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PEDI A DEUS UMA PREGAÇÃO DIFERENTE


Marcelo Gomes



Pedi a Deus que me dê uma pregação diferente. Única. Daquelas que os ouvintes jamais esquecem. Ela terá algo de cômico, algo de dramático, e muita profundidade. Será também prática, sobre a vida, os relacionamentos e felicidade. Sem deixar de ser simples, animadora, atual e fiel às Escrituras. Falará a todos, inclusive àquele irmão mais triste, mais duro, mais cético, que senta no lugar de sempre, desconfiado, quase por obrigação, enquanto pensa que tudo é muito bonito, mas muito irreal, porque sua vida nunca muda e a alegria nunca lhe vem, e não sente que é amado ou que seja especial. Até ele sairá tocado, transformado, restaurado. Nunca mais será o mesmo.



Ele contará aos outros da pregação que mudou sua vida. Comprará gravações às centenas, distribuirá para amigos, parentes, funcionários, concorrentes e fornecedores. Tentará reproduzi-la com suas palavras, inúmeras vezes, para tantas pessoas, e terminará sempre dizendo: “que pena que você não estava lá”. Os outros farão o mesmo, com igual entusiasmo e convicção. Espalharão a mensagem, viva voz ou gravação, e convidarão quantos encontrarem pelo caminho, nas filas, nos restaurantes, pela internet, enfim... As celebrações, depois daquele dia, daquela pregação, serão concorridas, quase disputadas. Todos querendo ouvir o pregador que disse aquelas coisas tão lindas, tão transformadoras.



As palavras se tornarão livro. O livro, best-seller. Sem perder nada de sua força, seu impacto. Leitores escreverão cartas à editora, contando testemunhos de conversão, chamado, reconciliação e cura. Maridos compartilharão que, com o livro, aprenderam a amar suas esposas. Esposas compartilharão que, com a ajuda do livro, conseguiram perdoar seus maridos. Os jovens o lerão sem dificuldades. E grandes desdobramentos. Pastores, evangelistas e obreiros utilizarão seu conteúdo em mensagens, aulas, palestras, cursos; também falarão de milagres que experimentaram ou viram à medida que reproduziam a mensagem.



O livro será traduzido em muitas línguas e distribuído em vários países. Não sofrerá prejuízo por cultura, contexto ou circunstâncias quaisquer. Todos o entenderão. Outros o reescreverão, para mulheres, para homens, para crianças; será publicado em versão devocional, de bolso, ilustrada. Alguém quererá fazer um filme sobre a pregação, imaginando que milhões a receberão pelas telas dos cinemas. Os recursos gerados serão todos destinados à obra missionária, à assistência em países arrasados por tragédias naturais e às entidades que atendem pessoas em situação de risco. Uma fundação, com o título da pregação, será criada e beneficiará milhares de pessoas.



Apesar de todo alcance daquelas palavras, eu saberei meu lugar e minha condição. Ninguém duvidará que a obra é do Espírito; a glória será toda para Jesus. Cristãos de denominações diferentes unirão forças, superarão barreiras, farão novos esforços pelo avanço do Reino de Deus. Todos amarão mais a Bíblia. Estudarão mais seus textos. Buscarão mais suas riquezas. Pois perceberão que aquela pregação não terá sido nenhuma novidade, nenhuma invenção; apenas baseada na Bíblia, tomada de suas páginas, exposta com paixão e unção espiritual. Descobrirão que poderá ser feita por quantos a quiserem pregar; outras, em outros textos, com outras aplicações, mas igual poder transformador, surgirão e percorrerão o mesmo caminho.



Alguns chamarão tudo isso de avivamento. No futuro, contarão essa história em livros, aulas, seminários, e orarão para que ocorra novamente. Quantos aderirem à fé cristã, mesmo daqui a quinhentos anos, conhecerão da pregação que mudou uma geração inteira. Mas poucos saberão o mais importante, fundamental: que eu pedi a Deus uma pregação diferente para falar ao coração daquele irmão mais triste, mais duro, mais cético, que senta no lugar de sempre, desconfiado, quase por obrigação, enquanto pensa que tudo é muito bonito, mas muito irreal, porque sua vida nunca muda e a alegria nunca lhe vem...

http://www.espacopalavra.com.br/pastoral_pedi_deus_pregacao.htm

QUEM MATOU ISABELLA?


Marcelo Gomes



Você já parou para pensar que vivemos num mundo onde adultos são capazes de jogar uma menina de cinco anos pela janela de um apartamento? Esta semana, pensei sobre isso. Que espécie de ser humano faz uma barbaridade destas com uma criança? O que leva uma pessoa a maltratar o indefeso e a assassinar um inocente? Moltmann, em seu livro “Quem é Jesus Cristo para nós, hoje”, pergunta: como pode um ser humano chegar ao ponto de torturar outro ser humano? São perguntas que questionam a natureza humana e sua potencialidade para o mal. Parece que não há limites para nossa capacidade de fazer o mal.



