18).
A fé pessoal desses poucos era superior a de todos os outros? Se queremos dizer por "superior" que era diferente, então sim, era! Mas a pergunta de um milhão de dólares é por quê? A resposta pode ser uma surpresa para alguns:
"Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um." [Romanos 12:3; ênfase adicionada].
"E para que sejamos livres de homens dissolutos e maus; porque a fé não é de todos." [2 Tessalonicenses 3:2; ênfase adicionada].
Avance a fita quinze séculos para frente e encontramos o Messias se apresentando a Israel. A atmosfera de carnaval que seguiu todo Seu ministério certamente não foi surpresa, pois Ele sabia como a natureza humana reagiria às demonstrações de milagres. Embora a maioria das pessoas que O seguiam professasse serem Seus discípulos, chegou um ponto em que elas se tornaram um incômodo.
Então, o que aconteceu foi o resultado do conhecimento divino de Jesus Cristo em relação àqueles que Deus tinha dado a Ele:
"Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." [João 6:37; ênfase adicionada].
Em outra ocasião Ele teve o seguinte a dizer àqueles que não Lhe pertenciam:
"E Jesus andava passeando no templo, no alpendre de Salomão. Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai." [João 10:23-29; ênfase adicionada].
Como havia naquele momento muitos bodes no meio das ovelhas (ou joio no meio do trigo), o Senhor decidiu que era hora de "limpar a casa!" Assim, Ele confrontou a multidão com um ensino que tinha a intenção de escandalizá-la:
"Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como nos pode dar este a sua carne a comer? Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu; não é o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre. Ele disse estas coisas na sinagoga, ensinando em Cafarnaum." [João 6:47-59].
A reação daqueles judeus que O seguiam no que se refere a comer a carne e beber o sangue era semelhante a encontrar um rato morto na tina do ponche! Mas a repulsa deles era exatamente a resposta que o Senhor pretendia:
"Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida. Mas há alguns de vós que não creem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido. Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele." [João 6:60-66; ênfase adicionada].
Entretanto, observe que alguns poucos fiéis permaneceram! Quando questionados se também queriam se retirar, Pedro respondeu por todos eles com as seguintes palavras:
"Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente." [João 6:68-69].
Veja, esses homens (e mulheres) não ficaram escandalizados pelo que o Senhor disse e permaneceram com Jesus Cristo porque tinham sido capacitados por Deus, o Pai, para agirem assim. Eles se firmaram em Jesus Cristo por causa da profunda e permanente fé que Deus tinha colocado neles. Os milagres que eles testemunharam somente fortaleceram essa fé — mas não formavam a base para ela.
A vida e ministério de Jesus Cristo servem como um "tiro diante da proa" para todos nós. É uma advertência e um modo de escapatória. Você se renderá ao poder infinitamente superior de Cristo, ou tolamente ignorará a advertência e arcará no fim com as consequências?
Seguir um pregador cegamente por causa do seu carisma pessoal ou a popularidade dos "planos e programas" de sua igreja é semelhante à atitude da multidão de incrédulos que seguia o Senhor. Aquelas pessoas se divertiam por causa das exterioridades que emocionavam os sentidos de sua carne não regenerada. Entretanto, quando foram confrontadas com algo que parecia ser contrário às suas "posições denominacionais", elas literalmente viraram as costas para Deus, o Filho, e se afastaram.
"Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me." [Mateus 16:24; ênfase adicionada].
Você ama a mensagem da cruz de Cristo e confia seu destino eterno aos cuidados Dele? Ou está tentando "fazer o melhor que pode?" Meu amigo o melhor dia que você tiver nesta terra em termos do que pode fazer pessoalmente, jamais poderá ser considerado suficiente para realizar a obra da sua salvação! Faça a si mesmo um favor e acorde para o fato que só Deus pode salvar pecadores como nós. Atenda ao "tiro diante da proa" do Senhor e peça-lhe para perdoá-lo e salvar sua alma eterna. Minha oração é que você faça isso.
Esteja avisado que o relógio de Deus ainda está fazendo o tique-taque, mas o dia está se aproximando rapidamente quando Ele separará Suas ovelhas de todos aqueles que não Lhe pertencem.
Que Deus o abençoe.
Autor: Pr. Ron Riffe
Tradução: Lucas M. Miranda
Data da publicação: 30/8/2009
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p316.asp
O Vaticano apresentou a terceira encíclica de Bento XVI. Na encíclica "Caritas in veritate"(caridade na verdade) o papa faz uma revelação apocalíptica.
Segundo este documento, o papa Bento XVI apresenta propostas para que o mundo se transforme em um lugar de paz e segurança.
Para quem tem, ainda que seja, um pequeno conhecimento bíblico, é de arrepiar quando se fica sabendo das propostas do pontífice. Suas propostas são de colocar o mundo nas mãos do "anti-Cristo". Pois segundo o documento, o papa Bento XVI diz:''Urge uma verdadeira autoridade política mundial que se atenha de maneira coerente aos princípios de subsídios e de solidariedade".
O documento também trata do tema meio ambiente, e de temas sociais. A carta foi dirigida para os bispos e fiéis católicos do mundo todo, e ainda fala da caridade ser a força propulsora para o desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade toda.
Mas o mais intrigante, é que para Bento XVI, a única alternativa para que o mundo encontre o amor e a paz, passa por um líder político mundial.
Globalização, Euro, o mundo se fechando em blocos, agora já está escancarada a idéia de um grande líder mundial.
O mais impressinante de tudo isso, é que o próprio Jesus disse:"Passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar".
Agora eu me pergunto: "Onde estão aqueles que querem confrontar a Bíblia como sendo um livro humano e não inspirado?"
O livro do profeta Daniel dá as características do tal líder mundial. Daniel 11.35-39 diz: "E alguns dos sábios cairão para serem provados, e purificados, e embranquecidos, até no tempo determinado. E esse rei fará conforme a sua vontade, e se, levantará, e se engrandecerá sobre todo deus; e contra o Deus dos deuses falará coisas incríveis e será próspero, até que a ira se complete; porque aquilo que está determinado será feito. E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem terá respeito ao amor das mulheres, nem a qualquer deus, pois sobre tudo se engrandecerá. Mas aos deuses das fortalezas honrará em seu lugar; e a um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro, e com prata, e com pedras preciosas, e com coisas agradáveis. E haver-se-á com os castelos fortes com o auxílio do deus estranho; aos que o reconhecerem multiplicará a honra, e os fará reinar sobre muitos, e repartirá a terra por preço".
É de impressionar com que exatidão em que as coisas estão acontecendo, e as escrituras se cumprindo.
Não há dúvidas, Cristo é a verdade, sua palavra é a verdade.
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Este artigo foi enviado por email. Depois avaliado pelo CACP e aprovado para publicação. Lembrando que cada autor é responsável pelo seu artigo. Os artigos não expressam necessariamente a opinião do CACP.
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- Paulo Coelho e o seu envolvimento com o Ocultismo
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Nascido numa família de classe média católica, aos sete anos Paulo Coelho ingressa em um colégio jesuíta da então capital do Brasil.
