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2012 Hollywood destrói o mundo


“Em toda a história, nunca uma data foi tão significativa para tantas culturas e religiões, tantos cientistas e governos. Um cataclisma global ocasiona o fim do mundo”. O dia é 21 de dezembro de 2012, data em que o calendário maia prediz que ocorrerá o final dos tempos, um evento dramatizado no filme “2012”, feito em Hollywood pelo diretor Roland Emmerich e lançado em novembro. O filme apresenta efeitos visuais fantásticos do cataclisma abatendo-se sobre a terra, mostrando o desabamento das construções mais destacadas do mundo – a Basílica de São Pedro em Roma, os arranha-céus de Nova Iorque, a estátua do Cristo Redentor no Rio – à medida que meteoros e inundações destroem a terra. O trailer começa com a pergunta: “Como os governos de nosso planeta conseguiriam preparar seis bilhões de pessoas para o fim do mundo?” Logo aparece a resposta: “Não conseguiriam”. De acordo com o filme “2012”, a Terra se fenderá ao meio, cumprindo uma antiga profecia.

A profecia em questão vem da antiga civilização maia na América Central, que produziu o famoso Calendário Maia. Os maias foram os únicos habitantes nativos das Américas a desenvolverem uma linguagem escrita. Eles também obtiveram progresso notável nas artes, na arquitetura, na matemática e na astronomia, chegando ao auge de seu desenvolvimento durante o período de 250 d.C. a 900 d.C. Por volta de 1200 d.C., a sociedade deles sofreu um colapso, por razões que podemos apenas supor. Quando os conquistadores espanhóis chegaram, os maias ainda ocupavam a região, e ainda falavam a língua maia, mas já não tinham conhecimento de muitas coisas que seus antepassados haviam criado.

Diego de Landa foi um padre católico-romano que visitou o México em 1561 e é tido como infame por ter destruído documentos e artefatos maias de valor incalculável. Embora Landa estivesse muito interessado na cultura maia, ele abominava determinados aspectos de suas práticas, particularmente os sacrifícios humanos. Em julho de 1562, quando evidências de sacrifícios humanos foram encontradas em uma caverna que continha estátuas sagradas dos maias, Landa ordenou a destruição de cinco mil ídolos. Ele decidiu que os livros dos maias também eram obra do Diabo e certificou-se de que fossem queimados, tendo restado apenas três livros. Conseqüentemente, foi perdida a maior parte do conhecimento e da história dos maias.

O livro mais importante dentre os que restaram é o chamado Códice de Dresden, que recebeu esse nome devido à cidade na Alemanha onde ficou depositado. É um livro estranho, escrito em hieróglifos, que ninguém foi capaz de entender até 1880. Nessa época, Ernst Forstemann, um estudioso alemão que trabalhava na mesma biblioteca em Dresden, conseguiu decifrar o códice do calendário maia. Ele descobriu que o códice continha tabelas astronômicas detalhadas, com cálculos indicando que o ano tinha 365,242 dias, e usava tabelas para predizer os solstícios e os equinócios, as órbitas dos planetas em nosso sistema solar e outros fenômenos celestiais.

Os maias haviam desenvolvido uma maneira extraordinariamente complexa (e muito precisa) de medir a passagem do tempo, que girava em torno de ciclos de 52 anos. No final de cada ciclo, eram realizadas cerimônias religiosas nas quais os sacerdotes executavam um sacrifício humano no topo de um vulcão extinto conhecido hoje como a Colina da Estrela, local situado em Iztapalapa, no México. O propósito era apaziguar os deuses para que eles não destruíssem o mundo com o final do ciclo. Os maias aguardavam pelo sinal que anunciaria a continuidade do mundo por outros 52 anos, que era a passagem da constelação de Plêiades pelo centro dos céus.

Os maias também possuíam um outro calendário, conhecido como o de “Contagem Longa”. O funcionamento dele é bastante complexo e vai além do escopo deste artigo. Na internet há informações em “Contagem Longa” na Wikipedia. A atual Contagem Longa teve início em 3114 a.C. Na mitologia maia, cada ciclo de Contagem Longa é uma era mundial na qual os deuses tentam criar criaturas piedosas e subservientes. A Primeira Era começou com a criação da Terra, que tinha sobre si vegetação e seres vivos. Infelizmente, como eles não possuíam a habilidade da fala, os pássaros e os animais eram incapazes de prestar honra aos deuses e foram destruídos. Na Segunda Era e na Terceira Era, os deuses criaram os humanos do barro e depois da madeira, mas estes também fracassaram em agradar os deuses e foram aniquilados. Estamos atualmente na Quarta Era, que é a Era Final, a era do ser humano moderno, completamente funcional.

A visão popular apresentada no filme de Roland Emmerich é que a presente era termina em 21 de dezembro de 2012. E o que vem depois? A interpretação dele é que o mundo acaba em fogo e em inundação.

Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latinoamericana do Museu de História Natural da Flórida, declarou: “Nós (a comunidade arqueológica) não temos nenhum registro nem conhecimento de que os maias pensassem que o mundo chegaria ao fim em 2012. Na foto, calendário maia.

Os eruditos questionam isso. Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latinoamericana do Museu de História Natural da Flórida, declarou: “Nós (a comunidade arqueológica) não temos nenhum registro nem conhecimento de que os maias pensassem que o mundo chegaria ao fim em 2012. Interpretar o dia 21 de dezembro de 2012 como o evento do juízo final é uma invencionice completa e uma oportunidade de ganhar dinheiro para muitas pessoas”. Algumas visões de espiritualidade alternativa baseadas no misticismo da Nova Era e na astrologia vêem a data como sendo um acontecimentos positivo em vez de ser o dia do juízo final: seria a transição da “Era de Peixes, violenta e escura” (i.e., esta era) para a Era de Aquário, “um milênio de amor e luz”.

Para ficar claro: eu não atribuiria nenhum significado à data de 21 de dezembro de 2012. Contudo, embora aceitando as objeções acadêmicas às interpretações populares sobre a cultura maia e deixando o misticismo da Nova Era de lado, o próprio fato de que o filme está sendo feito já diz algo sobre o mundo em que vivemos. As pessoas estão conscientes da possibilidade de que calamidades venham a se abater sobre nós – e Hollywood pegou essa deixa com uma série de filmes sobre catástrofes que estão para ser lançados. The Wall Street Journal, de 31 de julho de 2009, publicou um artigo intitulado “Hollywood Destrói o Mundo”, que dizia:

Uma enxurrada de histórias pós-apocalípticas segue agora em direção às telas de cinemas e de TV. O diretor Roland Emmerich já quase destruiu o mundo por três vezes. Desta vez ele tem a intenção de terminar o trabalho. Em seu filme “2012”, a terra se fende ao meio, cumprindo uma antiga profecia.

O artigo prossegue listando uma série de filmes que estão para ser lançados, sobre uma futura calamidade que destruirá a civilização e como um punhado de pessoas sobram e lutam em um mundo em ruínas buscando sobreviver: The Book of Eli [O Livro de Eli], Day One [O Primeiro Dia], The Colony [A Colônia], e The Road [A Estrada]. Ao apresentar motivos para isso, o artigo diz:

A maioria dos autores dessas histórias diz que está reagindo à ansiedade a respeito de ameaças reais em tempos incertos: os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, duas guerras dos EUA em países estrangeiros, pandemias múltiplas, uma crise financeira global e nova atenção a perigos ambientais. Roland Emmerich afirma: “Ando realmente muito pessimista atualmente”.

Logicamente que não é apenas em Hollywood que as pessoas estão falando sobre um cataclisma que está por vir, ou para destruir o mundo, ou para reformá-lo de forma a ficar irreconhecível. Os noticiários sobre Israel têm apresentado referências à Guerra de Gogue e Magogue, a profecia bíblica encontrada em Ezequiel 38-39 sobre a batalha dos últimos dias, na qual Deus resgatará Israel de uma invasão de nações hostis. Alguns israelenses acreditam que chegou a hora de construírem o Terceiro Templo, profetizado como algo que acontecerá nos “últimos dias” da história. O aiatolá Khamenei, do Irã, conclamou as nações muçulmanas ao redor do mundo para se unirem militarmente em resposta à iminente vinda do salvador messiânico do islã – o Mahdi. Os líderes muçulmanos radicais do Irã acreditam que o Mahdi irá surgir no final da era, proporcionando aos muçulmanos a derrota de Israel e do Ocidente, e que ele governará sobre todo o mundo. Os ambientalistas radicais dizem que o dia do juízo final está chegando rapidamente por causa do aquecimento global. Cristãos evangélicos, como eu, crêem que os acontecimentos globais estão se alinhando exatamente como Jesus Cristo e os profetas bíblicos disseram que aconteceria nos “últimos dias”.

De acordo com o filme “2012”, a Terra se fenderá ao meio, cumprindo uma antiga profecia.

O perigo das versões de Hollywood sobre o fim do mundo
Elas fazem com que as pessoas fiquem tão temerosas da calamidade vindoura que não vêem nenhuma saída, ou tornam-se céticas com respeito à mensagem verdadeira das profecias bíblicas sobre os últimos dias. As versões múltiplas dos “cenários do fim do mundo” também significam que as pessoas podem colocar as profecias maias, os escritos de Nostradamus, ou as esperanças islâmicas com respeito ao Mahdi no mesmo nível que as profecias da Bíblia.

Ao mesmo tempo, muitas pessoas estão despertando para o fato de que o mundo está realmente ameaçado de desastres vindos de múltiplas frentes – a propagação de armas de destruição em massa, a ameaça de colapso econômico, a dependência do sistema mundial com relação ao petróleo que se extinguirá, a questão ambiental, o conflito no Oriente Médio, a violência e a ilegalidade que se tornam cada vez mais abundantes, a ruptura da vida familiar e a insegurança que milhões estão enfrentando como resultado de tudo isso. Esses fatores levam as pessoas a questionarem:

“Será que o mundo assim como o conhecemos está chegando ao fim?”
De acordo com as profecias bíblicas, está! Todos esses fatos, e outros mais, estão profetizados na Bíblia para acontecerem nos últimos dias desta era. Jesus disse que nos tempos finais, antes de Sua volta, haveria uma época de tamanha dificuldade que, se Deus não a tivesse abreviado, ninguém sobreviveria: “Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt 24.21-22).

Uma série de profecias do Antigo Testamento enfoca o conflito em torno de Jerusalém (Jl 3; Zc 12-14), e Jesus disse: “Cairão a fio de espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade [a palavra grega aqui é “aporia”, que significa “sem nenhuma saída”] por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados. Então, se verá o Filho do Homem [i.e., Jesus] vindo numa nuvem, com poder e grande glória” (Lc 21.24-27).

No livro do Apocalipse, lemos sobre uma série de desastres que atingirão a terra, o que se ajusta perfeitamente com os problemas do mundo atual. Guerras mundiais e fomes causam mortes em massa (Ap 6.1-8). Árvores e pastagens são queimadas, os peixes do mar morrem como se algo como uma grande montanha fosse atirada ao mar (asteróide?), e águas doces se tornam impróprias para beber (Ap 8.7-11). Surge um regime ditatorial que força as pessoas a aceitarem uma marca e um número (666), sem os quais nada se pode comprar ou vender (Ap 13). Rios secam e as pessoas são afligidas com grande calor (Ap 16). A batalha final do Armagedon reúne os exércitos do mundo em Israel e fecha esta era com o retorno físico do Senhor Jesus Cristo à terra (Ap 16.16; Ap 19.11-21).