Pensei sobre qual seria a participação do diabo num caso dessa natureza. Não que deseje espiritualizar o assunto, mas refletir sobre os processos pelos quais nos expomos de tal modo, tão vulneráveis, que num determinado momento, um instante, fração de segundo, podemos ser invadidos e usados por aquela força maligna que a Bíblia desmascara e denomina “satanás”. Não há ódio maior que o dele em relação aos seres humanos, criados à imagem e semelhança de Deus. Sua astúcia e ardis não respeitam ocasião, idade, forças ou recursos. Seu único temor é o nome daquele que venceu suas artimanhas e humilhou publicamente suas intenções: Jesus Cristo. O diabo só teme a Jesus Cristo.



Não quero fazer parecer que culpo o demônio por uma ação de gente crescida e dona de si. Fico pensado que, por nossa própria culpa e decisões, abrimos portas de mágoa, rancor, indiferença, baixa autoestima e desafeto, pelas quais nosso inimigo não encontra dificuldades em passar. Vivemos distantes de Deus, arrogantes, insinceros, maldizentes; mergulhados em pecados, mentiras, conflitos e vinganças; céticos, incrédulos, aprisionados por medos e frustrações de toda ordem... Será que, em meio ao caos de nossa existência rebelde e egocêntrica, pode haver um exato instante no qual ficamos vulneráveis a uma possessão que nos leve a praticar o absurdo?



A pequena Isabella foi vítima de alguém que, após estrangulá-la, lançou-a da janela do sexto andar. Não foi morta apenas pela força de alguém, mas pelo ódio de alguém. Somem-se ao ódio o cansaço, a desilusão, a inveja, os ciúmes, os complexos de inferioridade, as revoltas com a própria vida, a irritabilidade, a ferocidade, a animosidade, e temos a tragédia irrevogável. A pessoa comete a atrocidade e, quando volta a si, apercebendo-se do que pratica, vê que já está feito. Onde esteve sua consciência no momento em que agia como um animal irracional? Com quem esteve? Se não com Jesus, na companhia de Seu Santo Espírito, controlado pelas forças do amor e da fé, com quem?



Nosso mundo precisa de Jesus, sem o qual permanecerá sob o domínio do Maligno. Quem tem Jesus não precisa temer o diabo, pois maior é o que está em nós que o que está no mundo. Quem não tem Jesus...

http://www.espacopalavra.com.br/artigo_quem_matou_isabela.htm

O espiritismo nega a existência do Céu


O espiritismo nega a existência do Céu como lugar de felicidade

A felicidade dos espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa, que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa inutilidade (“O Céu e o Inferno”, p. 722. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Em que se deve entender a palavra céu? Achais que seja um lugar, como aglomerados, sem outra preocupação que a de gozar, pela eternidade toda, de uma felicidade passiva? Não; é o espaço universal; são os planetas, as estrelas (“ O Livro dos Espíritos”, p. 250. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Apologética

Os espíritas zombam da idéia do céu como lugar de felicidade eterna. Costumam citar João 14.2: Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E dizem: A casa de meu Pai é o Universo; as diversas moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem estâncias adequadas ao seu adiantamento (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, p. 556. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

O texto citado de João 14.2 conclui da seguinte forma: vou preparar-vos lugar; e no versículo 3 afirma: para que onde eu estiver estejais vós também.

Ora, daí se nota que, primeiro, o céu é um lugar e, segundo, os que pertencem a Jesus estarão no mesmo lugar onde Jesus foi. E sabemos que Ele foi para o céu e sentou-se à direita de Deus (Mc 16.19; Hb 8.1; Ap 3.21). Jesus prometeu mais que os seus estariam onde Ele estivesse (Jo 17.24). Paulo falou da sua esperança celestial (Fp 3.20-21); o mesmo falou Pedro (1 Pe 1.3).

Fonte: Serie Apologética Vol. 2 - Ed. ICP
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Prof. João Flávio Martinez
É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.

Direitos Reservados - CACP© - Centro Apologético Cristão de Pesquisas - 1998-2008

A confissão auricular


Os fiéis católicos aprendem que devem confessar seus pecados mortais pelo menos uma vez por ano a um sacerdote humano, pois isso é essencial para a obtenção do perdão de Deus. Examinamos a doutrina da Confissão Auricular à luz dos escritos do catolicismo romano e da Bíblia Sagrada.

Má Interpretação das Escrituras

Em toda a Bíblia, a remissão de pecados e a salvação estão conectadas com a fé em Cristo, nunca com a absolvição sacerdotal. De forma a dar suporte ao seu tribunal na Terra, a Igreja Católica Romana propositadamente interpreta de maneira errônea Mateus 16:19: "E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."

Veja também Mateus 18:18: "Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu."