Desde muito novo, gostava de escrever e mantinha um diário. No colégio, participava de concursos de poesia e cursos de teatro. No entanto, seu pai queria que ele fosse engenheiro, e sua mãe desestimulava Paulo a seguir a carreira de escritor. As brigas com os pais eram constantes e Paulo teve muitas crises de depressão e raiva na adolescência, tendo sido internado três vezes em uma clínica de repouso, onde foi tratado por psicólogos.
Na década de 1960 entra para o mundo do teatro, como diretor e ator, criando peças voltadas ao teatro experimental e de vanguarda, mas obtendo pouca expressividade. No início da década seguinte, em 1970, Paulo entra de cabeça no movimento hippie, ao mesmo tempo em que conhece o mundo das drogas e do ocultismo, incluíndo o chamado Caminho da Mão Esquerda que inclui o satanismo. Profissionalmente, além de diretor e ator teatral, exerce também a função de jornalista em publicações ditas alternativas com as revistas "A Pomba" e "2001", quando em 1972 conhece Raul Seixas, então executivo da gravadorra CBS. Os dois se tornam parceiros em diversas músicas que exerceriam influência no rock brasileiro (consta na biografia de Paulo Coelho, "O Mago", do escritor Fernando Morais, que Raul Seixas, para incentivar o amigo a compor, colocou-o como parceiro em sua participação na trilha sonora da novela O Rebu da Rede Globo, sem que Paulo escrevesse uma única linha). Nessa época, Paulo Coelho envolve-se com Marcelo Motta e torna-se um seguidor de Aleister Crowley e da chamada "Sociedade Alternativa", a qual apresenta a Raul e que lhe renderia problemas com o governo militar. Compõe também para diversos intérpretes, tais como Elis Regina, Rita Lee e Rosana Fiengo.
Seu fascínio pela busca espiritual, que data da época em que, como hippie, viajava pelo mundo, resultou numa série de experiências em sociedades secretas, religiões orientais, etc.
A edição do seu primeiro livro foi em 1982, Arquivos do Inferno, que não teve repercussão desejada. Lançou o seu segundo livro O Manual Prático do Vampirismo em 1985, que logo mandou recolher considerando o trabalho de má qualidade. Conforme suas próprias palavras, confessa: “O mito é interessante, o livro é péssimo”.
Em 1986, Paulo Coelho fez a viagem de peregrinação pelo Caminho de Santiago. Percorreu quase 700 quilômetros a pé do sul da França até a cidade de Santiago de Compostela na Galiza, experiência que relata em detalhes no livro O Diário de um Mago, editado em 1987. No ano seguinte, publicou O Alquimista, que - apesar de sua lenta vendagem inicial, o que provocou a desistência do seu primeiro editor - se transformaria no livro brasileiro mais vendido em todos os tempos; O Alquimista é um dos mais importantes fenômenos literários do século XX. Chegou ao primeiro lugar da lista dos mais vendidos em 18 países e vendeu, até o momento, 41 milhões de exemplares.
Nos anos subseqüentes foram lançados os seguintes livros : Brida (1990), As Valkírias (1992), Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei (1994), Maktub (1994), O Monte Cinco (1996), Manual do Guerreiro da Luz (1997), Veronika Decide Morrer (1998), O Demônio e a Srtª Prym (2000), Histórias para Pais, Filhos e Netos (2001), Onze Minutos (2003), O Gênio e as Rosas (2004), O Zahir (2005) e A Bruxa de Portobello (2006).
Como escritor, apesar das críticas, ocupa as primeiras posições no ranking dos livros mais vendidos no mundo. Vendeu, até hoje, um total de 92 milhões de livros, em mais de 150 países, tendo suas obras traduzidas para 66 idiomas e sendo o autor mais vendido em língua portuguesa de todos os tempos, ultrapassando até mesmo Jorge Amado, cujas vendas somam 54 milhões de livros.
No fim de 2006 o autor lançou A Bruxa de Portobello, que figura na lista dos mais vendidos no Brasil desde então. A história é construída apenas por depoimentos das personagens fictícias a respeito da protagonista da história, respeitando a parcialidade de cada uma.
Paulo Coelho escreve seus livros em um apartamento na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, e possui uma casa para retiro na França, na região dos Pireneus.
Em 2007, Paulo Coelho fez uma partipação na novela Eterna Magia, representando Mago Simon, representação humana do grande Dagda, deus supremo da mitologia celta.
Críticas
Apesar de sua popularidade, Paulo Coelho é também alvo de fortes críticas de vários segmentos da sociedade, que abarcam tanto o mérito espiritual quanto literário de sua obra. Algumas opiniões desaprovam os seus livros e os qualificam como "literatura esotérica de auto-ajuda" – outros ainda arvoram o satanismo pregado através de tais livros. Muitos de seus textos possuem erros de concordância e gramaticais, muitas vezes corrigidos em edições posteriores ou em sua versão para outros idiomas - minimizando a crítica estrangeira. A falta de fidelidade quanto aos fatos torna-se evidente quando cotejados com situações verídicas, como o transpor de distâncias não factíveis no tempo determinado quando em peregrinação. A mesma crítica também contesta seu ingresso na Academia Brasileira de Letras.
“Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte”. (Ap 21.8)
Adaptado da http://pt.wikipedia.org
http://www.cacp.org.br/espiritismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1986&menu=5&submenu=3
Essa frase acabou de ser dita pela Xuxa no twitter Engraçado que ao ler a expressão “xuxiana” fui tomado pela impressão de que alguns evangélicos pensam igualzinho a rainha dos baixinhos, isto porque, bastam determinar a bênção que o “cara lá de cima” atende.
Pois é, a prática do decreto e da oração determinista infelizmente se tornaram comuns ao meio evangélico. Na verdade, em boa parte dos templos chamados cristãos é absolutamente normal vermos ou ouvirmos pessoas determinando a benção em nome de Jesus.
Os defensores deste tipo de oração fundamentam seus comportamentos no evangelho de João, capítulo 14, verso 13, afirmando que o termo usado como pedir foi mal traduzido, isto porque, segundo estes, a palavra no original jamais teve a idéia de pedir alguma coisa, e sim de determinar algo. Entretanto, ao contrário do que tais profetas afirmam, o texto grego aponta efetivamente para alguém que pede, sem contudo exigir o cumprimento daquilo que deseja. Ora, onde já se viu um filho determinar o que quer que o pai faça? Ou, de modo semelhante um servo ordenar o que deve ser feito ao seu senhor? O filho é submisso ao pai e o servo é submisso ao seu senhor. Se Deus é nosso Pai, então devemos honrá-lo como tal. Se ele é nosso Senhor, então a nossa postura deve ser de servos.
Infelizmente, boa parte das mensagens pregadas pelos pastores brasileiros nos apontam o quão despreparados estão nossos ministros. Suas mensagens são rasas, sem substância, empobrecidas teologicamente, cheia de modismos, unções, decretos, e determinismos os quais tem reverberado vergonhosamente em todo território nacional.