As pessoas estão conscientes da possibilidade de que calamidades venham a se abater sobre nós – e Hollywood pegou essa deixa com uma série de filmes sobre catástrofes que estão para ser lançados.

A Bíblia também nos dá grande esperança por causa da Segunda Vinda física do Senhor Jesus Cristo e do livramento de todos os que O recebem como Salvador e Senhor. O cinema-desastre termina sem nenhum sobrevivente, ou com um punhado de sobreviventes se debatendo em um planeta que está para morrer. Na Bíblia, os acontecimentos catastróficos dos últimos dias serão seguidos pelo retorno físico do Senhor Jesus com todos aqueles que colocaram sua confiança nEle. Os sobreviventes da Tribulação que aceitarem Jesus como Salvador viverão em uma terra restaurada durante 1000 anos (o Milênio), em cujo tempo Satanás será amarrado e incapaz de enganar as nações (Ap 20), haverá paz em todo o mundo (Is 2.1-4) e harmonia no mundo natural (Is 11). Este será o prelúdio para a eternidade, quando Deus criará novos céus e nova terra nos quais a justiça habitará (2 Pe 3.13).

O primeiro estágio nesse processo ocorrerá quando o Senhor vier e levar para estarem com Ele todos aqueles que crêem nEle. Não podemos saber exatamente quando isso acontecerá, mas precisamos estar prontos. Jesus disse: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mt 24.36). Paulo escreveu sobre o que acontecerá: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16-17).

Esse acontecimento ocorrerá “como um ladrão de noite” (1 Ts 5.2), o que significa que acontecerá inesperadamente, sem aviso. Portanto, precisamos nos arrepender (afastar-nos) dos nossos pecados e aceitar Jesus como Salvador e Senhor de nossa vida. Se quiser ser salvo do julgamento de Deus, você deve confiar no Senhor Jesus, que morreu como sacrifício pelos nossos pecados e ressuscitou dentre os mortos para nos dar vida eterna: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

(Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada.com.br)




Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
Este artigo é um trabalho compilado.

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Será que Obama é uma fraude cristã?


Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C., EUA, 6 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A ausência cada vez mais notória do envolvimento de Obama, sua esposa e filhas com uma igreja ou participação de eventos cristãos públicos está levando uma organização cristã a questionar o nível de devoção que o presidente Obama realmente sente para com a identidade religiosa que outrora fazia parte do apelo e imagem da sua campanha.
Depois de freqüentar regularmente uma igreja cristã durante a campanha presidencial de 2008, Obama não está indo à igreja regularmente desde que foi eleito presidente e ainda não procurou uma igreja para sua família. Obama, em seu feriado no Havaí por causa do Natal, não quis ir a nenhum culto com sua família. Já eleito, ele também não foi a nenhum culto de Natal em 2008.
Contudo, quando era candidato, Obama fez de sua fé cristã e envolvimento numa igreja cristã local uma parte principal de sua campanha — e acredita-se que essa imagem atraiu votos cruciais que, caso contrário, teriam se oposto às suas políticas esquerdistas. Vários pastores evangélicos, tais como Kirbyjon Caldwell, pastor de uma mega-igreja em Houston, ajudaram a reforçar o tema de discussão da campanha de que as políticas sociais de Obama estavam mais próximas das doutrinas cristãs do que seus críticos estavam afirmando.
Douglas Kmiec, professor de direito na Universidade de Pepperdine que recebeu muitas críticas dos círculos católicos por fazer propaganda em favor de Obama, havia argumentado que sua confiança no candidato pró-aborto era resultado de sua aparente fidelidade ao Cristianismo.
“Quando estava numa reunião de líderes religiosos em Chicago, Obama me disse que seu trabalho comunitário anos antes, ajudando os desalojados e os desempregados, o deixou vazio até que ele se ajoelhou diante da Cruz. Creio nele”, escreveu Kmiec num artigo na edição de janeiro de 2009 de Commonweal se defendendo de seus críticos. “Não dá para lançar bem uma política ou uma filosofia ou um relacionamento quando a fé está ausente; e eu não duvidei (e não duvido) da autenticidade da fidelidade de Obama à fé cristã”.
Desde sua eleição, os defensores dos interesses cristãos estão cada vez mais inquietos com a evidente falta de, e até mesmo descaso das, sensibilidades cristãs na Casa Branca. Alguns exemplos incluem:
* A pedido da Casa Branca, em abril a Universidade de Georgetown cobriu uma cruz branca e um símbolo do nome de Jesus que teriam aparecido sobre a cabeça de Obama num discurso dele.
* O presidente publicamente recusou celebrar o Dia Nacional de Oração na Casa Branca — mas hospedou uma grande festa animada para lançar o Mês do Orgulho Gay e Lésbico em junho, e reconheceu o mês islâmico sagrado de Ramadã na Casa Branca.
* Enquanto sem rodeios comentando que George Washington reconheceu o Dia de Ações de Graças celebrando “os muitos e notáveis favores do Deus Todo-poderoso”, a proclamação de Ações de Graças de Obama foi a primeira na história dos EUA a exortar a celebração do feriado sem realmente reconhecer a existência de Deus ou Divina Providência.
* Pela primeira vez em 43 anos, o governo de Obama proibiu a presença militar oficial num “Comício Deus e a Nação” em Nampa, Idaho.
* Numa árvore de Natal da Casa Branca, o presidente pediu que não se mostrasse nenhum ornamento cristão ou judaico. Mas, ironicamente, permitiu um ornamento que mostrava a imagem de Mao Tse Tung, ditador chinês e assassino de massas.
“A questão não é se um presidente tem de freqüentar uma igreja regularmente para ser um presidente eficiente. Eles não precisam”, comentou o Rev. Patrick J. Mahoney, diretor da Coalizão de Defesa Cristã, com sede em Washington. “A questão é de integridade e honestidade.
“Pintar-se como uma pessoa de profunda fé cristã e muito envolvido na vida de uma igreja local durante a campanha e então abandonar essa posição depois da eleição reduz a fé a um produto de conveniência e o Cristianismo a uma ferramenta política”.
Mahoney comentou que a Casa Branca admite que o presidente Obama e sua família não se estabeleceram numa igreja em Washington, D.C., pois eles querem evitar se tornar um “fator de perturbação numa igreja local”.
“Esse é um argumento complemente malicioso e enganoso”, disse Mahoney. “A maioria esmagadora das igrejas em Washington adoraria ter o presidente e sua família freqüentando sua igreja e os receberiam de braços abertos.
“Falando de modo claro, senhor presidente, se sua fé e envolvimento cristão numa igreja local significam tanto para você como você diz que significam, por favor, procure uma igreja local vibrante para você e sua família adorarem a Cristo”.


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Sou evangélico, qual o problema em pular carnaval?


Alguns crentes em Jesus não vêem nenhum problema no Carnaval. Para eles, se não tiver azaração, pegação, bebidas e drogas, não existe nenhum mal desfrutar da festa de Momo, mesmo porque o que importa é a diversão. Segundo estes, o desfile na televisão é tão bonito! E outra coisa: Que mal tem se alegrar ao som dos sambas enredos do Rio de Janeiro?

Pois é, o que talvez estes crentes IGNOREM é a história, o significado e a mensagem do carnaval.

Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: "O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.

Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia).

"Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.

A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:

"O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deusdo vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia)

Pois é, no Brasil o carnaval possui a conotação da transgressão. Disfarçado de alegria, a festa de Momo promove promiscuidade sexual, prostituição infantil, violência urbana, consumo de drogas, além de contribuir para a descontrução de valores primordiais ao bem estar da família.

Isto posto tenho plena convicção de que não vale a pena enredar-se as oferendas do Carnaval. Como crentes em Jesus, devemos nos afastar de toda aparência do mal. Participar da festa de Momo significa se deixar levar por valores anti-cristãos e imorais permitindo assim que o adversário de nossas almas semeie em nossos corações conceitos absolutamente antagônicos aos ensinos deixados por Jesus.

Para terminar essa reflexão, compartilho um poema de Jerônimo Gueiros (1880-1954) que foi um ministro presbiteriano nordestino muito conhecido por seu rico ministério, no Recife, e por suas qualificações como literato e apologista da fé cristã. De sua lavra surgiram artigos penetrantes, livros inspiradores e poesias tão belas quanto incisivas e pertinentes aos temas apresentados.

"Carnaval! Empolgante Carnaval!
Festa vibrante!Festa colossal!

Festa de todos: de plebeus e nobres,
Que iguala, nas paixões, ricos e pobres.
Festa de esquecimento do passado,
De térreo paraíso simulado...

Falsa resposta à voz do coração
De quem não frui de Deus comunhão,
Festa da carne em gozo desbragado,
Festa pagã de um povo batizado,

Festa provinda de nações latinas
Que se afastaram das lições divinas.
Ressurreição das velhas bacanais,
Das torpes lupercais, das saturnais

Reino de Momo, de comédias cheio,
De excessos em canções e revolteio,
De esgares, de licença e hilaridade,
De instintos animais em liberdade!

Festa que encerra o culto sedutor
De Vênus impúdica em seu fulgor.
Festa malsã, de Cristo a negação,
Do "Dia do Senhor" profanação.

Carnaval!Estonteante Carnaval!
Desenvoltura quase universal!

Loucura coletiva e transitória,
Deixa do prazer lembrança inglória,
Festa querida, do caminho largo,
De início doce, mas de fim amargo...

Festa de baile e vinho capitoso,
Que morde como ofídio venenoso,
Que tira do homem sério o nobre porte,
E gera o vício, o crime, a dor e a morte.

Carnaval!Vitando Carnaval!
Festa sem Deus!Repúdio da moral!
Festa de intemperança e gasto insano!
Trégua assombrosa do pudor humano,

Que solta a humana besta no seu pasto:
O sensualismo aberto mais nefasto!
Festas que volve às danças do selvagem
E do africano, em fúria, lembra a imagem,

Que confunde licença e liberdade
Nos aconchegos da promiscuidade
Sem lei, sem norma, sem qualquer medida,
Onde a incauta inocência é seduzida,

Onde a mulher, às vezes, perde o siso
E o cavalheiro austero o são juízo;
Onde formosas damas, pela ruas,
Exibem, saltitando, as formas suas,

E no passo convulso e bamboleante,
Em requebros de dança extravagante,
Ouvem, no "frevo" , as chufas e os ditados
Picantes, de homens quase alucinados,

De foliões audazes, perigosos,
Alguns embriagados, furiosos!
Muitos, tirando a máscara, em tais dias,
Revelam, nessas loucas alegrias,

A vida que levaram mascarados
Com a máscara dos homens recatados...
Carnaval!Perigoso Carnaval!
Que grande festa e que tremendo mal!

Brasil gigante, atenção! Atenção!
O Carnaval é festa de pagão!
Repele-o! Que te traz só dor e morte!
Repele-o! E inspira em Deus a tua sorte."

Pense nisso!



Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.

