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Cantores que venderam a alma

Se não bastassem os altos cachês cobrados pelos artistas do denominado movimento "gospel", é comum observarmos que boa parte destes, trazem no bojo de suas apresentações inúmeras exigências contratuais, que vão da hospedagem em um hotel 05 estrelas, a um camarim recheado de frutas tropicais, alimentação requintada e bebidas especializadas. Junta-se a isso, o fato de que muitos cantores evangélicos, exigem a contratação de seguranças e carros blindados, cujo objetivo final é não permitir com que os "fãs" se aproximem do artista e do seu staff.
Caro leitor, lamentavelmente temos visto muita gente boa vendendo a alma para as gravadoras e rádios, negociando conceitos e valores, abandonando suas vocações e chamado cristão, pagando assim um preço altíssimo pela fama e o sucesso.
Sinceramente este mercado gospel me enoja! O simples fato de saber que homens e mulheres em nome de Deus se tornaram "artistas gospel" mercadejando a mensagem da Salvação Eterna, me deixa escandalizado. Confesso que não suporto mais ver a paganização do cristianismo, nem tampouco a comercialização da fé. Infelizmente em nome de Cristo, os chamados artistas de Deus se perderam no caminho, optando por atalhos que definitivamente os afastaram do centro da vontade do Senhor.
Diante do exposto pergunto: Qual a diferença dos chamados artistas gospel para os artistas seculares? Ambos não cobram cachês? Qual a diferença das músicas cantadas? Ambas não são para entretenimento do ouvinte? Qual a diferença entre seus fãs clubes? Ambos não adoram seus ídolos? E quanto as suas canções? Não são ambas antropocêntricas? Ora, vamos combinar uma coisa? Esta historia de artista gospel é uma verdadeira vergonha. Afirmar que seus shows fazem parte de um ministério cristão é no mínimo afrontar o conceito bíblico de serviço.
Ah! Que saudade da boa música, ministrada, cantada, com unção, cujo interesse era simplesmente engrandecer o nome de Deus! Que saudade, do louvor apaixonado, que brotava do peito dos adoradores como um grito de paixão e amor.
Definitivamente a coisa está feia! Minha oração é que o Senhor nosso Deus nos reconduza a sala do trono e que lá possamos adorá-lo integralmente entendendo assim, que a glória, o louvor, a soberania pertence exclusivamente a Ele.
Pense nisso!
Pr. Renato Vargens
Pastor, conferencista e escritor com nove livros publicados e dois no prelo. Pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, Brasil.
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UM SONHO POSSÍVEL (TRAILER)
UM FILME DE EMOCIONAR,BASEADO EM FATOS REAIS E COM CERTEZA VALE MUITO APENA ASSISTIR.
TA AQUI UMA DICA EXELENTE QUE VAI MEXER COM SUAS EMOÇÕES E SEU CORAÇÃO.
TA AQUI UMA DICA EXELENTE QUE VAI MEXER COM SUAS EMOÇÕES E SEU CORAÇÃO.
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UM SONHO POSSÍVEL TRAILER
UMA BOMBA PASTOR CONHECIDO E DESMASCARADO EM LONDRES
Parte 1
Parte 2
Parte 3
FONTE:http://www.youtube.com
Parte 2
Parte 3
FONTE:http://www.youtube.com
Cristã é atacada por compartilhar sua fé (Índia)

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Índia
ÍNDIA (26º) - A cristã Amodini foi brutalmente atacada por compartilhar sua fé em Karnataka, Índia. Ela está hospitalizada em estado grave.
Amodini, 40 anos, é membro de uma igreja onde um missionário da Gospel for Asia trabalha como pastor. Ela estava em casa quando um grupo de 15 homens a chamou e começou a acusá-la de forçar as pessoas a se converter ao cristianismo.
Eles a seguraram e a agrediram.
Assim que soube do ataque, a polícia foi até o local e conseguiu prender 14 dos criminosos.
Os cristãos na área pedem oração por Amodini, para que o Senhor cure suas feridas. Ore para que a paz de Deus mantenha Amodini firme em sua fé.
Ore também pelos homens que a atacaram, para que eles se arrependam e aceitem Cristo como seu Salvador.
Tradução: Missão Portas Abertas
http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6363
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Cristã é atacada por compartilhar sua fé (Índia)
Prisões, ameaças e multas ( UZBEQUISTÃO)

Os termos de prisão entregues para Lepes Omarov e outro cristão em Karakalpakstan no dia 8 de julho de 2010, tornou conhecida a prisão de mais sete pessoas que receberam ordens de prisão em 2010 para serem punidos por causa de suas atividades religiosas.
De acordo com uma matéria por Felix Corley, da agência de notícias Forum 18, toda atividade religiosa no Karakalpakistan, fora das mesquitas aprovadas pelo Estado e da igreja Ortodoxa Russa, é proibida.