Como já escrevi anteriormente confesso que não agüento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Não tolero mais, as loucuras e os atos proféticos feitos em nome de Deus, não suporto ouvir a respeito do aparecimento das mais diversas unções em nossos arraiais; isso sem falar da hieraquirzação do reino, onde apóstolos, paiostolos, príncipes e reis, tem oprimido substancialmente o povo do Senhor com doutrinas absolutamente anti-bíblicas.
Amados irmãos não dá pra vivermos a vida cristã de profecia em profecia, de decreto em decreto. Mais do que nunca, essa é a hora de regressarmos a Palavra de Deus, de redescobrirmos os seus preciosos tesouros, de fazermos das sagradas letras nossa referência de fé e de comportamento.
Que Deus nos ajude, e tenha misericórdia de seu povo
Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.
Direitos Reservados - CACP© - Centro Apologético Cristão de Pesquisas - 1998-2008
Certo dia, ao passar pelo centro de São Paulo, recebi de uma jovem um panfleto que trazia a seguinte informação:
“Abra seus caminhos. Vovó Julia. Se você esta com problemas na sua vida com desânimo, doença, impotência sexual, frieza, problemas amorosos, casamento em decadência, filhos problemáticos, má condição financeira, problemas com sócio e no comércio, desempregado, inimigos ocultos, trabalhos feitos, dou garantia com seriedade dos meus trabalhos e soluções para todos os seus problemas. Simpatias para todos os fins com a força da Vovó Julia, ela irá resolver todos os seus problemas. Às 2ª feiras correntes positivas pelas 21 linhas brancas com passes e defumações, rezas e benzimentos para abrir caminhos, corta olho grande, curas espirituais. Nervosismo e insônia. Faz simpatia para o amor na sua presença com total garantia e seriedade. Fazemos o que os outros só prometem”. [1]
.
A jovem disputava o espaço com outros panfleteiros, que distribuíam anúncios de agências de emprego, empréstimo consignado, consulta odontológica, convênio médico etc. O fato despertou minha atenção para uma verdade incontestável: o aspecto materialista e pouco espiritualizado das religiões.
Entrei em contato com a vovó Julia e perguntei sobre preços. Para minha surpresa e espanto, o preço de “consulta” cobrado por ela era superior ao de uma consulta odontológica ou psicológica em clinica especializada. Como parte do “pacote espiritual”, ela disse ser capaz de fazer “o que os outros só prometem”. Perguntei a ela quem seriam “os outros”, e ela me disse que são os “picaretas”, os “malandros da praça” os “falsos cartomantes”. Mas há diferença mesmo entre um e outro cartomante? – pensei comigo mesmo ao ouvir ela dizer sua última mentira. É natural que exista disputa entre empresas e comércios de um mesmo seguimento, mas poucos esperariam que entre os cartomantes houvesse tal disputa comercial. Mas de fato há. E ela é acirrada.
Mexer com a fé de uma pessoa é algo extremamente lucrativo, principalmente quando a tal pessoa se encontra em um momento frágil, de perda de filho, marido ou crise financeira ou conjugal. Aí qualquer palavra que o cartomante diga, por mais banal e supérflua que ela seja, pode despertar no ouvinte uma crença cega e muitas vezes destrutiva. Vejamos o que diz Paulo Sérgio Batista.
“O fato de alguém ter algumas coisas de sua vida supostamente “reveladas” através da astrologia não deve ser suficiente para acreditar que a astrologia é verdadeira ou algo divino. A Bíblia declara que pessoas faziam pedidos a pedaços de madeira e estes pedidos eram respondidos por um espírito maligno que usava aquele objeto como um meio de engano (Oséias 4.12), e também a mesma Escritura condena toda forma de adivinhação ou predição do futuro (Deuteronômio 18.14). Algumas coisas podem ocorrer por alta sugestão ou por influências malignas, visto que o Senhor Deus não descarta a possibilidade de uma predição futura que seja de origem maligna se cumprir para enganar aos incautos (Deuteronômio 13.1-3)”. [2]
.
É preciso muito cuidado quando lidamos com pessoas que dizem poder “revelar” nosso futuro, prever encontros amorosos ou oportunidades de negócio. Não são poucos os casos de pessoas que se suicidaram ou cometerem atrocidades ao dar ouvidos a espíritos enganadores. A solução para nossos problemas esta em Jesus, e em nenhum outro meio humano ou “sobrenatural”.
Referências Bibliográficas
1. Abra seus caminhos, panfleto explicativo
2. Manual de Respostas Bíblicas, p. 73, Paulo S. Batista, editora Betesda
Johnny Torralbo Bernardo do INPR Brasil
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A Fazenda: O santo e o profano na roça
Assistindo o telejornal na hora do almoço, ao mudar de canal, notei uma cena na Rede Record que me deixou um tanto pasmado! No programa “Hoje em Dia” Regis Danese cantando sua música (Como Zaqueu) com um coral nada santo – a Trupe do reality show “A Fazenda”. Foi muito engraçado ver aqueles artistas usando toda a sua capacidade de hipocrisia pra cantar frases com – “me ensina a ter santidade”. Não sei o porquê daquilo – se era pra agradar o bispo – já que emissora é dele – ou se era pra fazer tipo de boa gente. Alguém pode até conjecturar que isso é uma benção e que Deus está sendo louvado. Entretanto, a verdade é que isso é horrível e serve mais de profanação do sagrado que de louvor ao Deus vivo. Aqueles mesmos artistas são protagonistas de: Revistas Pornográficas, de Filmes Eróticos e de cenas nada ortodoxas em nossa sociedade. Eles não estavam cantando por acreditarem naquilo, mas por acharem a música bonita e nada mais. Como sei? Porque Jesus ensinou como julgar esse tipo de situação: “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.16).
O que quero externar aqui é que no Brasil está ocorrendo uma atividade sinistra, onde o santo e profano estão perdendo a referência e se misturando de maneira intrínseca no consciente coletivo das pessoas. “Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação...” (Mt 24.15)
Todos sabem que o brasileiro, inclusive na cosmovisão de outros países, é conhecido pelo seu jeitinho – Ou seja, é conhecido pela sua pouca moralidade. O que observamos é hediondo, pois se o senso de moralidade for pervertido não restará muita coisa pra se fazer nesse país. Até na parada GAY músicas do gospel estão sendo cantadas, boates tocam hits do gospel e o inferno e o céu andam de mãos dadas em nossa sociedade. A Igreja é desafiada e os profetas se calam diante desse show de horrores promovidos por lobos transvertidos de ovelhas.
Também o que se pode esperar de uma nação onde os políticos são corruptos com altivez? O que se pode esperar de uma igreja em que os clérigos roubam e quando são acusados dizem que estão sendo perseguidos por causa do evangelho? O que se pode esperar do Brasil onde se tem uma comunidade evangélica sem sabor e sem mudança de vida?
Acredito que se os servos de Deus, que servem a Deus de verdade, não orarem com fervor por esta nação brasileira, a casa de Davi nunca será estabelecida. Se os profetas de Deus se omitirem nesse momento delicado, o Brasil entrará em uma rota de aniquilamento espiritual que não terá como ser revertida. Por isso, oremos!
Prof. João Flávio Martinez
É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.
