TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES
CHRYSTIAN GARDIN
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A VERDADEIRA FACE DA REDE GLOBO A FAVOR DA PLC 122 E DO HOMOSSEXUALISMO .
A mesma TV Globo que ataca rotineiramente os cristãos e defende descaradamente o homossexualismo agora apresenta matéria jornalística isenta e objetiva sobre o PLC 122.
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Homossexualismo.
Cantares de Salomão analisado de forma direta e sem meias palavras.

Pastor Erick Newman
Cantares de Salomão – parte 1
Introdução
Nessa primeira parte da nossa pequena análise dos maravilhosos e tão polêmicos capítulos deste livro; irei apenas abordar algumas questões no que tange a esfera de ação do livro. Depois dessa tarefa inicial e determinante feita, podemos transitar nas entrelinhas do livro com mais segurança e teremos uma compreensão satisfatória da mensagem dos capítulos e conseqüentemente do livro com um todo.
Eu particularmente tenho um fascínio por este livro. Ele me atrai devido sua singularidade e devido o seu poder ser tão forte, que simplesmente consegue inibir e constranger os mais experientes pregadores e professores.
Primeira característica marcante, o livro fala de sexo. Na cabeça de muitas pessoas é inconcebível a idéia de um livro sagrado falar de sexo abertamente. Muitos evangélicos mantém o hábito de pular as calorosas páginas de Cantares de Salomão. Já ouvi pastores aconselhando os jovens da sua igreja a não ler esse livro para não “estimular´´. Agora… eu fico me perguntando, não ler a Bíblia porque estimula o que? O que Salomão faz com a Sulamita em alguns capítulos? Interessante, esses pastores e falsos moralistas deveriam ensinar aos jovens que o que estimula a pecar não é leitura da Bíblia – ainda que ela tenha um livro que aborde o assunto de forma explícita e sem meias palavras. Estes falsos moralistas deveriam ensinar aos jovens a ler a Bíblia mais e mais. Deveriam ensinar que MALHAÇÃO é uma porcaria e que ensina valores desvirtuados; que BIG BROTHER BRASIL é um lixo televisivo que não vai lhes dá nenhuma contribuição cultural e ética e também deveriam ensinar que o tempo gasto com NOVELAS poderia ser investido no Reino de Deus e resgate dos perdidos.
Devido o seu conteúdo, ele foi junto com o livro de Ester, um dos últimos livros a serem aceitos como sendo canônico – digno de ser aceito como Palavra de Deus. Acerca desse assunto, Soares (1995, p.182) diz: “Os rabinos duvidaram do seu valor espiritual. Foi o único livro da Bíblia Hebraica não citado por Filo´´.
Segunda característica marcante, a ausência do nome de Deus. Outro problema que o livro gera e que o deixa ainda mais polêmico e rejeitado, é que o nome de Deus não é citado pelo autor. Devemos lembrar que o livro de Ester também não faz menção do nome de Deus e não fala de sexo – pois alguns pensam que por Cantares falar de sexo o nome de Deus não é mencionado. Isso é uma crença simplesmente absurda e infantil.
Terceira característica marcante que envolve o livro, os debates entre as escolas de interpretação. Há uma briga diplomática entre os estudiosos devido as possibilidades interpretativas. Os pais da igreja e outros teólogos podem ser citados como exemplo disso. Podemos destacar alguns teólogos defensores da interpretação alegórica: Panteno, Justino Mártir, Clemente de Alexandria, Orígenes, Agostinho e outros. Na escalação do time da interpretação literal ou hitórico-gramatical temos: Doroteu, Lúcio, Teodoro de Mopsuéstia, João Crisóstomo, Jerônimo, Adriano de Antioquia, Junílio, João Calvino e outros.
Autoria
No que diz respeito acerca da autoria, pode-se afirmar que foi Salomão por alguns motivos plausíveis. Por exemplo, percebe-se que o autor tem uma vasto conhecimento da fauna e flora da região. Pensando assim, Archer (2004, p. 350) afirma: “O autor demonstra um interesse marcante pela história natural, e isso corresponde aos relatórios acerca do conhecimento enciclopédico que Salomão tinha desse campo (I Reis 4:33)´´.
Interessante é que no livro, 21 espécies de plantas e 15 espécies de animais são citados. Também faz menção a cavalaria de Faraó, o que condiz com I Reis 10:28, onde a cavalaria de Faraó é um item importante no exército de Salomão. Poderia citar mais argumentos em favor da autoria de Salomão, mas fico por aqui, minha intenção não é uma análise exaustiva dos assuntos abordados nessa série de estudos. Com isso podemos nos dá por satisfeitos em relação a comprovação da autoria de Salomão.
Escolas de Interpretação
Uma questão que considero muito importante e determinante para chegar-se a interpretação correta e sadia do texto, é escolhermos o caminho interpretativo que nos conduzirá a tal interpretação. O caminho interpretativo escolhido vai nos levar a uma interpretação que ficará muito distante de outras rotas escolhidas por outras pessoas – vários caminhos, vários destinos. Aqui vou me deter apenas nas mais famosas e rivais escolas de interpretação que vai nos ajudar a um posicionamento seguro e mais calmo na abordagem do texto de Cantares. Me refiro a interpretação alegórica e a interpretação literal (hitórico-gramatical).
A escola alegórica dominou o cenário interpretativo do século III ao XVI. Segundo o dicionário de teologia Vida, “ Alegoria é uma história em que os pormenores correspondem a um significado “oculto´´, “mais elevado´´ ou “mais pronfundo´´, ou o revelam. O método alegórico de interpretação bíblica supõe que as histórias bíblicas devem ser interpretadas pela busca do significado “espiritual´´, para o qual o sentido espiritual remete´´. (GRENZ; GURETZKI; NORDLING, 2006, p. 6).
Uma grande autoridade no mundo da teologia do Antigo Testamento – que eu tenho profunda admiração e respeito, é o Doutor Walter Kaiser. No seu livro “documentos do Antigo Testamento´´ define interpretação alegórica dizendo: “assume que existe uma comparação não expressa no texto bíblico que permite ao intérprete fazer uma relação ao sentido terreno, literal e o sentido celestial, mais profundo, para aumentar o tom espiritual, impacto e significado do que de outra forma seria material terreno, apagado e datado´´. Kaiser (2007, p. 208).
A interpretação alegórica afirma que o livro de Cantares de Salomão retrata o amor de Cristo para com sua igreja. Ou seja, o amor de Salomão representa o amor de Cristo pela sua igreja – no caso, a Sulamita. Já no período do Antigo Testamento representava o amor de Deus por Israel. Tenho grandes problemas para aceitar esse método como o correto para se interpretar esse livro. Sei que vou colocar meu pescoço na guilhotina, pois a maioria dos evangélicos são alegóricos – mesmo que nem saibam o que é isso nem tenham estudado nada sobre o assunto. Infelizmente muitos crentes tem uma alma católica. Por tradição aceitam doutrinas sem nunca questionarem quão confiáveis elas são.
A interpretação correta pergunta: o que o autor quis dizer com esse texto? Qual era a sua intenção? O que ele queria que os seus leitores primários ou originais entendessem? Não podemos dizer o que o texto não diz, nem tão pouco amordaçá-lo e emudecê-lo. O pregador sério, o estudioso das Escrituras, o crente fiel e comprometido com a Palavra de Deus, vai procurar deixar o texto falar por si só. O autor ao escrever aquele material, tinha uma intenção, queria atingir um alvo, propagar uma mensagem específica aos seus leitores. A missão do intérprete e pregador é usar ferramentas que possibilite encontrar o verdadeiro sentido do texto analisado. A interpretação alegórica deixa muitos flancos em aberto. Por não se basear na intenção do autor inspirado, deixa o pregador “livre´´ para as mais diversas, absurdas e subjetivas interpretações. Na tentativa de defender o caráter cristão do A.T. alguns alegorizam tudo. Por exemplo, quando um texto fala de árvore ou madeira, está falando da cruz de Cristo. Ou quando se fala em escarlate – vermelho, é o sangue de Jesus. A alegoria deve ser aplicada nos textos que a literatura oferece permissão, mas nunca em textos narrativos e onde o próprio contexto geral não permite. Mas você deve está se perguntando: mas Cantares não é um texto histórico, é poético? Vamos resolver esse problema. Apesar de ser um livro poético, tendo um estilo literário bem específico, não podemos fazer uma dicotomia, separação do seu valor histórico. É poesia mas não parábola, existem personagens históricos, não fictícios – como é característico do material parabólico.
Analisemos como exemplo a parábola do filho pródigo e a do publicano, depois vamos comparar com o enredo de Cantares. No texto de Lucas, nem o nome do pai nem os dos filhos são mencionados. A terra que o pródigo vai não é especificada, apenas é dito que é uma terra distante. Não há nada específico, abrindo espaço para a interpretação alegórica; pois se trata de uma parábola. Na parábola do publicano, Jesus diz que 2 homens vão orar no templo, ninguém sabe o nome deles, apenas que um era publicano e o outro fariseu. Por que? Simplesmente porque eles não eram personagens históricos, de fato aquilo não aconteceu, mas mostrava uma lição por trás da estória. Uma regra simples na interpretação de parábolas é que não se dá nomes aos personagens em parábolas, porque não se trata de uma narrativa histórica, não aconteceu na história o que se está sendo contado; apenas ilustra uma verdade por trás e uma lição espiritual, ética e religiosa. Mas você pode me perguntar: Erick, e a parábola de Lázaro, que foi ao ceio de Abraão? Vamos resolver mais esse problema. Meu amado irmão, você precisa ficar ciente que os títulos em negrito que você encontra em cima das perícopes ou parágrafos da sua bíblia, não estão no texto original. Não foi escrito pelo punho do autor. Mas foram acrescentados para ajudar o leitor a entender o conteúdo de cada parágrafo. Eles nem sempre contêm todo o conteúdo do parágrafo. Os capítulos e versículos também foram acrescentados para nos ajudar. Mas lembre-se, eles não são inspirados, como o conteúdo do livro. Você mesmo pode criar seu próprio título, bastar analisar o capítulo e os parágrafos.
