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Caso Mackenzie : Blogueiros cristãos publicam post em defesa da liberdade de expressão


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Fonte:http://arsenaldocrente.blogspot.com/2010/11/caso-mackenzie-blogueiros-cristaos.html

Concerto De Amor



"O Senhor será um alto Refúgio em tempos de angústia" Sl 9:9

O livro Lamentações de Jeremias é um lamento fúnebre para a cidade conquistada de Jerusalém. Foi escrito pelo profeta, logo após Jerusalém sair cativa para a Babilônia em 586 aC. Nessas alturas o magnífico templo que o rei Salomão havia construído foi queimado até o chão e a maioria do povo de Judá foi morto e tomado como reféns. As condições de Jerusalém eram terríveis. Durante o longo cerco da cidade, a doença endêmica e da morte era comum (II Rs 25:1, Ez 5:12) A fome que resultou no cerco foi tão grave que alguns dos habitantes de Jerusalém recorreram ao canibalismo, comendo os próprios filhos (Lm 3:20, 4:10, Ez 5:10). Após a invasão, Jeremias teve permissão por parte das forças da Babilônia para permanecer em Jerusalém com as poucas pessoas que ali restaram, os mais pobres da terra (Jr 40:7).

Não é de admirar que em seu lamento o profeta diz: "Como está abandonada a cidade, outrora tão cheia de gente!". Os poemas dos capítulos de 1 a 4 são acrósticos, ou seja, cada versículo começa com a letra do alfabeto hebraico. Jeremias chorou por Jerusalém de "A a Z".

Um punhado de pessoas fiéis estava consciente de que a Babilônia era uma vara de disciplina na mão de Deus (Lm 1:5, 12,15) E mesmo se mantendo fiéis ao Senhor esse grupo sofreu juntamente com os demais que experimentaram o julgamento de Deus pelos pecados. Foi no meio desse sofrimento que este remanescente fiel pode dizer: "As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, pois as suas misericórdias não têm fim" Jr 3:22 .Misericórdia aqui pode ser traduzida como hescol; "Concerto de amor". Aleluia!

Como cantar fidelidade e misericórdia em um estado tão miserável? Jeremias e o remanescente sabiam que Deus estava sendo fiel as suas promessas ao mantê-los firmes e fortes em meio às investidas do exército Babilônico. Eles deveriam ser exterminados com toda a terra (Jr 4:27), mas Deus não quis destruir por completo a nação. Assim, cada amanhecer era um símbolo do "concerto de amor". Era Deus declarando que enquanto o sol nascia a cada dia, a nação viveria. Eles sabiam que Deus não os havia abandonado. Agarraram-se as promessas e por elas viveram.

As lições extraídas desse contexto são encorajadoras. Se Deus deu esperanças ao remanescente em meio ao cenário de dor, podemos estar certos de que Ele nos dá esperança em meio as nossas feridas. Assim como o punhado de fiéis, viveu pelas promessas, nós podemos olhar para o Senhor e Sua Palavra, vamos encontrar esperança. Há uma promessa que diz: "Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus Rm 8:28, isto inclui nossas mágoas.

Tem outra promessa que diz: "Deus faz todas as coisas segundo o conselho de sua vontade" Ef 1:11. Significa que nenhum evento do universo acontece fora do controle da mão de Deus. Mesmo as coisas do mal não estão fora dos limites de Deus. Nada acontece por acaso! De forma sobrenatural Deus sabe e controla as fontes de nossas feridas, Ele não apenas "junta os cacos" como pode transformar em algo bom o que viria a ser uma tragédia. Quer reconheçamos quer não, quer compreendamos ou não. Ele está sempre no controle!(Ef 1:11, 12).

Quando percebemos que não merecemos nada de Deus, mas que Ele ainda controla os eventos do universo a nosso favor, nós ganhamos uma nova apreciação de quão grande é o amor e fidelidade de Deus para nós, mesmo no meio de nossa maior dor. É uma aplicação do seu concerto de amor. Passamos a apreciar Sua eterna graça nas "pequenas" coisas: Na ajuda inesperada de alguém, no incentivo de um estranho, no animal de estimação enroscado aos nossos pés ou colo... começamos a agradecer ao nosso Pai celeste porque todas as coisas realmente têm um significado revestido de amor.

Em meio as nossas necessidades não atendidas da maneira como gostaríamos, nas desilusões, nas feridas diversas Deus traz esperança no meio da dor! Ele é fiel a Seu compromisso de nos proporcionar bem estar. Finalmente Temos todas as promessas Bíblicas de um futuro eterno com o Senhor no céu. Esta vida é apenas um momento fugaz em comparação com a eternidade. As mágoas de hoje em breve terão ido embora para sempre. Para o cristão essa é verdadeiramente viver a esperança no meio da dor. É a maior de todas as promessas advindas do concerto de amor.