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Sou profundo admirador do ministério de John Wesley. Esse grande avivalista contribuiu em muito com o desenvolvimento da fé evangélica. Wesley, em nome de Cristo, enfrentou dificuldades, oposições, perseguições, propagando um estilo de vida piedoso e santo onde o que importava era uma vida separada e consagrada ao Senhor.
Esse grande homem de Deus tratava a pregação da Palavra com enorme seriedade. Em 17/08/1760, ele escreveu uma sincera carta a John Trembath exortando-o a agir diligentemente no preparo e aplicação do sermão.
“O que tem lhe prejudicado excessivamente nos últimos tempos e, temo que seja o mesmo atualmente, é a carência de leitura. Eu raramente conheci um pregador que lesse tão pouco. E talvez por negligenciar a leitura, você tenha perdido o gosto por ela. Por esta razão, o seu talento na pregação não se desenvolve. Você é apenas o mesmo de há sete anos. É vigoroso, mas não é profundo; há pouca variedade; não há seqüência de argumentos. Só a leitura pode suprir esta deficiência, juntamente com a meditação e a oração diária. Você engana a si mesmo, omitindo isso. Você nunca poderá ser um pregador fecundo nem mesmo um crente completo. Vamos, comece! Estabeleça um horário para exercícios pessoais. Poderá adquirir o gosto que não tem; o que no início é tedioso será agradável, posteriormente. Quer goste ou não, leia e ore diariamente. É para sua vida; não há outro caminho; caso contrário, você será, sempre, um frívolo, medíocre e superficial pregador."
Caro leitor, Wesley lidava com a pregação do Evangelho Eterno, de forma santa. No entanto, ao contrário dos dias deste grande avivalista, parte dos nossos pastores têm tratado deste oficio com desdém e despreparo.
Infelizmente é comum ouvirmos alguns pregadores afirmando que Deus mudou seu sermão na ultima hora. Ora, claro que Deus pode fazer o que quiser, até porque, ele é Senhor e Soberano sobre nossas vidas. Entretanto, acredito que os que comumente fazem isto, demonstram não ter efetivamente se preparado para o culto, isto porque, se assim tivessem, teriam sido instruídos pelo Senhor quanto o sermão a ser pregado.
Isto posto, afirmo que o ministro do evangelho precisa se dedicar com esmero a leitura e oração, até porque, agindo assim se livrará da mediocridade tão comum aos nossos dias.
Em tempos tenebrosos como os nossos, mais do que nunca necessitamos de pastores como John Wesley que com maestria dedicava-se a pregar a Santa e Maravilhosa Palavra de Deus.
Que Deus tenha misericórdia de nossa geração.
Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.
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A Palavra de Deus - viva, infalível, eterna - é totalmente fidedigna. É somente ela que deve nortear as decisões, que sacia a fome do coração e preenche as lacunas da alma. Ela revela quem é o Criador, quem é Satanás, exibe o plano de Deus para salvação dos perdidos e expõe os erros que vão surgindo, frutos dos pecados e imperfeições humanas.
Os fatos históricos demonstram que os relatos e os ensinos bíblicos são de origem divina. A Bíblia contém uma revelação divina. Não se trata de uma fé cega, calcada no subjetivismo. Trata-se de uma fé objetiva que pode ser analisada e explicada. A pessoa que abraça o cristianismo não precisa aposentar a cabeça. Ela deve continuar pensando e exercendo o seu senso crítico. A fé cristã, embora transcenda a razão, não é irracional. Ela faz sentido. Alguém (não me lembro quem) até colocou isso muito bem com a seguinte frase: "O meu coração não consegue se alegrar totalmente com aquilo que a minha mente não entende a contento".
Existem aqueles que afirmam não crer na Bíblia por que ela foi escrita por homens. Quando alguém me diz isso, pergunto logo: "E você, queria que ela tivesse sido escrita por um cavalo? Aí sim, não daria para crer". A Bíblia foi de fato escrita por homens, e o próprio apóstolo Pedro não negou isso ao escrever: "Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo" (II Pedro 1.20, 21).
UM LIVRO INCOMPARÁVEL
O que vem a seguir sãos algumas declarações que demonstram ser a Bíblia Sagrada um livro sem paralelo, diferente de todos que já foram escritos:
A Bíblia é o único livro no mundo que oferece provas objetivas de ser a Palavra de Deus. Somente a Bíblia fornece provas reais de ser divinamente inspirada.
A Bíblia é a única Escritura sagrada que oferece salvação eterna como um Dom totalmente gratuito da graça e da misericórdia de Deus.
A Bíblia contem os mais elevados padrões morais dentre todos os livros.
Somente a Bíblia apresenta o mais realístico ponto de vista sobre a natureza humana, tem o poder de convencer as pessoas de seus pecados e a habilidade de transformar a natureza humana.
Somente a Bíblia oferece uma solução realística e permanente para o problema do mal e do pecado humano.
As características internas e históricas da Bíblia são excepcionais em sua unidade e consistência interna, apesar dela ter sido produzida por um período de mais de 1,500 anos, por mais de 40 autores diferentes, em três línguas, em três continentes, discutindo uma enorme quantidade de assuntos controvertidos, e ao mesmo tempo mantendo uma harmonia entre eles.
A Bíblia é o livro mais traduzido, mais comprado, mais memorizado e o mais perseguido em toda a história.
Somente a Bíblia tem resistido dois mil anos de intenso escrutínio pelos seus críticos, não apenas sobrevivendo aos ataques, mas prosperando e tendo a sua credibilidade fortalecida por tais críticas.
A Bíblia tem moldado a história das civilizações mais do que qualquer outro livro. A Bíblia tem tido mais influência no mundo do que qualquer outro livro.
Somente a Bíblia tem uma Pessoa específica (centrada em Cristo) como assunto em cada um de seus 66 livros, detalhando a vida dessa Pessoa através de profecias e tipos, por um período de 400 - 1,500 anos antes dela nascer.
Somente a Bíblia proclama a ressurreição de sua figura central (Jesus Cristo), provada na história. [1]
A IMPORTÂNCIA DA HERMENÊUTICA
O mundo vive cercado de um desenvolvimento tecnológico e científico sem precedentes na história da humanidade. E apesar de todos os avanços conseguidos até agora, o ser humano continua sendo um fracasso moral e espiritual desde o Éden. Por esta razão, a Bíblia Sagrada tem sido, e sempre vai ser, um livro indispensável.
Por se tratar de um livro de extrema importância, é preciso, ao mesmo tempo, interpretá-lo de acordo com as regras da hermenêutica, a ciência que estuda a interpretação de textos.
Assim, pode-se dizer que a Bíblia é como uma navalha. Com ela se faz a barba, mas com ela se corta também o pescoço. Depende da maneira como ela é usada. Quando os princípios da hermenêutica e da exegese bíblica são abandonados, os abusos, as manipulações e os ensinos controvertidos começam a se multiplicar ao redor da Palavra de Deus.
A ética desaparece do ministério cristão e da vida dos adeptos do cristianismo. Infelizmente, a situação atual reflete bastante este abandono da fidelidade bíblica, gerando mau testemunhos, suspeita, heresias e transtorno para o progresso do evangelho. Parte disso será tratado, a partir de agora, neste artigo.
