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Justiça anula primeiro casamento entre mulheres na Argentina


A Justiça argentina anulou nesta sexta-feira o primeiro casamento entre mulheres, que foi realizado no dia 9 de abril na cidade de Buenos Aires, informou uma fonte judicial.

A juíza civil de primeira instância Martha Gómez Alsina acolheu uma medida cautelar apresentada por um advogado e declarou "inexistente" a união entre Norma Castillo e Ramona Arévalo.

A decisão foi divulgada um dia após a Justiça declarar também "inexistente" o casamento entre Alex Freyre e José María di Bello, realizado em 28 de dezembro de 2009, na Província de Terra do Fogo.

As decisões se amparam no artigo 172 do Código Civil da Argentina, que não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Freyre e Di Bello adiantaram que vão apelar contra a decisão e que estão certos de que a Corte Suprema finalmente aprovará o casamento entre homossexuais.

Atualmente, uma comissão da Câmara de Deputados debate um projeto, que será votado nas próximas semanas, permitindo o casamento gay por lei.

Fonte:Folha de São Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u722163.shtml

Chrystian Gardin

Homossexualismo é motivador de HIV


Homens gays têm 44 vezes mais probabilidade de pegar o HIV e outras doenças do que homens heterossexuais

Líder gay reconhece que a conduta homossexual é extremamente perigosa e a principal causa do HIV/AIDS nos EUA

WASHINGTON, DC, EUA, 17 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma análise de dados divulgada hoje pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD) enfatiza o impacto desproporcional do HVI e sífilis entre homens gays e bissexuais nos Estados Unidos.

Os dados, apresentados na Conferência Nacional de Prevenção de DSTs de 2010 dos CCPD, revelam que o índice de novos diagnósticos de HIV entre homens que têm sexo com homens (MSM) é mais de 44 vezes o número de outros homens e mais de 40 vezes o número de mulheres.

A amplitude foi 522-989 casos de novos diagnósticos de HIV por 100.000 MSM contra 12 por 100.000 outros homens e 13 por 100.000 mulheres.

O índice de sífilis de estágio inicial e secundário entre MSM é mais de 46 vezes do que entre outros homens e mais de 71 vezes do que entre mulheres, diz a análise. A amplitude foi 91-173 casos por 100.000 MSM contra 2 por 100.000 outros homens e 1 por 100.000 mulheres.

Embora os dados dos CCPD tenham mostrado por vários anos que homens gays e bissexuais compõem a maioria de novas infecções de HIV e sífilis, os CCPD avaliaram os índices dessas doenças pela primeira vez com base em novas estimativas do tamanho da população americana de MSM. Pelo fato de que os índices de doenças explicam as diferenças no tamanho das populações que estão sendo comparadas, os índices fornecem um método confiável para avaliar as disparidades de saúde entre as populações.

“Embora o pesado preço do HIV e sífilis entre homens gays e bissexuais seja há muito tempo reconhecido, essa análise mostra exatamente como são nítidas as disparidades de saúde entre a população gay e as outras populações”, disse o médico Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/AIDS , Hepatite Virulenta, DSTs e Prevenção de Tuberculose dos CCPD.

Fenton insistiu em que “as soluções para jovens gays e bissexuais são especialmente decisivas, de modo que o HIV inadvertidamente não se torne um rito de passagem para cada nova geração de homens gays”.

Em 2008 o diretor da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, uma grande organização de militantes homossexuais, confessou que a conduta homossexual é extremamente perigosa e a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.

Referindo-se ao índice de AIDS entre homossexuais, Matt Foreman da FTNGL disse que “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com


Igreja Católica liga pedofilia a gays e não ao celibato


CIDADE DO VATICANO. Em mais uma tentativa de defender a Igreja dos escândalos de abusos sexuais contra crianças, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou ontem que é a homossexualidade, e não o celibato, que especialistas relacionam com casos de pedofilia. Segundo as declarações de Bertone, que podem causar polêmica entre grupos gays, a pedofilia é uma patologia que "toca todas as categorias de pessoas e, percentualmente, em menor medida, os sacerdotes".

- Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia - disse a jornalistas, após pergunta sobre se o celibato estimularia os abusos.

Apesar da declaração, o cardeal também reconheceu que o comportamento dos religiosos que cometeram abusos é "muito grave, é escandaloso".

" Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia "

Outra iniciativa integrante da estratégia de defesa veio do Vaticano, que ontem publicou um documento em sua página na internet deixando claro, pela primeira vez, que bispos e clérigos devem reportar casos de abuso sexual às autoridades, seguindo as leis civis. Em casos "verdadeiramente graves", diz o texto, só é necessário o aval do Pontífice para reduzir o religioso culpado ao estado laico.

Mas a determinação foi considerada insuficiente pelas vítimas, que acusam a Igreja de deliberadamente ocultar abusos por décadas.

O Vaticano insistiu que a orientação de seguir as leis civis sobre a denúncia de abusos vigora há anos para bispos, assim como para todos os cristãos.

"A lei civil relacionada à denúncia de crimes para as autoridades responsáveis deve ser sempre seguida", diz o texto.

A frase, no entanto, até sexta-feira passada não fazia parte de um rascunho da diretriz. Todo o resto do documento corresponde ao que já havia sido tornado público. O Vaticano não comentou a adição da frase. Segundo Ciro Benedetti, vice-porta-voz da Santa Sé, o texto foi redigido em 2003 e foi divulgado agora em nome da política de transparência imposta por Bento XVI.

- É uma frase, e na prática não é nada, a não ser que vejamos sinais concretos de que bispos estão respondendo a ela - disse Joelle Casteix, diretora regional da Rede de Sobreviventes de Abusados por Padres (Snap, na sigla em inglês).

Segundo Joelle, se o Vaticano quisesse realmente mudar de rumo, "seria mais eficaz demitir ou remover bispos que claramente colocaram crianças em risco, permitiram abusos e esconderam crimes, em vez de acrescentar uma frase a uma diretriz que é raramente seguida com consistência".

O chamado "Guia para Entender os Procedimentos Adotados pela Congregação da Doutrina da Fé nos Casos de Supostos Abusos Sexuais" explica que a legislação aplicável em casos de abusos são as normas estabelecidas pelo Papa João Paulo II em 2001, chamadas Defesa da Santidade do Sacramento (SST), e pelo Código Canônico de 1983.

A polêmica SST foi redigida pelo então prefeito da Congregação da Doutrina para a Fé e hoje Papa, Joseph Ratzinger. A instrução secreta determinava que arquidioceses informassem à Congregação todas as acusações de abuso de menores por padres e reafirmava a necessidade de os processos serem mantidos em sigilo, sob pena de excomunhão imediata e irrevogável. Não há rastros dessa norma no guia publicado ontem.