O verbo que Jesus usou tanto em Mateus 16:19 quanto em Mateus 18.18 é tão preciso que ninguém que esteja familiarizado com a linguagem original poderia acreditar que qualquer igreja, ou alguém dentro da igreja Católica, poderia decidir quais pecados deveriam ser perdoados ou quais deveriam ter o perdão recusado. O verbo no texto original está no particípio perfeito passivo, referindo-se a um estado de já ter sido proibido ou permitido. [The New Testament: A Translation (O Novo Testamento: Uma Tradução), de Charles B. Williams].

Assim, a Igreja Católica, que certamente teve tradutores competentes nos últimos 1.200 anos, distorce as Escrituras para justificar a prática sem base bíblica da Confissão Auricular!

Em João 20:23, lemos: "Àqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos."

Em primeiro lugar, as "chaves do reino" referem-se à autoridade para proclamar os termos da salvação em Cristo. Esse é um privilégio e responsabilidade de todos os cristãos. A autoridade para ligar e desligar é primeiramente a comissão de proclamar o evangelho, que liberta todos que nele crêem e confirma a condenação daqueles que o rejeitam. A Igreja Católica Romana distorce esse texto de modo a justificar a prática da confissão auricular a um sacerdote. Entretanto, o contexto bíblico indica claramente que as palavras de Mateus 16:19, 18:18 e João 20:23 foram ditas não apenas para os apóstolos, mas também aos que estavam com eles. Os ministros cristãos devem pregar o arrependimento, mas nada se diz sobre ouvir confissões e conceder a absolvição (o perdão dos pecados).

A Confissão Deve Ser Feita Apenas ao Próprio Deus!

"Agora, pois, fazei confissão ao SENHOR Deus de vossos pais ..." [Esdras 10:11].
"... quem pode perdoar pecados, senão Deus?" [Marcos 2:7].

"... Se confessarmos os nossos pecados [a Deus, não a um sacerdote], ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." [1 João 1:9].

"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." [1 João 2:1].

"Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado." [Salmos 32:5].

O Senhor mesmo diz: "E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades." [Hebreus 10:17] Em Mateus 18:15-18, temos o modelo para lidar com o pecado na igreja:

"Se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu."

Isso está longe da confissão auricular na Igreja Católica. Quando o homem em Corinto cometeu fornicação, a igreja inteira soube e julgou; aquilo não era um "pecado secreto" [1 Coríntios 5]. O homem voltou em lágrimas ao arrependimento [2 Coríntios 2.5-11]. Somos instruídos a "confessai as vossas culpas uns aos outros." [Tiago 5:16] No Velho Testamento, o rei Davi pecou ao possuir a mulher de outro homem e depois tentou esconder seu pecado enviando o marido dela para a frente de batalha para que morresse. No entanto, Deus mandou Natã para dizer estas palavras ao rei:

"Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei este negócio perante todo o Israel e perante o sol." [2 Samuel 12:12].

Adaptado de: http://www.espada.eti.br/rc123.asp
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Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
Este artigo é um trabalho compilado.

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Quantas vezes o homem morre?


A apologética Kardecista vive tentando fugir de evidência Bíblica contra o raciocínio reencarnacionista. Dentro da cosmovisão teológica cristã, o texto mais contundente encontra-se em Hebreus 9.27 que arvora:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo”

Diante de um texto tão destrutivo ao pensamento espírita, argumenta os apologistas do espiritismo:

“A passagem de Hebreus 9.27 é citada inúmeras vezes, como argumento contra a Reencarnação... No Novo Testamento é narrada a ressurreição da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim e de Lázaro. Se de fato houve essas ressurreições, vale dizer que Eles morreram DUAS vezes! E aí, como ficamos diante da afirmativa citada?”*

Quais sãos os problemas que precisamos responder então?


1°) - Como fica o caso das pessoas na Bíblia que morreram e ressuscitaram pela intervenção de um milagre? Afinal de contas ao morrerem, elas morreram duas vezes?

2°) – E as pessoas que morreram e ressuscitaram, foram julgadas duas vezes? A lógica aqui é – se ao morrer eu sou julgado, como fica então os que morreram duas vezes – eles tiveram dois julgamentos?

"... ordenado morrerem ..."

Donald Guthrie argumenta que: “O texto explicita que a morte em si é inevitável (é isso que o autor de Hebreus quer salientar). Ninguém está isento dessa experiência "debaixo do sol". A diferença entre a morte de Cristo e todos os demais indivíduos é que a de Cristo foi voluntário (João 10.18), ao passo que para todos os demais seres humanos ela é ordena (apokeitai) – Armazenada para eles” - (isso por causa do "salário do pecado" - Rm 3.23).

Cabe aqui salientar a observação relevante feita por Guthrie sobre a palavra “ordenada” - No grego "apokeitai" significa armazenada para eles. Esse contexto não corrobora com a interpretação de que o homem não poderia morrer e ressuscitar pela intervenção Divina (Ou mesmo pelo uso de um desfibrilador). O que vemos no conjunto textual do original grego é que a morte não é simplesmente "ordena ao homem", mas "ARMAZENADA PARA O HOMEM".