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Avatar


Mas o Espírito Santo expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios" - I Tm 4.1

Chamou-me a atenção quando observei uma criança brincando com uma figura luminosa parecida com um ser humano, mas que possuía uma espécie de rabo. Ela disse que era um "avatar". Fui pesquisar e descobri algumas coisas interessantes que, como cristão, devem nos remeter a uma reflexão, principalmente sobre o contato que crianças têm com essa "doutrina" sendo vítimas fáceis de bem elaboradas e intrincadas teias diabólicas.

Primeiro é importante saber o que significa "avatar", que segundo o dicionário Michaelis é: "No hinduísmo, encarnação (literalmente descida) de uma divindade sob a forma de um homem ou de um animal, sobretudo de Vixenu, segunda pessoa da trindade indiana".

Olha só com o que as crianças estão tendo contato e se maravilhando...

Depois, como se trata de um termo novaerense, pesquisei o significado que eles dão e achei o seguinte:

Segundo Alice Ann Bailey (mentora da Nova Era) a palavra "avatar" significa: "Descer com a aprovação da fonte superior da qual provém, para benefício do lugar ao qual chega" (Dicionário Sânscrito de Monier Willians). Segundo ela, os "avatares" mais conhecidos são: Buda no oriente e Jesus no ocidente. Ainda segundo ela, os "avatares" expressam dois incentivos básicos: a) A necessidade de Deus fazer contato com a humanidade e relacionar-se com os homens e b) A necessidade que tem a humanidade de entrar em contato com a divindade e ser ajudada e compreendia por ela.

Amados, é testemunha que não tenho a menor intenção de propagar tal ensino, todavia, se faz necessário trazer esses relatos para que - principalmente os pais - estejam atentos sobre que tipo de "influência" que os filhos estão se expondo.

Para minha surpresa, quando fui pesquisar sobre o filme, descobri que o James Cameron (o diretor) estudou, pesquisou e demorou nada mais e nada menos do que uma década para lançar tal filme (e derivados). Estranho não? Por que demorar 10 anos para lançar um filme, sendo que bem sabemos tratar-se de um negócio bilionário? Logo percebemos que não é tanto pelo dinheiro, mas sim o momento certo de disseminar uma "doutrina".

Agora, após o lançamento do filme e paralelo a ele, são lançados games, brinquedos, revistas, etc...

Sem dúvida, as crianças (mesmo as que não assistem ao filme) ficarão encantadas com o filme e suas engenhocas fascinantes, e assim serão atraídas exatamente como aconteceu com as crianças do Flautista de Hammelin.

A armadilha é sempre a mesma, ou seja, criar instrumentos com os quais as crianças poderão acumular conhecimentos e absorver informações (serem doutrinadas).

A tática é usar símbolos, pois, bem sabemos que a cognição funciona melhor quando expostos a simbologias.

Portanto, assim como me chamou a atenção aquele garotinho inocentemente brincando com seu avatar (ele provavelmente nem assistiu ao filme e muito menos sabe o que significa), espero que o Senhor esteja chamando a atenção de pais e mães, pois, não me canso de escrever que é bíblico dizer:

"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes." (I Co 15.33).

Por trás de um aparente inocente filme, brinquedo ou game, uma alma está sendo enredada por um inimigo sutil e terrível, cuja forma de ação se resume em roubar, matar e destruir, mesmo que sejam inocentes indefesos.

Em o Nome do Senhor, está dada a informação!

*Utilizado nessa mensagem livro: A Nova Era - Samuel Fernandes/Magalhães Costa.

por Vilson Ferro Martins



Artigo enviado por email.
Este artigo foi enviado por email. Depois avaliado pelo CACP e aprovado para publicação. Lembrando que cada autor é responsável pelo seu artigo. Os artigos não expressam necessariamente a opinião do CACP.

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Será necessário um terremoto?


As lições do Haiti para um governo Lula ávido de promover as religiões afro-brasileiras como “cultura”
Julio Severo
Diante da imensa tragédia do terremoto no Haiti, onde dezenas de milhares morreram, o cônsul do Haiti em São Paulo, Gerge Samuel Antoine, foi sincero o suficiente — e também politicamente incorreto — para atribuir a tragédia à religião dos haitianos. A religião oficial do Haiti, um país formado esmagadoramente por descendentes de escravos africanos, é o vodu.
O vodu é uma religião vinda da África que, assim como o candomblé, incorporou elementos da religião dos dominadores católicos. Assim como no candomblé, os rituais do vodu são marcados pela música, dança e comida, inclusive com animais sacrificados. Na cerimônia de ambas, os participantes entram em transe e incorporam espíritos. Há relatos, fartamente documentados e noticiados, de sacrifício de seres humanos em alguns desses rituais — inclusive estupro de meninos por parte do líder, que geralmente é homossexual.
Do ponto de vista da Bíblia, essas práticas são perigosas:
“Não ofereçam os seus filhos em sacrifício, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O Deus Eterno detesta os que praticam essas coisas nojentas…” (Deuteronômio 18:10-12 BLH)
Seria de admirar então que a mesma nação que tem como religião oficial o vodu é, ao mesmo tempo, a nação mais pobre do Hemisfério Ocidental? Essa condição miserável é uma herança espiritual que antecede à colonização européia.
Antes da colonização européia, a África vivia uma cultura de guerras entre tribos, escravização dos membros das tribos vencidas, sacrifícios rituais de seres humanos — e o elemento comum dessa “cultura”, que estava impedindo o progresso e a paz da África, era a própria religião, que se apoiava na invocação de seres e poderes espirituais considerados pela Bíblia e pela tradição cristã como demônios e forças das trevas.
Portanto, dá para entender a declaração do cônsul haitiano Gerge, que disse sobre o terremoto no Haiti: “Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá f...”
Não é difícil decifrar as palavras do cônsul, ainda que ditas de forma impensada. Onde há muitos descendentes de africanos, há muito vodu e candomblé. E onde há muito vodu e candomblé, há muitos descendentes de africanos. E onde há muito vodu e candomblé, há muita maldição. Pelo menos, essa é a pura realidade do Brasil e do Haiti.
Contudo, é preciso deixar claro que as maldições sobre eles não são por serem negros, mas por causa de predominantes práticas religiosas. Quando essas práticas de maldição são renunciadas, há mudança real. De acordo com a Bíblia, quem está em Cristo é nova criatura, seja branco, negro, amarelo ou azul. Onde há negros salvos, libertos e transformados pelo sangue de Jesus, não há as maldições costumeiras do vodu e o candomblé. Essa é uma realidade diferente e bela, que o Haiti e seu cônsul de São Paulo desconhecem. O que eles conhecem é a realidade de destruição do vodu.
Entendo essa realidade muito bem, pois na minha infância eu era levado aos rituais de uma religião afro-brasileira, onde minha mãe era uma das suas líderes locais. Por isso, hoje consigo orar com discernimento quando um ativista homossexual me ameaça dizendo que está invocando os exus contra minha vida.
Os ativistas gays e as religiões afro-brasileiras andam de mãos dadas porque, ao contrário do Deus da Bíblia que abomina o homossexualismo, os exus do candomblé, macumba e vodu adoram o sexo entre dois homens. Até mesmo ativistas “cristãos” gays no Brasil apóiam muito as religiões afro-brasileiras. O falecido Neemias Marien, pastor do Rio de Janeiro expulso da Igreja Presbiteriana do Brasil por sua militância homossexual, dizia que tinha experiências espirituais que são comuns no candomblé e vodu. E numa reunião do Conselho Mundial de Igrejas, militantes gays e adeptos do candomblé foram fotografados juntos.
É claro que a mesma tendência “cultural” que vem desprezando o Cristianismo está igualmente valorizando a religião (sem mencionar a homossexualidade) das “minorias” e dos grupos historicamente “discriminados”, de modo que qualquer brasileiro que ousar dizer publicamente o que o cônsul disse contra o vodu (ou contra o candomblé) estará sob sério risco de sofrer um linchamento moral da mídia esquerdista e do paranóico governo esquerdista do Brasil. Apesar disso, só quem viveu debaixo das religiões afro-brasileiras, ou do vodu, conhece o poder destrutivo das forças espirituais do mal. O Haiti está vivendo essa realidade.
E mesmo assim o Brasil, sob o governo Lula, quer a promoção e a proteção dessas religiões, inclusive nas escolas, como “cultura”. É com muita soberba que o governo teima nesse rumo — contrariando a cultura majoritariamente católica do Brasil.
Na verdade, o que a agenda socialista quer é o enfraquecimento do Cristianismo e seus valores, que são contrários aos ideais socialistas. Ao insinuar que as religiões afro-brasileiras são “vítimas” do “opressivo” Cristianismo, os socialistas esperam erradicar todo traço de influência cristã na sociedade e substituí-la por seus próprios valores.
A noção que se quer ensinar ao público é simples: se os descendentes dos escravos africanos são vítimas, então sua religião também é vítima. Toda a situação de desgraça milenar deles é então usada para culpar exclusivamente o colonialismo europeu e por extensão o Cristianismo — deixando o vodu e o candomblé totalmente isentos e inocentes de todas as tragédias, catástrofes, pobreza, criminalidade e outros males.
Tente sugerir minimamente que pode haver mal no vodu e candomblé, e a mídia esquerdista providencia prontamente uma pesada torrente de críticas e condenações, como se toda denúncia contra essas religiões fosse um ataque racista direto contra os negros, colocando-as num pedestal privilegiado onde criticá-las se torna “sacrilégio”. Mas essa mesma mídia dá tratamento totalmente inverso quando quem está sob crítica é o Cristianismo.
A agenda socialista quer que a situação chegue a tal ponto que um cristão, até mesmo alguém que tenha saído das religiões africanas, possa ser legalmente ameaçado e condenado por “preconceito” se disser que há maldição nas pessoas e países que invocam os demônios da bruxaria. É evidente: não haverá condenação para os “irreverentes” que disserem o que quiserem do Cristianismo — nesses casos, a invocação do direito de livre expressão sempre parece funcionar muito bem!
Mas, querendo ou não, o que a ideologia anti-preconceito está fazendo é colocar os demônios do vodu, candomblé e religiões similares para ocupar de forma destacada o palco social como “vítimas” do Cristianismo “imperialista” — aliás, como “pobres vítimas necessitadas” da proteção e amparo do Estado —, como se agora fosse a vez de Deus ser colocado na categoria de criminoso, discriminador, preconceituoso, racista contra as religiões afros, etc. Ou como se agora fosse a vez dos deuses das religiões afro-brasileiras terem sua revanche “cultural”.
Com sua ambiciosa e obstinada política de promover como cultura o que a Bíblia classifica como bruxaria, Lula mostra suas próprias preferências. Antes da eleição presidencial de 2006, ele visitou Benin, o país africano considerado berço do vodu. Lá, Lula participou de uma longa cerimônia de sacerdotes do vodu, para “ajudá-lo” a se reeleger. Em pagamento, agora ele quer as religiões afro-brasileiras, que são parentes do vodu, em posição privilegiada nas escolas, em detrimento do próprio Cristianismo.
Um ou dois terremotos serão o suficiente para acordar a sociedade brasileira para os males do politicamente correto? Duvido muito. O livro do Apocalipse deixa claro que nestes últimos dias haverá muitas pragas e tragédias ambientais, inclusive grandes terremotos, que virão como juízo e conseqüências dos pecados da sociedade. Apocalipse descreve a reação dos sobreviventes desses juízos:
“E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.” (Apocalipse 9:21 ACF)
Isto é, mesmo depois de grandes terremotos e pragas:
A geração moderna não se arrependerá de seus homicídios: assassinato de bebês em gestação por meio do aborto, eutanásia, sacrifício ritual de seres humanos em rituais de bruxaria, macabras experiências científicas com embriões, etc.
A geração moderna não se arrependerá de suas feitiçarias (invocação de demônios e seus poderes sob diversas formas, inclusive macumba, candomblé, vodu e muitas outras) e de promovê-las como “cultura” nas escolas, TV e outros meios educativos, inundando toda a sociedade com sua infernal malignidade e protegendo-as de críticas.
A geração moderna não se arrependerá de sua prostituição (adultério, sexo fora do casamento, práticas homossexuais, pornografia, educação sexual pornográfica nas escolas, etc.).
A geração moderna não se arrependerá de seus roubos, numa cultura onde muitos querem tirar vantagem do próximo na primeira oportunidade, especialmente por meio de cargos governamentais.
Por seus pecados e falta de arrependimento, eles continuarão sofrendo juízos.