- São primeiros passos tímidos - disse Roberto Mirabile, à frente da associação italiana La Caramella Buona.

fonte:O Globo
www.oglobo.com

Chrystian Gardin.

PREPARE-SE A NOVA ORDEM MUNDIAL JA CHEGOU ,VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

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PARTE 1


PARTE 2


PARTE 3


PARTE 4


PARTE 5


PARTE 6


Novela "Viver a Vida" abusa da inocência de uma criança


A menina Rafaela é "vilã" na novela da Globo

Chama nossa atenção a novela das oito da Globo, “Viver a vida”, na qual seu autor, Manoel Carlos, procura retratar o cotidiano brasileiro apresentando a menina Rafaela, oito anos de idade, interpretada pela atriz mirim Klara Castanho, uma trabalhadora infantil, do sexo feminino e no papel de “vilã”.

A Constituição Federal é clara: é proibido o trabalho aos menores de 16 anos, exceto como aprendizes, a partir dos 14 anos. Ao contrário do que acontece com os trabalhadores e trabalhadoras infantis nas lavouras, nas ruas, nos fundos de quintal, o trabalho de crianças na TV ganha os aplausos da sociedade, que acha lindo aquele ser pequenino interpretar papéis que as tornam estrelas e rendem muito dinheiro a sua família .

Será que as pessoas se dão conta que essa representação pode levar a uma adultização precoce e que trará malefícios físicos, mentais, sociais e acarretar transtornos para a criança? A personagem infantil é do sexo feminino, não conhece seu pai (um marginal), a mãe – outra mulher que tenta tirar vantagem das situações – sobrevive às custas de um homem (argentino) apaixonado por ela e todos vivem muito bem... muito teria de real se contextualizado na realidade brasileira e nas causas de tal situação, mas como toda novela, o que predomina é a suposta vontade das massas – que dá a audiência e lucro. As novelas brasileiras fazem parte da cultura do país, do nosso cotidiano; retratar uma criança neste papel é extremamente negativo para sua formação.

Trabalho Infantil

Vejamos: o que caracteriza o trabalho infantil? É aquele que rouba a infância da criança, que a priva de seu pleno desenvolvimento, que lhe dá responsabilidade substituindo o adulto, que a impede de brincar e frequentar normalmente a escola, faz com que ela pule fases importantes da vida, algo que com certeza trará danos irreparáveis à pessoa humana e virá à tona em algum momento da vida adulta.

No Brasil, segundo o Ministério do Trabalho, não existe regulamentação legal clara para atividades artísticas de meninos e meninas. No entanto, permissões individuais baseadas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Convenção 138 são usadas para que os responsáveis legais, por meio do Juizado de Menores, autorizem tais atividades e há quem queira a simples autorização dos pais para liberar a exploração do trabalho infantil nessa área, como tramita no Senado projeto lei sobre participação de crianças e adolescentes em atividades artísticas.

Segundo o procurador Rafael Dias Marques, vice-presidente da Coordenação Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes do Ministério Público do Trabalho, “as pessoas assistem com mais naturalidade quando o trabalho é artístico. Mas tanto em novelas quanto nas lavouras há trabalho infantil e ele é proibido”.

Mais lamentável ainda é verificar que, no caso da atual novela da Globo, a pequena atriz representa uma personagem feminina, tomada pelo mal, ameaçadora, chantagista, potencial psicopata, o que nos faz refletir como os meios de comunicação continuam a reafirmar e reproduzir a visão preconceituosa e discriminadora sobre o sexo feminino até mesmo em uma criança, em horário nobre, onde milhares de crianças e adultos assistem a tal situação com naturalidade.

Vale salientar o importante papel do Ministério Público do Trabalho, na defesa da criança, que notificou o autor de “Viver a Vida”, Manoel Carlos, expressando a preocupação com o papel desempenhado pela menina como vilã. As procuradoras Maria Vitoria Sussekind Rocha e Danielle Cramer afirmam que “uma criança de oito anos não tem discernimento e formação biopsicossocial para separar o que é realidade daquilo que é ficção”. Teremos que rever o ECA e a Convenção 182. Mulheres, 100 anos de 8 de março, de luta, ainda temos muito por que lutar!

Autora:

*Márcia Regina Viotto é socióloga, assessora da CTB, membro do Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do trabalho infantil-segmento dos trabalhadores e membro do Instituto Brasil Melhor
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Polêmica indispõe Igreja Católica e judeus em plena Páscoa


Após um sacerdote comparar as críticas recebidas pelo Vaticano pelos casos de pedofilia ao "antissemitismo" sofrido pelos judeus, a Igreja Católica enfrenta duras críticas de grupos judeus ao redor do mundo em plena Páscoa. Em meio à crise que já envolvia as denúncias de abuso sexual, o papa Bento 16 preside a Vigília Pascal, em Roma.

Em Israel e nos Estados Unidos os comentários do padre Raniero Cantalamessa, responsável pela comparação com os judeus, geraram ampla repercussão nos meios de comunicação.

A edição on-line do jornal 'Jerusalem Post' afirmou que 'os comentários do pregador do Papa irritaram grupos judaicos e as vítimas dos abusos sexuais na Igreja'.

Já o periódico Yedioth Ahronoth noticiou o acontecimento com o título 'Pregador do papa compara as acusações de ocultação de abusos sexuais com a perseguição dos judeus'. Posição semelhante foi publicada pelo 'Haaretz', que destacou que o 'pregador vaticano comparou os ataques ao papa com o antissemitismo'.

Além das publicações on-line e impressas, muitos programas de rádio israelense dedicaram parte da programação às repercussões dos comentários de Cantalamessa, feitos ontem durante um sermão na Basílica de São Pedro, no Vaticano, em ocasião da Sexta-Feira Santa.

Reações nos EUA

Nos Estados Unidos, a comunidade judaica e também a católica repudiaram os comentários. O responsável pela Conferência Episcopal norte-americana, James Massa, definiu as declarações como 'inoportunas'.

Em entrevista ao 'Washington Post', o religioso demonstrou preocupação em relação às consequências que estas palavras podem acarretar nas relações entre a Igreja Católica e os judeus.

'Espero que todos compreendam que o que foi dito por Cantalamessa é um julgamento singular de um padre e não reflete a opinião do papa e da Igreja. Todavia, trata-se de uma comparação não só infeliz, mas inoportuna, que não deveria ter espaço em uma oração de Sexta-Feira Santa'.

Já o rabino Marvin Haier, fundador do Centro Simon Wiesenthal de Los Angeles, pediu explicitamente uma intervenção do pontífice.

'Trata-se de palavra injuriosas e expressas na presença do papa. Bento 16 deveria assumir as suas responsabilidades e pedir desculpas por essa analogia vergonhosa', defendeu Haier.