Em outro lugar do Uzbequistão, um cristão da região de Tashkent recebeu um alerta por escrito de que “como líder de uma célula protestante ilegal”, ele estava infringindo a lei ao realizar reuniões religiosas e compartilhando sua fé, e pode ser condenado.
Corley afirmou que uma operação “antiterror” em Fergana surpreendeu dois cristãos batistas que estavam distribuindo livros cristãos. Eles foram multados, e o tribunal “considera necessário” que os quatro livros que foram confiscados sejam destruídos.
Tradução: Missão Portas Abertas
http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6365
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ameaças e multas ( UZBEQUISTÃO),
Prisões
A questão do cabelo e do véu

Alguns religiosos dizem que a mulher que corta os seus cabelos vai para o inferno. Outros ainda acrescentam que é importante e necessário o uso do véu no culto. Alguns chegam a arvorar que o cabelo quando cortado, devido a sua importância e santidade, é misteriosamente guardado em uma caixa de ouro celestial! Isso é absurdo! Não passa de uma lenda para provar uma doutrina sem o devido embasamento teológico! O texto mal interpretado é I Co 11.1-16.
Logo abaixo iremos mostrar que o cabelo e o véu, ou qualquer doutrina que o homem possa engendrar, jamais poderá substituir a graça de Deus.

Todavia para extrairmos uma interpretação correta do referido texto, iremos analisar a opinião de alguns teólogos e historiadores, que com toda segurança e sinceridade escreveram sobre o assunto.
Segue o comentário do livro do - Dr. OPINAM C. Stamps: “Paulo sustenta que o homem é a cabeça da mulher. Este fato subentende a subordinação da mulher. Deste modo, estabelece-se uma cadeia de comando: Deus, Cristo, o homem, a mulher. A partir desta proposição deduzem-se decorrências práticas. As mulheres estão erradas, se de qualquer forma, modificam suas diferenças em relação aos homens. Esta admoestação é verdadeira em qualquer circunstância. Paulo dá o exemplo da diferença no vestir. Uma das maneiras de se ver esta diferença estava na maneira dessas mulheres manterem o cabelo. Este devia permanecer de tal maneira que distinguissem os homens das mulheres. O cabelo da mulher simbolizava sua submissão e lealdade a seu marido (por causa do costume da época). Paulo também declara que o cabelo longo é uma vergonha para o homem.”
O Comentário da Bíblia Explicada: “A mulher cobria a cabeça nos dias de Paulo, como sinal de modéstia e subordinação ao marido, e para demonstrar a sua dignidade. O véu significava que ela devia ser respeitada e honrada como mulher casada. Sem véu, ela não tinha dignidade; os homens não respeitavam mulheres sem véu, pois deste modo elas se exibiam pública e indecorosamente. Sendo assim, o véu era um sinal do valor, da dignidade e da importância da mulher conforme Deus a criou (conceito da época). O princípio subjacente no caso do véu, ainda é necessário hoje. A mulher cristã deve vestir-se de modo modesto e cuidadoso, honroso e digno, para sua segurança e seu devido respeito aonde quer que for. A mulher , ao vestir-se de modo modesto e apropriado para a glória de Deus, ressalta a sua própria dignidade, valor e honra que Deus lhe deu. Era costume oriental, no tempo dos apóstolos, a mulher cobrir o rosto com o véu quando andava nas ruas , porém podia dar-se o caso, enquanto ela lavava roupa no córrego, passar algum homem, e encará-la. Mesmo assim, no caso de não ter o véu disponível, teria um recurso: cobrir o rosto, com o seu cabelo comprido. Assim ela ter cabelo comprido lhe era “honroso”, mostrando que não era mulher destituída de pudor.”
Citarei ainda o Manual Bíblico do Dr. Halley: “Era costume nas cidades gregas e orientais as mulheres cobrirem a cabeça, em público, salvo as mulheres devassas (prostitutas). Corinto estava cheia de prostitutas, que funcionavam nos templos (de Afrodite). Algumas mulheres cristãs, prevalecendo-se da liberdade recém achada em Cristo, afoitavam-se em por de lado o véu nas reuniões da igreja, o que horrorizava as outras mais modestas. Diz-lhes o apóstolo que não afrontem a opinião pública com relação ao que é considerado conveniente à decência feminil. Homens e mulheres têm o mesmo valor a vista de Deus. Há, porém, certas distinções naturais entre homens e mulheres, sem as quais a sociedade humana não poderia existir. Mulheres cristãs vivendo em sociedade pagã (pessoas que não conhecem a Deus), devem ser cautelosos sem suas inovações, para não trazer descrédito à sua religião. Geralmente vai mal quando as mulheres querem parecer homens.”