O leitor vai constatar que vários segmentos do evangelicalismo brasileiro abandonaram os princípios sólidos de interpretação bíblica, sucumbindo as pressões do marketing, do mercado e do capitalismo, em suas formas de atuar e de desenvolver o ministério cristão.
O QUADRO ATUAL
Uma das características de uma boa parte da Igreja Evangélica Brasileira é a sua avidez por novidades. Muitas igrejas hoje, ditas evangélicas, não se contentam mais com a sã doutrina pregada pelos apóstolos e pais da Igreja - mais tarde defendida pelos reformadores - e vivem numa busca constante de novidades e modismos doutrinários.
Uma das últimas novidades a invadir o arraial evangélico brasileiro chegou de Bogotá, na Colômbia. Idealizado por César Castellanos Dominguez, o G 12 (Grupo dos Doze) é um movimento que propõe o crescimento das igrejas através de células, com reuniões nas casas. Até aí, tudo bem! De fato, não existe nada de errado em dividir a igreja em células ou grupos familiares para reuniões nos lares ou outros locais. Muitos grupos ao redor do mundo tem feito isso e até com bons resultados. Pode dar certo para uma igreja, enquanto que para outra não. Depende das circunstâncias, do contexto geográfico, social ou de outros fatores.
Agora, o que preocupa em relação ao G 12 é o emprego de práticas e ensinos contrários a Palavra de Deus, tais como quebra de maldições hereditárias, cura interior, mapeamento espiritual e liberar perdão à Deus. O G 12 é ainda apresentado como o último avivamento de Deus na terra. É de fato, muita pretensão!
Outra coisa curiosa é a facilidade com que muitos líderes têm de criar os locais sagrados de peregrinação. Enquanto o catolicismo romano conta com Aparecida do Norte, Lourdes, Fátima, o movimento da Nova Era com a Fundação Findhorn, na Escócia, o Instituto Esalen, na Califórnia, Machu Pichu, no Peru, muitos evangélicos partiram em caravanas para Toronto, no Canadá, em busca da gargalhada sagrada.
Outros foram em grupos para Pensacola, nos Estados Unidos, em busca de avivamento. E agora, por último, a febre virou-se para Bogotá, na Colômbia, em busca, segundo eles, da única fórmula capaz de fazer a igreja crescer aos milhões. Qual será a próxima onda?
A igreja evangélica hoje, em sua grande maioria, é uma igreja mundana, que segue os mesmos padrões de mercado e competição do mundo secular. Há uma mudança da visão bíblica para a visão empresarial.
Antigamente, as qualidades valorizadas num líder cristão eram a sua vida de oração e ética, as suas habilidades e dons para interpretar e transmitir a Palavra de Deus, o seu convívio com as ovelhas, cuidando de suas feridas e levando as suas cargas.
Hoje, o líder bem sucedido deve ser um animador de auditório, um especialista em marketing, sempre apressado, vestido com roupas de grife, freqüentando os melhores restaurantes e vivendo em mansões, com uma agenda cheia, sem tempo para orar, meditar e conviver com as ovelhas. Aliás, há muitos líderes hoje que amam a multidão e odeiam os indivíduos. Eles gostam da massa, mas nunca têm tempo para as pessoas. Os tempos realmente mudaram!
Assim, as pressões do mercado levam os líderes e as igrejas a se tornarem extremamente criativos na tarefa de arregimentar seguidores. Estes já não são vistos como uma vida, uma alma pela qual Cristo morreu, mas como uma fonte de renda para encher os cofres de uma instituição que vai saciar a ganância e a luxúria de seus dirigentes. Surgem assim as sete sextas-feiras do poder, as sete quartas-feiras da prosperidade, os cultos de libertação, a reunião dos empresários. Etc.
Outra coisa preocupante é o grande uso de símbolos, práticas e artefatos para se pregar o evangelho. Há de tudo: tapete ungido, arruda, sal grosso, corredor do amor, vassoura de fogo, mirra para embelezamento do corpo, cair, soprar, sandália de fogo, uma série enorme de correntes (da prosperidade, libertação, saúde, do amor etc.).
Ora, o evangelho não foi feito para os olhos. O evangelho foi feito para o coração e para o intelecto, para a mente. Tanto que a fé cristã tem poucos símbolos. Ela tem os símbolos do batismo e da ceia. Não há preocupação com uma variedade de símbolos, pois o cristão adora a Deus em espírito (ou Espírito) e em verdade.
Isto quer dizer que o nosso serviço a Deus deve ser segundo a orientação do Espírito Santo em dentro dos parâmetros da Palavra de Deus, que é a verdade (Jo 17.17). Assim, uma grande necessidade do momento no mundo evangélico é uma volta ao fundamento firme da Palavra de Deus.
DE VOLTA À BÍBLIA
Quando o apóstolo Paulo chegou a Mileto, enviou um recado aos anciãos de Éfeso para que se encontrassem com ele, pois queria falar-lhes. O texto de Atos 20.17-38 revela vários aspectos do caráter de Paulo e algumas de suas prioridades ministeriais. O texto também fala de sua humildade, suas lágrimas e tentações na pregação do evangelho.
Paulo relata aos líderes de Éfeso que, nas suas viagens, ele nunca sabe o que vai lhe acontecer, senão aquilo que o Espírito Santo lhe revela, de cidade em cidade, dizendo que lhe esperam prisões e sofrimentos (v. 23).
Assim, pode-se perceber que não existe na vida do apóstolo a preocupação com o conforto, a busca do luxo ou de reconhecimento. Ele nem mesmo considera a sua vida importante. Para ele, o mais importante é cumprir a sua carreira e dar testemunho do evangelho (v.24). Por isso, Paulo nunca deixou de anunciar-lhes toda a vontade de Deus (v.27).
Em seguida, Paulo faz uma séria advertência: "Sei, que depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos para si. Por isso, vigiem! Lembrem-se de que, por três anos, jamais cessei de advertir a cada um de vocês, noite e dia, com lágrimas" (Atos 20.29-31).
Por um lado, vejo hoje o crescimento das seitas e a infiltração de heresias no seio da igreja evangélica com muita tristeza. Por outro lado, sou obrigado a reconhecer de que se trata de um cumprimento profético.
A Bíblia diz que isso iria acontecer. Ao escrever à Timóteo, Paulo declara: "O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios" (1Timóteo 4:1).
Na Segunda vez que escreveu a Timóteo, o apóstolo volta ao assunto. Mesmo sabendo que sua morte estava próxima, a preocupação de Paulo ainda é com a sã doutrina. Observe suas palavras:
Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente: pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. (2Timóteo 4.1-4).
Paulo não diz à Timóteo: pregue sonhos, visões, revelações ou experiências. Embora haja espaço para tudo isso na vida espiritual, a ênfase do apóstolo é na Palavra de Deus.
Não foi apenas Paulo quem se preocupou com a sã doutrina. O apóstolo Pedro também tratou do assunto na sua segunda carta, ao escrever:
Mas surgiram também profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos destes homens, e por causa deles, será difamado o caminho da verdade. (2Pedro 2.1-2).