Perseguição

Em defesa às recentes críticas em torno dos casos de abusos sexuais, o jornal do Vaticano, 'L'Osservatore Romano', acusou hoje a mídia de realizar 'uma propaganda grosseira contra o Papa e contra os católicos', ao referir-se novamente aos casos de abusos sexuais que envolvem membros da Igreja Católica.

Neste sábado, o jornal retoma com particular ênfase a passagem do sermão do arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal da França, André Vingt-Trois, que na última quinta-feira denunciou uma 'ofensiva' da imprensa para 'desestabilizar o papa, e por meio dele a Igreja'.

Por outro lado, ao mesmo tempo em que é atacado, Bento 16 tem recebido mensagens de apoio de 'todo o mundo'. 'Muitos bispos têm expressado proximidade ao papa e também às suas ações em favor da verdade e por medidas para prevenir que tais crimes voltem a ocorrer', continua a publicação.

'Junto às mensagens, a Igreja também tem recebido a dolorosa aceitação das culpas do passado, demonstrando que nenhuma tentativa intimidadora poderá afastar do dever de esclarecimento', complementa.

Para Bruno Forte, arcebispo de Chieti-Vasto, diocese da região italiana de Abruzzo, a Igreja Católica está sendo objeto de 'prejuízos' e 'ataques' injustificados em consequência dos atos de alguns de seus membros.

'Estamos atravessando uma época na qual a Igreja é objeto de muitos ataques e prejuízos', aponta o religioso, ao afirmar que na conjuntura atual registra-se um aumento da 'cristãofobia'.

Ainda na edição do 'L'Osservatore Romano', o religioso enfatiza o trabalho de Bento 16, que está atuando com a coragem necessária diante dos abusos cometidos por ministros das entidades eclesiásticas, ao mesmo tempo em que pede o reconhecimento da 'verdade, da justiça e do amor'.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u715907.shtml



Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
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Vaticano encobriu pedófilo que abusou de 200 menores surdos


As maiores autoridades do Vaticano, incluindo Joseph Ratzinger, que anos mais tarde se tornaria o papa Bento XVI, encobriram um sacerdote americano que abusou sexualmente de aproximadamente 200 menores surdos, segundo documentos obtidos e revelados pelo jornal The New York Times.

A correspondência interna de bispos do Estado americano de Wisconsin diretamente ao cardeal Ratzinger, o futuro papa, mostra que enquanto os responsáveis eclesiásticos discutiram a expulsão do padre, a prioridade maior foi proteger a Igreja do escândalo, segundo o site do jornal.

Os documentos procedem da causa judicial aberta contra o reverendo Lawrence C. Murphy, que trabalhou durante mais de 20 anos, entre 1950 e 1974, em uma escola para crianças surdas de Wisconsin.

O arcebispo de Milwaukee em 1996, Rembert G. Weakland, enviou duas cartas informando a situação, e não obteve resposta do então cardeal Ratzinger, que dirigia a Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada de estudar esses casos.

Após oito meses, o segundo responsável à frente da doutrina oficial católica, o cardeal Tarsicio Bertone, atualmente secretário de Estado do Vaticano, ordenou aos bispos de Wisconsin iniciarem um julgamento cônego secreto que poderia ter terminado com a expulsão de Murphy do sacerdócio.
No entanto, Bertone parou o processo depois que Murphy escreveu pessoalmente a Ratzinger dizendo que tinha se arrependido e estava doente. "Só quero viver o tempo que me resta na dignidade do meu sacerdócio", escreveu o padre na carta que enviou Ratzinger, já perto de sua morte, que aconteceu em 1998. "Solicito sua bondosa ajuda neste assunto", dizia.

Murphy nunca foi julgado ou sancionado pela Igreja e até a Polícia e os investigadores de justiça se omitiram perante as declarações das vítimas, segundo os documentos em poder do The New York Times, cedidos pelos advogados de cinco homens que processaram a Arquidiocese de Milwaukee.

Em 1974, o sacerdote foi transferido pelo arcebispo William E. Cousins, de Milwaukee, à Diocese de Superior, no norte de Wisconsin, onde passou seus últimos 24 anos trabalhando com crianças em colégios, igrejas paroquiais e em um centro de detenção juvenil, segundo o jornal.

O The New York Times cita o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, que reconheceu que era um caso "trágico", mas acrescentou que o Vaticano não foi informado até 1996, anos depois que as autoridades civis averiguaram e encerraram o caso.



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Mensagem da Páscoa


Por Leonardo Gonçalves

A palavra portuguesa “páscoa” é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, recebe o nome de pesach (passar por sobre). Esse nome surgiu em face da narrativa bíblica em que o anjo da morte, ou o anjo destruidor, “passou por sobre” as casas assinaladas com o sangue do cordeiro pascal, atacacando ferozmente as casas dos egípcios e matando a todos os primogênitos de entre eles (Ex 12.21ss). Essa mortandade convenceu faraó de permitir que Israel deixasse o Egito, após 400 anos de servidão naquele país. Por tudo isso, é correto afirmar que a palavra páscoa – desde tempos mais remotos – tem o sentido de libertação e expiação. O sangue do cordeiro teria um papel expiatório, e o êxodo seria a concretização dessa libertação.

A festa da páscoa é o mais importante dos memoriais do Antigo Testamento, sendo o início de uma série de acontecimentos sem precedentes, que culminaram na entrada do povo na Terra Prometida. No entanto, passados mais de 1500 anos daquela primeira celebração, um outro evento importante teve seu lugar na história. Deus visitou os homens, vestido de carne e tal como o cordeiro na noite de páscoa, verteu seu sangue para que nós pudessemos ser livres do Destruidor. A morte de Cristo, o verdadeiro Cordeiro de Deus, veio a significar uma expiação perfeita e uma libertação muito mais ampla, razão pela qual o apóstolo Paulo refere-se a Cristo como a nossa páscoa (1Co 5.7).

No mundo ocidental, vimos o conceito da páscoa evoluir rapidamente, de modo que ela passou de uma celebração religiosa para uma data meramente comercial. Aproveita-se a época para vender ovos de chocolate, e promociona-se a figura do coelho, e não do cordeiro, e assim, a páscoa vai perdendo seu sentido, seu significado e identidade.

Libertação e expiação: Estes são os verdadeiros símbolos da Páscoa. Foi isso que Moisés significou para Israel; é isso o que Jesus significa para nós. Deus em Cristo nos libertou! Já passei da morte para a vida! Isso é páscoa. O reconhecimento de que já não devemos estar debaixo de um jugo de escravo é o melhor modo de celebrá-la. Aliás, a páscoa cristã não precisa ser apenas uma celebração anual, ela deve ser vivida a cada dia.

Caro amigo, neste domingo de páscoa coma bastante chocolate, dê um lindo passeio com a família. Tudo isso é muito bacana! Mas não se esqueça que páscoa é muito mais que um ovo de chocolate e um passeio: É Cristo Jesus reinando em nossos corações, declarando-nos livres do poder do pecado através do seu sangue.