Não devemos dar valor ao que não é valorizado
A verdade é que o uso do véu era algo peculiar da igreja dos Coríntios, era um problema local. Não podemos transformá-lo em doutrina universal para a igreja! Mesmo porque, o apóstolo dos gentios nunca ensinou sobre o uso do cabelo e do véu para outras igrejas. Em nenhuma outra epístola iremos encontrar tal ensinamento. Contudo se as mulheres de hoje fossem praticar o uso do véu, teriam que usá-lo fora da igreja também como fazia as mulheres da época, e não somente durante o culto! Tudo isso mostra a incoerência de alguns em sustentar uma doutrina extra-bíblica.
É oportuno chamar a atenção para dois textos do V.T sobre esse tema:
“Então, se rapará” (aqui está se referindo a purificação do leproso, independentemente do sexo)- Levítico 13.33
“Então, a trarás para a tua casa, e ela (a mulher) rapará a cabeça”. (lei acerca da mulher prisioneira) - Deuteronômio 21.12
Nestes dois textos vemos a Lei de Deus determinar que o cabelo da mulher fosse rapado.
No primeiro caso temos a purificação da mulher leprosa, que quando curada da lepra tinha que rapar totalmente a sua cabeça. Depois, o caso da mulher que era presa nas guerras e trazida para o meio do povo de Deus, esta para ser recebida entre o povo, deveria rapar a cabeça.
Deus poderia curar a mulher leprosa sem ser necessário determinar que sua cabeça fosse rapada. A mulher capturada na guerra poderia ser recebida entre o povo judeu sem precisar ter o seu cabelo cortado. Conjecturamos, diante dos textos bíblicos, que “se o cabelo fosse tão importante, como muitas vezes é pregado, será que nesses dois textos Deus ordenaria o seu corte a ponto de que essas mulheres ficassem totalmente rapadas?”
A exegese correta, do referido texto (I Co 11.1-16), ocorre quando fazemos uma contextualização antropológica dos costumes dos povos primitivos (Cf. Gênesis 38.14-15). Comparando o texto da carta de Paulo com o livro de Gênesis chega-se a conclusão que o cabelo e o véu são uma questão de cultura e costumes de tempos bíblicos. Para os coríntios o cabelo (que era dado em lugar do véu), é sinônimo de santidade e honra, mas o mesmo véu em Gênesis é usado como disfarce para Tamar (nora de Judá) passar-se por uma prostituta. Não podemos entender isso se não levarmos em conta os costumes da época e seus valores culturais.
Endossamos plenamente o que Paulo disse: “Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem tampouco as igrejas de Deus” (I Co 11.16).
Prof. João Flávio Martinez
É fundador do CACP, graduado em história e professor de religiões.
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A questão do cabelo e do véu
O que é Humildade?
por John Piper
Em 1908, o escritor inglês G. K. Chesterton descreveu o embrião da cultura que hoje chamamos de pós-modernismo. Este já é um termo desgastado. Algum dia, os leitores o pesquisarão em um livro de História. Uma das características de seu “relativismo vulgar” (conforme o chama Michael Novak) é o erro grave de tomar a palavra arrogância para referir-se à convicção e humildade para referir-se à dúvida. Chesterton viu a chegada do pós-modernismo:
O que sofremos hoje é de humildade no lugar errado. A modéstia se afastou do setor da ambição e se estabeleceu na área das convicções, o que nunca deveria ter acontecido. Um homem devia mostrar-se duvidoso a respeito de si mesmo, mas não a respeito da verdade; isto foi invertido completamente. Hoje, aquilo no qual o homem confia é exatamente aquilo em que ele não deveria confiar — nele mesmo. Aquilo que ele duvida é exatamente o que ele não deveria duvidar — a razão divina... O cético moderno propõe ser tão humilde que duvida se pode aprender... Existe uma humildade característica de nossa época; acontece, porém, que ela é uma humildade mais venenosa do que as mais severas prostrações dos ascéticos... A velha humildade fazia que o homem duvidasse de seus esforços, e isto, por sua vez, o levaria a trabalhar com mais empenho. Mas a nova humildade torna o homem duvidoso a respeito de seus alvos; e isto o faz parar de trabalhar completamente... Estamos a caminho de produzir uma raça de homens tão mentalmente modestos que serão incapazes de acreditar na tabuada de multiplicação.
Vemos isso, por exemplo, no ressentimento para com os crentes que expressam a convicção de que os judeus (como as outras pessoas) precisam crer em Jesus, para serem salvos. A reação mais comum a esta convicção é que os crentes são arrogantes. A humildade contemporânea está firmemente arraigada no relativismo que evita conhecer a verdade e especificar o erro. Mas isto não é o que a humildade costumava significar.
Se a humildade não é aquiescência às exigências populares do relativismo, então, o que é humildade? Isto é importante, pois a Bíblia diz: “Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (1 Pe 5.5); e: “Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado” (Lc 14.11). A humildade, portanto, é sobremodo importante. Deus nos diz pelo menos cinco coisas a respeito da humildade:
1. A humildade começa com um senso de submissão a Deus, em Cristo. “O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor” (Mt 10.24). “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus” (1 Pe 5.6).