David R. Reid

Adaptado
Por: Wilma Rejane
http://atendanarocha.blogspot.com/2010/11/concerto-de-amor.html#more

Banda e Voz - Diamante

muito linda e maravilhosa esta canção,parabéns banda e voz.

Pregação Chocante (Paul Washer)

A PEDIDOS ESTOU COLOCANDO A MENSAGEM DO PAUL WASHER QUE JA COLOQUEI AQUI E QUE É O QUE O POVO DE DEUS ESTÁ PRECISANDO OUVIR E COLOCAR EM PRATICA.

Um amor para recordar (filme)

Um amor para recordar from Shalom TV on Vimeo.

Não é tarde para começar (filme)

Não é tarde para começar from Shalom TV on Vimeo.

CRACK PREOCUPA LIDERANÇAS CRISTÃS


Com tantos jovens consumindo droga, entidade oferece ajuda


Por: Redação Creio


O número de usuários de crack aumentou nesses últimos anos, segundo anuncio feito no dia 31 de outubro pelo ministro da saúde, José Gomes Temporão. O portal Creio buscou ouvir uma entendidade que reabilita e reintegra crianças e adolescentes em situação de risco social, o Ministério Jeame.
Com atuação nas ruas do centro de São Paulo, a entidade com caráter filantrópico começou o trabalho dentro da Febem (Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor), que hoje é Fundação Casa, da capital paulista há 28 anos e continua até os dias atuais com esse projeto e o "Escola Papo de Responsa".
Ailton José Fonseca de Souza, missionário e gerente de administração do ministério, comentou sobre o aumento no número de usuários de crack e principalmente da classe média e alta da sociedade. "A verdade, é que o maior número de dependentes está nas classes A e B. Falta diálogo entre a família, os pais estão muito ausentes. A figura do pai e da mãe é imprescindível para a formação da criança e adolescente, que pode se tornar um adulto imaturo. Outro fator, é a questão da imposição de regras ao jovem, isso afeta o comportamento".
O missionário Ailton também falou sobre a participação das mídias televisivas no combate e prevenção as drogas, mas alertou para a distorção que a televisão pode causar na sociedade. "É impossível frear a proliferação das drogas sem a participação efetiva dos meios de comunicação, mas a televisão brasileira tem sido um dos principais veículos de comunicação transformador de valores saudáveis em lixo".

Confira a entrevista com o missionário Ailton Fonseca:

Portal Creio: O que leva a pessoa a partir para esse tipo de droga (crack)?

Ailton: "Muitos meninos e jovens entraram no caminho das drogas por influência de amigos. Mas o principal é a família, nunca os pais devem ridicularizar os filhos, tornar o ambiente familiar mais atrativo, porque uma criança quer estar próxima dos pais, o filho quer ser ouvido pelo pai e se ele não tiver a atenção necessária, ele busca satisfação nas drogas".

Portal Creio: Como é o processo de recuperação de um dependente químico?

Ailton: A primeira etapa é ele reconhecer que precisa de ajuda, pois sem este passo não há recuperação. Depois recorrer a um centro de tratamento, clínica de recuperação com profissionais qualificados que o ajudem a encontrar o tratamento mais apropriado para o seu caso particular.
Ele pode ter uma síndrome de abstinência, que é o conjunto de conseqüências orgânicas da parada brusca do uso da droga. Os seus efeitos variam de pessoa para pessoa, do tipo da droga, do tempo que a pessoa consumia a droga e também do estado físico e emocional do dependente. E importante dizer que os efeitos da síndrome de abstinência, embora bastante graves, passam, a medida que o organismo vai se acostumando a viver sem a droga. Entretanto, há pessoas que necessitam de ajuda medica para suportar a abstinência, ate se livrar da dependência.


É natural que uma pessoa que esta consumindo qualquer tipo de droga tenha dificuldade para deixar de consumir. Essa pessoa esta passando por um processo de aprendizado de comportamento e de vida exatamente como a criança que esta aprendendo a andar. O importante, contudo e nunca desistir. Insistir na cura, e insistir na vida. Uma recaída nunca deve ser encarada como um fracasso, mas como um tropeço e pode ser muito útil aprender com ele para que seja menor a possibilidade de outra recaída.


Portal Creio: Como o usuário pode se ajudar a largar o vício?


Ailton: Colaborar com os profissionais encarregados do tratamento ou a profissionais qualificados que o ajudem a encontrar o tratamento mais apropriado para o seu caso particular.