Talvez esteja aqui a resposta que muitos me têm feito ao redor do Brasil. Por que os movimentos religiosos controvertidos e as igrejas evangélicas que abrem suas portas para ventos de doutrinas crescem tanto? A resposta é: por que é bíblico. A Bíblia disse que muitos seguiriam os seus falsos ensinos. Muitos hoje querem dar validade bíblica a um movimento por causa do seu crescimento.
Ora, o crescimento numérico não é um critério válido para definir se algo é de Deus ou não. Se assim fosse, como ficaria o dilúvio, quando a maioria estava fora da arca e apenas uma minoria dentro dela? Se a quantidade fosse um critério válido, teríamos então que admitir que o Islamismo é a única verdade de Deus na terra, pois não há grupo maior ou que cresce mais.
Multidões de Muçulmanos em Meca
O argumento da quantidade é muito usado pelos líderes do G-12. Ora, se juntássemos todas as igrejas do G-12, o movimento não seria maior do que a Igreja Mórmon. Logo, quantidade não pode ser a evidência de que Deus esteja aprovando algum movimento.
Como é bom constatar que os líderes de Éfeso levaram a sério as palavras de Paulo em Mileto. Quando lemos a carta à Igreja de Éfeso, no Apocalipse, vamos encontrar a seguinte declaração do Senhor:
Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são e descobriu que eles eram impostores. Você tem perseverado e suportado sofrimentos por cauda do meu nome e não tem desfalecido. (Apocalipse 2.2, 3).
Diante dos textos mencionados aqui e ao olhar o cenário evangélico brasileiro hoje, nada se torna mais importante para igreja evangélica do que uma volta à Palavra de Deus.
A Igreja no Brasil precisa, urgentemente, de voltar a pregar o evangelho da salvação e não da solução. A enfatizar os tesouros eternos e não o sucesso presente.
Lamentavelmente, há igrejas hoje mais interessadas em fabricar milionários do que transformar pecadores em santos. Infelizmente, em muitos púlpitos evangélicos, Satanás já levou a melhor. Que Deus tenha misericórdia de nós!
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[1] Essas declarações foram extraídas da Encyclopedia of Cults and New Religions (Enciclopédia de Seitas e Novas Religiões), de John Ankerberg e John Weldon, Harvest House Publishers, Eugene, Oregon, EUA, 1999, pp. 670 - 671.
Dr. Paulo Romeiro
É pastor e um dos mais renomados apologistas evangélicos. Bacharel em Jornalismo; cursou o Gordon-Conwell Theological Seminary em Boston; É professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Mackenzie.
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LONDRES, Inglaterra, 13 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — O artista de 20 anos de idade Daniel Radcliffe, que fez o papel de Harry Potter, expressou em entrevista a uma revista homossexual ira e intolerância aos pais que se opõem à educação em sala de aula sobre sexo homossexual. “Então, há toda essa questão do momento, que é odiosa, sobre pessoas furiosas com a idéia de educação sexual gay nas escolas. Olá? O fato é que para um ou dois garotos na classe, é vital ***! Isso me deixa realmente irado”, disse ele numa entrevista para a revista Attitude.
A revista cita Radcliffe continuando sua longa crítica aos pais pró-família, dizendo: “A homofobia me enoja. È nojenta, selvagem e estúpida. É simplesmente coisa de gente burra cujo cérebro não consegue contornar essa questão e fica com medo”.
Ele concluiu o que estava falando assegurando ao seu entrevistador: “Não estou dizendo isso simplesmente porque estou sendo entrevistado para a Attitude. Eu teria usado uma linguagem forte mesmo que essa entrevista não estivesse sendo gravada”.
Radcliffe voltou ao tema quando lhe perguntaram sobre a confissão de Rowlings, a autora de Potter, de que ela tem a intenção de que um dos personagens nos livros e filmes seja homossexual. “É ridícula a idéia de que não pode haver um personagem gay num filme de crianças”, disse ele. “É a mesma coisa, esse medo horrível de expor o corpo abaixo da idade de consentimento para qualquer coisa vagamente gay… é ridículo. Simplesmente repeli essas questões. Normalmente, eu nunca faria isso, mas há algumas coisas com as quais não desperdiçarei meu tempo”.
Explicando sua posição sobre a questão, Radcliffe disse: “Cresci totalmente cercado de gays”.
See LifeSiteNews.com’s coverage of Harry Potter novels
John-Henry Westen
Harry Potter Author Plays Dumb: Acts Surprised at Reactions to Gay Character
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/oct/07102505.html
Harry Potter Fan WebSite Lauds Rowling Stating a Main Character Is Gay
Harry Potter actor Daniel Radcliffe's friendship with New York draq queen
Naked Harry Potter Upsets Parents -
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Fico feliz que em menos de 4 meses de blog ja atingimos 900 visitantes isso é muito gratificante,a alegria que transborda em meu coração em saber que tudo o que estou fazendo é pra que todos os leitores conhecam mais sobre o nosso Senhor Jesus,a História da Biblia Sagrada e toda a verdade sobre o Cristianismo.
Aqui fica o meu muito obrigado a todos que tem prestigiado o meu blog.
Que a Paz a Graça e a misericórdia do nosso Senhor Jesus Cristo esteja sobre a vida do todos nós hoje e sempre.
amém.
Chrystian Gardin
Recentemente o estudioso bíblico Bart Ehrman, professor na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill lançou mais um livro polêmico. Autor de títulos como: "Verdade e Ficção em o Código da Vinci"; "O que Jesus Disse? O que Jesus não Disse? Quem Mudou a Bíblia e Por quê", agora ele está em evidência por conta de sua nova obra Jesus Interrupted (ainda sem tradução), através da qual afirma que a Bíblia não é um livro inspirado por Deus.
Pontos defendidos por Bart Ehrman:
1 – Os autores do Novo Testamento divergem constantemente sobre quem era Jesus e como funciona o processo de salvação.
2 – O Novo Testamento contém livros, cuja autoria foram atribuídas aos Apóstolos, mas, na verdade, foram escritos por cristãos muitas décadas após a vida de Cristo.
3 – Jesus, Paulo, Mateus e João representavam, cada um, uma religião diferente. O que torna cada livro singular e único com mensagens exclusivas e, muitas vezes, até contraditórias de livro para livro.
4 – As doutrinas cristãs estabelecidas, tais como: o sacrifício do Messias, a divindade de Jesus e a trindade foram inventadas por teólogos posteriores.
Andréa França: Levando em consideração o fato de a Bíblia ser composta por 66 livros redigidos por vários autores em datas diversas, há fundamento na tese defendida por Bart Ehrman de que os 27 livros do Novo Testamento devem ser lidos e interpretados de forma separada e não de forma complementar, como é o consenso entre os cristãos? O fato de os Evangelhos terem vários autores enfraquece a veracidade da Bíblia? Por quê?