2. A humildade não sente que tem o direito de receber melhor tratamento do que o tratamento dado a Jesus. “Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?” (Mt 10.25.) Por conseguinte, a humildade não paga o mal com o mal. Não é uma vida baseada nos direitos percebidos. “Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos... quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pe 2.21-23).
3. A humildade afirma a verdade não para apoiar o “eu” com o domínio e triunfos dos debates, mas como um serviço prestado a Cristo e expressão de amor para com o adversário. O amor “regozija-se com a verdade” (1 Co 13.6). “O que vos digo às escuras... Não temais” (Mt 10.27,28). “Não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus” (2 Co 4.5).
4. A humildade sabe que depende da graça de Deus para conhecer e crer. “Que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?” (1 Co 4.7.) “Acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma” (Tg 1.21).
5. A humildade sabe que é falível; por isso, reflete sobre o criticismo e aprende dele. Mas também sabe que Deus fez provisão para a convicção humana e nos convoca a persuadir os outros.
Agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido (1 Co 13.12).
O sábio dá ouvidos aos conselhos (Pv 12.15).
Conhecendo o temor do Senhor, persuadimos os homens (2 Co 5.11).
Extraído do livro: Penetrado pela Palavra, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL 2009
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel
FONTE:http://voltemosaoevangelho.blogspot.com
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Os filhos de Deus vão passar pelo juízo final?

Os filhos de Deus vão passar pelo juízo final?
Pergunta: "Por favor, será que vocês poderiam me esclarecer se os cristãos renascidos, filhos de Deus, ainda passarão pelo juízo final descrito em Apocalipse 20.11-15?"
Resposta: Não, filhos de Deus não passarão pelo juízo final, pois já foram reconciliados com Deus pelo sangue do Cordeiro. Filhos de Deus julgaram a si mesmos quando reconheceram e confessaram: ‘Eu sou um pecador e não tenho a glória que deveria ter diante de Deus, e por isso aceito a obra de salvação em Jesus Cristo.’ Seremos, isto sim, colocados em julgamento, mas não no juízo final. E é desse julgamento diferenciado que falam 1 Coríntios 3.12 e os versículos seguintes. Naquela ocasião será avaliado aquilo que construímos, se foi com ouro, prata ou pedras preciosas, ou se edificamos com madeira, feno ou palha – e a recompensa será de acordo!
Você certamente fez essa pergunta porque em Apocalipse 20 é mencionado o Livro da Vida. A pergunta seria por que o Livro da Vida ainda será aberto se naquela ocasião os crentes não serão julgados? Essa é uma boa e justa pergunta. A resposta, segundo nosso entender, só pode ser uma: porque Deus é justo! E cada um que tiver de comparecer ali diante do grande trono branco terá de reconhecer e confessar: "Não tenho mediador, não tenho quem me defenda diante de Deus porque não aceitei a obra de salvação de Jesus Cristo. Por isso o juízo e a minha condenação são justos."
Pergunto ao leitor destas linhas: o seu nome está inscrito no Livro da Vida? Se não estiver, conscientize-se da seriedade de sua situação e se apresse em conseguir o perdão de seus pecados! (Elsbeth Vetsch)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite
Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.
Este artigo é um trabalho compilado.
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Os “Dez Mandamentos” do discernimento

Examinaremos os pontos mais práticos do discernimento doutrinário. Como devemos pôr esse discernimento em prática? Como podemos nos tornar mais amadurecidos e competentes no discernimento? Os “dez mandamentos” a seguir não são tudo que se pode dizer sobre o assunto, mas são de especial importância.
(1) Aprenda a exercer o discernimento à medida que cresce como cristão na fé, amor e santidade. Ainda que seja óbvio, isso deve ser enfatizado e colocado em primeiro lugar na nossa lista. A vida cristã não é um jogo intelectual no qual o objetivo é provar que estamos certos e derrubar os que estão errados. Discernir o ortodoxo do herético é apenas um aspecto da vida cristã, ainda que seja importante. Além disso, o discernimento doutrinário tem de envolver a oração, comunhão com outros cristãos, serviço aos cristãos e aos perdidos, e estudo da doutrina. Devo ressaltar que estou pregando aqui mais para mim mesmo do que para qualquer outro!
Ainda que o crescimento seja vital, não há um padrão mínimo de conquista espiritual que deva ser alcançado antes que se possa exercer o discernimento. Pelo contrário, o exercício do discernimento é uma função na qual todos devem crescer no decorrer de suas vidas como cristãos.
(2) Desenvolva seu conhecimento das Escrituras. Em condições normais, quanto mais uma pessoa conhece as Escrituras, mais ela terá a capacidade de discernir a verdade do erro. Nem todo cristão pode ser um perito, mas todos os cristãos devem estudar a Bíblia em profundidade e desenvolver um excelente conhecimento de seus ensinamentos.