Portal Creio: Como as igrejas devem agir com os jovens para que eles não abandonem a igreja e partam para as drogas?


Ailton: Caso haja algum jovem usuário de drogas na igreja, haja sempre com muito amor, mesmo quando não há mais energia, paciência, tolerância, e nessa hora que precisamos desenvolver e buscar o real amor de Cristo. Esses adolescentes e jovens são recuperáveis, nesse momento eles são apenas diamantes ainda bruto, mas com a lapidação certa se tornaram em uma belíssima e valiosa pedra.


Tem que confiar nele, por mais que seja difícil, evitar cobrá-lo, evitar falar como se soubesse tudo, sem ouvir suas opiniões e experiências. Não ignore os problemas escolares e pessoais de seus jovens, porque considera que “são coisas banais”. Evite fazer julgamentos, isso só vai colocar o estudante na defensiva e aumentar a culpa. Enfatize que a situação em que se encontra só pode mudar, se ele assumir a responsabilidade de mudá-lá, afinal cabe a ele a decisão, embora possa haver ajuda dos outros. Ofereça opções de comportamentos alternativos e convide-o a refletir, não exija que ele se comprometa com nada de imediato, a não ser o de refletir sobre o que você falou. Diga que ele é capaz de mudar, que, embora possa parecer difícil, é possível. Começar com pequenos passos pode ser a melhor maneira de conseguir mais. Não contradiza entre o que exige dos jovens e o que você mesmo (como discipulador ou líder) faz a respeito. Inclua informação realista sobre os riscos de se usar drogas, mas mencione também os benefícios de não usá-lãs. Tente envolver seus jovens ao maximo, usando as opiniões e visões que eles oferecem.


Portal Creio: Como é o seu trabalho com os jovens, explique resumidamente desde a primeira etapa (identifica e abordar um dependente de drogas) até a etapa final. (Recuperação, qual método, técnica, material, você usa para libertá-los das drogas)?


Ailton: Atuei na linha de frente do JEAME, nas ruas e nas unidades da (FEBEM), hoje Fundação C.A.S.A. Em todos os lugares que atuamos, a primeira etapa é criar uma ponte de relacionamento e confiança. Esses jovens são amargos pela vida e precisa ter seus próprios escudos para não sofrerem.


É sempre bom, conversar dentro da sua linguagem de uma forma simples, sem usar palavras difíceis, a conversa de mano a mano. Aos poucos vamos triando e levantando qual real motivo que o levou a estar naquela situação de droga e crime.


Este relacionamento leva às vezes algum tempo, pois muitas promessas foram feitas e eles demoram a confiar, mas quando a barreira é rompida tudo fica mais fácil.


Conhecer o adolescente ou o jovem que está ao seu lado te ajuda a saber como ajudá-lo e por onde começar na sua recuperação. Nesta etapa já conhecemos sua família, ele já aceitou se recuperar.


Se ele ainda estiver na Fundação CASA, continuamos o acompanhamento até sua liberdade, e encaminhamos a Casa de Recuperação, onde começa uma longa fase.
E se estiver em situação de rua, fazemos a triagem, o contato com sua família e encaminhamos a Casa de Recuperação, onde também começa uma longa fase.


Caso você tenha um jovem que precise de uma ajuda mais individual, e você esteja disposto a oferecê-la, leia abaixo algumas dicas de como ter uma conversa:


Coloque claramente sua preocupação com o comportamento dele (a), de modo calmo, dando exemplos bem concretos e específicos de episódios que você observou;


Evite fazer julgamentos, sermões, isso só vai colocar o adolescente na defensiva e aumentar a culpa;


Enfatize que a situação em que se encontra só pode mudar, se ele assumir a responsabilidade de mudá-la; cabe a ele a decisão final, embora possa haver ajuda dos outros;


Ofereça opções de comportamentos alternativos e convide-o a refletir, não exija que ele se comprometa com nada de imediato, a não ser o de refletir sobre o que você falou;



Apresente informações fundamentadas sobre drogas de maneira isenta e honesta, sem usar exagero ou estratégias de amedrontamento.


Inclua informação realista sobre os riscos de se usar drogas, mas mencione também os benefícios de não usá-las.


Caso vá explorar os vários motivos pelos quais as pessoas usam drogas, discuta também alternativa, outras atividades que as pessoas poderiam ter escolhido ao invés de usar drogas.