Fonte: www.juliosevero.com

Milagre no Natal: pai atribui à mão de Deus a volta à vida de esposa e bebê


Kathleen Gilbert
COLORADO SPRINGS, Colorado, EUA, 4 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A experiência de uma família no Colorando com uma tragédia na véspera do Natal se transformou numa dramática celebração do dom da vida quando um pai diz que testemunhou sua esposa e bebê recém-nascido voltarem à vida depois que ambos pareceram morrer no meio do parto.
Mike Hermanstorfer, de 37 anos, disse que não havia nenhum sinal de que algo estava errado quando sua esposa Tracy, de 33 anos, foi preparada para dar a luz a seu filho Coltyn, o terceiro filho do casal, na manhã da véspera de Natal. Hermanstorfer estava segurando a mão de sua esposa enquanto ela estava deitada na cama, dizendo que ela se sentia cansada.
Momentos mais tarde, os médicos descobriram que Tracy havia parado de respirar e estava sem pulsação. A equipe do hospital se apressou para revivê-la com compressões no peito e um tubo de oxigênio, mas acabaram informando Hermanstorfer que seus melhores esforços haviam falhado.
“Eu estava segurando a mão dela quando percebemos que ela morrera”, disse Hermanstorfer. “Minha vida inteira simplesmente se acabara”.
Os médicos rapidamente fizeram um parto cesariano, mas Coltyn parecia sem vida quando foi entregue a seu pai. Depois de alguns minutos agonizantes de médicos tentando reviver o bebê, o pai diz que viu seu filho começar a mexer os braços, e logo foi informado de que sua esposa também havia miraculosamente voltado à vida.
“Senti minhas pernas sumirem”, recordou ele na terça. “Tudo o que eu tinha no mundo me foi tirado, e numa hora e meia tudo me foi devolvido”.
A Dra. Stephanie Martin, especialista de medicina feto-maternal que foi chamada para lidar com a situação difícil no Hospital Memorial de Colorado Springs, disse que a enfermidade de Tracy, e sua recuperação, são um mistério. “Fizemos uma avaliação total e não conseguimos achar nada que explique o motivo por que isso aconteceu”, disse ela.
“Tracy não tinha sinais de vida. Nenhum batimento cardíaco, nenhuma pressão sanguínea, ela não estava respirando”, disse Martin. “O bebê estava basicamente sem força, com um batimento cardíaco bem baixo”.
Tracy, cujo coração começou a bater enquanto ela estava sendo levada às pressas para a cirurgia, diz que não se lembra de nada entre o momento em que ela de repente se sentiu sonolenta e o momento em que despertou depois da tribulação. “Senti como se eu estivesse dormindo”, disse ela.
Embora a ciência médica não tivesse explicação, o Sr. Hermanstorfer atribuiu à mão de Deus a operação de um milagre numa situação de quase tragédia.
“Somos ambos crentes… mas ninguém, nem mesmo um descrente, consegue explicar para mim como isso aconteceu. Não há explicação”, disse ele.
“Sempre que eu puder obter ajuda, eu a aceitarei”, disse Martin, quando lhe perguntaram sobre intervenção divina.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Desumano decreto presidencial engana o povo com medidas opressivas e ditatoriais


Bem ao estilo soviético, Lula mostrou todas as suas unhas vermelhas, dos pés e das mãos.
Seu decreto presidencial de “direitos humanos” (Decreto 7037, de 21/12/2009, 3º Plano Nacional de Direitos Humanos), pretensamente feito com a aprovação e consenso do povo, viola os mais importantes direitos dos cidadãos brasileiros, dando para o mal a capa de “direitos humanos” e despindo a maior parte da população de seus legítimos direitos.
Para quem não sabe, na União Soviética, o maior modelo prático de socialismo do mundo, tudo era feito “no nome do povo”. Os tribunais, que condenavam inocentes e protegiam os criminosos do partido único, eram os tribunais “do povo”. Reagir contra essa “justiça” era considerado crime contra o próprio povo. O povo inocente era condenado em seu próprio nome!
É óbvio que toda essa conversa “do povo” e “para o povo” era na verdade apenas a dissimulação da própria arbitrariedade estatal. O Estado podia livremente violar direitos sob a desculpa de estar agindo “nos melhores interesses do povo”.
Não muito diferente, o governo socialista do Brasil alega sempre estar agindo “nos melhores interesses” dos pobres, ou dos oprimidos, ou dos deficientes, ou das mulheres, ou dos negros e agora dos gays — na mais avançada e modernizada malícia marxista.
Os comunistas soviéticos cometeram horrendos genocídios — tudo em nome dos melhores interesses do povo. Hoje, a sede de sangue e de aniquilação moral e ética vira, no decreto de Lula, defesa dos “direitos humanos”: aprovar o aborto, legitimar a prostituição, legitimar como “casamento” a conjunção carnal de dois homens moralmente pervertidos, legitimar como “cultura” a imposição das religiões afro-brasileiras nas escolas, deslegitimar e condenar os símbolos cristãos em estabelecimentos federais, canonizar terroristas comunistas, etc.
Em meu artigo Presente das Trevas, publicado no dia 22 de dezembro de 2009, alertei o Brasil que enquanto todos estavam descansando e curtindo a família e o feriado, Lula e seus camaradas estavam armando sua desumana bomba de “direitos humanos”. A bomba, entregue como decreto presidencial em 21 de dezembro de 2009, terá efeito devastadoramente letal se a população não se manifestar com força e coragem.
Se o decreto vermelho e moralmente invertido de Lula prevalecer, todos terão “direitos humanos” no Brasil, até “ratazanas”. Todos, menos os inocentes. Seu decreto na verdade decreta a extinção da moral, da ética, da propriedade privada, da liberdade de expressão e, com a aprovação do “casamento” gay, da liberdade religiosa.
O decreto de Lula estabelece várias medidas recheadas de malícia ideológica no mais elegante estilo soviético de distorção das palavras e da realidade, apresentando como “direitos humanos” as seguintes aberrações:
* A profissionalização da prostituição.
* O controle da imprensa e da internet.
* O banimento de símbolos cristãos nos estabelecimentos públicos.
* A promoção das religiões afro-brasileiras como “cultura” dos descendentes dos escravos trazidos da África.
* A descriminalização do aborto.
* A legitimação do “casamento” gay e de adoção de crianças por esses “casais”.
Nada disso se parece, nem de longe, com direitos humanos para uma mente minimamente normal. Mas quando os anormais estão no poder, o que se pode esperar?
É claro que, mesmo sem esse decreto, Lula e seu governo já estavam lutando para avançar cada uma dessas metas. O propósito do decreto é simplesmente passar por cima de toda a resistência do povo e fazê-lo engolir de uma vez tudo o que já foi decidido, selado e aprovado pelos “tribunais do povo”.
Li hoje que, na classificação da Missão Portas Abertas, o país que mais persegue e mata cristãos no mundo é a Coréia do Norte. Em segundo lugar está o Irã — o mesmo Irã cujo presidente odiador de Israel mantém amizade com Lula.
Lula se lembrou alguma vez de mencionar para Mahmoud Ahmadinejad que matar cristãos é violar direitos humanos? Lula se lembrou de fazer um justo decreto presidencial condenando Ahmadinejad e seu governo por crimes e abusos de legítimos direitos humanos contra os cristãos do Irã?
Essa é a essência da ética de Lula e seu governo, que usam e abusam do termo “direitos humanos” para defender e homenagear até terroristas comunistas, inclusive roubando dinheiro do povo brasileiro para escandalosas e injustíssimas indenizações. E o decreto presidencial dele ordena a transformação desses criminosos em heróis. E adivinhe quem vai ser rebaixado e humilhado para a categoria de criminoso e “violador de direitos humanos”? Não, não vai ser Ahmadinejad.
Para Ahmadinejad, Lula e seu desgoverno demonstram carinho, respeito, consideração, etc. Para os inimigos da arbitrariedade estatal travestida de “direitos humanos”, o peso da “justiça” dos tribunais “do povo” ou dos “direitos humanos” — tanto faz. Os iminentes tribunais anti-“homofobia” darão amplas demonstrações dessa arbitrariedade.
Lula já decidiu: os cadáveres mutilados e estuprados dos cristãos torturados e massacrados no Irã não têm valor nenhum para a sua ambiciosa agenda ideológica. Não haverá pois nenhum decreto presidencial em defesa dessas ou outras reais vítimas de violações de direitos humanos.
A esquerda malvada continuará aplaudindo e apoiando Lula com Ahmadinejad, Fidel Castro, Hugo Chavez e outros autênticos violadores de direitos humanos. E continuará aplaudindo seu decreto presidencial, que garantiu um Natal vermelho — uma vermelhidão tenebrosa que, se não houver resistência e luta, estenderá suas nefastas conseqüências por muito tempo. O feriado do Natal passou, mas ainda estamos engasgados e passando mal com o decreto do mais puro e imoral néctar soviético.
Como sempre, o povo espera, de mãos estendidas, presentes e favores do governo, com a ilusão de que o governo é a fonte de todas as soluções. Mas o governo brasileiro não é papai-noel. E mesmo que fosse, seria também ficção, não realidade. A única realidade inegável é que os imensos problemas éticos e morais que o Brasil está enfrentando têm como maior causa o próprio governo. O decreto de Lula é a prova mais viva do que um mau governo pode fazer contra seu próprio povo, em nome do próprio povo!
Contudo, há esperança: o povo que elegeu essa vermelhidão tem sempre o direito democrático de derrubá-la.