Há várias maneiras de se estudar a Bíblia e todas elas são importantes. Leia a Bíblia diretamente: leia livros inteiros da Bíblia e leia a Bíblia por inteiro. Memorize passagens bíblicas. Estude a bíblica topicamente, procurando o que as Escrituras ensinam sobre determinados assuntos (At. 17:11). Use comentários, dicionários e atlas bíblicos, obras teológicas, etc. – mas não se esqueça que a escolha desse material também vai requerer discernimento. Estude a Bíblia individualmente e em grupos. Procure mestres competentes e aprenda deles o quanto possível. Utilize todos os recursos possíveis para aumentar seu conhecimento bíblico.
(3) Aprenda a pensar de uma maneira lógica e racional. Pensar logicamente significa pensar de tal maneira que não se tira conclusões falsas a partir de premissas verdadeiras. O propósito do estudo da lógica é aprender a pensar claramente e corretamente. Do contrário, ainda que se tenha conhecimento dos fatos, é possível tirar conclusões falsas, se esse fatos forem interpretados de maneira errônea.
Infelizmente, às vezes o pensamento lógico pode ser aplicado sem sensibilidade. Não me refiro ao comportamento rude (o que também pode acontecer), mas ao uso do processo lógico de uma forma que, ainda que se chegue a conclusões aparentemente lógicas, isso é feito sem um reconhecimento das complexidades e nuances de uma determinada situação. O resultado é que muitas vezes os erros de uma determinada pessoa ou grupo religioso são exagerados ou até mesmo erroneamente identificados. O raciocínio sem sensibilidade, no fim, acaba sendo ilógico, porque as conclusões são tiradas sem que antes se considerem todos os fatores – o que é uma falácia lógica de generalização indutiva apressada. Ou, talvez, se chegue a conclusões sobre as crenças de um determinado indivíduo sem que se leve em conta a maneira peculiar na qual essa pessoa emprega sua terminologia. Esse tipo de falácia lógica, onde conclusões são derivadas de premissas que usam a mesma palavra, mas em sentidos diferentes, é chamada de equivocação.
Hoje em dia, o raciocínio impreciso é um grande problema no campo do discernimento doutrinário. Todos nós devemos refinar e aprimorar nossa capacidade de raciocínio o máximo possível, para que possamos exercer discernimento em assuntos doutrinários.
(4) Ao estudar a doutrina, procure entender as diferentes perspectivas das diversas tradições que existem dentro da ortodoxia cristã. À medida que nos familiarizamos com os aspectos básicos da fé, devemos nos familiarizar mais com as diferentes tradições cristãs. Procure aprender as diversas perspectivas dentro do cristianismo ortodoxo sobre questões como o batismo, o milênio, dons espirituais, predestinação, etc. O entendimento dos pontos de vista diferentes dos cristãos sobre tais assuntos doutrinários não só proporcionará uma maior compreensão sobre a diferença entre os aspectos essenciais e não essenciais da fé, como também possibilitará que se tome uma posição mais bíblica e madura com respeito aos mesmos.
(5) Aprenda tanto quanto for possível toda e qualquer informação relevante sobre um grupo religioso ou ensinamento questionável antes de pronunciar qualquer julgamento sobre eles. As Escrituras dizem: “Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha” (Pv. 18:13). Pronunciar julgamentos de heresia sobre crenças alheias, com base em informações insuficientes, é pecado.
Há uma variedade de estratégias que podem ser empregadas para se adquirir informações sobre um grupo. Podem-se averiguar as afiliações religiosas do grupo – a denominação ou religião à qual pertence – apesar de que em alguns casos as organizações podem negar a afiliação de seus grupos controvertidos. Pode-se investigar a história do grupo e seus líderes. Podem-se consultar referências, dicionários ou enciclopédias que listam grupos religiosos e organizações, com as respectivas descrições de suas crenças. Na maioria dos casos (exceto quando se trata de grupos muito novos ou muito pequenos), esses procedimentos facilitarão a obtenção de informações adequadas.
(6) Baseie seu entendimento de uma determinada doutrina questionável naquilo que aqueles que a defendem dizem sobre ela, mas não presuma que o uso de termos ortodoxos garante a ortodoxia das crenças. Da mesma maneira que não gostaríamos que alguém nos rotulasse como hereges e dissessem todo mal contra nós (Mt. 5:11) com base no que outros dizem de nós, também não devemos criticar os pontos de vista de outras pessoas sem nos certificarmos de que os ouvimos deles mesmos (Mt. 7:12). Isso não significa que todo cristão deve pessoalmente estudar a literatura produzida por um determinado grupo herético antes que possa determinar que ele é realmente herético. Significa que uma crítica de um grupo supostamente herético não deve ser considerada adequada a não ser que seja baseada em citações corretas dos líderes do grupo.