“...uma só vez...”

Aqui se encontra a parte do versículo mais problemática, pois a apologética kardecista alega que as pessoas que ressuscitaram e voltaram a morrer teriam morrido duas vezes – enquanto o texto fala que o homem deve morrer uma só vez.

Guthrie comenta o seguinte: “ao fazer a comparação entre todos os homens e Cristo, o escritor começa com um fator comum: Ele morreu uma só vez, consideração esta que é repetida mais de uma vez. O que há de mais relevante nesta declaração é que a morte agora é declarada no passivo, tendo-se oferecido...”

Jesus se ofereceu uma única vez para redimir os homens da morte. O contraste do texto é para frisar esse fato – Jesus se ofereceu uma vez para libertar o homem da morte. O texto mostra que a morte quando efetivada, se não acontecer nenhum milagre da parte de Deus, é o caminho que todos devem passar, vindo depois disso o juízo de Deus.

Quanto aos milagres de ressurreição, eles foram feitos pelo poder e vontade exclusiva de Deus - ou seja - Ele interferiu na morte de alguém, dando àquele indivíduo mais tempo de vida. Claro, mas todos os que ressuscitaram no VT e no NT voltaram a morrer - cumprindo o designo humano e o texto de Hebreus 9.27 - " E, como aos homens está armazenado (ou guardado) morrerem uma só vez, vindo depois o juízo ".

Outro fato interessante de notarmos é a doutrina Escatológica. Ela mostra que nem todos irão preceder aos que morrem, mas muitos não experimentarão a morte, sendo arrebatados para a glória de Deus (I Ts 4.15). Isso explicita que o texto bíblico de Hebreus tem duas exceções: No caso de pessoas que morreram e foram ressuscitadas e o caso do arrebatamento da Igreja – Mas em nenhum dos dois casos de exceção existe brecha para a doutrina reencarnacionista.

“...vindo depois o juízo”

As palavras “vindo depois o juízo” não visam dar a entender que o julgamento ocorre imediatamente após a morte, mas que o julgamento deve ser esperado subsequentemente à morte. O juízo aqui (krisis) aludido é o juízo final. Esse juízo não será aplicado a um conjunto de vidas, mas a uma única vida - a uma única existência (por isso a importância de aproveitarmos para chegar-nos a Deus no dia de hoje - Hb 3).

Conclusão:

Toda pessoa que morre fisicamente, sabe que não voltará a viver aqui novamente como afirmam os adeptos do espiritismo. A Bíblia é categórica nesse sentido e afirma que ninguém viverá por duas, três ou mais vezes, mas só uma única vez. Não há reencarnação, ninguém após a morte volta a viver nesse mundo outra vez em outro corpo qualquer.

A vida que Deus deu ao homem é para ser desfruta neste mundo apenas uma vez. Não se pode confundir ressurreição com reencarnação. Os mortos podem ressuscitar, mas não se reencarnar em outro corpo. Deus deu uma palavra, e ela será mantida:

"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" (Hb 9.27).

Nossa vida é única e intransferível diante de Deus. Somos responsáveis diretos por todas as decisões e atitudes que tomamos.

Se a reencarnação fosse verdade, não teria sentido Jesus ter narrado a história do rico e do Lazaro. A Bíblia não teria sentido, a própria vida não teria sentido.

A Bíblia fala de ressurreição, e não de reencarnação. O conselho prático seria aceitarmos a revelação de Deus na bíblia para nossas vidas e negarmos o engodo da reencarnação.

* http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070727223347AAwCufE

Fonte de pesquisa

livro "Hebreus" - Editora Mundo Cristão.

Livro "Morte e Vida no Além" - Moisés Carneiro
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JESUS BATERIA EM UMA CRIANÇA?JOHN PIPER

MANEIRA EM QUE OS PAIS PROVOCAM SEUS FILHOS À IRA - STEVE SHANK


I. Você pode provocar seu filho à ira quando deixa de demonstrar o amor bíblico (1Co 13.4-8a) a seu filho e age…

A. … com impaciência - não esperando que seu filho termine uma tarefa ou apressando seu filho para fazer algo além de sua capacidade (violando assim 1Co 13.4; Gl 5.22; Ef 4.1,2; Cl 1.9-12, 3.12).

B. … com indelicadeza - sem prover para as necessidades físicas de seu filho por estar muito ocupado com seus próprios interesses (violando assim 1Co 13.4; Gl 5.22, Ef 4.32; Fp 2.3,4; 2Tm 2.24; Tt 2.4,5).

C. … despertando ciúme e inveja - tentando provar para seu filho que você sabe fazer algo melhor que ele (violando assim 1Co 13.4; Gl 5.19,20; Tg 3.13-18).