Fonte: http://www.creio.com.br

ONU legaliza pornografia infantil e prostituição


Judith Reisman
Considere a recente reportagem da WND sobre recente abertura, na Escócia, da pornografia de internet para as crianças nas escolas, durante o horário de almoço, graças à Convenção dos Direitos da Criança da ONU, atualmente não-ratificada pelos reprimidos EUA.
Os “direitos da criança” da ONU incluem o condicionamento das crianças à prostituição e pornografia “consensual” e o “direito” de ser usada por qualquer canalha que elas “escolham.” Os pais que protestarem correm o risco de serem presos ou tachados de loucos.
Embora a Convenção dos Direitos da Criança da ONU, de 2010, evite a linguagem incendiária dos últimos anos, empregam-se os mesmos dispositivos de comercialização sexual de crianças.
“Artigo 1 (Definição de criança): A Convenção define ‘criança’ como uma pessoa abaixo da idade de 18 anos, a menos que as leis de um país em particular estabeleçam uma idade legal adulta inferior a essa”. Isso permite deliberadamente que qualquer idade seja redefinida como adulta.
Tradução: Países com prostituição ou pornografia legais e “idade adulta” inferior podem comercializar prostituição/pornografia infantil. Os autores dos “direitos” sabem que a idade adulta pode se tornar qualquer idade, dependendo da idade do(s) parceiro(s). A idade de consentimento da Espanha hoje é de 13 anos, a pornografia legal e a prostituição legal, na prática.
O artigo 17 diz: “(Acesso a informação; mídia de massa): As crianças têm o direito de obter informações que sejam importantes para sua saúde e bem-estar…”
Muito material internacional pornográfico e material fraudulento da Federação Internacional de Planejamento Familiar [a maior rede mundial de abortos] travestido de educação sexual e prevenção à AIDS é considerado bom para a “saúde e bem-estar” das crianças. Da mesma forma, “livros para crianças” mentem e violam sexualmente a criança leitora.
O Artigo 13 é a lei de acesso à pornografia: “A criança terá o direito à liberdade de expressão… a receber e compartilhar informação e ideias de todos os tipos, independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança.”
Então, um educador pedófilo escocês organiza o acesso a “todas” as mídias para qualquer idade, de 1 a 18 anos. Livre “expressão... independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança” é uma escolha da criança.
O artigo 15 dá às crianças de qualquer idade a “liberdade de associação e reunião pacífica. Nenhuma restrição pode ser colocada no exercício desses direitos” se eles forem legais e não violarem a segurança pública, etc. É ilegal aos pais impedirem as crianças de más ações, etc. Bilhões podem ser ganhos por meio destes artigos “de proteção” à criança.
Artigo 16: autoriza a prisão dos pais que interferirem nas atividades de um cafetão, pois as crianças estão protegidas contra “toda interferência arbitrária ou ilegal em sua privacidade… honra ou reputação.”
O artigo 24 prevê os serviços e a educação sobre o planejamento familiar como “serviço de saúde,” “abolindo práticas tradicionais prejudiciais à saúde das crianças.”
Tradução: a contracepção infantil, vacinação compulsória contra doenças venéreas e aborto como “proteções” infantis em documentos internacionais de assistência.
Nenhum dos “direitos” identifica imagens sexuais explícitas como “materiais que poderiam prejudicar as crianças.”
Por que será que os que trabalham para o UNICEF são sempre pintados como mocinhos? Na edição de primavera de 1991 do Journal of Pedophilia [Revista de Pedofilia], o autor lamenta o diretor belga do UNICEF tenha sido condenado pelo estupro, tortura, prostituição e pornografia na área de laboratórios da ONU que fica no subsolo da ONU. Os pedófilos protestaram, alegando que “Desde o caso Dutroux [UNICEF] na Bélgica, a televisão e os jornais estão cheios de notícias sobre pedofilia de um modo pejorativo e negativo.”
Puxa, não os jornais americanos. Embora a condenação de um notório grupo de pedófilos que regularmente abusava sexualmente de crianças no porão do escritório central do UNICEF seja de interesse significativo para os americanos, nem o UNICEF nem a imprensa americana acharam isso uma notícia digna de se noticiar, protegendo a imagem e a renda da UNICEF.
O UNICEF fornece nutrição básica, água potável, serviço sanitário, serviços emergenciais e instrução fundamental. Entretanto, os “direitos sexuais das crianças” do UNICEF significam que a raposa está guardando o galinheiro e comendo bem.
A Dra. Judith Reisman trabalhava como especialista em abuso sexual infantil e crimes envolvendo pornografia a serviço do Departamento de Justiça, Justiça Juvenil e Prevenção da Delinquência dos Estados Unidos, e autora de vários livros, o mais novo dos quais é: “Sexual Sabotage: How One Mad Scientist Unleashed a Plague of Corruption and Contagion on America.” [Sabotagem sexual: como um cientista louco desencadeou uma praga de corrupção e contágio na América]. Mais informações estão disponíveis no seu site.