Agora, faço uma pergunta e um desafio a você caro leitor. Como você pode interpretar o livro de Cantares como sendo alegórico, diante de textos que falam de sexo abertamente? Certa vez estava na sala de aula no seminário, quando uma alguém ministrava Cantares de Salomão e disse que entendia o livro de forma alegórica. olhei para a turma e vi que ninguém se importou ou perguntou alguma coisa. Pensei comigo: “ou todo mundo aqui é alegórico ou ninguém sabe nem o que é isso e estão calados sem dá o mínimo crédito e devida importância a se escolher e questionar os métodos interpretativos´´. Depois de alguns minutos de exposição, levantei a mão e tive que perguntar algumas coisas. Perguntei como um alegórico vê os textos de Cantares que falam de sexo e como correlacionam como sendo algo referente a Cristo e a sua igreja. Visto que quando o texto fala: baija-me com os beijos da tua boca. Eu tenho que aplicar isso a Cristo e a sua igreja. Ou como o texto que Salomão diz que quer entrar no jardim fechado da Sulamita – ou seja, ele se refere a virgindade da Sulamita. Como aplicar um texto desse correlacionando com Cristo e sua igreja? Um silencio de filme de faroeste se fez na classe. Defendendo a inferioridade e o problema que é o método alegórico Ramm diz: “A maldição do método alegórico, escreve Bernard Ramm, é que ele obscurece o verdadeiro sentido da Palavra de Deus… A Bíblia tratada de forma alegórica torna-se massa de modelar na mão do exegeta´´. (1970, p. 30 apud GREIDANUS 2006, p. 109)
Por fim quero dizer que respeito as opiniões divergentes, como respeitei a posição que ouvi no seminário. O debate sadio que visa crescimento e amadurecimento de idéias é totalmente sadio e benéfico. O diálogo e a reflexão devem fazer parte do cardápio diário dos crentes em Jesus. Mas, podemos defender aquilo que entendemos como sendo mais coerente e que satisfaz as exigências da hermenêutica ortodoxa. Pelos motivos supracitados e outros que por motivos de espaço não irei me deter, sou adepto da linha literal (hitórico-gramatical) de interpretação. Rejeitando assim o modelo alegórico para se interpretar Cantares de Salomão. Esta interpretação poderia fazer com que o livro significasse qualquer coisa que a imaginação fértil do intérprete pudesse inventar, e, no final, as suas próprias extravagâncias seriam sua ruína, de forma que hoje esta escola de interpretação praticamente desapareceu das academias de teologia. Deve ser rejeitado por ser um caminho inaceitável de interpretar a bíblia. Por essa razão só aceitamos os métodos que nos permitem extrair o significado das palavras com base no sentido claro delas, como foram escritas. Fundamentado nisso, o Cantares de Salomão está falando do amor humano entre um homem e uma mulher. Foi esse amor que estava faltando quando Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea´´.
A escola literal afirma que Cantares deve ser interpretado com sendo um cântico que expressa o relacionamento verdadeiro entre os cônjuges. Defensores desta teoria, tais como E. J. Young e H. H. Rowley, defendem a canonicidade do livro, explicando que implica numa sanção divina do relacionamento do amor nupcial, em contraste com as perversões degeneradas ou polígamas do casamento que eram comum na época.
Segundo o dicionário de teologia Vida, a teoria literal é definida como “Fidelidade rigorosa a determinada palavra significado, tanto na interpretação como na tradução de textos bíblicos. No que diz respeito à interpretação, o literalismo em geral tenta compreender a intenção do autor, buscando o significado mais claro e evidente do texto, segundo opinião do intérprete . na tradução, procura-se transmitir o verdadeiro significado do texto bíblico usando palavras de outra língua com o máximo de exatidão´´. (GRENZ; GURETZKI; NORDLING, 2006, p. 81).
Esta teoria literal assume várias formas especializadas, das quais as duas mais importantes são a hipótese do pastor e a hipótese erótica. A hipótese do pastor, introduz uma outra figura masculina, que não é a do rei Salomão, mas sim, o noivo da Sulamita na sua cidade natal de Sunem. A hipótese erótica, defende Cantares como sendo uma coleções de canções nupciais do tipo wasf. As canções do tipo wasf eram cantadas por hóspedes numa festa de casamento Sírio, Na qual a beleza da noiva e as qualidades do casal seriam descritas de maneira calorosa. Aconselho ao leitor mais interessado no assunto, procurar mais detalhes e explicações, visto que não é minha intenção ventilar todas as linhas de interpretação de forma exaustiva.
discordando das hipóteses supracitadas, venho defender a que entendo ser a mais coerente. Estou falando da interpretação literal típica. Assim como Ravem e Unger, eu entendo o poema foi baseado num incidente histórico na vida de Salomão. Em contraste com algumas esposas deslumbrantes de Salomão, tais como a filha de Faraó, a Sulamita era uma moça do campo, com uma alma bela além do corpo. Através de sua sinceridade e seus encantos pessoais, ensinou Salomão pelo menos por um breve tempo, o significado do verdadeiro amor monógamo – um amor pelo qual de boa mente ele trocaria o esplendor corrupto da sua corte. Este cântico transfigura o amor natural, elevando-o até um nível consagrado. O sexo no casamento é um ato de adoração. Por mais estranho que talvez pareça na sua mente, ou na mente de alguns pseudo-moralistas; se preservar, se guardar virgem, para se entregar a outra pessoa dentro da aliança do casamento, é um ato santo e de adoração a Deus. Afirmo isso sem medo de errar.
Conclusão
Essa foi a primeira parte do nosso estudo de Cantares de Salomão. Os próximos serão mais curtos e dentro da nossa proposta, que é interpretar Cantares de forma rasgada, direta e sem meias palavras. Foi necessário essa introdução mais longa e com um linguajar mais técnico; mas podem ficar tranqüilos que no próximo texto, quando começarmos o capítulo 1, a coisa vai esquentar. Já posso adiantar que não vou economizar meu vocabulário popular, só assim muitas pessoas irão perder a vergonha de falar e interpretar esse livro tão maravilhoso e rico. Até a próxima pessoal!
Referências Bibliográficas
GRENZ, Stanley. Dicionário de Teologia. São Paulo: Editora Vida, 2002.
GREIDANUS, Sidney. Pregando Cristo a Partir do Antigo Testamento. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.
HOUSE, R. Paul. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 2005.
KAISER, Walter. Documentos do Antigo Testamento. São Paulo: Cultura Cristã, 2007.
L., Gleason; JR., Archer. Merece Confiança o Antigo Testamento?. 4. Ed. São Paulo: Vida Nova, 2004.
PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2006.
SOARES, Ezequias. Visão Panorâmica do Antigo Testamento. São Paulo: CPAD, 2003.
PARTE 2 DO ESTUDO DE CANTARES
O Deus que vigia as declarações de amor: Cantares 1:2-2.7
A primeira parte do livro é marcada por confissões de amor sem medidas e reservas. Não existe vergonha nem timidez que possa fazer o sentimento dos enamorados ser intimidado. Em um mundo onde cada vez mais as pessoas são frias, egoístas e não conseguem ser carinhosas e amorosas; a primeira parte desse maravilhoso livro é o remédio que traz cura para a doença da insensibilidade do relacionamento humana no que tange a falta de carinho verbal. Essa forma de amor gera segurança para o casal, fortalecendo assim o relacionamento que se estenderá no resto do livro que tende a amadurecer.
As declarações de amor de forma direta e forte, neutralizam os medos que naturalmente atacam qualquer casal (1:5-7). Podemos notar algo interessante, quanto mais um elogia o outro (1:8-11,15), mais a confiança e a segurança crescem (2:1). Algo que merece destaque na narrativa, é de como o amor cresce com a decisão de enaltecer e elogiar (2:3-6). Li certa vez um livro há muito tempo que foi muito importante para meu crescimento espiritual e como homem. Esse livro chama-se “As Cinco Linguagens do Amor´´ de Gary Chapman. Aconselho esse livro em especial para os que precisam de ajuda devido problemas de insensibilidade nas declarações. No seu livro, Chapman coloca as palavras de afirmação como a primeira linguagem do amor. De fato, a língua tem um grande poder. Não é a toa que o grande Salomão disse que a morte e a vida estão no poder da língua, e a pessoa que a bem utiliza come dos seus frutos. As pessoas deveriam entender que os elogios, as declarações de amor, ou palavras de afirmação, podem nutrir o relacionamento e deixá-lo firme e mais forte a cada dia.
No quarto capítulo do seu livro, Chapman afirma: “muitos casais nunca aprenderam o tremendo poder de uma afirmação verbal mútua´´. Salomão e a Sulamita dão um show na questão das palavras de afirmação, elogios e declarações de amor explicitas e diretas. Certamente se eles fossem vivos eu os chamaria para ministrar uma palestra em minha igreja sobre o assunto.