D. … vangloriando-se, com frases como “Eu passei muito mais dificuldade quando tinha a sua idade” (violando assim Pv 27.2; Rm 1.30; 1Co 13.4; 2Co 10.18)

E. … com arrogância - afirmando coisas como “Vamos fazer do meu jeito, porque sou muito maior e mais esperto que você” (violando assim Rm 1.3; 1Co 13.4).

F. … com ações impróprias, inadequadas - envergonhando ou menosprezando seu filho de propósito ao tratar de suas falhas e imperfeições na frente das pessoas (violando assim 1Co 13.5; Ef 4.29).

G. … buscando sempre fazer tudo somente do seu jeito - insistindo em que seu filho ou sua família façam somente o que você quer (violando assim 1Co 13.5; Fp 2.3,4).

H. … relembrando constantemente erros que ele cometeu contra você - lembrando seu filho de maneira acusadora a respeito de suas falhas passadas, ao dizer coisas como “Já te disse isso mil vezes…” (violando assim 1Co 13.5; Ef 4.32; Cl 3.12,13).

I. … alegrando-se com a injustiça - incentivando seu filho a revidar os males que outros lhe causaram (violando assim 1Co 13.6; 2Ts 2.12).

J. … deixando de regozijar-se com a verdade - deixando de elogiar seu filho por ser honesto e confiável e por falar a verdade em situações difíceis (violando assim 1Co 13.6; 1Ts 5.16; 1Pe 4.13; 2Jo 1.4; 3Jo 1.3).

K. … não suportando todas as coisas - evitando, criticando ou negligenciando seu filho porque ele não atendeu às suas expectativas à risca (violando assim 1Co 13.7; Gl 6.2).

L. … não crendo nem esperando todas as coisas - constantemente duvidando do que seu filho diz antes de você considerar todos os fatos (violando assim 1Co 13.7).

M. … não se mantendo firme diante de todas as coisas - reagindo com ira diante de seu filho porque você está se focado mais nas suas próprias dificuldades (violando assim 1Co 13.7; Tg 1.2-4).

II. Você pode provocar seu filho à ira quando deixa de dar um exemplo de vida cristã (1Tm 4.12)…

A. … agindo com hipocrisia - julgando o comportamento de seu filho quando você deixa de constantemente examinar seu próprio coração à luz da Palavra de Deus (violando assim Mt 7.1-5).

B. … mentindo a seu filho ou pedindo que ele minta por você (violando assim Rm 14.13; Ef 4.15,25).

C. … brigando e discutindo com seu filho ou brigando e discutindo com seu cônjuge na presença de seu filho (violando assim Pv 20.3; Fp 2.14-16; Cl 4.6; 2Tm 2.24-25).

D. … provocando seu filho - fazendo cócegas até as lágrimas ou caçoando dele quando foi envergonhado por algo que fez ou fracassou em alguma tentativa (violando assim Ef 6.4; Cl 3.12).

E. … falando com seu filho de maneira prejudicial - chamando-o por “nomes” ou gritando com ele em ira (violando assim Ef 4.29; Cl 4.6).

F. … mostrando parcialidade a um filho em detrimento de outro (violando assim Pv 24.23; v. tb. Gn 25.24-34, esp. v. 28 e Gn 27 para ver exemplos de males precipitados por pais ao preferir um filho a outro).

III. Você pode provocar seu filho à ira quando tenta ser a autoridade máxima na vida dele, em vez de mostrar a ele a importância de seguir ao Senhor (com base em Ez 18.4-20, esp. v. 4 e 20; 2Co 3.5,6; 2Tm 3.16,17; Tg 1.22-25)…

A. … praticando um padrão duplo e exigindo que seu filho o sirva continuamente, enquanto você não lhe serve nem serve as pessoas (violando assim Mt 20.25-28; Mc 9.35; 20.42-45).

B. … tratando seu filho como uma posse ou impondo a ele suas próprias aspirações - insistindo em que ele cumpra arbitrariamente as metas que você estabeleceu para ele (violando assim Dt 6.6,7; Sl 24.1, 127.3; Ef 6.4).

C. … praguejando, ou dizendo palavrões para seu filho, ou usando linguagem áspera ou dissensiosa quando ele não atinge certos padrões (violando assim Pv 12.18, 20.3; Ef 4.15,29,31; Cl 4.6; Tg 3.2-12).

D. … comparando seu filho a você mesmo ou a outras pessoas para mostrar como ele fica aquém de seus padrões’ (violando assim 2Co 10.12,17,18).

IV. Você pode provocar seu filho à ira quando você age de maneira incoerente em relação a ele…

A. … deixando de cumprir o que promete e passando a ser indigno de confiança - prometendo levá-lo a algum lugar e depois arbitrariamente mudando os planos para agradar a você mesmo (violando assim Mt 5.37; Ef 4.15,25; Cl 3.9).

B. … deixando de discipliná-lo biblicamente quando necessário (violando Pv 13.24; 23.13; Hb 12.7,8) ou disciplinando somente quando se sente provocado ou irado (violando assim 1Co 13.5; Ef 4.31).