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Leonardo Gonçalves é missionário, professor de teologia sistemática e editor do blog Púlpito Cristão

A festa da páscoa


A páscoa é a festa instituída em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e da libertação dos Israelitas. O seu nome deriva de uma palavra hebraica que significa a passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações dos israelitas, cujas portas tinham sido aspergidas com o sangue do cordeiro pascal (Ex.12.11-27). Chama-se a "páscoa do Senhor", a "festa dos pães asmos"(Lv 23.6, Lc 22.1), os dias dos "pães asmos" (At.12.3,20.6).

A palavra páscoa é aplicada não somente à festa no seu todo, mas também ao cordeiro pascal, e à refeição preparada para essa ocasião solene(Lc.22.7,1Co 5.7, Mt 26.18-19, Hb 11.28). Na sua instituição, a maneira de observa a páscoa era da seguinte forma: o mês da saída do Egito (nisã-abibe) devia ser o primeiro mês do ano sagrado ou eclesiástico; e no décimo quarto dia desse mês, entre as tardes, isto é, entre a declinação do sol e o seu ocaso, deviam os israelitas matar o cordeiro pascal e abster-se de pão fermentado. No dia seguinte, o 15°, a contar desde as 6 hrs do dia anterior, principiava a grande festada páscoa, que durava 7 dias; mas somente o 1° e o 7° dias eram particularmente solenes. O cordeiro morto tinha que ser sem defeito, macho e do 1° ano. Quando não fosse encontrado o cordeiro, podiam os israelitas matar um cabrito. Naquela mesma noite devia ser comido o cordeiro, assado, com pão asmo, e uma salada de ervas amargas, não devendo, além disso, serem quebrados os ossos. Se alguma coisa ficava para o dia seguinte, era queimada. Os que comiam a páscoa precisavam estar na posição de viajantes, cingidos os lombos, tendo os pés calçados, com os cajados na mão, alimentando-se apressadamente. Durante os 8 dias da páscoa não se podia comer pão levedado, embora fosse permitido prepara comida, sendo isto, contudo, proibido no sábado (Ex.12).

A páscoa era uma das 3 festas em que todos os varões haviam de "aparecer diante do Senhor" (Ex.26.14-17). Era tão rigorosa a obrigação de guarda a páscoa, que todo aquele que a não cumprisse seria condenado a morte(Nm 9.13); mas aqueles que tinham qualquer impedimento legítimo, como jornada, doença ou impureza, tinha que adiar sua celebração até ao segundo mês do ano eclesiástico, o 14° dia do mês iyyar (abril e maio). Vemos um exemplo disso no tempo de Ezequias (1Cr 30.2-3).

Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de São João: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (João, 1.29) e uma constatação de São Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado." (1Co 5.7).

Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.

Como, segundo a tradição cristã sustentada no Novo Testamento, Jesus ressuscitou num Domingo (Mc 16.9), surgiu a prática da Igreja se reunir aos domingos, e não aos sábados, como faziam e fazem os judeus (sabbath).


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa



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1º de abril. O dia da mentira


Existem inúmeras explicações para o 1º de abril ter se transformado no Dia da Mentira. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril. Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".

No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

A Bíblia diz que a mentira não convém aos santos e que o diabo é pai dela. No livro de provérbios, capítulo 6 de 16 a 19 aprendemos que: "Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos."

Caro leitor, quando a Bíblia afirma que Deus aborrece e abomina alguma coisa, devemos levar isso a sério. Salomão melhor do que ninguém entendia o que estava afirmando, afinal de contas, ele sabia o quão terrível e temível é o SOBERANO SENHOR.

Nesta lista de sete coisas que Deus aborrece, três delas são relacionados aos pecados da língua. As Escrituras Sagradas afirmam que Deus odeia a mentira. Segundo a Bíblia O mentiroso será castigado por Deus (Salmo 7:12-16). Muitas pessoas confiam na mentira, se achando capazes de enganar o mundo e até o próprio Deus. Na sua arrogância, elas não confiam no Senhor (Salmo 40:4). Além disso, o texto também é claro em afirmar que o nosso Deus aborrece a testemunha falsa que profere mentiras. Isto é, em outras palavras Deus odeia aqueles que lançam falso testemunho a respeito de outrem. E por fim, o texto é enfático em afrmar que Deus abomina O que semeia contendas entre irmãos.

Prezado amigo, contendas são obras de maldizentes. Lamentavelmente existem pessoas que ocupam o seu tempo falando mal dos outros e semeando discórdias. Para estas o que importa é denegrir a vida do vizinho, do colega de trabalho, do irmão da igreja, do líder do ministério, do pastor e de quem mais achar por bem. Alguém já disse que contendas são fáceis de começar e difíceis de terminar. Salomão afirmou "que Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas" (Provérbios 17:14).

Pois é, infelizmente os que agem desta forma demonstram não possuir o menor temor a Deus e sua Palavra. Se você é daqueles que tem por hábito falar muito e mal de alguém, resolva em nome de Cristo mudar o seu comportamento fazendo da língua instrumento de bênção.



Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.

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Podemos Julgar?


Bem, é difícil começar um artigo com o título acima, visto sermos alvos de críticas dos sectários e (infelizmente) dos cristãos também. É de notória compreensão que Jesus, no Evangelho de Mateus, capítulo 7 e versículos 1-5 mostra que devemos evitar certo tipo de julgamento, mas qual é esse tipo? E mais, existem “tipos” de julgamento? Sim, existem “tipos” de julgamento e quero tratar neste artigo de dois tipos:

1º) O JULGAMENTO FARISAICO INFERIOR

Denomino este julgamento assim, baseado nas palavras do próprio Cristo que disse: Então falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los. (Mateus 23: 1-4)
Nas palavras acima, eternizadas pelo Verbo Divino, percebe-se que os fariseus (que são hoje, todos aqueles que torcem e deturpam a Palavra de Deus [II Timóteo 4:3,4; II Pedro 3:16]) possuam um comportamento/caráter paradoxalmente contrário às suas palavras. Em vez de executarem um juízo correto, baseado na Lei de Moisés (contextualmente falando) que mostra o pecado humano (Romanos 3:20), usavam de astúcia maléfica e condenavam os outros que não cumpriam sua compreensão poluída da lei mosaica. É deste “tipo” de julgamento que Cristo condena não só nos versículos supracitados, mas também em Mateus 7:1-5, pois nos mesmos, Jesus enfatiza (vide versículos) que uma pessoa não poderia condenar outra estando na mesma prática pecaminosa. O Apóstolo Paulo reitera e condena esse mesmo “tipo” em Romanos 2:1-3, se não vejamos: Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo. E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que tais coisas fazem. E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus? Observamos aqui uma hipocrisia sem tamanho por parte dos fariseus, pois condenavam sem praticar retidão. Isso também é confirmado em 2:21-24 (vide versículos). Ora, é certo que somos pecadores, mas condenar outros baseado em premissas (leia-se achologia) próprias é totalmente absurdo visto ser o julgamento humano distorcido e egoísta (Jeremias 17:9; Marcos 7:20-23). Quando Jesus Cristo proíbe esse julgamento em Mateus apenas refere-se àqueles que o fazem estando no MESMO pecado. Se não é assim, como fica Sua afirmativa do “juiz” possuir um argueiro no seu olho em comparação com a trave no olho do próximo? O Mestre também chama de hipócrita os que olham com misericórdia para seus atos e lançam no inferno seus semelhantes que praticam os mesmo atos. Isso sim é hipocrisia!