Nos casos em que ainda não há uma análise ou avaliação cristã adequada das doutrinas de um determinado grupo, é ainda mais importante se obter informações a partir de fontes primárias. Muitas vezes pode-se simplesmente solicitar uma declaração doutrinária. Entretanto, deve-se ter em mente duas observações: primeiro, há grupos que são ortodoxos e ainda assim não tem uma declaração doutrinária oficial. Segundo, os grupos heréticos normalmente procuram fazer com que suas declarações doutrinárias tenham ao máximo a aparência de ortodoxas, para que possam driblar críticas. Outras publicações, nestes casos, podem ser mais úteis para que se conhecer as verdadeiras crenças de um grupo.
Na verdade, é uma característica de grupos não ortodoxos e aberrantes não serem transparentes e honestos com relação à verdadeira natureza de suas crenças.
Freqüentemente, eles usarão linguagem bíblica e até soarão como sendo evangélicos, procurando evitar críticas. O Novo Testamento nos avisa sobre isso (e.g., 2 Co. 11:4). Nesse caso, procure obter o máximo possível de informações sobre suas crenças e compare o que dizem ao público com o que dizem entre eles. Isso pode eventualmente requerer que se compareça a suas reuniões, que se faça perguntas que não sejam vistas como críticas (cf. Mt. 10:16), ou que se obtenha literatura que somente é distribuída a seus membros. Geralmente, esse tipo de investigação deve ser feita somente por aqueles que já têm experiência e treinamento no discernimento doutrinário, especialmente os que ministram nesse campo. Em alguns casos, ex-membros desses grupos serão as melhores fontes de informação e de materiais.
(7) Trate as informações fornecidas por ex-membros com respeito e cautela. Todo grupo herético eventualmente começa a gerar ex-membros, e essas pessoas podem ser fontes valiosas. Muitas vezes sua maior contribuição é seu acesso a publicações e gravações que não estão disponíveis ao público em geral. Seus testemunhos pessoais podem também ser úteis e informativos.
Uma das características de grupos heréticos e aberrantes é que eles consideram seus ex-membros como sendo revoltados e invejosos, pessoas imorais que buscam vingança. Isso, é claro, pode até ser verdade am alguns casos. Porém, se um grupo perde um grande número de adeptos e se o testemunho desses ex-membros é consistente, tal testemunho merece crédito. O testemunho de um ex-membro é bastante reforçado se puder ser sustentado por documentação ou pela corroboração dos testemunhos de outros ex-membros.
Ocasionalmente, alguns indivíduos se apresentarão como ex-membros de um grupo e contarão histórias extraordinárias sobre seu envolvimento. Nesses casos, deve se proceder com bastante cautela, sendo que muitas vezes tais indivíduos nunca foram realmente membros do grupo ou, se foram, seu envolvimento nele nunca foi tão grande quanto alegam. Nem sempre se pode determinar se esses indivíduos fraudulentos estão em busca de dinheiro, atenção da mídia, antagonismo pessoal contra o grupo ou outra razão mais sutil. De qualquer maneira, é importante que acusações sensacionalistas contra um grupo não sejam aceitas meramente com base no testemunho de uma ou duas pessoas, sem o apoio de maior evidência.
(8) Em casos ambíguos ou incertos, dê o benefício da dúvida à pessoa ou grupo em questão. O princípio “inocente até prova em contrário” deve ser aplicado nesses casos. Alguns cristãos envolvidos em ministérios de discernimento “apitam”, ou “levantam a bandeirinha” cada vez que há a menor aparência de possível heresia. Essa prática traz reprovação a ministérios de discernimento, além de dividir os cristãos.
(9) Comece pelas questões básicas. No processo de pesquisa sobre a ortodoxia de um determinado grupo, pode-se economizar muito tempo e energia, além de se prevenir muitos erros, se primeiro forem estudadas as questões mais básicas, que dizem respeito à posição do grupo em relação à Bíblia e à autoridade religiosa. Consideram eles a Bíblia como sendo a Palavra de Deus infalível e inerrante? Consideram eles a Bíblia como sendo a autoridade final em assuntos religiosos ou consideram qualquer outra fonte (seus líderes, um profeta moderno, outro livro, etc.) como sendo autoridade indispensável para a interpretação da Bíblia? Se considerarem a Bíblia como sendo infalível, inerrante, e a autoridade final em assuntos religiosos, na maioria dos casos eles serão ortodoxos. Se não, eles normalmente serão heréticos. Note, porém, que essas são apenas diretrizes gerais, já que há grupos heréticos que professam confiança completa na Bíblia e não aparentam ter nenhuma outra autoridade doutrinária.
(10) Aconselhe-se com ministérios de discernimento de boa reputação que honrem princípios bíblicos de discernimento. Nenhum ser humano ou organização (incluindo os ministérios de discernimento) é infalível. Entretanto, se você concorda que os princípios apresentados nesse livro são bíblicos, deve então buscar a opinião e o conselho de ministérios que baseiam seu trabalho nesses princípios. Lembre-se do que foi dito no capítulo anterior sobre ministérios para-eclesiásticos.