C. … sendo vago e incoerente com o que fala ou com seus atos - não reagindo ou reagindo pouco diante da desobediência de seu filho num dia, mas em outro ficando visivelmente chateado, usando palavras agressivas e punindo sem restaurar (violando assim Pv 15.1; Gl 6.1; Ef 4.15,29; Cl 4.6).

D. … deixando de confessar pecados que cometeu contra seu filho, ou procurando se desculpar de seu comportamento pecaminoso com o intuito de se justificar (violando assim Mt 5.23,24; Rm 12.18; Tg 5.16).

E. … recusando-se a perdoar a seu filho - fazendo declarações como “Nunca vou conseguir te perdoar pelo que fez para mim” - ao mesmo tempo que exige que seu filho perdoe às pessoas por pecados que elas cometeram contra ele (violando assim Mt 5.23,24; 18.21,22; Mc 11.25,26; Ef 4.32; Cl 3.12,13).

V. Você pode provocar seu filho à ira quando negligencia seu filho…

A. … deixando de gastar tempo com ele para mostrar como a Palavra de Deus se aplica à vida diária (violando assim Dt 6.6,7).

B. … deixando de escutar seu filho com paciência quando ele deseja falar com você porque você está “muito ocupado” com seus próprios interesses (violando assim 1Co 13.4,5; Fp 2.3,4; Tg 1.19).

C. Deixando de disciplinar seu filho biblicamente ou de maneira oportuna, adiando a disciplina porque “você não está a fim” ou esperando para disciplinar seu filho depois de se acumularem vários erros (violando assim Pv 13.24; 19.18; Ec 8.11).

Por Steve Shank. © Sovereign Grace Ministries. Website:sovgracemin.org
Tradução: gracasoberana.wordpress.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

FORMAS DE AMAR OS VOSSOS FILHOS DESOBEDIENTES


O artigo que se segue foi escrito pelo meu filho Abraham, que fala com a sabedoria da experiência e das Escrituras. Li-o com lágrimas e gargalhadas. É um artigo tão emocionante que lhe perguntei logo se podia partilhá-lo com a Igreja e com, a ainda mais vasta, comunidade cristã. Não há alegria maior do que a de ver os vossos filhos a caminhar na verdade – e a expressá-la tão bem! O resto não é do Abraham. – John Piper

Muitos pais ficam com o coração partido e completamente perplexos por causa da filha ou do filho que não são crentes. Não fazem a mínima ideia por que é que a criança que criaram toma decisões tão horríveis e destrutivas. Nunca fui um desses pais, mas fui um desses filhos. Reflectindo sobre essa experiência, sugiro estas soluções para vos ajudar a alcançar os vossos filhos desobedientes.

1. Direccionem-nos para Cristo.
O verdadeiro problema dos vossos filhos rebeldes não é drogas, sexo, tabaco, pornografia, preguiça, criminalidade, maldicência, desmazelo, homosexualidade ou fazer parte de uma banda de rock punk. O verdadeiro problema é que eles não vêem Jesus com clareza. O melhor que podem fazer pelos vossos filhos—e a única razão para fazer qualquer uma das sugestões que se seguem—é mostrar-lhes Cristo. Não é um processo simples ou imediato, mas os pecados nas vidas deles, que vos inquietam e que os destroiem, só começarão a desaparecer quando eles virem Jesus de uma forma como ele realmente é.

2. Orem.
Só Deus pode salvar o vosso filho ou filha. Por isso, continuem a pedir-Lhe que se mostre a eles, de forma a que eles não possam resistir a adorá-lo.

3. Assumam que algo está errado.
Se a vossa filha rejeita Jesus, não finjam que está tudo bem.
Para todas as crianças que não são crentes, os detalhes são diferentes. Será preciso que os pais abordem cada detalhe de formas únicas. Contudo, não é aceitável o facto de não os abordarem de todo. Se o vosso filho não é crente, não ignorem esse facto. As férias podem ser mais fáceis, mas a eternidade não o será.

4. Não esperem que eles sejam como Cristo.
Se o vosso filho não é cristão, ele não vai actuar como tal.
Vocês sabem que ele abandonou a fé, portanto não esperem que ele viva pelas normas segundo as quais o criaram. Por exemplo, vocês podem sentir-se tentados a dizer: «Sabemos que é difícil para ti acreditar em Jesus, mas não consegues pelo menos admitir que embebedares-te todos os dias é pecado?»
Se ele está com dificuldade em acreditar em Jesus, então há muito pouco significado em admitir que a embriaguez está errada. Querem protegê-lo, pois. Mas a falta de crença dele é o problema mais perigoso—e não o facto de andar sempre em festas. Por mais que o comportamento de falta de crença do vosso filho se mostre, façam sempre questão de se concentrarem mais na doença do coração do que nos sintomas da doença.