Você já disse algo bonito hoje para a pessoa que você ama? Já elogiou hoje algum ponto forte que essa pessoa tem? Já disse simplesmente que ela é especial na sua vida? Será que você ainda pensa que dizer essas coisas passará a idéia que você é manteiga derretida ou não é macho?
Quantos homens e mulheres perdem momentos de prazer e felicidade por medo de dizer o que sente. Pega o telefone e faz uma surpresa. Liga e diz que só ligou para dizer que ela é especial para você e que Deus te abençoou em ter colocado essa pessoa na sua vida. Manda um SMS com uma frase romântica e enaltece um ponto positivo e forte que essa pessoa tem. Depois disso, olhe para você e perceba que seu braço ou perna não caíram, que não doeu nada fazer isso; e você machão, não se tornou gay por causa disso. De fato os homens tem mais dificuldade com isso, mas também existem mulheres que não conseguem demonstrar o que sentem e acham que entregando-se em carinhos verbais, estarão mostrando que estarão completamente rendidas e nas mãos da outra pessoa e poderão ser facilmente manipuladas. Já escutei muito isso da ala feminina. Isso não deveria acontecer, pois a Bíblia nos ensina em cantares que esse tipo de comportamento deve ser dos dois, algo mútuo, com a mesma sinceridade, verdade e intensidade. Pois quando em um relacionamento, um ama mais do que o outro, ou, até mesmo demonstra mais do que o outro; logo, uma necessidade da parte que oferece mais, precisará ser suprida. Isso poderá gerar sérios problemas. Mas as vezes a compreensão com a forma do outro agir poderá ser aceita e evitará tais problemas. No entanto, cantares mostra que o relacionamento triunfante é aquele que tem as duas partes se enaltecendo e demonstrando mutuamente os seus sentimentos (também) de forma verbal.
Chapman ainda indica algumas palavras que certamente ajudarão a criar uma atmosfera de amor e harmonia entre o casal. Ele aponta as palavras encorajadoras. Certamente seu namorado(a), noivo(a) ou esposo(a), tem problemas, defeitos, pontos fracos e negativos que precisam ser tratados. Você é do tipo que apóia, encoraja, ou daqueles que criticam sempre e não estimula a outra pessoa a crescer e que ela pode vencer e melhorar o que é necessário?
As palavras bondosas geram um ambiente de graça. Deus é bom, quando mostramos bondade, estamos sendo parecidos com Deus. Tem pessoas que só tem palavras negativas, ruins, só fazem leituras catastróficas de tudo que acontece. Nunca tem uma palavra boa, gentil, alegre, esperançosa, isso é terrível e não tem quem suporte isso.
Palavras humildes, como falta isso nos relacionamentos. Entendo que a palavra mais humilde que uma pessoa pode dizer a que ama é: “perdão´´. Quem consegue continuar do mesmo jeito depois de ouvir: “me perdoe, eu errei´´. Quando pedimos perdão estamos reconhecendo que estamos errados, que estamos nas mãos de outra pessoa, dependendo do seu perdão. Isso é humilhante. Mas isso gera exaltação e mudanças. O pastor Josué Gonçalves disse certa vez: “ perdoar o próximo é fazer aquilo que Deus fez conosco´´. Quando pedimos perdão, ou perdoamos alguém, estamos apagando todo e qualquer material que poderia ser usado pelo diabo contra nós. O perdão apaga as mágoas e tristezas causadas pelo erro. Precisamos cultivar o hábito de pedir perdão à pessoa que amamos. Não é sábio nem bíblico esquecer, deixar pra lá, varrer a sujeira para baixo do tapete. Peça perdão sempre que errar. É um exercício santo.
Portanto, as pessoas sábias estabelecem juntas seus laços por meios de um testemunho verbal compartilhado de admiração mútua.
Pense nesse pequeno poema:
Não tenho medo de dizer que amo
Não quero ter medo de dizer que amo
Não posso ter medo de dizer que te amo
É porque te amo que nem consigo ter medo de ter medo
Se tivesse medo, nada faria sentido
Eu não seria eu, nem você quem você é
(Desconhecido)
Fonte:Pr. Erick Newman
site:http://reflexaoteologica.wordpress.com/2010/03/16/cantares-na-cara-cantares-de-salomao-analidado-de-forma-direta-e-sem-meias-palavras/
Padres, pedofilia e homossexualismo

Padres, pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário
Resumo: Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável.
Sem dúvida alguma, uma das questões mais importantes do catolicismo é sua proibição ao casamento dos padres.
Mesmo assim, nenhum homem é obrigado a se manter padre se sente fortes desejos sexuais. Ele pode simplesmente largar a batina e se casar com uma mulher. Mas se seus desejos não são normais — isto é, se ele se sente atraído não por uma mulher, mas por outros homens ou meninos —, o casamento com uma mulher é inútil para resolver seus problemas.
Portanto, o celibato não está levando automaticamente os padres à pedofilia, como imaginam alguns, pois um padre que quer casar tem a liberdade de largar a batina e escolher uma esposa. Nenhum padre é obrigado a estuprar meninos se sente desejos sexuais. Esse problema tem outra causa.
A pedofilia e suas causas
A questão do abuso sexual de meninos também é mencionada no Novo Testamento, embora tal menção ocorra somente no original grego: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 RC, o destaque é meu.)
Essa passagem menciona dois tipos de homossexuais: os efeminados e os sodomitas. De acordo com o léxico grego do programa Online Bible (versão 2), a palavra efeminados vem da palavra grega malakos, que significa delicado, suave, o homem que submete seu corpo à imoralidade contra a natureza; prostituta masculina. De acordo com o léxico analítico do programa Bible Windows (versão 6.01), a palavra sodomitas vem da palavra grega arsenokoites, que significa um adulto do sexo masculino que pratica relações sexuais com outro adulto ou menino do sexo masculino. Assim, o termo sodomita aí pode ser traduzido homossexual ativo e pederasta. A palavra arsenokoites também se encontra em 1 Timóteo 1:10.
Outra versão da Bíblia declara: “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI, o destaque é meu.)
Efeminados, ou homossexuais passivos, são os homens com trejeitos, delicados e suaves, que agem e fazem papel de mulher. Sodomitas, ou homossexuais ativos, são os homens que fazem papel de “macho”, usando outro homem (ou menino) como se fosse mulher. Embora as duas condutas homossexuais sejam biblicamente condenadas, o abuso sexual de meninos está diretamente ligado não aos efeminados, mas exclusivamente aos sodomitas.
O que a realidade também mostra? Um pediatra que estupra meninos comete esse tipo de crime só porque é pediatra? Claro que não. Ele faz isso porque tem problemas homossexuais. No caso do padre pederasta, não é diferente: ele tem preferência sexual por meninos justamente porque tem os mesmos problemas. É exatamente essa informação importante que os meios de comunicação estão deixando de divulgar para o público. Isso é não é um tipo de censura astuta?
É de chamar a atenção como a mídia mostra todos os detalhes de escândalos de abuso sexual contra meninos sem nunca mencionar a palavra homossexual. O noticiário da TV também mostra pediatras e outros profissionais envolvidos em crimes sexuais contra meninos, sempre omitindo o termo gay ou homossexual, porém jamais omitindo a palavra pedofilia.
Pedofilia é o termo geral que designa o abuso sexual contra meninos e meninas. Pederasta é um termo mais restrito que se aplica somente aos homens que abusam de meninos. De acordo com o atual Dicionário Merriam-Webster, pederasta vem da palavra grega paiderastes, que significa literalmente amante de meninos. Na sua primeira versão, do século XIX, o Dicionário Webster definia assim pederastia: sodomia, crime contra a natureza. O próprio Dicionário Aurélio destaca que, por extensão, pederastia significa homossexualismo masculino. Assim, todo pederasta é pedófilo e homossexual ativo (ou sodomita), mas nem todo pedófilo é pederasta.
Para que não se entenda incorretamente que todos os praticantes do homossexualismo são pederastas, alertamos que todas as referências deste artigo à palavra homossexual se aplicam exclusivamente aos sodomitas, ou homossexuais ativos, pois é só nesses casos que a pederastia tem, conforme a Bíblia, ligação fundamental.
A mídia liberal aplaude indisfarçadamente os homens que assumem publicamente sua homossexualidade, como se os estivesse ajudando a se libertar de um estado de opressão — e esse ato de assumir se chama sair do armário. Na verdade, muitos praticantes do homossexualismo só se assumem publicamente pela metade, deixando escondidas no fundo do armário suas preferências sexuais que o público ainda não está preparado para aceitar. Por quanto tempo a pederastia deles ficará no armário?
Contudo, o tratamento dispensado aos padres que “gostam” de meninos é totalmente diferente e inverso. A pederastia deles é arrancada do armário, mas o homossexualismo não. Numa genuína atitude de preconceito e intolerância contra a verdade, os liberais fazem tudo o que podem para que o homossexualismo dos padres pederastas nunca saia do escuro armário dos segredos homossexuais.
No caso dos padres que conseguem esconder sua homossexualidade, um casamento com uma mulher adiantaria? Um casamento seria a solução para padres com tendências pederastas? Sabemos que os praticantes do homossexualismo são capazes de se casar, ter filhos e manter uma vida dupla — às vezes até de pederastas. O casamento, nesse caso, só funciona para acobertar crimes.