O desafio do Discernimento
Em conclusão, gostaria de lançar aqui um desafio àqueles que concordam que o discernimento doutrinário, como apresentado nesse livro, é realmente necessário. Contribua com seus esforços para a obra contínua do discernimento. Encoraje seus pastores e líderes a pregar e ensinar sobre o discernimento doutrinário. Contribua para o sustento financeiro de um ou mais ministérios bíblicos de discernimento, especialmente aqueles que atuam na sua área. Se tiver filhos, ensine-lhes a sã doutrina. Ore pelos pregadores e mestres ortodoxos do cristianismo e para que heresias e doutrinas aberrantes percam seu poder de atração. Todo cristão pode e deve estar contribuindo de alguma forma para o discernimento da sã doutrina pela Igreja.
Fonte: Manual Prático de Defesa da fé
Joaquim de Andrade
Apologista, Pesquisador e Presidente do CREIA
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Os “Dez Mandamentos” do discernimento
Por que o justo sofre?

"Por que o justo mesmo estando sobre a proteção de Deus sofre tribulação?"
O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor.
A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a conseqüência de nossa imperícia.
Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas: "Por que sofre o justo?"; "Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?"; "Por que o ímpio, que amaldiçoa e escarnece da divindade parece vencer e prosperar em todas as coisas?; "Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversidade, pela tragédia e pela destruição?"
Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encontrarem falidos e desamparados. Estas perguntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?"
Ainda hoje prevalecem essas conjecturas. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumentam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas antigas, a fim de evoluirmos espiritualmente." Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão somente negativo?" Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os homens?
O grande enigma do sofrimento dos justos é-nos impossível decifrar.
A par destas difíceis perguntas, há ainda quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniqüidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvário?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.
Entretanto, como a questão do sofrimento dos justos afeta decididamente o nosso dia-a-dia, rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus permite a provação.
De fato, temos de convir, quer queiramos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gostaríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual. Os terremotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários. A razão por que Deus permite certas coisas, encontra-se além das nossas conjeturas. Contudo, poderemos estudar suas obras na natu¬reza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si", diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fazê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pensar, deliberada, segura e irresistivelmente.
Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós re-servados: "Não retarda o Senhor a sua promessa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos. Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, ninguém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7.
Fonte: Livro "A Bíblia Responde" Editora CPAD
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Por que o justo sofre?
Os dois malfeitores na Cruz

"Como explicar Mateus 27.44 e Marcos 15.32, onde se diz que os dois malfeitores crucificados com Jesus o injuriavam, e blasfemavam contra Ele, com Lucas 23.39,40, que afirma ser um só o blasfemador, e o outro não, antes censurava seu companheiro em defesa do Senhor, a quem fez o célebre pedido: 'Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino'?"
Não há dificuldade em conciliar estas passagens. Os evangelhos não foram escritos ao mesmo tempo, nem no mesmo local, nem destinados às mesmas pessoas: Mateus, por exemplo, apresenta Jesus como o Messias, e foi endereçado primeiramente aos judeus; Marcos apresenta o Senhor como Maravilhoso, e destinou-se aos gentios; Lucas mostra o Mestre como o Filho do homem, e teve endereço pessoal a Teófilo; João mostra o Salvador como o Filho de Deus, e é o Evangelho Teológico destinado a todos os crentes. Mateus e João foram apóstolos e tiveram a oportunidade de ver e ouvir melhor tudo o que se passou com Jesus, pois conviveram com Ele por mais de três anos; Lucas e Marcos não foram apóstolos. Para escrever seu evangelho, Lucas só o fez depois de haver-se "informado minuciosamente de tudo desde o princípio", 1.3. De Marcos, se diz que foi informado do que conhecera pelo apóstolo Pedro, talvez por não possuir conhecimento e instrução suficiente do que ocorrera. É uma verdade conhecida que duas ou mais pessoas, ao presenciarem o mesmo fato, divergem, ao descrevê-lo, mas essa divergência, quando não prometida, é benéfica, pois completa a descrição.
De fato, os Evangelhos foram escritos sem prévia combinação entre seus escritores. Desse modo, um descreve um fato que o outro não narra. Mateus e Marcos deram ênfase a que os dois ladrões que estavam sendo crucificados com Jesus blasfema-vam e zombavam. E isso foi verdade, porque ambos estavam revoltados, pois julgavam que a crucificação de Jesus apressara a própria crucificação deles. Lucas, por sua vez, relata o sucedido, ou seja, a conversão de um dos malfeitores, enquanto o outro continuou com o coração endurecido e fechado para a grandiosidade da obra que presenciava. A descrição dessa minúcia que completou o ocorrido no Calvário foi citado pelo médico amado, Lucas, visto que se informara "minuciosamente de tudo". Desejamos enfatizar que esse comentário em nada contraria a inspiração divina das Escrituras. Na inspiração Deus usou também a ação dos escritores bíblicos. Uma prova irrefutável disso são as próprias palavras de Lucas já citadas: "Havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio". Deus usou ainda a idéia do escritor, a sua instrução, os seus conhecimentos, etc. Pedro, o pescador, não poderia jamais ser usado para descrever a sublimidade do Evangelho e a sua eficácia, como o foi Paulo, o apóstolo. Mas Deus, pela inspiração, fez com que a ação, o pensamento, a instrução do escritor bíblico fossem adaptados a revelar unicamente o plano divino, ao escoimá-lo de qualquer sombra de erro.