Paulo Cristiano: Não acredito. Apesar de o Novo Testamento ter sido escrito por diversos autores, os escritos que eles deixaram formam uma unidade coesa quando analisados conjuntamente. A problemática com os imbróglios de Ehrman envolvendo os textos do Novo Testamento se dá pelo fato de ele já partir de um paradigma epistemológico enviesado. É por meio dele que todo o seu trabalho de crítica textual é orientado. Ehrman não se tornou um crítico do cristianismo apenas por causa das suas pesquisas acadêmicas, mas também por questões puramente filosóficas que envolvem Deus e o problema do mal.
Ele parte da hipótese de que as discrepâncias existentes nas narrativas entre os autores do Novo Testamento levariam a “diferentes pontos de vista teológicos” (sic). Mas é justamente pelo fato de os autores dos Evangelhos trazerem pormenores diferentes e ligeiras variantes na descrição de um mesmo fato que podemos confiar em tais narrativas. Isso mostra que os documentos se tornam tanto mais digno de fé, visto que mostra os escritores não terem forjado uma história.
Ehrman conclui que pelo fato de existir “versões diferentes da história” é errado acreditar que os autores neotestamentários diziam a mesma coisa. Ora, se esse raciocínio partisse de um leigo, seria até compreensível, mas de alguém que ostenta a cátedra de professor é inadmissível. Isso coloca em evidência a falta de conhecimento acadêmico sobre princípios rudimentares metodológicos de algumas áreas científicas por parte de Ehrman.
Andréa França: Segundo Ehrman, a Bíblia não é infalível e contém muitos erros, além de diferentes pontos de vista teológicos que precisam ser reconhecidos. Como estudioso bíblico, como o senhor refuta essas afirmações?
Paulo Cristiano: O foco da questão recai novamente nas especulações de Ehrman. Ele parte da premissa de que um Deus infalível teria necessariamente de preservar sua Palavra segundo os próprios padrões que ele (Ehrman) determinou. Para provar essa assertiva, sua tese foi elaborada a partir das discrepâncias existentes no texto bíblico bem como de suas inúmeras variantes textuais. Ora, discrepâncias e contradições são coisas diferentes! Nenhum estudioso sério negaria que há milhares de variantes textuais e dificuldades no Novo Testamento, mas partir deste fato para concluir que há contradições nos “pontos de vista teológicos” é laborar em erro. Ehrman pretende transformar algumas dificuldades bíblicas em contradições. Mas dificuldades não significam objeções, haja vista que problemas ainda não solucionados, não são erros.
Na entrevista concedida à revista Época, Ehrman cita dois exemplos do que ele acredita serem erros que desabonariam a Bíblia como livro inspirado. O primeiro é um contraste entre o que Cristo e Paulo afirmaram sobre o processo da salvação. Além da citação de Mateus 24 estar errada, pois o texto em apreço não menciona nada sobre salvação pelas obras, as reais declarações de Paulo e Jesus sobre fé e obras não são contraditórias, mas complementares entre si. Embora Paulo enfatize a fé, ele deixa claro que essa fé é a raiz das obras (Ef 2.8-10) e Jesus aponta as obras como fruto da crença nele.
Outro exemplo fornecido por ele é a suposta divergência entre os Evangelhos de Mateus e de João. Ehrman afirma que João apresenta a divindade de Cristo, mas não sua humanidade. Ora, ele esquece que o teor do evangelho de João é apologético e como tal era uma refutação às alegações gnósticas de que Jesus não era humano, o que é refutado por João já no prólogo de seu evangelho (e também em suas epístolas). Sendo assim, uma análise crítica mais acurada desfaz toda a dúvida sobre as alegadas “contradições”.
Andréa França: De acordo com seus conhecimentos acerca da história da Bíblia, que respostas daria para os seguintes questionamentos levantados por Ehrman: Por que não temos a Bíblia original? Por que temos apenas manuscritos escritos mais tarde e que não são iguais? (Segundo ele, essas diferenças mostram que não existe um livro com inspiração divina que foi entregue a nós).
Paulo Cristiano: Não temos provas históricas de como desapareceram os autógrafos originais do Antigo e Novo Testamentos. Entretanto, o material no qual ambos foram escritos era frágil e logo se desgastava com o uso contínuo. Portanto, os textos necessitavam ser copiados constantemente. No caso do Novo Testamento, é provável que os cristãos primitivos tenham lido e relido até que se gastasse, desfazendo-se por completo. É verdade que as cópias que foram feitas dos originais possuem erros de copistas e algumas interpolações em alguns pouquíssimos pontos, todavia, não altera em lugar algum o texto. Das 250.000 (duzentos e cinqüenta mil) variantes, a maioria refere-se somente à ortografia e à disposição das palavras. Será que com todas estas variantes não ficaria prejudicada a crença de que nossos textos modernos refletem o mesmo texto do original? Segundo Hort, 7/8 do texto estão fora de discussão. As variantes que modificam o texto abrangem a milésima parte dele apenas.
Bruce Metzger, uma das maiores autoridades em grego neotestamentário (a quem Ehrman chama de “mentor e pai-doutor” em um de seus livros), afirma que as diferenças não afetam substancialmente nenhuma doutrina cristã. Isto mostra o choque entre o mestre e o aluno que não aprendeu bem as lições de casa. Norman Geisler e Willian Nix acrescentam: “O Novo Testamento, então, não apenas sobreviveu em maior número de manuscritos que qualquer outro livro da antiguidade, mas sobreviveu em forma mais pura que qualquer outro grande livro – uma forma 99,5% pura.”
Contudo, é bom frisar que nenhum manuscrito ou tradução é inspirado, apenas o original. No entanto, devido ao grande número de manuscritos existentes com datação próxima aos autógrafos originais, podemos com certeza reconstruir o texto original. Partindo desta lógica, podemos considerá-los para todos os efeitos, nas palavras de Josh Mcdowell, como “virtualmente” inspirados.
Andréa França: Segundo a declaração de Bart Ehrman na entrevista para à Época, ele tornou-se agnóstico e deixou a cristandade não por conta de seus estudos históricos da Bíblia, mas por não acreditar que poderia haver um Deus no comando deste mundo cheio de dor e sofrimento. O que o senhor espera de um teólogo cujas decisões são baseadas em experiências empíricas em detrimento de estudos bíblicos? Essa postura do autor já não compromete o teor de suas análises acerca da Bíblia?
Paulo Cristiano: É impossível começar qualquer análise sem pressuposições. A própria ciência depende de pressuposições. A questão é se tais pressuposições são válidas ou não. No caso de Bart Ehrman, ele criou um padrão pessoal baseado em um método dedutivo deficiente pelo qual submeteu a fé cristã e, por último, o próprio Deus aos caprichos de suas opiniões pessoais. Verificando que Deus não se enquadrava em seus pressupostos, ele começou a desacreditar a Bíblia sem levar em consideração as evidências históricas disponíveis. Sua abordagem exegética do Novo Testamento deixa muito a desejar, assim como seu conhecimento em algumas áreas das ciências humanas.
O ataque de Ehrman contra o cristianismo ortodoxo não possui nada de original, segue a mesma linha das escolas de pensamento do “Seminário de Jesus”, de “Dominic Crossan” e outros que tentaram desconstruir a fé cristã nestas últimas décadas por meio da “alta crítica”. É lamentável verificar que obras superficiais como as dele causem tanto alvoroço nos meios midiáticos. O sucesso de tais obras fica mais por conta da propaganda midiática empregada do que pelo mérito das obras em si.