Já que o casamento em si não resolve o problema de padres (ou turistas, psicólogos, jornalistas, pediatras, professores, etc.) que gostam sexualmente de meninos, o que então resolve? Na questão católica, lidar diretamente com a raiz do problema: a presença homossexual no clero católico. Entretanto, a intenção da mídia não é ajudar o clero católico a lidar com esse problema, mas usar o problema — não contra o homossexualismo — mas contra o próprio clero e seus valores conservadores.
Pedofilia como arma de guerra contra os cristãos
Nas notícias sobre padres pegos em abuso sexual de meninos, há uma insistência de se destacar o abuso, sem jamais citar nada que poderia minimamente levar o público a se lembrar de homossexualidade. Contudo, quando o homossexualismo e os que o praticam aparecem no noticiário, há todo cuidado para que de forma alguma a palavra pedofilia seja mencionada, a fim que o público nunca consiga associar um com o outro.
Para a imprensa liberal, o importante é que as pessoas sejam condicionadas a associar o abuso sexual de meninos principalmente à Igreja Católica e, por extensão, aos valores cristãos, que ficarão injustamente na posição desagradável de serem vistos, direta ou indiretamente, como as causas do abuso sexual de crianças. Nessa exibição desonesta e desequilibrada dos fatos, o homossexualismo e seus praticantes — que são as verdadeiras causas do abuso sexual contra os meninos — escapam impunes, enquanto o Cristianismo e seus valores servem de bode expiatório para tudo o que o próprio homossexualismo vem fazendo contras os meninos.
Entretanto, a imprensa jamais faria a esquerda de bode expiatório desse mesmo problema, a fim de atacar os valores esquerdistas e liberais. Aliás, esse problema é tratado como se não existisse entre indivíduos liberais e esquerdistas que não vivem de acordo com princípios morais e cristãos. Mas não é difícil imaginar a realidade. Se com alguns padres homossexuais, a Igreja Católica enfrenta casos de violência sexual contra meninos, o que dizer então dos meios liberais, onde há números bem maiores de homossexuais? Por que não investigar o sexo com meninos onde há mais homossexualismo? Se num ambiente em que o homossexualismo é proibido há casos de pederastia que são expostos, por que acobertar os ambientes onde o homossexualismo é livre? Nos meios liberais esquerdistas, a verdade ainda não saiu do armário.
Se a relação sexual entre homens e meninos é tão condenável, por que a imprensa não revela o fato óbvio da ligação natural entre esse crime e o comportamento sexual mais protegido e afagado nos meios politicamente corretos? Não é a primeira vez que um problema ligado ao homossexualismo é acobertado pelos formadores de opinião pública. A crise da AIDS, por exemplo, é uma questão séria, porém a imprensa liberal colaborou docilmente com os ativistas gays que, anos atrás, iniciaram o trabalho sujo de realizar uma sistemática cirurgia cultural, política, legal e “científica”, desunindo artificialmente a AIDS de seu principal fator de propagação: os imorais e prejudiciais atos sexuais dos praticantes do homossexualismo.
Se o abuso sexual contra meninos merece medidas enérgicas de condenação e repressão, então por que a imprensa liberal insiste em se doer pelos ativistas gays que se queixam de que a Igreja Católica não abre espaço para aceitar e sancionar o homossexualismo? Por que os liberais não ajudam o clero católico em sua posição oficial de não ceder aos ativistas gays que querem a todo custo a aprovação oficial da ordenação de padres homossexuais? Sem tal ordenação oficial, o clero católico já enfrenta problemas pesados por causa do homossexualismo. Não dá então nem para começar a imaginar o que aconteceria se o clero se submetesse às pressões liberais pró-homossexualismo.
As notícias de pedofilia na Igreja Católica são um alerta contra os perigos do homossexualismo
As denúncias de abuso sexual dentro do clero católico são um poderoso alerta para a sociedade, imprensa e igrejas evangélicas do que o homossexualismo pode fazer com homens em posição de liderança. Se a presença homossexual representa grande ameaça para os meninos até em meios conservadores, o que dizer então dos meios menos conservadores, onde o homossexualismo continua insistentemente acobertado? O que dizer, por exemplo, dos ambientes em que pastores evangélicos e profissionais de psicologia apóiam os valores do movimento homossexual? Por isso, é preciso urgentemente abrir os olhos para o lado sombrio e bárbaro do comportamento homossexual. Afinal, se não há vontade social, individual, política e legal de enfrentar esse problema de frente, então por que desperdiçar o tempo atacando o crime de sexo com meninos mantendo suas causas escondidas no fundo do armário?
Se a pederastia é um crime tão grave, por que a imprensa não toma a iniciativa de lançar uma campanha em massa contra o homossexualismo?
Se o abuso sexual de meninos é de fato uma preocupação importante para o governo e para a mídia liberal, então por que quando se trata dessa questão o alvo invariavelmente é o clero católico, não os ativistas gays? Por que não fazer de alvo a indústria turística do Brasil, que recebe muita ajuda da indústria da prostituição, inclusive infantil? Não é possível contabilizar os números, mas é certo que o turismo é um negócio monumental e milionário no Brasil, envolvendo governo, empresas hoteleiras, etc. As denúncias de pederastia contra a Igreja Católica a fazem parecer a própria fonte desse mal, enquanto escapam ilesos os ricos turistas homossexuais estrangeiros e os indivíduos envolvidos em grandes esquemas de acobertamento da sistemática pedofilia turística.
Por que a imprensa liberal não menciona que os casos de pederastia na Igreja Católica estão ligados ao homossexualismo? Por que não menciona que a pederastia é um problema grave em todos os segmentos sociais — sejam religiosos, profissionais, esportistas, etc. — em que há presença forte de homens homossexuais? Por que, em suas notícias e comentários sobre padres estupradores de meninos, os jornalistas liberais não comentam sobre a necessidade de se eliminar a ameaça homossexual dentro da Igreja Católica?
Portanto, só um indivíduo moralmente cego não consegue enxergar manobras e discrepâncias na desesperada tentativa de proteger o homossexualismo dos estupradores de meninos. Tais manobras ficarão eternamente restritas às notícias envolvendo católicos? Nós evangélicos teremos isenção especial da imprensa? Até quando estaremos protegidos dos ataques preconceituosos e traiçoeiros da mídia liberal? Até quando?
O que os próprios ativistas gays dizem
Nem todo praticante do homossexualismo é pederasta, mas a pederastia tem uma ligação fundamental com o homossexualismo. Aliás, a maior organização de pederastas do mundo é a NAMBLA (North American Man-Boy Association, cuja tradução é Associação Norte Americana de Amor Entre Homens e Meninos). A NAMBLA é totalmente composta por membros homossexuais. Os próprios ativistas gays às vezes não conseguem esconder sua simpatia para com a pederastia — que eles preferem chamar simplesmente de amor entre homens e meninos. A seguir, o que eles mesmos estão dizendo sobre a questão:
“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos”.[1]
“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos”.[2]
“Naqueles casos onde crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas memórias de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças”.[3]
“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los”.[4]
“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos são muito melhores para as crianças do que os pais…”[5]
“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”[6]
“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”[7]
“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias”.[8]
“Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento gay abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas… Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças”.[9]
Além do testemunho dos próprios ativistas gays, há informações importantes de outras fontes. No documento Homosexuality and Child Sexual Abuse (Homossexualidade e Abuso Sexual Infantil), o autor Dr. Timothy J. Dailey revela:
• Um terço de todos os crimes sexuais contra crianças são cometidos contra meninos.
• Os homossexuais compõem somente 1 a 3 por cento de toda a população. Esses 1 a 3 por cento da população são responsáveis por um terço de todos os crimes contra as crianças.
• No Gay Report (Relatório Gay), elaborado pelos pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young, os autores informam dados que mostram que 73 por cento dos homossexuais entrevistados na pesquisa haviam em algum momento de suas vidas tido sexo com rapazes de dezesseis a dezenove anos ou mais novos. [10]
Condenando as verdadeiras causas do abuso sexual contra meninos
A condenação à pederastia é certa e deveria ser contínua e firme, porém a condenação à pederastia praticamente restringe-se à família e à Igreja Católica, como se essas duas instituições fossem as causas do comportamento de homens que têm relações sexuais com meninos. A condenação à pederastia no meio da Igreja Católica tem sido um instrumento para questionar também as posições morais cristãs conservadoras. O discurso contra a pederastia tem sido habilmente usado para sufocar e envergonhar a Igreja Católica em sua posição em questões como aborto e homossexualismo, a fim de denegrir sua postura moral.
Contudo, quem já pensou em utilizar a pederastia para “denegrir” o homossexualismo? Embora haja uma ligação natural entre essas duas condutas, seríamos tratados impiedosamente se tentássemos mostrar a pederastia entre os homossexuais do jeito que a imprensa mostra a pederastia entre alguns padres.
Se a imprensa quer ajudar, a verdade deve ser dita — a verdade precisa sair do armário. Os padres, turistas, jornalistas, médicos, pediatras, pastores, psicólogos, professores, artistas e outros profissionais envolvidos sexualmente com meninos devem ser punidos por seus crimes homossexuais e o homossexualismo precisa ser colocado na merecida categoria de fator de risco para abuso sexual de meninos. A própria Igreja Católica precisa fazer muito mais para punir os homossexuais pederastas em seu clero — até mesmo entregando-os às autoridades civis. O governo precisa garantir penas maiores e mais duras contra esse tipo de crime — até mesmo pena capital. A imprensa, as escolas e o governo precisam apoiar e encorajar a oposição ao homossexualismo.