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Jimmy Carter afirma que católicos e batistas são culpados por todos os crimes contra as mulheres


John-Henry Westen
MELBOURNE, Austrália, 11 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Em palestra numa reunião patrocinada pelo Parlamento das Religiões Mundiais (PRM), o ex-presidente americano Jimmy Carter mais uma vez culpou as religiões tradicionais, principalmente os batistas do Sul dos EUA e os católicos, por “criarem um ambiente onde se justificam violações contra as mulheres”.
É um tema que Carter está usando com muito sucesso para atrair a atenção dos meios de comunicação há anos.
Embora numa coluna de julho no jornal The Observer Carter tenha confessado “não ter nenhuma educação religiosa ou teológica”, em sua palestra para o PRM Carter apelou para sua autoridade como alguém que “tem ensinado lições bíblicas por mais de 65 anos”.
Em oposição à vasta maioria de autênticos acadêmicos e historiadores, Carter declarou: “É claro que durante o início da era cristã as mulheres serviam como diaconisas, padres, bispas, apóstolas, mestras e profetizas”. Ele acrescentou: “Só foi a partir do quarto ou terceiro século que líderes cristãos dominantes, todos homens, torceram e distorceram as Sagradas Escrituras para perpetuarem suas posições de autoridade dentro da hierarquia religiosa”.
Contrariando as hipóteses de Carter, o Papa João Paulo 2 ensinou: “O Senhor Jesus escolheu homens para formar a instituição dos doze apóstolos, e os apóstolos fizeram o mesmo quando escolheram colaboradores para sucedê-los em seu ministério”. Ele acrescentou: “a Igreja reconhece-se como amarrada a essa escolha feita pelo próprio Senhor. Por esse motivo a ordenação das mulheres não é possível” (Catecismo da Igreja Católica: 1577).
Carter selecionou a Convenção Batista do Sul e a Igreja Católica Romana, afirmando que elas “acham que o Todo-poderoso considera as mulheres inferiores aos homens”. Contudo, ambas as religiões cristãs defendem a verdade bíblica de que Deus criou homens e mulheres iguais.
Carter sugere que o único modo de os líderes religiosos do sexo masculino escolherem interpretar os ensinos para exaltar em vez de subjugar as mulheres é permitindo que as mulheres se tornem padres e pastoras. “Eles têm, para suas próprias finalidades egoístas, escolhido subjugá-las”, disse ele.
“A persistente escolha deles fornece a base ou justificação para grande parte da generalizada perseguição e abuso contra as mulheres no mundo inteiro”, disse Carter. Carter enumerou horrendas violações contra as mulheres, tais como estupro, mutilação genital, aborto de embriões do sexo feminino e violência doméstica.
Respondendo aos pontos praticamente idênticos de Carter em julho, John Paul Meenan, professor de teologia na Academia Our Lady Seat of Wisdom em Barry’s Bay, Ontario, Canadá, caracterizou os pontos de Carter como “ridículos”, comentando que não há evidência de que a Igreja primitiva ordenava mulheres.
Além disso, Meenan frisou que historicamente o Cristianismo tem de receber o crédito por promover a dignidade das mulheres. “É a Igreja que invariavelmente melhorou a sorte das mulheres nas terras que se convertiam e se tornavam cristãs”, disse ele.


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Cardeal do Vaticano diz que homossexuais ativos não poderão ir para o céu


Hilary White
ROMA, Itália, 3 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um importante cardeal do Vaticano causou alvoroço na imprensa secular ontem ao declarar que os homossexuais que agem de acordo com seus impulsos não poderão ir para o céu.
“Os transexuais e os homossexuais jamais entrarão no Reino do Céu e não sou eu quem diz isso, mas São Paulo”, disse o Cardeal Javier Lozano Barragan, mexicano e ex-presidente do Concílio do Vaticano para a Assistência Pastoral dos Trabalhadores da Saúde. O cardeal estava reiterando o ensino católico que declara que qualquer atividade sexual fora do casamento sem arrependimento antes da morte é um pecado mortal, impedindo pois a entrada no céu.
Em seus comentários publicados no site de notícias italiano Pontifex, o cardeal também apontou que a Igreja Católica não condena a condição de ser homossexual como tal. Em vez disso, são os próprios atos homossexuais que são mortalmente pecaminosos.
“Ninguém nasce homossexual”, disse o Cardeal Barragan. “As pessoas se tornam homossexuais, por motivos diferentes: questões de educação ou porque não desenvolveram sua própria identidade durante a adolescência. Pode não ser a culpa delas, mas agir contra a natureza e a dignidade do corpo humano é um insulto a Deus”.
Embora a declaração do cardeal acerca da ética sexual cristã tenha sido expressa com precisão teológica, os meios de comunicação seculares e os grupos homossexuais reagiram com choque e ira. A organização italiana de ativismo homossexual Arcigay divulgou uma declaração dizendo: “Sim, é verdade. Nunca entraremos em seu céu, que é um lugar sombrio e injusto”.
A referência do Cardeal Barragan a São Paulo foi em grande parte da carta do santo aos romanos, em que ele repreendeu aqueles que se entregam a uma variedade de pecados, um dos quais é a homossexualidade. São Paulo escreveu: “A ira de Deus se revela desde o céu contra toda a impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade”. O resultado dessa negação é que essas pessoas são entregues a “paixões degradantes”.
A carta continua: “As mulheres trocaram a função natural por aquilo que não é natural. E da mesma forma também os homens abandonaram a função natural da mulher e se queimaram em seus desejos uns para com os outros, homens com homens cometendo atos indecentes e recebendo em suas próprias pessoas a devida pena de seu erro”. A passagem também condena a ganância, inveja, assassinato, discórdias, engano, malícia, fofoca, difamação e desobediência aos pais.
A referência de Barragan à desordem da homossexualidade se reflete no Catecismo da Igreja Católica, publicado durante o pontificado de João Paulo 2, que diz que embora a “origem psicológica” da inclinação homossexual “permaneça em grande parte sem explicação”, os atos em si são “atos de grave depravação” e “intrinsecamente doentes”.
“Eles são contrários à lei natural. Eles fecham o ato sexual ao dom da vida. Eles não procedem de uma genuína complementaridade afetiva e sexual. Sob nenhuma circunstância eles poderão ser aprovados”. O Catecismo também diz que os homossexuais, como todas as pessoas que querem viver vidas normais, são chamados à “castidade” e às “virtudes do domínio próprio”.
O Cardeal Barragan também reiterou a seção do Catecismo que exorta contra a discriminação aos homossexuais, dizendo: “Isso não justifica qualquer forma de discriminação”.
“Nós na terra não podemos condenar, e como seres humanos todos temos os mesmos direitos”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Pastor Rick Warren declara que plano de Obama de tornar aborto “legal” e “raro” é contraditório


Peter J. Smith
LOS ANGELES, EUA, 10 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O proeminente evangélico Pr. Rick Warren, autor do livro imensamente popular “Uma Vida com Propósito”, diz que está orando pelo presidente Barack Obama à medida que ele se dirige à questão da crise econômica e da reforma do sistema da saúde dos EUA. Contudo, ele diz que a posição do presidente de manter o aborto “raro” realmente depende da premissa contraditória de que toda vida começa na concepção.
Warren fez seus comentários durante uma participação de 29 de novembro no programa Meet the Press, dizendo que 36 anos de aborto legal desde a decisão Roe v. Wade de 1973 criaram um “holocausto” real.
“46 milhões de americanos não estão aqui hoje. Aqueles que poderiam estar aqui desde Roe v. Wade, que não estão votando”, disse Warren. “Penso que a inocência é um holocausto”.
Warren disse que é verdade que os americanos precisam “ir além dos xingamentos e encontrar afinidades”. No entanto, ele disse que não compreendia como se poderia chegar a tal afinidade mantendo leis irrestritas de aborto e ao mesmo tempo se envolvendo com iniciativas para torná-lo “raro”.
“Olha, ou você crê que é vida ou não”, disse Warren. “Por que você creria que o aborto tem de ser raro?”
“Se um bebê, um feto não é vida, então por que restringi-la?” indagou Warren retoricamente.
Durante a eleição presidencial de 2008, Warren recebeu como convidados tanto o presidente Obama como seu oponente o Senador John McCain para um debate em sua Igreja Saddleback na Califórnia. Quando Warren perguntou ao presidente em que ponto os bebês no útero têm direitos, Obama fez o famoso gracejo de que a resposta estava “muito além do que posso responder”.
O presidente Obama mais tarde escolheu Warren para fazer a oração formal em sua posse de janeiro — uma decisão que enfureceu os ativistas homossexuais que rotularam o pastor evangélico como apoiador da Proposta 8 na Califórnia. Líderes pró-vida também se preocuparam com o fato de que a participação de Warren na posse pareceria como um apoio pró-vida e evangélico a Obama.
Contudo, embora Warren tenha inicialmente apoiado a Proposta 8 (uma medida para proibir o “casamento” de mesmo sexo na Califórnia), ele rapidamente deu meia-volta quando o assunto se tornou fonte de controvérsia pública. Desde então, ele se distanciou completamente das batalhas em favor do casamento e declarou que não interviria se a medida para restaurar o “casamento” de mesmo sexo fosse novamente colocada para votação — uma posição que foi muito criticada por desapontados líderes pró-vida.
Warren, porém, tem um forte histórico de defender o direito à vida e foi um dos signatários de um documento católico e evangélico conjunto intitulado “Para que Eles Tenham Vida”. Essa resolução defendeu que os cristãos autênticos têm a obrigação de cuidar dos mais vulneráveis da sociedade, e definiu que qualquer ação para tirar deliberadamente uma vida humana inocente — inclusive por meio do aborto — é assassinato.
O documento declara: “Compreendemos de forma correta que tirar direta e intencionalmente uma vida humana inocente por meio do aborto, eutanásia, suicídio assistido e pesquisas com células embrionárias é assassinato”.

FONTE:BLOG JULIO SEVERO

APOCALIPSE
CHRYSTIAN GARDIN

O que é um bar mitzvá?


Um menino judeu torna-se um bar mitzvá ao completar treze anos de idade.

A expressão significa literalmente “homem de dever” ou “filho do mandamento”. Um menino judeu torna-se um bar mitzvá ao completar treze anos de idade. Sua origem é remota, desde a época do templo, quando, então, o pai conduzia seu filho de treze anos ao local sagrado, para que o sacerdote lhe impetrasse a bênção e lhe desse conselhos morais.

Esta importante cerimônia judaica geralmente é observada no Shabat (sábado), que a precede. Entretanto, os judeus ortodoxos optam por observá-la na segunda ou quinta-feira seguinte à data do aniversário do menino, mas tudo de acordo com o calendário hebraico.

Seja como for, para que um menino se torne um bar mitzvá não é necessário qualquer cerimônia especial, porque, pela tradição judaica, isso ocorre automaticamente, quando o menino passa a observar a Torá (lei). Este ato é uma obrigação estabelecida publicamente.

Segundo os preceitos da tradição, a partir desta data, o menino é considerado um homem, no “aspecto religioso”, atingindo a maioridade religiosa, passando a ser responsável por todos os deveres religiosos de um adulto. Com isso, está apto a constituir um elemento do minyan, também conhecido como “quorum de dez adultos”, necessário para a recitação das preces e leituras públicas da Torá.

Até antes deste estágio, o pai do menino é plenamente responsável por seu comportamento como judeu, porém, a partir daí, o menino judeu deve ser conhecedor da importância e dos significados dos mandamentos, sendo capaz de observá-los por si próprio, sem a interferência paterna.