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* Entrevista integral
Apocalipse
Chrystian Gardin
Bom Domingo a todos.
A negação da revelação divina da verdade resultou na conclusão de que não existe uma verdade objetiva que seja válida para toda a humanidade. Cada indivíduo seria capaz de determinar por si mesmo o que é a verdade. Assim sendo, aquilo que é verdade para uma pessoa não é, necessariamente, verdadeiro para outra. A verdade passou a ser algo subjetivo e relativo.
A racionalização nos levou à conclusão de que não há padrão objetivo pelo qual uma pessoa seja capaz de avaliar se algo está certo ou errado. Agora ninguém mais pode dizer legitimamente a outra pessoa que algo que ela está fazendo é errado. Seguindo essa racionalização, nunca se deve dizer a outra pessoa que seu modo de vida é errado, mesmo que, vivendo dessa maneira, ela possa morrer prematuramente. Também não será permitido que alguém diga a um adolescente que o sexo não deve ser praticado antes do casamento. Afinal de contas, ninguém tem o direito de impor seus conceitos de certo ou errado sobre os outros.
Essa negação da verdade objetiva e do padrão objetivo de certo e errado é propagada através de uma “redefinição de valores” promovida por escolas, por universidades, pela mídia, pela internet, por várias publicações, por alguns tipos de música e pela indústria do entretenimento como um todo. Algumas universidades, inclusive, já adotaram uma política que abafa qualquer expressão do que é certo ou errado por parte de seus alunos e professores. Esse tipo de atitude resulta em censura e intolerância.
A negação da verdade objetiva e dos padrões objetivos de certo e errado motivaram alguns a defenderem que os pais devem ser proibidos de bater nos filhos quando estes fizerem algo que os pais acreditam ser errado.
A Redefinição da Tolerância
“Satanás ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher o vazio espiritual e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele”.
Isso tudo também resultou em um movimento que visa forçar a sociedade a aceitar um novo conceito de tolerância. A visão histórica da tolerância ensinava que as pessoas de opiniões e práticas diferentes deveriam viver juntas pacificamente. Cada indivíduo tinha o direito de acreditar que a opinião ou prática contrária à sua estava errada e podia expressar essa crença abertamente, mas não podia ameaçar, aterrorizar ou agredir fisicamente aqueles que discordavam dele.
Porém, a tolerância passou por uma redefinição. O novo conceito diz que acreditar ou expressar abertamente que uma opinião ou prática de uma pessoa ou de um grupo é errada equivale a um “crime de ódio” e, portanto, deve ser punido pela lei. Grupos poderosos estão pressionando o Congresso americano, por exemplo, para fazer com que esse novo conceito torne-se lei. Isso ocorrerá se for aprovado o que passou a ser conhecido como “lei anti-ódio”. Uma vez que nos EUA já existem leis contra ameaças ou prejuízos físicos causados a pessoas ou grupos de opiniões e práticas distintas, é óbvio que o objetivo desse projeto é tornar ilegal a liberdade de crença e de expressão. Se esse projeto for aprovado, os EUA passarão a ser mais um Estado totalitário, comparado àqueles que adotaram a Inquisição e o comunismo. [Tendências semelhantes se verificam na maior parte dos países ocidentais]
Já que o mundo foi levado a acreditar que não há verdade objetiva válida para toda a humanidade e nenhum padrão objetivo que sirva para verificar se algo está certo ou errado, cada vez mais defende-se a idéia de que todos os deuses, religiões e caminhos devem ser aceitos com igualdade. Por isso, todas as tentativas de converter pessoas de uma religião para outra devem ser impedidas e as afirmações de que existe apenas um Deus verdadeiro, uma religião verdadeira e um único caminho para o céu são consideradas formas visíveis de preconceito. O pluralismo religioso está se tornando lugar-comum hoje em dia.
Se não há nenhum padrão objetivo para determinar o certo e o errado, então qual base uma sociedade ou um indivíduo pode usar para concluir que matar é errado? Isso incluiu os assassinatos praticados por médicos que fazem abortos ou os massacres provocados por psicopatas em escolas e em lugares públicos? Pois, talvez alguns desses atos violentos sejam resultantes do fato de seus autores terem concluído que, se não existe um padrão objetivo para determinar o que é certo e o que é errado, para eles é correto assassinar.
Se essa espécie de lei anti-ódio for aprovada, ela terá conseqüências drásticas. As pessoas que virem esse tipo de lei sendo posta em prática acreditarão que esse é o caminho correto. Mas, durante as campanhas eleitorais e nas sessões legislativas, os políticos poderão fazer acusações uns aos outros ou dizer que as ações dos seus oponentes são erradas?
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Um padre foi preso em Sorocaba acusado de atentado violento ao pudor e corrupção de menores. Ele teria molestado sexualmente pelo menos seis adolescentes. A prisão ocorreu na noite de ontem, após o pedido de prisão preventiva feito pela delegada Tania Munhoz Guarnieri, da Delegacia da Mulher de Sorocaba.
O padre Alfieri Eduardo Bompani, de 57 anos, exercia o sacerdócio na paróquia Nossa Senhora de Fátima, e fazia um trabalho com vítimas de maus tratos e menores abandonados. O padre, que morava na casa paroquial, levava os jovens abandonados para lá. A Vara da Infância e da Juventude proibiu a estadia dos menores na casa paroquial, mas ele não acatou a ordem.
O caso vinha sendo investigado desde 1999. Dez jovens que moravam com o padre Alfieri Bompani prestaram depoimentos à Vara da Juventude, e seis deles afirmaram ser molestados sexualmente pelo padre. Alfieri Bompani também foi interrogado, e negou tudo.
A delegada Tânia Munhoz Guarnieri, da Delegacia da Mulher, instaurou inquérito, e pediu a prisão preventiva do padre. A prisão temporária é por um mês. Ele está no Centro de Detenção Provisória de Sorocaba. Após a prisão, a polícia efetuou buscas na casa paroquial, e encontrou fitas de vídeo e fotos, que foram envidas para perícia.
fonte:forum.gameforum.com.br/viewtopic.php?..
saiu no site tambem paraná on line
São Paulo - Alfieri Eduardo Bompani, padre, foi condenado a 93 anos de prisão. Ele cuidava de abrigos para menores. Há dois anos crianças e adolescentes denunciaram que foram vítimas de abuso sexual. Um jovem contou para a polícia que foi assediado aos 14 anos quando pediu um conselho ao padre. Dois diários foram usados como provas. Nas páginas, os peritos decifraram códigos usados pelo padre para relatar experiências sexuais que manteve com crianças e adolescentes. Em abril de 2002, o padre chegou a ser preso, mas foi solto. Meses depois novas denúncias e o depoimento de um homem foi fundamental para a polícia concluir que o padre Alfieri deveria ser preso enquanto aguardava o julgamento. Ele também teria sofrido abusos 20 anos atrás. Em novembro do ano passado o padre se apresentou à Justiça.
fonte http://www.parana-online.com.br/editoria/pais/news/105228/