O que deveria ser feito é atacar o homossexualismo entre padres, pois casos de pederastia na Igreja Católica ou qualquer outro lugar têm causa comum. Mas a apresentação de casos de violência sexual contra meninos na mídia tem desvinculado de tal forma a pederastia dos homossexuais e do homossexualismo — vinculando-a em vez disso aos valores morais conservadores — que tal propaganda poderá efetuar uma lavagem cerebral no público, levando-o a questionar: “Como é que os padres condenam algo bom (o homossexualismo), mas praticam algo tão pervertido (sexo com meninos)?”
Pedofilia politicamente correta
A Igreja Católica possui valores morais detestáveis para a elite liberal de hoje. Apenas dois desses valores são a oposição bíblica ao homossexualismo e ao aborto. Assim, toda vez que surge flagrante de padre pederasta, a imprensa esquerdista aproveita para atacar “indiretamente” esses valores, destacando nitidamente a pedofilia dos padres — uma pedofilia deliberadamente castrada, uma pedofilia politicamente correta, onde sexo entre homem e menino é completamente divorciado de suas óbvias raízes homossexuais.
Contudo, com católicos progressistas como “Frei” Betto e Leonardo Boff, a imprensa esquerdista é muito mais generosa, não permitindo que nenhum tipo de problema moral seja manipulado desfavoravelmente contra eles. A pederastia então, quando abordada na questão católica, é uma poderosa arma política devidamente utilizada para ajudar a silenciar a voz dos católicos conservadores. Os progressistas são convenientemente protegidos.
No entanto, é de estranhar que a mídia respeite mais o homossexualismo do que respeita os católicos, pois em todos os casos mundiais envolvendo sexo entre homens e meninos o problema maior não é a Igreja Católica nem sua postura tradicional contra o homossexualismo. Mesmo em países e lugares onde não há católicos, há casos de sexo entre homens e meninos. Se a pederastia estivesse ligada exclusivamente ao celibato dos padres, não veríamos casos de médicos, advogados, professores, psicólogos e até pastores casados estuprando meninos. Em todas essas situações, o único e exclusivo culpado não é a Igreja Católica, mas o homossexualismo.
Se a elite liberal não fosse cega a essa óbvia realidade, não haveria apoio a Paradas do Orgulho Gay, não haveria simpatia às reivindicações dos ativistas gays e não haveria, entre alguns evangélicos, abertura para a ordenação ou tolerância dos praticantes do homossexualismo em posição de liderança nas igrejas.
Mas a questão envolve muito mais do que só cegueira moral. Como é que a imprensa liberal, onde há reconhecidamente grande número de integrantes homossexuais, terá desejo de falar a verdade acerca do homossexualismo? Embora sejam completamente falsos e enganadores os dados estatísticos alegando que 10% da população brasileira são homossexuais, não se pode dizer a mesma verdade sobre os meios de comunicação, onde 10% deve ser pouco. Na questão homossexual, há segredos dos liberais que ainda não saíram de seus lábios — nem do armário.
A pederastia, na mente da mídia esquerdista, nada tem a ver com homossexualismo ou católicos progressistas. Pederastia tem tudo a ver com o conservadorismo católico que crê que o homossexualismo e outros conceitos politicamente corretos são errados. A solução implícita então é eliminar o problema…
Propaganda mentirosa: negando o inegável
Muitos anarquistas sociais, inclusive os ativistas gays e as feministas, odeiam a estrutura tradicional da família e das igrejas cristãs. E eles sabem que a acusação de pedofilia é pesada o suficiente para atrair o apoio do público para proteger as crianças e atacar as causas. Embora a pederastia tenha uma ligação clara, natural e inegável com a homossexualidade, o que se vê na mídia é pederastia dentro das igrejas, pederastia dentro das famílias, mas jamais pederastia dentro do homossexualismo, num esforço flagrante de negar o inegável. É como se pederastia tivesse tudo a ver com igrejas e famílias, mas nada a ver com homossexualismo. De onde está vindo essa imagem deturpada da realidade? Dos meios de comunicação — os mesmos meios de comunicação que dão cobertura positiva e favoritismo para as marchas gays e outros eventos que favorecem o homossexualismo.
Tal esforço para desviar a atenção do público das ligações do homossexualismo não se chama jornalismo objetivo e imparcial, muito menos preocupação para combater o preconceito e promover a tolerância, pois na hora de atacar a pederastia, a família e as igrejas jamais são poupadas. Esse esforço se chama propaganda. E a propaganda tem o poder de transformar a mentira em verdade e a verdade em mentira, pelo menos por algum tempo. Joseph Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”.[10] E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes; diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.[11]
Temo que se por preconceito religioso nós evangélicos nos alegrarmos com os ataques da imprensa contra a Igreja Católica nessa questão, poderemos criar condições para que a imprensa possa efetuar muitos outros ataques contra outros cristãos.
Devemos ficar sempre desconfiados e alertas quanto à mídia liberal. Precisamos ser cuidadosos e não fazer pouco caso do que está acontecendo com os católicos. Se os liberais conseguem, numa astúcia de serpente traiçoeira, jogar a culpa dos crimes do homossexualismo sobre a Igreja Católica a fim de desmoralizar os valores cristãos e desviar a atenção da ligação óbvia entre pederastia e homossexualismo, devemos nos preocupar que cedo ou tarde eles possam usar estratégias igualmente diabólicas contra as igrejas evangélicas.
Contudo, quando a pederastia não mais puder ser desunida de sua óbvia ligação ao homossexualismo e se a repressão aos crimes de pederastia ameaçar colocar em risco a sobrevivência política e legal do homossexualismo e sua confortável posição social hoje, os ativistas gays tentarão trabalhar a suavização das questões de sexo com meninos.
Os homossexuais só estão saindo do armário hoje porque o terreno foi, durante muitos anos, devidamente preparado para que os homens pudessem assumir sua homossexualidade sem sofrerem condenação pública. É de temer que quando a pederastia finalmente sair do armário de sua ligação com o homossexualismo, o terreno também já estará devidamente preparado para que não mais haja condenação para os homossexuais que “amam” meninos.
Ninguém esperava que chegaria um tempo em que o homossexualismo seria aceito na sociedade, mas chegou. Se o tempo da pederastia também chegar, então os padres (ou professores, psicólogos, turistas, pediatras, etc.) pederastas serão publicamente elogiados e recompensados — com direito a indenizações, cotas, proteção especial e liberdade de beijar meninos em restaurantes e parques — pelos anos em que sofreram discriminação, humilhações, ódio e intolerância por causa de seu “amor” para com meninos.
Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.
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Vaticano diz que ex-bispo norueguês pedófilo foi enviado à terapia

O Vaticano afirmou nesta quarta-feira que sabia, desde janeiro de 2009, do abuso sexual contra um menino cometido pelo ex-bispo da Igreja Católica da Noruega Georg Müller, há 20 anos. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, afirmou ainda que Müller foi enviado à terapia e afastado de sua atividade pastoral logo depois.
A notícia sobre o episódio de pedofilia foi difundida em uma nota da Conferência Episcopal local pelo atual bispo de Trondheim e Oslo, Bernt Eidsvig.
"A questão foi confrontada e examinada com rapidez pela Nunciatura de Estocolmo, por mandado da Congregação para a Doutrina da Fé. Em maio de 2009 o bispo apresentou a demissão, que foi prontamente aceita pelo Santo Padre, e em junho deixou a diocese", explicou Lombardi.
O porta-voz da Santa Sé acrescentou também que Mueller se submeteu a um período de terapia e não desenvolve mais qualquer atividade pastoral. "Do ponto de vista das leis civis, o caso era prescrito. A vítima, hoje maior de idade, sempre pediu para permanecer anônima", completou, justificando o segredo em torno do caso.
Em um comunicado divulgado no site da Igreja do país nórdico, Eidsvig declarou que o fato de a Santa Sé ter agido "rapidamente quando o caso foi relatado" foi um "pequeno" aspecto positivo "no meio do desespero que todos nós sentimos hoje".
Müller, 58, nascido na Alemanha, deixou o cargo de bispo de Trondheim em junho de 2009, oficialmente por incompatibilidades de trabalho. a Igreja afirma agora que não revelou a causa real de seu afastamento a pedido da vítima, cuja identidade não foi revelada.
Segundo o jornal norueguês "Adresseavisen", que revelou o caso, o abuso aconteceu há 20 anos, quando Müller era padre em Trondheim.
A vítima, um coroinha que agora tem por volta de 30 anos, obteve acordo com a igreja --que se comprometeu a pagar um salário anual de entre 400 mil e 500 mil coroas norueguesas como indenização, ainda segundo o jornal.
Depois de guardar segredo durante duas décadas, a vítima contou a um sacerdote que Müller havia abusado dele quando este era sacerdote em Trondheim e ele coroinha. A Igreja iniciou uma investigação e confirmou as denúncias do jovem.
O episódio é o primeiro confirmado na Igreja Católica deste país de maioria protestante.
"A Igreja Católica norueguesa está comovida em seus alicerces. Em primeiro lugar quero expressar minha compaixão com a vítima e a vergonha por parte da Igreja, destacando que Müller atuou contra todas as orientações e promessas que jurou", assinalou Eidsvig.
Eidsvig disse que falava em nome do cardeal William Joseph Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
Escândalo
O escândalo sobre os acobertamentos de abusos sexuais de crianças por parte de padres foi revelado na Igreja Católica da Irlanda e atingiu o Vaticano com intensidade ainda maior que o escândalo semelhante que atingiu os Estados Unidos oito anos atrás.