Outras curiosidades desta celebração ocorrem no Shabat, posterior ao seu 13º aniversário, ocasião em que o menino recebe a inédita oportunidade de se dirigir ao altar e recitar a Torá. O menino recita o haftará (lição dos profetas) e, enquanto o faz, as mulheres jogam sobre ele uma “enxurrada” de doces, os quais também são distribuídos para as crianças presentes na sinagoga.

Finalmente, é interessante dizer que também existe uma cerimônia similar ao bar mitzvá dedicada às mulheres. É a bat mitzvá, que quer dizer “filha do mandamento”. Diferente daquela, a observância desta teve seu início em épocas recentes, e ocorre no 12º aniversário das meninas judias. No entanto, a corrente judaica ortodoxa atenua o valor desta celebração, já que as mulheres judias não possuem as mesmas obrigações religiosas masculinas.

Claro que tal ritual não teria nenhum sentido na vida de um cristão. Apenas podemos aprender aqui a importância de ensinar a criança no caminho de Deus.

Fonte: Revista Defesa da Fé
APOCALIPSE
CHRYSTIAN GARDIN

Eu não acredito no Deus do teísmo aberto


Acabei de assistir um vídeo onde o teólogo inglês Tom Honey, afirma que Deus não pode intervir ou abortar tragédias como a provocada na sul da ásia por um tsunami em Janeiro de 2005. No vídeo Tom Honey chega a declarar que o conceito cristão de Deus como Todo-poderoso precisa ser revisto. Para ele, Deus não está no controle de todas as coisas. Honey chega a questionar se Deus de fato tem domínio sobre o vento e as ondas do mar e se verdadeiramente possui controle sobre todas as coisas.

Caro leitor, Eu não acredito no Deus de Tom Honey. Eu não acredito em um Deus que seja surpreendido por imprevistos, nem tampouco em acontecimentos que fujam aos propósitos eternos do Criador. Nosso Deus reina e tem controle sobre todas as coisas, e absolutamente nada foge aos seus desígnios. As Escrituras afirmam que o governo está em suas mãos e que Ele possui domínio sobre tudo aquilo que acontece no céu e na terra. O Deus Todo-Poderoso governa o mundo, Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Altíssimo Deus. A Ele pertence todo poder e toda autoridade para fazer o que lhe agrade. O mundo e tudo que nele há é o seu mundo e toda criatura que nele vive é controlada por sua soberana vontade e poder.

Isto posto, afirmo sem titubeios que as tragédias da vida não fogem ao controle e domínio do Criador. Os desastres naturais, não podem em hipótese alguma surpreender ao Todo-Poderoso. Como Senhor, Ele rege os acontecimentos, fazendo dos dramas da existência um profícuo instrumento de amplificação, cujo propósito é falar ao coração dos homens sobre a brevidade da vida e a sandice de viver sem Cristo.

Tenho plena convicção de que o meu Redentor governa sobre tudo e todos. Tragédias como o do Tsunami, ou mais recentemente a de Angra dos Reis que teve mais de 50 pessoas mortas decorrente as chuvas ,em hipótese alguma surpreenderam ao Senhor. As Escrituras nos revelam um Deus que sustenta e governa o universo SOBERANAMENTE e que nada foge ao seu controle.

A Ele toda glória.


Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.

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Eleição da primeira bispa lésbica


Eleição da primeira bispa lésbica assumida divide ainda mais a Comunhão Anglicana

LOS ANGELES, EUA, 7 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A ruptura da Comunhão Anglicana mundial continua a se alargar depois da decisão da Igreja Episcopal dos EUA de ordenar uma lésbica assumida como bispa da Arquidiocese de Los Angeles.

A Rev. Mary D. Glasspool de Baltimore, que vive com sua parceira lésbica, foi eleita por votação apertada para trabalhar como bispa auxiliar da Arquidiocese de Los Angeles. Ela se tornará a primeira bispa lésbica na Comunhão Anglicana mundial, logo que for empossada, o que está agendado para maio.

A decisão vem como um golpe pesado para o Arcebispo Williams, líder da Comunhão Anglicana, de 77 milhões de membros, que exortou a Igreja Episcopal a reentrar "num período de restrição graciosa" na ordenação de homossexuais ativos, advertindo que tal restrição é "necessária se tivermos de preservar nossos laços de afeição mútua".

Williams está ainda apegando-se à esperança de que Glasspool não será empossada, indicando que sua eleição tem ainda de ser confirmada ou rejeitada pelos "bispos diocesanos e pelos comitês diocesanos permanentes" nos Estados Unidos.

A Comunhão Anglicana havia exortado a Igreja Episcopal a aceitar uma moratória na eleição de bispos homossexuais depois da consagração do bispo Gene Robinson, de New Hampshire, em 2003, como parte de um acordo formulado para impedir a igreja de se fraturar numa divisão irrevogável.

Mas a Igreja Episcopal rapidamente foi em frente, rejeitando aqueles pedidos. Eles foram em frente apesar de avisos fortes dos bispos da África, cujo continente domina demograficamente a Comunhão. Os bispos africanos ameaçaram que votariam pela expulsão da Igreja Episcopal por violar a moratória.

Embora afirme ter só 2.3 milhões de membros, a Igreja Episcopal financia aproximadamente um terço do orçamento internacional total da Comunhão Anglicana, e sua saída teria sérias repercussões financeiras.

Se a nomeação polêmica for aceita pelos bispos americanos, a líder da Igreja Episcopal, Katharine Jefferts-Schiori, consagrará Glasspool como bispa em 15 de maio.

"A eleição de Glasspool é infeliz porque ela tem, sem nenhum constrangimento, tirado para fora do limite ordenado por Deus a expressão sexual do Sagrado Matrimônio", disse Jeff Walton, diretor do Programa de Ação Anglicana do Instituto de Religião e Democracia.

"O efeito imediato da eleição de Glasspool servirá, ironicamente, para beneficiar a rival Igreja Anglicana da América do Norte (IA-AN) mais do que qualquer outra coisa", continuou Walton, apontando para o fato de que os anglicanos conservadores estão cada vez mais exigindo jurisdições alternativas na Comunhão Anglicana, em vez de permanecerem sob a jurisdição da Igreja Episcopal.

Alguns anglicanos conservadores, tais como a Comunhão Anglicana Tradicional, adotaram passos ainda mais radicais, requerendo com êxito uma reunificação com a Igreja Católica, contanto que possam preservar suas tradições litúrgicas anglicanas.

Outros anglicanos, sob a liderança do primaz nigeriano Peter Akinola e os bispos do Sul Global (que representa mais de 30 milhões de anglicanos da Comunhão), escolheram se incorporar dentro da Comunhão dos Anglicanos Confessionais (CAC). A CAC busca unir anglicanos ortodoxos sob uma bandeira comum e levar a Comunhão Anglicana de volta aos ensinos, fundamentados nas Escrituras, sobre moralidade e assuntos de fé.

A consagração de Glasspool colocará pressão pesada no Arcebispo Williams para que finalmente expulse a Igreja Episcopal dos EUA da Comunhão Anglicana e reconheça a rival IA-NA, que fez uma petição para que o Palácio de Lambeth reconheça oficialmente a jurisdição concorrente da IA à medida que mais e mais episcopais conservadores e suas paróquias aumentam seu número de membros.

"Infelizmente, essa eleição fornece maior claridade para o resto da Comunhão Anglicana", o Bispo David Anderson, presidente e diretor-executivo do Conselho Anglicano Americano, filiado à IA-NA, disse para o comentarista anglicano David Virtue. "Caso o resto da Igreja Episcopal consinta com essa eleição, não dará mais para se fingir que a Igreja Episcopal está se mantendo fiel à doutrina da Comunhão Anglicana e 2.000 anos de ensinos cristãos fundamentados na Bíblia".

Peter J. Smith

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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O Cimento benzido


Volta e meia recebo emails de alguns irmãos em Cristo me criticando pelo fato de eu denunciar as aberrações promovidas por alguns dos evangélicos. Segundo eles, eu deveria zelar pela unidade cristã, além obviamente de ser um canal de amor, misericórdia e perdão deixando com que o Senhor julgue os homens.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Não dá para ficar quieto diante de tanta bizarrice. Acabo de ver no youtube um vídeo de um falso profeta chamado Rev. João Batista (CLIQUE AQUI e veja o vídeo) que "comercializa" o cimento da casa própria, o pó sagrado, o perfume da prosperidade e o martelão do poder.

Ora, pare e pense comigo: É justo ficar calado diante da propagação de tantas heresias? É correto por mordaça a boca enquanto estes profeteiros enganam o povo de Deus? Ora, como inúmeras vezes escrevi neste blog, não sei fazer o jogo do contente, nem tampouco consigo fechar os olhos as aberrações teológicas do neo-pentecostalismo. Em virtude disto acredito que mais do que nunca a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina defendendo os valores inegociáveis da fé cristã. Isto posto, afirmo que a apologética cristã é um ministério indispensável a saúde do Corpo de Cristo.

A palavra "apologética" vem do grego "apologia", e significa "uma defesa verbal". O termo é utilizado oito vezes no Novo Testamento: At 22:1; 25:16; 1 Co 9:3; 2 Co 7:11; Fl 1:7,17; 2 Tm 4:16; 1 Pd 3:15. A apologética é a parte da Teologia que se encarrega de apresentar uma defesa da Bíblia contra toda e qualquer contestação que possa surgir por parte de qualquer pessoa. Nessa defesa podem-se incluir as ciências como: Arqueologia, Paleontologia, Biologia, Filosofia, Matemática, Física, Química, etc.

Como bem disse Robson Tavares Fernandes a boa apologética é aquela que consegue englobar todas essas áreas de conhecimento de acordo com as necessidades, aplicando-as apropriadamente, com mansidão, temor e amor por aqueles que estão vivendo no engano.

Pois é cara pálida, dias dificeis os nossos! Por mais que alguns defendam o silêncio e a "polianização" da fé, não me é possível calar diante das distorções teologicas do catolicismo romano, do neo-pentecostalismo e outros tantos "ismos" mais.

Em virtude disto não exitarei em continuar defendendo a fé cristã apontando erros e dando nome aos bois.

"Doela a quem doela", isto farei.

Nele que é a verdade absoluta.


Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.

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Igreja Mundial do Poder de Deus é fechada por falta de alvará


No dia 21 de dezembro a fiscalização da prefeitura de SP deu uma batida no galpão da Igreja Mundial do Poder de Deus no bairro do Brás, em São Paulo e interditou o prédio da Igreja. A alegação: falta de alvará de funcionamento e falta de segurança.

Bem, aqui cabem algumas considerações:

1) – É verdade que em muitas cidades brasileiras as prefeituras são bastante rigorosas com as Igreja Evangélicas e extremamente relapsas com prédios públicos e instalações da Igreja Católica. Isso quebra a lei de isonomia e fere a legislação que reza que todos são iguais perante a Lei.

2) – Realmente o local onde está o prédio da IMPD não é o mais apropriado. Um barracão velho caindo aos pedaços como aquele, representa um verdadeiro perigo para os fiéis que ali se congregam. Da minha parte, considero a medida da prefeitura prudente, pois notícias como aquela da Renascer, cujo teto caiu na cabeça dos crentes, deixando mortos e feridos, não causam nenhum prazer em qualquer cristão. Waldemiro, no entanto, prefere arriscar e continuar fazendo cultos no barracão improvisado, ainda que este represente risco de morte. "A obra não pode parar", alega.