2º) O JULGAMENTO BÍBLICO INCOMPARÁVEL

Esse é o julgamento aprovado por Jesus, pois está alicerçado em Suas Palavras: Não julgueis segundo a aparência, mas JULGAI segundo a reta justiça. (João 7:24, ênfase minha). Nessa frase imortal, Cristo categoricamente assevera que podemos julgar e/ou possuímos (leia-se os cristãos) uma base de julgamento incomparável que é a Sua Palavra! É ordem do Senhor que analisemos tudo com o firme propósito de discernir o mal do bem (Mateus 10:16). Paulo reforça essa diretriz mostrando que devemos ser “sábios no bem, mas simples no mal.” (Romanos 16:19), “meninos na malícia, e adultos no entendimento.” (I Coríntios 14:20) e, por fim, “examinar tudo e reter o bem” ( I Tessalonicenses 5:21). O Autor da Epístola aos Hebreus mostra que os perfeitos (leia-se experientes) na fé cristã têm a capacidade de discernir tanto o bem como o mal (Hebreus 5:14). Porque podemos julgar? Porque o ser humano, quando criado pelo ETERNO, foi dotado de raciocínio, mente, intelecto, conhecimento, sabedoria, entendimento, etc. E por existir tanto mal no mundo faz-se absolutamente necessário uma mente centrada na Palavra de Deus. Isso Paulo afirma em Colossenses 3:1-3, Filipenses 4:8, etc., justamente mostrando que precisamos ter um norte, uma direção, e a melhor de todas é a Palavra de Deus (II Timóteo 3:15-17; 4:1,2). Finalizando, deixo uma palavra aos sectários e opositores da fé cristã e até mesmo aos cristãos, que de meninos que são (I Coríntios 3:1-3; Hebreus 5:12,13) preferem um cristianismo “politicamente correto”(que na verdade é mundanismo mesmo): Podemos sim julgar mas segundo a diretriz excelente, a Bíblia. Meu propósito e o do Prof º. Ednaldo Brasileiro, não é ofender pelo simples prazer vingativo de ver os sectários perdidos e nós salvos. Não, nosso propósito é, usados por Deus, humildes à Sua Palavra, não irmos além do que está escrito ( I Coríntios 4:6) e procurar com diligência, “lhes abrir os olhos, e das trevas os converter à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim. (Atos 26:18).

Evangelista Eduardo França (Pentecostal, Fundamentalista e Apologista-Polemista)



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“Filho do Hamas” que nasceu de novo


“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

“Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”

De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.

Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.

Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.

É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.
Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.

“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.

Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.

O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.

No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.

Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.

No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.

“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.

Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.

Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.

Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.
“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.

Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.

“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.

Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.

Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.

Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.

“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.

Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.

Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.

Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.

“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.

Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.

“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.

Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.

“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.

Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.

Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.

“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.

Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.

Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.

“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.

“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.

“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef.

Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.

Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.

“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.

“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.

Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.

Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.

“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.

Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.

“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.

Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.

“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.

Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.

“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.

“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.

O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.

O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.

Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.

Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com - Fonte: WND


Chrystian Gardin

O que foi o espinho na carne de Paulo?


Resposta: Várias explicações sobre a natureza do espinho na carne de Paulo já foram dadas. Elas variam de tentação incessante, doença intratável ou crônica (tais como problemas no olho – Gálatas 4:15, malária, enxaquecas e epilepsia), a problemas de linguagem. Ninguém pode dizer por certo o que era, mas provavelmente era uma aflição física.

O que sabemos sobre esse espinho na carne é mencionado por Paulo em 2 Coríntios 12:7: “E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte.” O seu propósito era para fazer com que Paulo permanecesse humilde. Qualquer pessoa que tivesse encontrado Jesus, falado com Ele ou sido enviado pessoalmente por Ele (Atos 9:2-8), ficaria, em seu estado natural, orgulhoso da sua experiência incrível. Acrescente a isso o fato de que Ele tinha sido guiado pelo Espírito Santo a escrever muito do Novo testamento, e é fácil ver como ele poderia ter se tornado orgulhoso e arrogante. Segundo, sabemos que a aflição veio de Satanás ou um de seus mensageiros. Assim como Deus permitiu que Satanás atormentasse a Jó (Jó 1:1-12), Deus permitiu que Satanás atormentasse Paulo para que Seu propósito e Sua vontade fossem executados.

É fácil compreender por que Paulo consideraria esse espinho como um atrapalho a um ministério mais efetivo e amplo (Gálatas 5:14-16) e por que ele pediu continuamente a Deus que o removesse de sua vida (2 Coríntios 12:8). No entanto, ele aprendeu dessa experiência a lição que influencia essa carta aos Coríntios: poder divino é melhor demonstrado quando no meio de fraqueza humana (2 Coríntios 4:7), para que apenas Deus receba o louvor e crédito (2 Coríntios 10:17). Ao invés de remover o problema, Deus o deu graça e força dentro da situação e através da mesma, e foi Ele quem declarou que sua graça é “suficiente”.

Fonte: http://gotquestions.org/Portugues/Paulo-espinho-carne.html



Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
Este artigo é um trabalho compilado.

Direitos Reservados - CACP© - Centro Apologético Cristão de Pesquisas - 1998-2008

Joe Wright: Um Pastor de Coragem


Em uma época de muitas animadores de auditório e poucos profetas do Deus Altíssimo, a oração do pastor Joe Wrigth é uma demonstração de que, embora cada vez mais raros, ainda existem homens de Deus que falam a verdade com ousadia.
Quando pediram para o ministro Joe Wright abrir a nova sessão do Senado de Kansas, todos estavam esperando o tradicional discurso, mas isso foi o que eles ouviram:


Pai celeste, nós estamos diante de Ti hoje para pedir Teu perdão e para buscar Tua direção e liderança.

Nós sabemos que Tua palavra diz, 'Cuidado com aqueles que chamam o mal de bem,' mas isto é exatamente o que temos feito. Nós perdemos nosso equilíbrio espiritual e revertemos nossos valores.

Nós exploramos os pobres e chamamos isso de loteria.

Nós recompensamos preguiça e chamamos isso de bem-estar.