Desta vez, o escândalo vem chegando perigosamente perto do próprio papa, na medida em que os grupos de vítimas disseram que querem saber como ele tratou desses casos antes de sua eleição a papa, em 2005.
Muitas alegações de acobertamentos de abusos sexuais envolvem Munique, na época em que o papa foi arcebispo da cidade, entre 1977 e 1981. Grupos de vítimas pedem ainda informações sobre as decisões tomadas pelo papa na época em que dirigiu o departamento doutrinal do Vaticano, entre 1981 e 2005.
Os casos de pedofilia atingiram ainda a Holanda, onde a Igreja Católica recebeu 1.100 denúncias de pessoas que afirmam ter sofrido abusos sexuais por parte de membros do clero entre os anos 50, 60 e 70.
Na Alemanha, as denúncias de pedofilia chegam a 120 e teriam ocorrido entre as décadas de 1970 e 1980 em escolas jesuítas locais. O caso envolveu até mesmo o sacerdote Georg Ratzinger, irmão do papa, que liderava os rapazes do coro da catedral de Regensburg. O sacerdote negou saber dos casos de abusos e foi inocentado pelo Vaticano.
Na semana passada, na Áustria, a imprensa local noticiou casos de abusos cometidos em dois institutos religiosos nas décadas de 1970 e 1980.
Na Espanha, o Vaticano disse saber de 14 casos de abuso sexual de crianças, que teriam ocorrido de janeiro de 2001 até março de 2010, na Igreja Católica da Espanha.
De acordo com a imprensa espanhola, entre as suspeitas há pelo menos dez sentenças já emitidas por tribunais civis e quatro processos abertos por abusos similares cometidos por religiosos antes de 2001. No total, são 25 sacerdotes e religiosos espanhóis implicados em pedofilia nos últimos 20 anos.
Na França, a diocese de Rouen informou que um de seus padres está sendo investigado por "antigos delitos contra uma criança". A investigação do padre Jacques Gaimard, diretor da emissora Radio Chrétienne, no Departamento de Haute-Normandie, foi aberta após denúncia apresentada pela vítima.
Outro sacerdote da diocese francesa terá de declarar perante um tribunal por 'posse de imagens pornográficas de crianças'. Os dois padres foram suspensos do serviço até que a Justiça dê a sentença.
Nos EUA, as maiores autoridades do Vaticano, incluído o então cardeal Joseph Ratzinger, teriam encoberto o reverendo americano Lawrence Murphy acusado de abusar sexualmente de 200 crianças surdas.
O Vaticano reconheceu ainda os abusos cometidos por dois monsenhores e um padre do município de Arapiraca, a 130 quilômetros de Maceió (AL), depois de terem sido acusados de pedofilia por alunos de um coro e por seus familiares.
Fonte:Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u717357.shtml
Chrystian Gardin
Justiça anula primeiro casamento entre mulheres na Argentina

A Justiça argentina anulou nesta sexta-feira o primeiro casamento entre mulheres, que foi realizado no dia 9 de abril na cidade de Buenos Aires, informou uma fonte judicial.
A juíza civil de primeira instância Martha Gómez Alsina acolheu uma medida cautelar apresentada por um advogado e declarou "inexistente" a união entre Norma Castillo e Ramona Arévalo.
A decisão foi divulgada um dia após a Justiça declarar também "inexistente" o casamento entre Alex Freyre e José María di Bello, realizado em 28 de dezembro de 2009, na Província de Terra do Fogo.
As decisões se amparam no artigo 172 do Código Civil da Argentina, que não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Freyre e Di Bello adiantaram que vão apelar contra a decisão e que estão certos de que a Corte Suprema finalmente aprovará o casamento entre homossexuais.
Atualmente, uma comissão da Câmara de Deputados debate um projeto, que será votado nas próximas semanas, permitindo o casamento gay por lei.
Fonte:Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u722163.shtml
Chrystian Gardin
Homossexualismo é motivador de HIV

Homens gays têm 44 vezes mais probabilidade de pegar o HIV e outras doenças do que homens heterossexuais
Líder gay reconhece que a conduta homossexual é extremamente perigosa e a principal causa do HIV/AIDS nos EUA
WASHINGTON, DC, EUA, 17 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma análise de dados divulgada hoje pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD) enfatiza o impacto desproporcional do HVI e sífilis entre homens gays e bissexuais nos Estados Unidos.
Os dados, apresentados na Conferência Nacional de Prevenção de DSTs de 2010 dos CCPD, revelam que o índice de novos diagnósticos de HIV entre homens que têm sexo com homens (MSM) é mais de 44 vezes o número de outros homens e mais de 40 vezes o número de mulheres.
A amplitude foi 522-989 casos de novos diagnósticos de HIV por 100.000 MSM contra 12 por 100.000 outros homens e 13 por 100.000 mulheres.
O índice de sífilis de estágio inicial e secundário entre MSM é mais de 46 vezes do que entre outros homens e mais de 71 vezes do que entre mulheres, diz a análise. A amplitude foi 91-173 casos por 100.000 MSM contra 2 por 100.000 outros homens e 1 por 100.000 mulheres.
Embora os dados dos CCPD tenham mostrado por vários anos que homens gays e bissexuais compõem a maioria de novas infecções de HIV e sífilis, os CCPD avaliaram os índices dessas doenças pela primeira vez com base em novas estimativas do tamanho da população americana de MSM. Pelo fato de que os índices de doenças explicam as diferenças no tamanho das populações que estão sendo comparadas, os índices fornecem um método confiável para avaliar as disparidades de saúde entre as populações.
“Embora o pesado preço do HIV e sífilis entre homens gays e bissexuais seja há muito tempo reconhecido, essa análise mostra exatamente como são nítidas as disparidades de saúde entre a população gay e as outras populações”, disse o médico Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/AIDS , Hepatite Virulenta, DSTs e Prevenção de Tuberculose dos CCPD.
Fenton insistiu em que “as soluções para jovens gays e bissexuais são especialmente decisivas, de modo que o HIV inadvertidamente não se torne um rito de passagem para cada nova geração de homens gays”.
Em 2008 o diretor da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, uma grande organização de militantes homossexuais, confessou que a conduta homossexual é extremamente perigosa e a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.
Referindo-se ao índice de AIDS entre homossexuais, Matt Foreman da FTNGL disse que “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Igreja Católica liga pedofilia a gays e não ao celibato

CIDADE DO VATICANO. Em mais uma tentativa de defender a Igreja dos escândalos de abusos sexuais contra crianças, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou ontem que é a homossexualidade, e não o celibato, que especialistas relacionam com casos de pedofilia. Segundo as declarações de Bertone, que podem causar polêmica entre grupos gays, a pedofilia é uma patologia que "toca todas as categorias de pessoas e, percentualmente, em menor medida, os sacerdotes".
- Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia - disse a jornalistas, após pergunta sobre se o celibato estimularia os abusos.
Apesar da declaração, o cardeal também reconheceu que o comportamento dos religiosos que cometeram abusos é "muito grave, é escandaloso".
" Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia "
Outra iniciativa integrante da estratégia de defesa veio do Vaticano, que ontem publicou um documento em sua página na internet deixando claro, pela primeira vez, que bispos e clérigos devem reportar casos de abuso sexual às autoridades, seguindo as leis civis. Em casos "verdadeiramente graves", diz o texto, só é necessário o aval do Pontífice para reduzir o religioso culpado ao estado laico.
Mas a determinação foi considerada insuficiente pelas vítimas, que acusam a Igreja de deliberadamente ocultar abusos por décadas.
O Vaticano insistiu que a orientação de seguir as leis civis sobre a denúncia de abusos vigora há anos para bispos, assim como para todos os cristãos.
"A lei civil relacionada à denúncia de crimes para as autoridades responsáveis deve ser sempre seguida", diz o texto.
A frase, no entanto, até sexta-feira passada não fazia parte de um rascunho da diretriz. Todo o resto do documento corresponde ao que já havia sido tornado público. O Vaticano não comentou a adição da frase. Segundo Ciro Benedetti, vice-porta-voz da Santa Sé, o texto foi redigido em 2003 e foi divulgado agora em nome da política de transparência imposta por Bento XVI.
- É uma frase, e na prática não é nada, a não ser que vejamos sinais concretos de que bispos estão respondendo a ela - disse Joelle Casteix, diretora regional da Rede de Sobreviventes de Abusados por Padres (Snap, na sigla em inglês).
Segundo Joelle, se o Vaticano quisesse realmente mudar de rumo, "seria mais eficaz demitir ou remover bispos que claramente colocaram crianças em risco, permitiram abusos e esconderam crimes, em vez de acrescentar uma frase a uma diretriz que é raramente seguida com consistência".
O chamado "Guia para Entender os Procedimentos Adotados pela Congregação da Doutrina da Fé nos Casos de Supostos Abusos Sexuais" explica que a legislação aplicável em casos de abusos são as normas estabelecidas pelo Papa João Paulo II em 2001, chamadas Defesa da Santidade do Sacramento (SST), e pelo Código Canônico de 1983.
A polêmica SST foi redigida pelo então prefeito da Congregação da Doutrina para a Fé e hoje Papa, Joseph Ratzinger. A instrução secreta determinava que arquidioceses informassem à Congregação todas as acusações de abuso de menores por padres e reafirmava a necessidade de os processos serem mantidos em sigilo, sob pena de excomunhão imediata e irrevogável. Não há rastros dessa norma no guia publicado ontem.