3) – Waldemiro não deveria ficar lançando impropérios e maldições aos políticos, mas como uma atitude cristológica ele deveria cumprir a Lei. Sua denominação tem recursos suficientes para reformar o prédio e se enquadrar dentro dos preceitos legais.

4) – Quanto aos membros da referida igreja, é banal a atitude de se colocarem como vítimas, pois o que a prefeitura solicita é para a própria proteção da coletividade da igreja. Aliás, esse zelo deveria partir do próprio “apóstolo” Waldemiro, mostrando assim que ele é o maior interessado que o prédio esteja em ótimas condições. Pena que essa boa índole nós não percebemos.

Conclusão

Entendo que esse fato não é de forma alguma perseguição política ou religiosa, pelo contrário, é sim um ato de dedicação por parte das autoridades. A prefeitura não merece nossas maldições, mas nosso elogio, pois estão zelando pelas vidas dos membros da referia denominação – parabéns ao prefeito que teve coragem de fazer cumprir a lei!




Prof. João Flávio Martinez
É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.

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A Caaba


A Caaba ou Kaaba (também conhecido como Ka'bah ou Kabah) é uma construção que é reverenciada pelos muçulmanos, na mesquita sagrada de Al Masjid Al-Haramem Meca, e é considerado pelos devotos do islã como o lugar mais sagrado do mundo.

A Caaba é uma construção cúbica de 15,24 metros de altura, e é cercada por muros de 10,67 metros e 12,19 metros de altura. Ela está permanentemente coberta por uma manta escura com bordados dourados que é regularmente substituida. Em seu interior encontra-se a Hajar el Aswad ("Pedra Negra"), uma pedra escura, de cerca de 50centímetros de diâmetro, que é uma das relíquias mais sagradas do islã. Ela é provavelmente o resto de um meteorito.

A Caaba é o centro das peregrinações (hajj), e é para onde o devoto muçulmano volta-se para as suas preces diárias (salat). É o lugar mais sagrado do Islã.

Maomé repudiou os deuses pagãos da Caaba, mas manteve dois símbolos desse lugar de idolatria – a própria Caaba e Alá. Ambos faziam parte da veneração idolatra que compunha a sociedade na época. Nesse período, a Caaba provavelmente simbolizava o sistema solar, abrigando 360 ídolos (entre eles Alá), sendo assim uma representação zodiacal. O edifício foi restaurado diversas vezes; a construção atual é datada do século VII, substituindo a mais antiga que foi destruída no cerco de Meca em 683.

Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kaaba



Prof. João Flávio Martinez
É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.

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2010 a vista Siga em frente


Todas as vezes que um ano termina somos impulsionados a elaborar novos alvos e metas para o novo ano que se aproxima. É absolutamente normal sonharmos com novas conquistas, com a concretização de nossos ideais, além obviamente da realização de nossos sonhos pessoais. Na verdade sonhar faz bem a qualquer um, até porque, os sonhos nos impulsionam, alimentando a alma de perspectivas boas e positivas. No entanto, nem só de sonhos vive o homem, até porque, sonhar exageradamente pode nos levar a viver em um mundo de faz-de-conta onde as expectativas não passam de simples utopia.

A vida deve ser vivida de forma equilibrada, sonhos sempre devem andar de braços dados com a nossa cotidianidade, o futuro Sempre deve ser conseqüência de um presente bem vivido. E para tanto, é necessário que além de agasalharmos no âmago do ser as nossas quimeras, cultivemos também um espírito introspectivo, avaliando assim nossas sombras e luzes, vitórias e derrotas, acertos e erros.

O Simples fato de olharmos para trás e avaliarmos o ano que termina mexe com nossas emoções. Até porque, independente da posição social, da cor, da raça, da conta bancária, todos choramos e rimos, perdemos e ganhamos, festejamos e derramamos lágrimas. É meu amigo, faz parte da vida rir e chorar, vencer e perder, abraçar e deixar de abraçar, celebrar e sofrer. No entanto, um novo ano se aproxima, e com ele novos desafios, além de velhos sonhos e púberes aspirações.

Entre em 2010 sonhando e sonhando muito, entretanto, mais uma vez quero lembrá-lo que sonhos sem uma singela dose de realidade transformam-se em Utopias. Olhe para frente, contudo, em hipótese alguma, se esqueça também de olhar para trás, corrija seus erros, perdoe os que te ofenderam, abandone na divisa do tempo seus maus hábitos, delete suas mágoas e siga em frente, até porque a vida é bela, e Deus o nosso Senhor tem prazer em que a vivamos de modo pleno e feliz!

Um 2010 de bênçãos é o que desejo...



Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.

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As simpatias e o Ano Novo - Feitiçarias Caseiras


"Para passar o ano novo é recomendável usar roupas brancas. Para ter bastante dinheiro usa-se uma nota nova na carteira"

"Para conquistar um amor, coloque numa pequena vasilha algumas gotas de azeite de oliva, folhas de ciprestes e umas gotas de perfume de laranjeira. Misture tudo muito bem e guarde. Toda vez que você sair, passe um pouquinho dessa fórmula sobre as sobrancelhas e, em seguida, leia o Salmo 113, deixando-o aberto sobre a cabeceira da cama".

"Para atrair sorte, faça um saquinho pequeno, com tecido vermelho, que nunca tenha sido usado. Coloque dentro dele um pouco de cera de abelha e feche-o. Carregue sempre na carteira ou no bolso, como patuá".

"Para uma solteira conseguir casamento, conte três palmos de uma fita branca e corte. Amarre este pedaço da fita numa imagem de Santo Antônio. Deve colocar a imagem no quarto e pedir a Santo Antônio que lhe arranje um casamento. Se a mulher solteira for você, a simpatia também pode ser feita. Peça para que sua mãe ou uma amiga fiel faça a simpatia, sem que você veja".

Estas são algumas das milhares de receitas mágicas de domínio popular, as quais muitos recorrem a fim de resolver seus problemas. Seus praticantes as chamam de simpatias e são largamente empregadas pelo povo brasileiro, sendo difundidas como inofensivas tradições folclóricas. Mas... Será que as simpatias são realmente inofensivas? Que poderes envolvem? Que perigos escondem? Quais os reais limites entre a fé e a superstição? O uso de palavras bíblicas santifica esta prática? Há alguma relação entre a simpatia e a bruxaria?

Possuir respostas para estas perguntas é vital. Pessoas que jamais entrariam em um terreiro ou se envolveriam com algum tipo de ocultismo tornam-se ingenuamente (ou não) vítimas das maldições inerentes a este tipo de prática. A inocência não serve de escudo.


Definindo simpatia

O que é mesmo simpatia? O dicionário Aurélio a define, entre outras coisas, como: "ritual posto em prática, ou objeto supersticiosamente usado, para prevenir ou curar uma enfermidade ou mal-estar". Mas esta explicação é muito branda. A significação de um site sobre simpatia é outra bem diferente para esta prática: "Simpatia é a maneira ritual de forçar poderes ocultos a satisfazerem a nossa vontade".
Este conceito é exato e sincero, uma vez que não são as meras palavras, atos, rituais e objetos que vão levar a realização do desejo do praticante da simpatia, mas, sim, os poderes nela invocados. Não são as gotas do azeite, os pingos da vela e/ou o pano vermelho os verdadeiros objetos da fé. Os praticantes, quando usam destas coisas, colocam sua fé em entidades indefinidas ou em algum santo católico, como no caso de Santo Antônio, Santo Expedito e São Jorge, muito comuns em simpatias.
Isso significa que, mesmo sem intenção, ou involuntariamente, procura-se criar algum vínculo com o mundo espiritual e manipulá-lo de forma a atender nossos desejos. A grande questão é: com quem a magia da simpatia lida?


Brincando com o inimigo

Neste mundo pragmático em que vivemos, o que as pessoas geralmente querem saber é: "Funciona?". O mesmo site comenta: "A simpatia tem grande prestígio, dada a psicologia do povo que quer resultados imediatos, sem tratamento e sem trabalho, trazidos pelas escamoteações da mágica. Em suma, o milagre".

Embora a única preocupação do praticante seja ter resultado imediato, ele, porém, não se detém para questionar qual a fonte do poder por trás das simpatias. Claro que a maioria não funciona, e o aparente efeito de algumas não passa de coincidência ou auto-sugestão. Mas quando se trata de um "milagre" real, os envolvidos não questionam o autor do suposto milagre, nem sequer cogitam que estes "poderes ocultos" têm como fonte os espíritos malignos.

A Bíblia relata que quando Moisés foi enviado por Deus ao Egito para falar a faraó acerca da libertação do povo hebreu, lançou sua vara ao chão e Deus a transformou em cobra. Entretanto, os magos egípcios fizeram o mesmo com seu poder (Êx 7.10-12). Os milagres foram iguais, mas a fonte deles era antagônica: Moisés invocava ao Deus verdadeiro, e os outros, cultuavam falsos deuses e espíritos malignos.

Assim, pode-se depreender que desejar milagres e não se preocupar com a "fonte de origem" é abrir a porta para a atuação do diabo. Sobre o poder do diabo em obrar prodígios a Palavra de Deus esclarece: "A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo engano da injustiça para os que perecem. Perecem porque não receberam o amor da verdade para se salvarem" (2Ts 2.9,10; grifo do autor).


Fé e superstição

"De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10.17). Logo, a fé bíblica, a fé verdadeiramente cristã, é uma conseqüência de se ouvir e aceitar a Palavra de Deus. A superstição, elemento essencial das simpatias, não tem seu fundamento nas Escrituras Sagradas, se é que possui algum fundamento. As pessoas que se envolvem com simpatias, o fazem pela indicação de outro, e não se preocupam em analisar os poderes ocultos que se escondem por trás das mesmas.

Mesmo o uso de objetos, palavras e atos narrados na Bíblia podem se degenerar em superstição. Embora a Palavra de Deus se utilize desses elementos, tais elementos, no entanto, só têm valor quando baseados na fé. "Tudo o que não é por fé, é pecado" (Rm 14.23).

Temos de fazer distinção entre as narrações bíblicas e os princípios bíblicos. Quando Deus ordenou ao povo de Israel que desse voltas ao redor dos muros de Jericó e tocasse trombetas para que os muros caíssem (Js 6), não estava ensinando com isso um ritual de "como derrubar muros". A Bíblia é explícita ao dizer que "pela fé caíram os muros de Jericó" (Hb 11.30), e não pelo simples fato de serem rodeados. Houve uma ordem específica de Deus e uma obediência em fé correspondente, então Deus operou. A vitória veio de Deus pela fé, e não porque aquele era um ritual mágico.

Da mesma forma, o fato de Jesus ter cuspido na terra, feito lodo, passado nos olhos de um cego e este ter sido curado após lavar-se no tanque de Siloé, não significa que Jesus estava ensinando, com isso, um ritual para curar cegos (Jo 9.11). Aquele foi um milagre produzido pelo poder de Cristo mediante a fé, e não passos a serem seguidos pelos cegos que buscam cura. A Bíblia estava narrando um acontecimento, não ensinando um ritual para curar cegos.