Nós cometemos aborto e chamamos isso de escolha.

Nós matamos os que são a favor do aborto e chamamos de justificável.

Nós negligenciamos a disciplina de nossos filhos e chamamos isso de construção de auto-estima.
Nós abusamos do poder e chamamos isso de política.

Nós invejamos as coisas dos outros e chamamos isso de ambição.

Nós poluímos o ar com coisas profanas e pornografia e chamamos isso de liberdade de expressão.
Nós ridicularizamos os valores dos nossos antepassados e chamamos isso de iluminismo.

Sonda-nos, oh, Deus, e conhece os nossos corações hoje; nos limpa de todo pecado e nos liberta.
Amém!'

A resposta foi imediata. Um número de legisladores saíram durante a oração em forma de protesto. Em 6 semanas, a igreja chamada Central Christian Church, onde o Rev. Wright é pastor, recebeu mais que 5.000 ligaçoes e somente 47 foram negativas. A igreja agora está recebendo pedidos internacionais de cópias desta oração, como a Índia, África e Korea.

Chrystian Gardin

FOI O DAIME, afirma pai de assassino


Carlos Grecchi, o pai do jovem que matou Glauco: "O chá foi o fator desencadeante"

O comerciante Carlos Grecchi, pai de Carlos Eduardo, o assassino confesso de Glauco e Raoni, atribui o agravamento do estado psíquico de seu filho ao consumo do santo-daime. Na última quinta-feira, Grecchi, que vive em Goiás, falou a um grupo de jornalistas no escritório de seu advogado, em São Paulo.

DAIME E ESQUIZOFRENIA

"Para mim, o chá que Carlos Eduardo tomava no Céu de Maria foi o fator desencadeante de um surto psicótico – que, rezo a Deus, não se transformará numa esquizofrenia profunda. Eu sei como é um surto psicótico, porque convivi com a mãe dele, que tem esquizofrenia. O exame toxicológico feito nele deu positivo para maconha. Vocês acham que alguém que fuma maconha teria ficado daquele jeito? Agora, na Polícia Federal, ele não está usando drogas e continua alterado. Que droga teria um efeito tão prolongado?"

A FAMÍLIA "ACHOU LEGAL"

"Quando meu filho contou que estava frequentando a igreja, a família até achou legal. Mas, pouco tempo depois, ele começou a querer doutrinar os amigos. Só falava da igreja, chegou a ponto de rezar para as plantas, falando que elas eram encarnação de Jesus... Eu falei que ia ter de interná-lo. Ele se ajoelhou e pediu pelo amor de Deus para não interná-lo, porque não queria ficar igual à mãe"

ELE TAMBÉM EXPERIMENTOU

"No ano em que ele passou a frequentar a igreja, eu fui até lá e tomei o chá para saber o que meu filho estava tomando. É claramente alucinógeno. Você fica viajando, fora da realidade"

UM PEDIDO À IGREJA

"Tentei convencê-lo a não ir mais ao Céu de Maria. Em 2007, fui até lá pedir pessoalmente para que não o deixassem mais tomar o chá. O Glauco disse que não podia fechar as portas para ninguém. Minha mãe, que tem 80 anos, também foi reclamar, mas ofereceram o chá para ela"

O ÚLTIMO CHÁ

"No réveillon, meu filho foi até o Céu de Maria. Ele me ligou quando tentava voltar para casa, dizendo que estava morrendo. Eu o encontrei num estado lamentável, dentro do carro, em um barranco. Ele estava tremendo, suado, e havia urinado e defecado nas calças. Segurava o celular. Eu tinha ligado umas vinte vezes, e ele não conseguia atender. Levei-o para casa, e ele disse que havia exagerado um pouco no tal do chá"

Para saber mais sobre a seita do Santo Daime -Clique aqui

Fonte: Revista Veja

Chrystian Gardin.

Papa Bento XVI expressa 'vergonha' por crimes de pedofilia


O papa Bento 16, em uma carta aos fiéis irlandeses, se disse envergonhado pelos abusos cometidos no seio da Igreja Católica da Irlanda, criticou a postura das autoridades eclesiásticas dessa diocese e ordenou aos bispos que ajudem as autoridades civis.

Diante da "gravidade" dos pecados relacionados aos crimes de pedofilia cometidos na Irlanda, houve uma "resposta inadequada" por parte "das autoridades eclesiásticas", afirmou o Pontífice, em um texto divulgado hoje e que fora assinado por ele na tarde de ontem.

"Expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos provamos", complementou o Papa, esclarecendo às vítimas que este também é um "grande dano" à Igreja e "à pública percepção do sacerdócio e da vida religiosa".

"A Justiça de Deus exige que assumamos nossas ações sem ocultar nada", por isso, "reconheçam abertamente a sua culpa, submetam-se às exigências da Justiça", determinou aos envolvidos nas agressões.

Aos padres pedófilos, Bento 16 reiterou que estes devem responder por seus crimes, "perante ao Deus onipotente e também frente aos tribunais devidamente constituídos".

Dirigindo-se especificamente aos "sacerdotes e aos religiosos que abusaram das crianças", ele disse compartilhar do "temor" de tantos fieis, pela "traição" dos abusos e desejou "o renascimento" da Igreja Católica na Irlanda.

Às vítimas, que "sofreram muito" e "que nunca se poderá anular o mal que suportaram", Bento 16 reconheceu que "foi traída a vossa confiança, a vossa dignidade foi violada".

"Muitos de vocês experimentaram que, quando eram suficientemente corajosos para falar do que havia ocorrido, ninguém os ouvia", por isso, "é compreensível que, para vocês, seja difícil perdoar ou se reconciliar com a Igreja" e "sei que para alguns de vocês é difícil também entrar em uma igreja depois do que ocorreu", disse.

"Com humildade", o Pontífice pediu ainda que as pessoas que foram abusadas "não percam a esperança" e as convidou a confiarem "no poder do amor de Jesus", pois ele também "foi vítima da injustiça e do pecado", que leva "à libertação e à promessa de um novo começo".

Os casos de abusos contra crianças, cometidos por décadas por integrantes de instituições católicas irlandesas e que foram acobertados pela diocese de Dublin, vieram à tona em novembro do último ano com a divulgação do relatório da Comissão Murphy, elaborado pela juíza Yvonne Murphy.

Ao tomar conhecimento da denúncia, o Papa se disse "chocado e angustiado" e condenou qualquer tipo de abuso contra crianças. Depois disso, diversos bispos apontados pelo relatório renunciaram.

A carta divulgada hoje foi anunciada por Bento XVI após reuniões com os religiosos. O texto era aguardado com grande expectativa diante dos diversos casos denunciados recentemente em outros países.

Em 2002, foi descoberto que sacerdotes abusaram sexualmente de cerca de 14 mil crianças nos Estados Unidos. Atualmente, são investigadas denúncias em várias nações, como Alemanha, Áustria, Brasil, Holanda e México.