- São primeiros passos tímidos - disse Roberto Mirabile, à frente da associação italiana La Caramella Buona.
fonte:O Globo
www.oglobo.com
Chrystian Gardin.
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PREPARE-SE A NOVA ORDEM MUNDIAL JA CHEGOU ,VOCÊ ESTÁ PREPARADO?
QUERIDOS IRMÃOS EM CRISTO ASSISTA ESTES VIDEOS E ANALIZE COMO O INIMIGO ESTÁ TRABALHANDO EM OCULTO,E TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.
ACONSELHO CRIANÇAS COM MENOS DE 12 ANOS NÃO ASSISTIR ESTES VIDEOS.
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Novela "Viver a Vida" abusa da inocência de uma criança

A menina Rafaela é "vilã" na novela da Globo
Chama nossa atenção a novela das oito da Globo, “Viver a vida”, na qual seu autor, Manoel Carlos, procura retratar o cotidiano brasileiro apresentando a menina Rafaela, oito anos de idade, interpretada pela atriz mirim Klara Castanho, uma trabalhadora infantil, do sexo feminino e no papel de “vilã”.
A Constituição Federal é clara: é proibido o trabalho aos menores de 16 anos, exceto como aprendizes, a partir dos 14 anos. Ao contrário do que acontece com os trabalhadores e trabalhadoras infantis nas lavouras, nas ruas, nos fundos de quintal, o trabalho de crianças na TV ganha os aplausos da sociedade, que acha lindo aquele ser pequenino interpretar papéis que as tornam estrelas e rendem muito dinheiro a sua família .
Será que as pessoas se dão conta que essa representação pode levar a uma adultização precoce e que trará malefícios físicos, mentais, sociais e acarretar transtornos para a criança? A personagem infantil é do sexo feminino, não conhece seu pai (um marginal), a mãe – outra mulher que tenta tirar vantagem das situações – sobrevive às custas de um homem (argentino) apaixonado por ela e todos vivem muito bem... muito teria de real se contextualizado na realidade brasileira e nas causas de tal situação, mas como toda novela, o que predomina é a suposta vontade das massas – que dá a audiência e lucro. As novelas brasileiras fazem parte da cultura do país, do nosso cotidiano; retratar uma criança neste papel é extremamente negativo para sua formação.
Trabalho Infantil
Vejamos: o que caracteriza o trabalho infantil? É aquele que rouba a infância da criança, que a priva de seu pleno desenvolvimento, que lhe dá responsabilidade substituindo o adulto, que a impede de brincar e frequentar normalmente a escola, faz com que ela pule fases importantes da vida, algo que com certeza trará danos irreparáveis à pessoa humana e virá à tona em algum momento da vida adulta.
No Brasil, segundo o Ministério do Trabalho, não existe regulamentação legal clara para atividades artísticas de meninos e meninas. No entanto, permissões individuais baseadas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Convenção 138 são usadas para que os responsáveis legais, por meio do Juizado de Menores, autorizem tais atividades e há quem queira a simples autorização dos pais para liberar a exploração do trabalho infantil nessa área, como tramita no Senado projeto lei sobre participação de crianças e adolescentes em atividades artísticas.
Segundo o procurador Rafael Dias Marques, vice-presidente da Coordenação Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes do Ministério Público do Trabalho, “as pessoas assistem com mais naturalidade quando o trabalho é artístico. Mas tanto em novelas quanto nas lavouras há trabalho infantil e ele é proibido”.
Mais lamentável ainda é verificar que, no caso da atual novela da Globo, a pequena atriz representa uma personagem feminina, tomada pelo mal, ameaçadora, chantagista, potencial psicopata, o que nos faz refletir como os meios de comunicação continuam a reafirmar e reproduzir a visão preconceituosa e discriminadora sobre o sexo feminino até mesmo em uma criança, em horário nobre, onde milhares de crianças e adultos assistem a tal situação com naturalidade.
Vale salientar o importante papel do Ministério Público do Trabalho, na defesa da criança, que notificou o autor de “Viver a Vida”, Manoel Carlos, expressando a preocupação com o papel desempenhado pela menina como vilã. As procuradoras Maria Vitoria Sussekind Rocha e Danielle Cramer afirmam que “uma criança de oito anos não tem discernimento e formação biopsicossocial para separar o que é realidade daquilo que é ficção”. Teremos que rever o ECA e a Convenção 182. Mulheres, 100 anos de 8 de março, de luta, ainda temos muito por que lutar!
Autora:
*Márcia Regina Viotto é socióloga, assessora da CTB, membro do Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do trabalho infantil-segmento dos trabalhadores e membro do Instituto Brasil Melhor
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Polêmica indispõe Igreja Católica e judeus em plena Páscoa

Após um sacerdote comparar as críticas recebidas pelo Vaticano pelos casos de pedofilia ao "antissemitismo" sofrido pelos judeus, a Igreja Católica enfrenta duras críticas de grupos judeus ao redor do mundo em plena Páscoa. Em meio à crise que já envolvia as denúncias de abuso sexual, o papa Bento 16 preside a Vigília Pascal, em Roma.
Em Israel e nos Estados Unidos os comentários do padre Raniero Cantalamessa, responsável pela comparação com os judeus, geraram ampla repercussão nos meios de comunicação.
A edição on-line do jornal 'Jerusalem Post' afirmou que 'os comentários do pregador do Papa irritaram grupos judaicos e as vítimas dos abusos sexuais na Igreja'.
Já o periódico Yedioth Ahronoth noticiou o acontecimento com o título 'Pregador do papa compara as acusações de ocultação de abusos sexuais com a perseguição dos judeus'. Posição semelhante foi publicada pelo 'Haaretz', que destacou que o 'pregador vaticano comparou os ataques ao papa com o antissemitismo'.
Além das publicações on-line e impressas, muitos programas de rádio israelense dedicaram parte da programação às repercussões dos comentários de Cantalamessa, feitos ontem durante um sermão na Basílica de São Pedro, no Vaticano, em ocasião da Sexta-Feira Santa.
Reações nos EUA
Nos Estados Unidos, a comunidade judaica e também a católica repudiaram os comentários. O responsável pela Conferência Episcopal norte-americana, James Massa, definiu as declarações como 'inoportunas'.
Em entrevista ao 'Washington Post', o religioso demonstrou preocupação em relação às consequências que estas palavras podem acarretar nas relações entre a Igreja Católica e os judeus.
'Espero que todos compreendam que o que foi dito por Cantalamessa é um julgamento singular de um padre e não reflete a opinião do papa e da Igreja. Todavia, trata-se de uma comparação não só infeliz, mas inoportuna, que não deveria ter espaço em uma oração de Sexta-Feira Santa'.
Já o rabino Marvin Haier, fundador do Centro Simon Wiesenthal de Los Angeles, pediu explicitamente uma intervenção do pontífice.
'Trata-se de palavra injuriosas e expressas na presença do papa. Bento 16 deveria assumir as suas responsabilidades e pedir desculpas por essa analogia vergonhosa', defendeu Haier.
Perseguição
Em defesa às recentes críticas em torno dos casos de abusos sexuais, o jornal do Vaticano, 'L'Osservatore Romano', acusou hoje a mídia de realizar 'uma propaganda grosseira contra o Papa e contra os católicos', ao referir-se novamente aos casos de abusos sexuais que envolvem membros da Igreja Católica.
Neste sábado, o jornal retoma com particular ênfase a passagem do sermão do arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal da França, André Vingt-Trois, que na última quinta-feira denunciou uma 'ofensiva' da imprensa para 'desestabilizar o papa, e por meio dele a Igreja'.
Por outro lado, ao mesmo tempo em que é atacado, Bento 16 tem recebido mensagens de apoio de 'todo o mundo'. 'Muitos bispos têm expressado proximidade ao papa e também às suas ações em favor da verdade e por medidas para prevenir que tais crimes voltem a ocorrer', continua a publicação.
'Junto às mensagens, a Igreja também tem recebido a dolorosa aceitação das culpas do passado, demonstrando que nenhuma tentativa intimidadora poderá afastar do dever de esclarecimento', complementa.
Para Bruno Forte, arcebispo de Chieti-Vasto, diocese da região italiana de Abruzzo, a Igreja Católica está sendo objeto de 'prejuízos' e 'ataques' injustificados em consequência dos atos de alguns de seus membros.
'Estamos atravessando uma época na qual a Igreja é objeto de muitos ataques e prejuízos', aponta o religioso, ao afirmar que na conjuntura atual registra-se um aumento da 'cristãofobia'.
Ainda na edição do 'L'Osservatore Romano', o religioso enfatiza o trabalho de Bento 16, que está atuando com a coragem necessária diante dos abusos cometidos por ministros das entidades eclesiásticas, ao mesmo tempo em que pede o reconhecimento da 'verdade, da justiça e do amor'.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u715907.shtml
Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
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Vaticano encobriu pedófilo que abusou de 200 menores surdos

As maiores autoridades do Vaticano, incluindo Joseph Ratzinger, que anos mais tarde se tornaria o papa Bento XVI, encobriram um sacerdote americano que abusou sexualmente de aproximadamente 200 menores surdos, segundo documentos obtidos e revelados pelo jornal The New York Times.
A correspondência interna de bispos do Estado americano de Wisconsin diretamente ao cardeal Ratzinger, o futuro papa, mostra que enquanto os responsáveis eclesiásticos discutiram a expulsão do padre, a prioridade maior foi proteger a Igreja do escândalo, segundo o site do jornal.