5. Recebam-nos de braços abertos em casa.
Porque a preocupação maior não são as atitudes do vosso filho, mas sim o coração dele, não criem muitas exigências para que ele volte para casa. Se ele sentir alguma suspeita ao estar convosco, isso é Deus a dar-vos uma oportunidade de o amar de volta para Jesus. Obviamente há algumas instâncias em que devem dar ultimatos: «Não entres nesta casa se estiveres...». Porém, instâncias como essas acontecem raramente. Não reduzam as probabilidades de estar com o vosso filho ao impor demasiadas regras.
Se a vossa filha cheirar a erva ou a tabaco, borrifem o casaco dela com 'Febreze' e mudem os lençóis quando ela sai, mas deixem-na vir para casa. Se descobrirem que ela está grávida, comprem-lhe ácido fólico, levem-na à ecografia na 20.ª semana de gravidez, protejam-na do Planeamento Familiar e, custe o que custar, deixem-na vir para casa. Se o vosso filho ficar falido porque gastou o dinheiro todo que lhe emprestaram em mulheres da vida e bebidas caras, então perdoem-lhe a dívida como também vocês foram perdoados; não lhe deêm mais nenhum dinheiro e deixem-no vir para casa. Se ele não aparece há uma semana e meia porque tem ficado em casa da namorada peçam-lhe para não ir mais e, deixem-no vir para casa.

6. Incentivem-nos mais vezes do que as que os repreendem.
Sejam gentis com o desapontamento.
O que mais vos preocupa é o facto do vosso filho se estar a destruir a si próprio, e não o facto de ele estar a quebrar as regras. Tratem-no de forma a que ele perceba isso. Provavelmente ele sabe—principalmente se foi criado como cristão—que o que anda a fazer está errado. E, definitivamente, ele sabe que vocês pensam isso. Portanto, o vosso filho não precisa que vocês lho digam. Ele precisa de saber como vocês vão reagir ao mal dele. A vossa indulgência bondosa e esperança dolorosa mostrar-lhe-ão que vocês confiam realmente em Jesus.
A consciência dele, por si só, pode condená-lo. Os pais devem permanecer compreensivos e firmes, vivendo sempre na esperança de que o filho volte.

7. Façam com que os vossos filhos contactem com crentes que conseguem aproximar-se mais deles.
Há dois tipos de acesso ao vosso filho que podem não conseguir ter: geográfico e relacional. Se o vosso filho desobediente vive longe, tentem encontrar um crente convicto na zona onde ele vive e peçam-lhe para contactar o vosso filho. Isto pode parecer intrometido, estúpido ou embaraçoso para ele, mas vale a pena—especialmente se o crente que encontrarem se consegue relacionar também emocionalmente com o vosso filho numa forma que vocês não podem.
A distância nas relações pode também ser um efeito secundário do abandono da fé por parte do vosso filho, portanto a vossa relação será ténue e deve ser protegida, se for possível. Mas uma repreensão dura é necessária na mesma.
É aqui que, outro crente com acesso emocional ao vosso filho, pode ser muito útil. Se há um crente em quem o vosso filho confia e, talvez até com quem goste de estar, então esse crente tem a plataforma para dizer ao vosso filho—de uma forma a que ele preste atenção—que ele está a ser um idiota. Isto pode soar severo, mas precisamos muitas vezes de uma chamada de atenção, e as pessoas em quem confiamos são normalmente as únicas que conseguem dar-nos uma repreensão dolorosa de forma a ser um presente para nós.
Muitos miúdos rebeldes fariam bem em ouvir que estão a ser tolos—e é muito raro que os pais lhes digam isto de forma a ajudá-los—portanto, tentem manter outros cristãos nas vidas dos vossos miúdos.

8. Respeitem os amigos dos vossos filhos.
Honrem o vosso filho desobediente da mesma forma que honrariam qualquer outro descrente. Eles podem andar com grupos com os quais vocês nem pensariam em falar ou até mesmo olhar, mas tratam-se dos amigos do vosso filho. Respeitem isso—mesmo que o relacionamento se baseie no pecado. Eles são más influências para o vosso filho, sim. Mas ele também é má influência para eles. Nada se resolverá pelo facto de tornarem evidente que não gostam de quem anda com quem.
Quando o vosso filho aparece com outra namorada para uma festa de aniversário familiar—uma pessoa que nunca viram e que provavelmente nunca mais vão ver—sejam hospitaleiros. Ela também é a filha desobediente de alguém, e ela também precisa de Jesus.

9. Enviem-lhes e-mails.
Agradeçam a Deus pela tecnologia que lhes permite estar tão facilmente presentes nas vidas dos vossos filhos!
Quando lerem algo na Bíblia que os incentive e os ajude a amar mais Jesus, escrevam-no e enviem-no ao vosso filho. A melhor exortação para eles são os exemplos positivos da alegria de Cristo na vossa própria vida.
Não entre em stress quando estiver a elaborá-los, como se cada um deles precisasse de ser unicamente poderoso. Apenas tirem um após o outro, e deixem que o efeito cumulativo da vossa satisfação em Deus se reuna na caixa de correio electrónico do vosso filho. A palavra de Deus nunca é proclamada em vão.