Fonte: UOL
Chrystian Gardin

O Que é a Salvação Verdadeira e Bíblica?


Salvação é um dom gratuito

Deus o ama e deseja que você saiba que a salvação não é pelas obras, é um dom. O caminho da salvação provido por Deus é receber a Cristo pessoalmente, confiando nele somente para nos salvar.

Romanos 6:23: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor." Não podemos fazer-nos "dignos" da graça de Deus. Salvação é um dom gratuito ao indigno, ao que não merece, e todos nós estamos nesta categoria. "Cristo morreu pelos ímpios" -- Romanos 5:6.

Efésios 2:8, 9: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie."


Necessitamos de uma nova natureza!

Deus o ama e deseja que você saiba que há somente um caminho para a salvação, e esse é mediante o nascer de novo.

João 3:7: "Importa-vos nascer de novo." João 1:12 diz-nos como. "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome." Aceitar a Jesus é a única maneira de nascer de novo.

Não somos filhos de Deus por natureza. Devemos receber a Cristo a fim de nos tornarmos filhos de Deus.

Somente Jesus pode limpar os nossos pecados e mudar nossa natureza; 1 Pedro 2:24: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados." Jesus tomou nosso lugar e derramou seu sangue a fim de nos lavar os pecados. Quantia alguma de "boas obras" pode lavar um único pecado ou trocar nossa natureza.

Salvação ocorre quando clamamos a Jesus, crendo, para nos salvar. Então ele entra em nossa vida e nos tornamos filhos de Deus com uma nova natureza.

Embora a salvação não seja pelas obras, a salvação verdadeira sempre produz mudança de vida. Cristo entra mediante convite pessoal, como Senhor e Salvador para mudar nossa vida e viver sua vida por intermédio de nós.


A salvação é instantânea!

Deus o ama e deseja que você saiba que a salvação é instantânea. No momento em que nos arrependemos, que deixamos nossos pecados e nos voltamos para Jesus, ele nos salva. Como diz o hino: "Tal qual estou, eis-me aqui Senhor, pois o teu sangue remidor..." Cristo disse ao ladrão não batizado e não salvo, na cruz, (uma resposta instantânea de salvação ao clamor confiante do ladrão): "Hoje estarás comigo no paraíso" -- Lucas 23:43. (Paraíso é o mesmo lugar que Paulo viu como o céu de Deus, 2 Coríntios 12:2-4.) Jesus garantiu a salvação de uma prostituta: "A tua fé te salvou; vai-te em paz" -- Veja Lucas 7:50. Salvação instantânea!

A salvação inclui o aceitar a Jesus Cristo tanto como Senhor (Deus, Senhor, novo gerente de nossa vida) e Salvador. Envolve a crença de coração (o centro de nosso ser que rege, governa e escolhe). Romanos 10:9: "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos serás salvo."


A salvação é simples

Deus o ama e deseja que você saiba que a salvação é simples. Romanos 10:13: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo." "O sangue de Jesus, seu Filho, [de Deus] nos purifica de todo pecado" -- 1 João 1:7.

Devemos, pessoalmente e com fé, clamar a Jesus para nos salvar. É assim que o recebemos. Se clamarmos assim, ele deve salvar-nos, ou Deus estaria mentindo, e Deus não pode mentir. Se Jesus nos amou a ponto de morrer para nos salvar, então desapontar-nos-ia quando invocássemos o seu nome? É claro que não!

Deus o ama e deseja que você seja salvo. Você gostaria de receber Jesus como seu Senhor e Salvador neste instante? Eis uma oração que você pode fazer agora mesmo com todo o coração:

"Senhor Jesus, entra em meu coração e em minha vida. Lava-me de todo pecado com teu sangue vertido. Faze-me um filho de Deus. Dá-me teu dom gratuito de vida eterna, e faze-me saber que estou salvo, agora e para sempre. Agora recebo-te como meu único Senhor e Salvador pessoal. Em nome de Jesus. Amém."

Jesus o salvou ou ele mentiu? Ele tinha de fazer uma das duas coisas. Segundo Romanos 10:13, se você invocou, crendo Nele, Ele o salvou e você está limpo de seu pecado.


A salvação é certa

A pessoa pode saber que é salva não simplesmente pelo sentimento, mas porque a Palavra de Deus o afirma! Decore João 3:36: "Quem crê no Filho tem a vida eterna." O que é que você tem neste instante, segundo a Palavra de Deus? Para onde você iria se morresse neste instante, segundo a Palavra de Deus? " (Porque andamos por fé, e não por vista). Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor".

(2 Coríntios 5:7,8)

Se agora você sabe que Jesus o salvou, segundo sua palavra, por favor, tire alguns instantes agora e agradeça-lhe em voz alta o tê-lo salvo enquanto oramos.

1 João 5:13: "Estas cousas vos escrevi a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus."


Salvação é crer!

Escolha crer em Cristo, com sentimentos ou sem eles, e Ele lhe provará Sua realidade à medida que você der o passo da fé, crendo que Ele cumpriu Sua palavra e o salvou.

Três homens entram no mesmo elevador e querem ir para o sétimo andar. Um sorri, outro chora, outro tem o rosto impassível, sem emoções. Todos os três chegam ao sétimo andar, a despeito de seus sentimentos, porque acreditaram no elevador e se entregaram a ele. Assim também acontece com a confiança em Cristo -- com sentimentos ou sem eles. Ele o salvará instantaneamente e o levará aos céus.

A realidade de sua salvação mostrar-se-á em sua reação de amor em obediência ao seguir a Jesus Cristo. João 14:23: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra." Se você realmente foi salvo, você obedecerá!

Entre outras coisas, isto significa que você sairá do mormonismo e seguirá ao Cristo bíblico!


A salvação verdadeira produz boas obras e obediência a Cristo

Trabalhar pela salvação mostra incredulidade na suficiência de Jesus Cristo para nos salvar. Entretanto, a salvação verdadeira e a verdadeira fé, sempre produzem boas obras!

Tiago 2:20: "Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante?"

Macieiras produzem maçãs. Os cristãos verdadeiros produzem boas obras. As maçãs são produtos da árvore e provam que é uma macieira. Mas já era macieira antes de produzir maçãs. Da mesma forma, as boas obras nunca produzem um cristão; meramente provam que essa pessoa é cristã. De acordo com 2 Coríntios 5:17: "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."

Devemos ter a salvação a fim de demonstrá-la, assim como devemos ter o carro antes de podermos demonstrá-lo!


(Extraído: Pr. Floyd).




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Escândalo de abusos sexuais em coral de irmão do Papa abala a Igreja


CIDADE DO VATICANO (AFP) - A Igreja Católica enfrenta vários escândalos de abusos sexuais - principalmente em um coral dirigido pelo irmão do Papa Bento XVI-, que engrossam uma longa lista de casos de pederastia clerical em diversos países, dos Estados Unidos à Irlanda.