Os documentos procedem da causa judicial aberta contra o reverendo Lawrence C. Murphy, que trabalhou durante mais de 20 anos, entre 1950 e 1974, em uma escola para crianças surdas de Wisconsin.
O arcebispo de Milwaukee em 1996, Rembert G. Weakland, enviou duas cartas informando a situação, e não obteve resposta do então cardeal Ratzinger, que dirigia a Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada de estudar esses casos.
Após oito meses, o segundo responsável à frente da doutrina oficial católica, o cardeal Tarsicio Bertone, atualmente secretário de Estado do Vaticano, ordenou aos bispos de Wisconsin iniciarem um julgamento cônego secreto que poderia ter terminado com a expulsão de Murphy do sacerdócio.
No entanto, Bertone parou o processo depois que Murphy escreveu pessoalmente a Ratzinger dizendo que tinha se arrependido e estava doente. "Só quero viver o tempo que me resta na dignidade do meu sacerdócio", escreveu o padre na carta que enviou Ratzinger, já perto de sua morte, que aconteceu em 1998. "Solicito sua bondosa ajuda neste assunto", dizia.
Murphy nunca foi julgado ou sancionado pela Igreja e até a Polícia e os investigadores de justiça se omitiram perante as declarações das vítimas, segundo os documentos em poder do The New York Times, cedidos pelos advogados de cinco homens que processaram a Arquidiocese de Milwaukee.
Em 1974, o sacerdote foi transferido pelo arcebispo William E. Cousins, de Milwaukee, à Diocese de Superior, no norte de Wisconsin, onde passou seus últimos 24 anos trabalhando com crianças em colégios, igrejas paroquiais e em um centro de detenção juvenil, segundo o jornal.
O The New York Times cita o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, que reconheceu que era um caso "trágico", mas acrescentou que o Vaticano não foi informado até 1996, anos depois que as autoridades civis averiguaram e encerraram o caso.
Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
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Mensagem da Páscoa

Por Leonardo Gonçalves
A palavra portuguesa “páscoa” é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, recebe o nome de pesach (passar por sobre). Esse nome surgiu em face da narrativa bíblica em que o anjo da morte, ou o anjo destruidor, “passou por sobre” as casas assinaladas com o sangue do cordeiro pascal, atacacando ferozmente as casas dos egípcios e matando a todos os primogênitos de entre eles (Ex 12.21ss). Essa mortandade convenceu faraó de permitir que Israel deixasse o Egito, após 400 anos de servidão naquele país. Por tudo isso, é correto afirmar que a palavra páscoa – desde tempos mais remotos – tem o sentido de libertação e expiação. O sangue do cordeiro teria um papel expiatório, e o êxodo seria a concretização dessa libertação.
A festa da páscoa é o mais importante dos memoriais do Antigo Testamento, sendo o início de uma série de acontecimentos sem precedentes, que culminaram na entrada do povo na Terra Prometida. No entanto, passados mais de 1500 anos daquela primeira celebração, um outro evento importante teve seu lugar na história. Deus visitou os homens, vestido de carne e tal como o cordeiro na noite de páscoa, verteu seu sangue para que nós pudessemos ser livres do Destruidor. A morte de Cristo, o verdadeiro Cordeiro de Deus, veio a significar uma expiação perfeita e uma libertação muito mais ampla, razão pela qual o apóstolo Paulo refere-se a Cristo como a nossa páscoa (1Co 5.7).
No mundo ocidental, vimos o conceito da páscoa evoluir rapidamente, de modo que ela passou de uma celebração religiosa para uma data meramente comercial. Aproveita-se a época para vender ovos de chocolate, e promociona-se a figura do coelho, e não do cordeiro, e assim, a páscoa vai perdendo seu sentido, seu significado e identidade.
Libertação e expiação: Estes são os verdadeiros símbolos da Páscoa. Foi isso que Moisés significou para Israel; é isso o que Jesus significa para nós. Deus em Cristo nos libertou! Já passei da morte para a vida! Isso é páscoa. O reconhecimento de que já não devemos estar debaixo de um jugo de escravo é o melhor modo de celebrá-la. Aliás, a páscoa cristã não precisa ser apenas uma celebração anual, ela deve ser vivida a cada dia.
Caro amigo, neste domingo de páscoa coma bastante chocolate, dê um lindo passeio com a família. Tudo isso é muito bacana! Mas não se esqueça que páscoa é muito mais que um ovo de chocolate e um passeio: É Cristo Jesus reinando em nossos corações, declarando-nos livres do poder do pecado através do seu sangue.
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Leonardo Gonçalves é missionário, professor de teologia sistemática e editor do blog Púlpito Cristão
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A festa da páscoa

A páscoa é a festa instituída em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e da libertação dos Israelitas. O seu nome deriva de uma palavra hebraica que significa a passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações dos israelitas, cujas portas tinham sido aspergidas com o sangue do cordeiro pascal (Ex.12.11-27). Chama-se a "páscoa do Senhor", a "festa dos pães asmos"(Lv 23.6, Lc 22.1), os dias dos "pães asmos" (At.12.3,20.6).
A palavra páscoa é aplicada não somente à festa no seu todo, mas também ao cordeiro pascal, e à refeição preparada para essa ocasião solene(Lc.22.7,1Co 5.7, Mt 26.18-19, Hb 11.28). Na sua instituição, a maneira de observa a páscoa era da seguinte forma: o mês da saída do Egito (nisã-abibe) devia ser o primeiro mês do ano sagrado ou eclesiástico; e no décimo quarto dia desse mês, entre as tardes, isto é, entre a declinação do sol e o seu ocaso, deviam os israelitas matar o cordeiro pascal e abster-se de pão fermentado. No dia seguinte, o 15°, a contar desde as 6 hrs do dia anterior, principiava a grande festada páscoa, que durava 7 dias; mas somente o 1° e o 7° dias eram particularmente solenes. O cordeiro morto tinha que ser sem defeito, macho e do 1° ano. Quando não fosse encontrado o cordeiro, podiam os israelitas matar um cabrito. Naquela mesma noite devia ser comido o cordeiro, assado, com pão asmo, e uma salada de ervas amargas, não devendo, além disso, serem quebrados os ossos. Se alguma coisa ficava para o dia seguinte, era queimada. Os que comiam a páscoa precisavam estar na posição de viajantes, cingidos os lombos, tendo os pés calçados, com os cajados na mão, alimentando-se apressadamente. Durante os 8 dias da páscoa não se podia comer pão levedado, embora fosse permitido prepara comida, sendo isto, contudo, proibido no sábado (Ex.12).
A páscoa era uma das 3 festas em que todos os varões haviam de "aparecer diante do Senhor" (Ex.26.14-17). Era tão rigorosa a obrigação de guarda a páscoa, que todo aquele que a não cumprisse seria condenado a morte(Nm 9.13); mas aqueles que tinham qualquer impedimento legítimo, como jornada, doença ou impureza, tinha que adiar sua celebração até ao segundo mês do ano eclesiástico, o 14° dia do mês iyyar (abril e maio). Vemos um exemplo disso no tempo de Ezequias (1Cr 30.2-3).
Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de São João: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (João, 1.29) e uma constatação de São Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado." (1Co 5.7).
Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.
Como, segundo a tradição cristã sustentada no Novo Testamento, Jesus ressuscitou num Domingo (Mc 16.9), surgiu a prática da Igreja se reunir aos domingos, e não aos sábados, como faziam e fazem os judeus (sabbath).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa
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1º de abril. O dia da mentira

Existem inúmeras explicações para o 1º de abril ter se transformado no Dia da Mentira. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril. Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
A Bíblia diz que a mentira não convém aos santos e que o diabo é pai dela. No livro de provérbios, capítulo 6 de 16 a 19 aprendemos que: "Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos."
Caro leitor, quando a Bíblia afirma que Deus aborrece e abomina alguma coisa, devemos levar isso a sério. Salomão melhor do que ninguém entendia o que estava afirmando, afinal de contas, ele sabia o quão terrível e temível é o SOBERANO SENHOR.
Nesta lista de sete coisas que Deus aborrece, três delas são relacionados aos pecados da língua. As Escrituras Sagradas afirmam que Deus odeia a mentira. Segundo a Bíblia O mentiroso será castigado por Deus (Salmo 7:12-16). Muitas pessoas confiam na mentira, se achando capazes de enganar o mundo e até o próprio Deus. Na sua arrogância, elas não confiam no Senhor (Salmo 40:4). Além disso, o texto também é claro em afirmar que o nosso Deus aborrece a testemunha falsa que profere mentiras. Isto é, em outras palavras Deus odeia aqueles que lançam falso testemunho a respeito de outrem. E por fim, o texto é enfático em afrmar que Deus abomina O que semeia contendas entre irmãos.
Prezado amigo, contendas são obras de maldizentes. Lamentavelmente existem pessoas que ocupam o seu tempo falando mal dos outros e semeando discórdias. Para estas o que importa é denegrir a vida do vizinho, do colega de trabalho, do irmão da igreja, do líder do ministério, do pastor e de quem mais achar por bem. Alguém já disse que contendas são fáceis de começar e difíceis de terminar. Salomão afirmou "que Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas" (Provérbios 17:14).
Pois é, infelizmente os que agem desta forma demonstram não possuir o menor temor a Deus e sua Palavra. Se você é daqueles que tem por hábito falar muito e mal de alguém, resolva em nome de Cristo mudar o seu comportamento fazendo da língua instrumento de bênção.
Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.
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