É importante também mencionar a repetição de palavras que geralmente está inserida nas simpatias. Jesus condenou a prática das chamadas "rezas", quando disse: "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles..." (Mt 6.7,8). Embora no dicionário orações e rezas sejam palavras sinônimas, na prática, porém, as rezas tornaram-se fórmulas mágicas com poder em si mesmas, e não representam nenhuma manifestação de fé, no sentido bíblico.

É bom ratificar que, biblicamente, fé significa confiar (crer) em Deus e em Cristo (Jo 14.1). Os cristãos oram e tomam atitudes confiando nas promessas divinas, e não em meras palavras e atos por si só. Os praticantes da simpatia não agem de acordo com um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus.


O nome de Deus em vão

"SALMOS 37 e 38 - Leia os salmos 37 e 38 três vezes ao dia, durante três dias. Após tê-lo feito, publique o texto (salmo) no jornal no quarto dia e veja o que acontece. Faça dois pedidos difíceis e um impossível".

Tem-se popularizado o uso de Salmos, ou mesmo do nome de Jesus, como simpatia para a resolução de problemas. Todos os dias, os jornais trazem uma coluna de agradecimento ou de recomendação de pessoas que aconselham os leitores a usar o "salmo tal" ou a "palavra tal" para resolverem seus problemas e alcançarem alguma coisa.

"Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão" (Êx 20.7). Embora alguns achem que, ao citarem a Bíblia, Deus ou Jesus valida este tipo de atitude, o oposto, no entanto, é que é verdade. As pessoas estão, de fato, querendo manipular a Deus por meio de palavras e ritos, quando a Bíblia ensina que isto é abominável aos seus olhos.

Nós, os cristãos, mais do que ninguém, reconhecemos o poder da Palavra de Deus. Mas este poder só é válido quando tomamos toda a Bíblia como regra de fé e conduta, e não quando extraímos trechos isolados e os usamos com um ritual, ou quando escrevemos um salmo ou outro trecho qualquer das Escrituras e os usamos como talismã. O salmo 91 é Palavra de Deus e, se creio nele e o aplico em minha vida, ele trará resultado. Entretanto, o mero pano ou papel onde ele está impresso não é um talismã para ser colocado atrás da porta para me proteger de espíritos malignos.

Temos de tomar cuidado para que a nossa fé não se deteriore em superstição e idolatria. Em Números 21.4-9, Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze e colocasse sobre uma haste. Todos os israelitas que olhassem para ela seriam curados, e assim aconteceu. Todavia, com o passar dos dias, o povo de Israel, ao invés de colocar sua fé no Deus que os curava ao olharem para a serpente de bronze, puseram sua confiança na própria serpente e passaram a adorá-la e a oferecer-lhe incenso. Substituíram Deus por um dos instrumentos que Ele usou para abençoá-los. Por isso o rei Ezequias ordenou sua destruição: "Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã" (2Rs 18.4; grifo do autor).


Feitiçaria caseira

"A bruxaria está na moda, e é possível encontrar cada vez mais adeptos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Suas fileiras exibem advogados, contadores e engenheiros [...] As feiticeiras modernas não gostam de ser chamadas de bruxas. Preferem o termo medieval wicca (pronuncia-se uíca), que deu origem à witch (bruxa em inglês). A palavra vem do alemão arcaico, wic, que significa dobrar, porque a mágica teria função de mudar ou 'dobrar' os acontecimentos". Mas, como diz Eddie Van Feu em seu livro Wicca - Rituais: "A verdade é que wicca é só um termo mais bonitinho para bruxaria".
Os que consideram exagero comparar simpatia e feitiçaria fariam bem em atentar para este assunto. Vejamos os rituais ensinados no mesmo livro sobre wicca:

Para proteger seu lar

"Deixe romãs abertas na janela da casa para trazer paz e harmonia para sua família", ou: "Faça uma cruz com dois pedaços de canela em pau e coloque-a escondida atrás da porta em sua escrivaninha".

Para ter amor

"Guarde uma rosa ou um amor-perfeito dentro de seu livro de poesia ou do seu romance favorito. Tenha-o sempre à cabeceira, pois este é um poderoso talismã".

Perguntamos: qual é, então, na prática, a diferença entre a simpatia e a bruxaria? Ambas se apóiam em rituais, objetos e palavras para alcançar seus objetivos. Ambas utilizam elementos cristãos. Ambas definem apenas vagamente os poderes envolvidos na realização de seus "encantamentos". Em outras palavras, são usados apenas termos diferentes em relação ao mesmo tipo de prática. As forças malignas utilizadas pelos bruxos na História Antiga e Medieval continuam sendo acionadas por meio das chamadas "simpatias". O sincretismo cristão encobriu essa realidade, mas não pode mudar a essência do que realmente envolvem essas práticas.

Os historiadores são unânimes em admitir que o catolicismo português trazido para o Brasil era fortemente influenciado pela bruxaria européia. Como resultado, as mesmas práticas continuam sendo realizadas "camufladamente". Logo, simpatias nada mais são do que bruxarias caseiras efetuadas por pessoas que apenas querem resultados e estão dispostas a fazer qualquer coisa para alcançá-los.


Livrando-se da simpatia

"Andamos por fé, e não por vista" (2Co 5.7). Este é o fundamento da fé evangélica e bíblica. Quando o relacionamento diário com Deus se baseia em objetos, fórmulas, rituais e/ou palavras previamente estabelecidas, então ocorre um afastamento. Não importam quantas "graças" as pessoas digam que alcançaram por este meio, isto não prova que foi Deus quem realizou nada. O Novo Testamento rejeita completamente o uso de tais subterfúgios para se alcançar resposta divina, e o Velho Testamento só o faz quando é orientado por Deus e, mesmo assim, como símbolos espirituais de Cristo.

Não se engane, caro leitor, mexer com simpatia é mexer com o oculto, e todo benefício que resultar disso é aparente. "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios (receitas de simpatia e magia) [...] Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem. Tudo o que fizer prosperará" (Sl 1.1-3; parênteses do autor).


Notas:

Novo Aurélio - O Dicionário da Língua Portuguesa Século XXI, Ed. Nova Fronteira.

http://www.ifolclore.com.br/simpatias/intro.htm

http://www.ifolclore.com.br/simpatias/intro.htm

Classificados do jornal A tribuna, de Santos, de 22/03/03.

Revista Época, 21 de out. de 2002, p.86.

Eddie Van Feu: carioca que estreou no mercado editorial nacional com a revista Olha à frente!, Ed. Escala, onde assinou muitos outros materiais. Atualmente, edita a Talentos do Mangá e escreve uma bateria de livros de Wicca, além de produzir diversos roteiros para desenhistas de todo o Brasil.

Wicca - Rituais, Eddie Van Feu, Ed. Escala, p. 11.

Ibid., p. 23-4.




Por Eguinaldo Hélio de Souza

Pr. Eguinaldo Hélio de Souza
Fundador e pastor presidente do Ministério Evangélico Esperança em São Vicente/SP, jornalista, poeta, membro da Academia Vicentina de Letras, professor de teologia, colunista do Hoje Jornal (SBC), palestrante nas áreas de escatologia, apologética...

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Família processa médium por livro sobre acidente da TAM


Livro Espírita diz que todos os passageiros pagaram por crueldades que cometeram

Mãe de duas vítimas da tragédia do voo JJ 3054, da TAM, Carmen Caballero ingressou com ação na Justiça de Rio Preto para recolher os exemplares e impedir uma nova edição do livro “Voo da Esperança”, escrito pelo médium Woyne Figner Sacchetin , que narra o acidente que causou a morte de 199 pessoas em 18 de julho de 2007. Além de suas filhas Júlia Elizabete, 14, e Maria Isabel Caballero Gomes, 10, a explosão matou também sua mãe Maria Elizabete Silva Caballero, 65 anos.

Uma das teses apresentadas no livro é que todos os passageiros morreram na explosão da aeronave porque tinham débito em suas vidas passadas. Eles seriam “os algozes da Gália”, membros de um exército mercenário romano que, 60 anos antes de Cristo, teriam queimados pessoas vivas. “Ontem vocês queimaram seres humanos, hoje veem seus corpos queimados”, diz um dos trechos da obra, ditada ao autor, segundo ele, pelo espírito de Alberto Santos Dumont.

O livro descreve o acidente aéreo do ponto de vista espírita. “A providência divina, em sua sabedoria infinita, não colocou neste avião espíritos inocentes, mas almas seriamente comprometidas com um passado de erros”, diz outro trecho. O advogado de Carmen, Marco Aurélio Bdine, afirma que o autor não pediu autorização à família para publicar o livro. “Ele não cita os nomes, mas o contexto deixa claro que se trata da família Caballero”, diz. O livro faz referência a uma avó e duas crianças: “ela saiu do meio das chamas, segurando pelas mãos duas meninas que, antes desesperadas, agora quase sorriam felizes agarradas à mão da avó”.

O advogado diz que o autor descreve uma das vítimas como “professora aposentada” e natural do Rio Grande do Sul, terra natal de Maria Elizabete. Outra parte diz que “as feições se iluminaram quando reconheceu o moço ao lado: era seu filho, desencarnado (...) vítima de um (...) acidente automobilístico”. De acordo com Bdine, o texto faz uma menção indireta a um dos filhos de Elizabete, morto de acidente de trânsito.

Bdine afirma que a família ficou profundamente abalada ao ler o livro. “Todos ficaram desolados ao ler o livro. Eles estão tentando seguir em frente após a tragédia, se tranquilizar, mas a publicação trouxe todo o sofrimento de volta.” Além de recolher os exemplares, ele pede uma indenização no valor de mil salários mínimos (R$ 465 mil) por danos morais. “Fiz um pedido liminar para que a recolha dos exemplares seja realizada antes do julgamento da ação, que pode demorar.” O Airbus que vinha de Porto Alegre e pousaria no aeroporto de Congonhas se chocou contra o prédio da TAM Express.

Outro lado

Procurado pela reportagem, o autor Woyne Figner Sacchetin afirmou que não foi comunicado sobre o processo e que não identificou nenhuma das pessoas. “Não tem o nome de ninguém no livro.” Ele se recusou a dar mais informações sobre a obra, pois estava viajando e só atenderia o Diário pessoalmente.

‘Espírito um dia colhe o que planta’

No espiritismo, a morte de uma pessoa pode ser encarada como um “pagamento” por uma ação realizada no passado, segundo explica a presidente da União das Sociedades Espíritas de Rio Preto, Nair Rocha Soares. “Acreditamos no princípio da reencarnação. Um espírito tem muitas vidas. O que ele planta em cada uma dessas vidas será colhido depois”, diz. De acordo com Nair, tais consequências não podem ser encaradas como um castigo, e sim como resgate. “Se uma pessoa morre nessa encarnação para pagar um erro do passado, isso não é uma punição.

O objetivo do espírito é atingir a perfeição. A cada resgate, o espírito fica mais depurado.” Nair afirma, ainda, que não se pode confundir a idade da pessoa com a do espírito. “É muito comum acharmos injusto quando uma criança morre. Mas não sabemos quantos anos o espírito dela tem e o que já fez durante esse tempo.”

Dor

Apesar das explicações da doutrina espírita, Nair diz que a dor diante da morte sempre é grande.

Fonte: Michelle Berti - Jornal Diário da Região



Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
Este artigo é um trabalho compilado.

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