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O escândalo da Alemanha eclodiu no final de janeiro no prestigioso colégio jesuíta Canisius de Berlim. Seu reitor admitiu que muitos alunos haviam sido vítimas de abusos sexuais nos anos 1970 e 1980 nos quais dois ex-professores jesuítas estiveram envolvidos.

Mas o escândalo se estendeu para outros estabelecimentos escolares, como o de Ettal, na Baviera, e já provocou várias demissões eclesiásticas.

Na sexta-feira, atingiu ao coro dos meninos cantores de Regensburg, também na Baviera, dirigido de 1964 a 1993 pelo bispo Georg Ratzinger, irmão de Bento XVI.

O bispado de Regensburg reconheceu um caso de abusos sexuais que se remonta ao começo da década de 1950, mas indicou que dispõe "de informações sobre vários casos de supostos abusos entre 1958 e 1973". Monsenhor Ratzinger declarou a uma rádio local que não sabe de nada.

O Vaticano "leva muito a sério qualquer assunto de escândalo sexual de pederastia na Alemanha", assegurou à AFP o padre Ciro Benedettini, vice-diretor da sala de imprensa do Vaticano. Ele se negou a comentar o caso de Regensburg.

A conferência episcopal alemã encarregou o bispo de Tréveris, monsenhor Stephan Ackermann, de esclarecer esse escândalo.

O presidente da Conferência Episcopal, monsenhor Robert Zollitsch, se reunirá no dia 12 de março no Vaticano com o Papa, que, desde o começo de seu pontificado, condenou duramente esses comportamentos que geram "vergonha" e assegurou que os culpados "não têm lugar na Igreja".

Até o final do século XX, a Igreja Católica, tentando preservar a sua imagem, optava por manter os casos em segredo e mudava os culpados de posto.

Os casos de pederastia desgastam a instituição, muito presente entre os mais jovens por meio da catequese e dos estabelecimentos de ensino.

Além disso, custam muito dinheiro, devido ao pagamento de indenizações às vítimas.

O bispo de Ferns (sudeste da Irlanda), monsenhor Denis Brennan, chegou a pedir ajuda aos fiéis para indenizar as vítimas.

Na região de Dublin, vários sacerdotes abusaram sexualmente de centenas de crianças durante décadas sem que seus superiores, que sabiam o que estava acontecendo, os denunciassem.

Outro escândalo veio à tona na segunda-feira passada na Holanda, onde a Ordem dos Salesianos de Dom Bosco anunciou a abertura de uma investigação sobre abusos sexuais cometidos por religiosos contra alunos de um colégio interno de Arnhem (leste) nos anos 1960.

Em outro caso de pederastia, a Congregação dos Legionários de Cristo do México pediu "perdão" na quinta-feira aos supostos filhos de seu fundador, o padre Marcial Maciel, que foram vítimas sexuais do religioso mexicano, que morreu aos 87 anos em janeiro de 2008.

Durante os últimos anos, vários casos de pederastia sacudiram a Igreja em diversos países, como nos Estados Unidos e na Austrália, onde o Papa se reuniu com as vítimas, ou no Canadá e na Áustria.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com



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Adepto do Santo Daime mata o cartunista Glauco


"Foi algo que ele tomou", afirma avô de acusado de matar Glauco

Na quinta-feira passada, antes de sair de casa em direção a Osasco, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes ouviu hinos daimistas, tomou banho e se vestiu com a roupa que usava para ir à igreja Céu de Maria. Essas são as últimas lembranças que Carlos Nunes Filho, 72, avô do acusado, tem do neto.

Ao sair de casa, ele não falou para onde ia nem o que iria fazer. "Ele nunca avisava, e eu também não pressionava", diz o avô. Desde então, ele não falou com o neto, que confessou ontem (15) ter assassinado o cartunista Glauco. "Tudo que eu sei é pela imprensa ou pela polícia."

Carlos Eduardo Sundfeld Nunes confessou o assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas

Ele conta que o neto não é violento, mas tem temperamento explosivo e "um pouco de distúrbio". "Ele dizia que estava aqui para salvar o mundo. Isso é sintoma de uma perturbação." Na adolescência, a família sugeriu que Nunes fizesse terapia, mas ele discordou.

O avô não consegue entender o que teria levado o neto a cometer o crime. "Posso garantir que ele não é um bandido. Para mim, ele ficou meio alucinado com alguma coisa que tomou."

Dono de uma ótica em Pinheiros, o avô de Nunes conta que a família ficou "arrasada" com a notícia do assassinato de Glauco. Agora, afirma ele, se esforça para manter a rotina. Ontem, o avô trabalhou normalmente. "A gente fica calejado. A vida continua", diz.

O pai do rapaz, Carlos Grecchi, mora em Goiânia e ficou em SP de sexta de manhã até ontem à tarde, mas voltou para resolver assuntos profissionais. "O advogado que nós contratamos entrou em contato com a polícia do Paraná, que disse que ele [Nunes] não vai poder ter contato com a família nesta semana", disse o comerciante.

Segundo o avô, Nunes era consumidor de maconha, mas o fato não chegava a preocupar.a família. "A gente prestava atenção na fisionomia dele quando chegava das baladas, se não estava com os olhos esbugalhados. Nunca notei nada", disse.

Nunes conheceu Raoni Vilas Boas, filho do cartunista, nos cultos da igreja. Na quarta-feira passada, dia da festa de aniversário de Glauco, os dois se encontraram, por acaso, em frente à barbearia que Raoni frequentava. Pessoas que estavam no salão afirmaram à Folha ter visto Nunes passar pela rua e acenar para o estudante, que teria respondido de forma carinhosa, com uma brincadeira.

Caso

Glauco e Raoni foram mortos a tiros na casa do cartunista, em Osasco (Grande São Paulo), na madrugada de sexta-feira (12). Segundo as testemunhas, o suspeito chegou ao local e rendeu, primeiro, a enteada de Glauco, que mora em uma casa no mesmo terreno.

Cadu era conhecido da família por já ter frequentado a igreja Céu de Maria, que segue os princípios do Santo Daime e foi fundada por Glauco.

Segundo o relato das testemunhas, Cadu estava transtornado e delirava. Ele estava armado com uma pistola automática e uma faca. Glauco tentou negociar com Nunes e chegou a ser agredido. De acordo com Veras Júnior, Glauco não reagiu.

No meio da discussão, porém, Raoni chegou ao local de carro. Em seguida, Cadu atirou contra pai e filho, mas os motivos ainda não foram esclarecidos. Os dois chegaram a ser atendidos no hospital, mas não resistiram e morreram.

Fonte> http://noticias.bol.uol.com.br




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