Fonte:http://www.palavradaverdade.com

O código da Bíblia desvenda acontecimentos futuros?


- Norbert Lieth -

O assunto do "Código da Bíblia" já circula há vários meses. Quase todas as grandes revistas noticiaram a "descoberta". O código foi vendido como sensação e o livro escrito a respeito tornou-se um bestseller. O matemático israelense Eliyahu Rips e o jornalista americano Michael Drosnin estão convictos de que é possível decifrar o código da Bíblia por meio de operações matemáticas por computador. Segundo os autores, no código estariam previstos o Holocausto, a morte de Rabin, a presidência de Bill Clinton, entre outros acontecimentos. Nesse meio tempo, porém, também se ouviram vozes pessimistas questionando ou rejeitando o código. Vários especialistas o classificaram simplesmente como bobagem e acrobacia numérica. A Sociedade Bíblica Alemã tomou posição em uma reportagem intitulada "Deus não fala por códigos" e conclamou a uma avaliação sóbria. A revista "Bibel Report" afirmou que, com talento para combinar as letras de diferentes maneiras, pode-se encontrar praticamente todos os acontecimentos importantes. O procedimento seria semelhante à leitura do destino em formas surgidas do endurecimento de chumbo derretido ou à adivinhação através da leitura da borra de café. De acordo com a Sociedade Bíblica Alemã, é difícil acreditar que Deus tenha falado a Seu povo de forma codificada durante 3.000 anos, e que tiveram de aparecer os senhores Rips e Drosnin (que nem são crentes no sentido bíblico) para descobrir o que Ele de fato queria dizer.

Alguns crentes mencionam a passagem de Daniel 12.4 e pensam que, com o código da Bíblia, essa época agora tenha chegado: "Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará". Evidentemente essa passagem não se refere a um código bíblico secreto, mas ao aumento do conhecimento sobre aquilo que já está escrito na Bíblia. O contexto geral de Daniel 12 leva a concluir que esta passagem trata do tempo do fim, quando mais e mais judeus chegarão ao conhecimento da verdade em Jesus e converter-se-ão. E isto realmente está acontecendo hoje em dia. Em Israel surgem cada vem mais igrejas messiânicas e atualmente o número de seus membros cresce bastante. Caso os senhores Drosnin e Rips tivessem razão, nenhum cristão que crê na Bíblia poderia lê-la sem idéias pré-concebidas. Teríamos de esperar pelas interpretações desses ou de outros "decifradores de códigos bíblicos" para poder predizer acontecimentos futuros. Fica a impressão de que através da tese do "Código da Bíblia" a Palavra de Deus torna-se mais morta do que realmente digna de crédito. Um artigo do boletim "Topic" (12/97) dizia:

Revelações segundo o método do "Código da Bíblia" também acontecem fora da Bíblia.

Seguindo o método do "Código da Bíblia", o matemático australiano Brendan McKay trabalhou com o romance "Moby Dick". Ele chegou aos mesmos resultados "sensacionais" como Michael Drosnin, o autor do livro "O Código da Bíblia". McKay encontrou dados apropriados para acontecimentos como o assassinato de Indira Ghandi, de Martin Luther King, de Yitzhak Rabin e até do trágico acidente de Lady Diana. Não se deve esquecer de que no hebraico não existem vogais. Isso significa que as sílabas são ambíguas e, além disso, as palavras são mais curtas. Dessa maneira, as chances de se encontrar codificações que fazem sentido são muito superiores do que no inglês ou em outros idiomas. Apesar disso, o romance inglês "Moby Dick" (de 1851) já "previu" todos esses acontecimentos terríveis. McKay também realizou cálculos em relação ao nome de Michael Drosnin. Bem próximo ao nome, o matemático australiano encontrou a palavra "liar" – "mentiroso", assim como algumas referências à morte do autor do livro "O Código da Bíblia".

A Bíblia é a Palavra de Deus! Nela é descrito o passado, o presente e o futuro, e o que é mais importante: a fé absolutamente necessária em Jesus Cristo. Para compreender isso não necessitamos de nenhum "Código da Bíblia" especial, mas sim do novo nascimento e da orientação do Espírito Santo. Jesus disse em João 3.3: "...se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." E em 1 Coríntios 2.10-12 lemos: "Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim, também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente."

(Norbert Lieth)

Fonte:http://www.chamada.com.br/mensagens/codigo_da_biblia.html