10. Levem-nos a almoçar fora.
Se possível, não deixem que a única interacção com o vosso filho seja apenas electrónica. Passem tempo juntos, cara a cara, se puderem. Podem pensar que isto é desconfortável e stressante, mas acreditem que é pior estar no lugar do vosso filho—ele está a viver esse mesmo desconforto, mas com culpa. Portanto, se ele se quer encontrar com vocês para almoçar, agradeçam a Deus, e façam uso dessa oportunidade.
É quase hipócrita falar sobre a rotina dele, porque aquilo que vos importa realmente é a vida eterna dele; mas tentem na mesma. Ele precisa de saber que se importam com tudo o que lhe diz respeito. Então, antes de acabar de almoçar, rezem para que o Senhor lhes dê a coragem de perguntar sobre a alma dele. Não sabem como ele vai responder. Será que ele vai revirar os olhos como se vocês fossem idiotas? Será que se vai zangar e ir embora? Ou será que Deus tem trabalhado nele desde a última vez que falou com ele? Se não perguntar, nunca vai saber.
(Eis aqui uma nota para os pais de crianças pequenas: estipulem saídas regulares para irem comer fora com os vossos filhos. Não só será uma experiência valiosa para ambos, como também, se alguma vez os vosso filhos entrarem na crise da insubordinação, a tradição de se encontrarem com eles já existirá e não será estranho convidá-los para ir comer fora. Se o filho estiver habituado, desde pequenino, a ir comer fora com o pai aos Sábados, será muito mais difícil para ele recusar um convite do pai—mesmo para um confiante rapaz de 19 anos.)

11. Interessem-se por aquilo que eles querem conseguir.
É provável que se a vossa filha está a rejeitar Cristo de propósito, então a forma como ela passa o tempo irá provavelmente decepcioná-los. Contudo, encontrem valor nos interesses dela, se possível, e incentivem-na. Vocês foram assistir às peças da escola dela e aos jogos de futebol quando ela tinha 10 anos; o que poderão fazer agora que ela tem 20 para mostrar que realmente ainda se interessam pelos interesses dela?
Jesus passou tempo com cobradores de impostos e prostitutas, e nem sequer era familiar deles. Imitem Cristo sendo o tipo de pais que poem os tampões dos ouvidos no bolso e que vão para o centro da cidade, à pequena discoteca fria e húmida, onde vai ser o espectáculo de lançamento do CD da vossa filha. Incentivem-na e nunca párem de rezar para que ela comece a usar os dons dela para a glória de Jesus, em vez de para a sua própria glória.

12. Apontem-lhes Cristo.
O mais importante é que isto não seja demasiado stressante. Nenhuma estratégia para alcançar o vosso filho, ou filha, surtirá qualquer efeito duradouro se o objectivo subjacente não for ajudá-los a conhecer Jesus.
Jesus.
Não reze para que eles voltem a ser bons miúdos outra vez; para que cortem o cabelo e comecem a tomar banho; para que venham a gostar de música clássica em vez de deathcore; para que deixem de se sentir envergonhados no estudo semanal da Bíblia; para que votem no partido conservador outra vez nas próximas eleições; nem para que possam dormir à noite ao saber que os vossos filhos não vão para o inferno.
A razão mais importante para rezar por eles, recebê-los de braços abertos, pleitear com eles, enviar-lhes e-mails, comer com eles ou interessarem-se pelo que eles se interessam é para que os olhos dos vossos filhos se abram para Cristo.
E não só Cristo é o único objectivo—ele é também a única esperança. Quando eles virem a maravilha que é Jesus, a satisfação será refinada. Ele substituirá a patética vaidade do dinheiro, o louvor ao homem ou ao estatuto ou ao orgasmo em que estão a delimitar as suas vidas eternas neste momento. Só a sua graça pode retirá-los dessas buscas arriscadas e prendê-los com segurança a ele—cativos, mas satisfeitos.
Ele fá-lo-á por muitos. Tenham fé e não desistam.


Por Abraham Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Original: 12 Ways to Love Your Wayward Child. Website: desiringGod.org
Tradução: gospeltranslations.org
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Paul Washer - Os Falsos Mestres



TA CHEIO DE FALSOS PROFETAS NESSA TERRA,MAS NA HORA DO JUIZO FINAL
QUANDO TIVER QUE SE PROSTAR PARA O SENHOR JESUS CRISTO E FICAR OLHO NO OLHO,
AI SIM, VAI SER O DIA DO JUIZO DO SENHOR, NA VIDA DE CADA FALSOS PROFETAS
E ESTE DIA NÃO ESTA MUITO LONGE.

CHRYSTIAN GARDIN.