Fonte: Livro "A Bíblia Responde" Editora CPAD
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"Ra-tim-bum" significa maldição?

A origem dos bordões "é hora!, é hora!" e "é pique!, é pique!" é explicada na Revista Fapesp de número 102 de março de 2004, páginas 57 e 58.
O bordão “é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum", incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas da década de 1930. “É pique, é pique” era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como pic-pic porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo.
“É hora, é hora” era um grito de guerra de botequim. Nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja - era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: “É meia hora, é hora, é hora, é hora, é hora!"
“Rá-tim-bun”, por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade - e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum'.
Como isso foi parar no Parabéns a você? “Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos”, conta o atual diretor da faculdade, Eduardo Marchi...
Fonte: http://www.quatrocantos.com/LENDAS/415_ra_tim_bum_ratimbum.htm
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CURSOS
- Curso de Apologética On-line - Aprenda a defender-se das seitas e de suas heresias.
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Paul Washer - Precisamos de pregadores
Parte 1
Parte 2
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Acabou o patriotismo?

Paraíba, 03/07/2010
Acabou o patriotismo?
Duas horas depois da seleção brasileira ter sido eliminada pela Holanda nas quartas de finais da Copa do Mundo da África do Sul, saí a rua. O clima na cidade era de extrema desilução, o que nitidamente se percebia no semblante das pessoas. No entanto, o que mais me chamou a atenção, foi o fato de ver a população recolhendo dos lougradores públicos suas faixas, bandeiras e cartazes numa clara demonstração de que o patriotismo acabou.
Ué? Cadê a paixão pelo Brasil? Por acaso não eram estes que há pouco cantavam sua paixão pela pátria com muito orgulho e muito amor? O que será que aconteceu com o patriotismo tupiniquim? Será que se mudou para Amsterdã?
Caro leitor, infelizmente o povo brasileiro só demonstra amor pelo seu país em época de Copa do Mundo, o que demonstra nitidamente um enorme descaso por parte da maioria da população para com os rumos sociais, econômicos e politicos deste imenso país.
Isto posto, gostaria de lembrar àqueles que "não desistem nunca", de que este ano é ano de eleição, e como tal somos responsáveis em eleger representantes honestos e decentes para os mais diferentes cargos públicos da nação. Sem a menor sombra de dúvidas esse deveria ser o momento em que toda população brasileira deveria imbuir-se de patriotismo, conduzindo aos palácios, assembléias legislativas e Congresso Nacional , pessoas capazes de dar ao Brasil o verdadeiro título de campeão
Que Deus nos ajude!
Renato Vargens
http://www.conscienciacrista.com.br
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'Sex Shop Gospel' - Só faltava essa

'Sex Shop Gospel' regado a oração, bíblia e Jesus
Sex shop online conta com oração para oferecer brinquedos sexuais cristãos, que vão desde vibradores em forma de coelho até estimuladores anais.
'Sex Shop Gospel' regado a oração, bíblia e Jesus A nova empreitada responsável pelo crescimento de dois sex shops online nos Estados Unidos é a prova de que no mercado erótico há espaço para todos.
O site pioneiro “Book22” começou em 2008. A proprietária, Joy Wilson, disse em entrevista ao site religioso “NPR.com” que ao procurar alguns brinquedos pela internet para melhorar a vida entre quatro paredes com o seu marido, ambos se depararam com pura pornografia. Não era isso que procuravam: “Fiquei muito surpresa que era tão ruim”.
Por isso, ela resolveu começar seu próprio sex shop livre de pecados. O site comercializa livros, brinquedos e até mesmo conselhos sexuais e amorosos. O nome da loja faz referência ao salmo 22 da bíblia.
Preocupada em garantir a santidade dos produtos oferecidos, Joy faz questão de fazer sua parte: “Nós oramos por todos os produtos antes de adicioná-los ao site”. Ao que parece, a tática tem dado certo: “Ele (Jesus) realmente nos impressionou. Quase toda nossa página de 'pedidos especiais' está esgotada”. A especialidade envolve um “kit de aventura para o fim de semana” e um “kit sexy de velcro”.
A página inicial do site deixa claro a filosofia da loja: “oferecemos ótimos preços em nossos brinquedos sexuais cristãos, sempre mantendo Jesus Cristo no centro de tudo”.
Nota do CACP: Os cristãos verdadeiros não podem se calar diante de tanta corrupção. Precisamos nos levantar diante dessas afrontas e bradar - BASTA!
Fonte: http://www.conscienciacrista.com.br
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